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segunda-feira, 27 de junho de 2016

Eleições em Espanha e o interesse de Portugal.

Para nós, é o parceiro comercial com maior importância estratégica. Se tudo correr bem por lá, por aqui também poderá correr bem. O contrário é que não. 
Rajoy reforçou a sua maioria. Todos perderam para a direita. A esquerda ficou mais fraca. O eleitorado deu uma primeira lição. 
Sem Rajoy não haverá nenhuma maioria absoluta. Portanto, entendam-se. Talvez seja mais fácil agora...talvez, talvez... O PSOE atravessa uma dramática crise de confiança junto do eleitorado. Está mesmo em jogo o seu futuro ... 

sábado, 20 de fevereiro de 2016

Sporting - Núcleo de Viseu elegeu os órgão sociais.

André Duarte e Carlos Frederico Silva 
André Duarte, gestor, de 26 anos, é o novo presidente da Núcleo do SCP de Viseu. Sucede assim a  Carlos Frederico Silva cujo trabalho desenvolvido em conjunto com a sua equipa foi reconhecido e elogiado por todos os presentes. Hélder Amaral, presidente da Assembleia Geral e José Junqueiro, presidente do Conselho Fiscal foram igualmente eleitos e reconduzidos nas suas funções.
Relatório e Contas foram aprovados por unanimidade, terminando 2015 com saldo positivo.

DIREÇÃO
Presidente | André Duarte Sócio no 378; Vice-Presidente | José Pedro Gomes Sócio no 412; Vice-Presidente | Bruno Esteves Sócio no 423; Vice-Presidente | Manuel Mirandez Sócio no 405; Vice-Presidente | Daniela Toipa Sócio no 474; Vice-Presidente | José Alberto Ferreira Sócio no 22; Vogal | Gustavo Brás Sócio no 478; Vogal | Bruno Cardoso Sócio no 411; Vogal | Jorge Duarte Sócio no 422; Vogal | Nuno Lima Sócio no 354; Vogal | Carina Almeida Sócio no 477; Suplente | Fernando Santos Sócio no 438; Suplente | Jorge Gouveia Nunes Sócio no 389; Suplente | José Luís Gomes Sócio no 424; Suplente | João Paulo Rebelo Sócio no 476; Suplente | Manuel Almeida Sócio no 479; Suplente | António Gomes Sócio no 394; Suplente | Rodrigo Saraiva Sócio no 179; Suplente | Nuno Peixoto Sócio no 480; Suplente | Tiago Batista Sócio no 481; Suplente | Bruno Martins Sócio no 482; Suplente | Francisco Toipa Sócio no 486.
ASSEMBLEIA GERAL
Presidente | Hélder Amaral Sócio no 385; Vice-Presidente | Carlos Frederico Silva Sócio no 384; Secretária | Manuela Esteves Sócio no 485; Suplente | Amadeu Duarte Sócio no 377; Suplente | Carlos Fonseca Sócio no 464; Suplente | António Bento Sócio no 387.

CONSELHO FISCAL
Presidente | José Junqueiro Sócio no 386; Vice-Presidente | Américo Loureiro Sócio no 383; Vogal | António Carlos Pereira Sócio no 399; Suplente | Nelson Ronda Sócio no 400; Suplente | Susana Andrade Sócio no 472; Suplente | Gualter Mirandez Sócio no 24.











quarta-feira, 7 de outubro de 2015

J.Negócios - "Seguro pode ter uma 2ª oportunidade. Só depende dele."

Um dos principais apoiantes de António José Seguro rejeita receber o rótulo de segurista e explica que o núcleo que apoiou o ex-secretário-geral não apoia Álvaro Beleza e pode ter outra estratégia para o futuro do partido.
Os tempos do segurismo terminam por agora, porque António José Seguro perdeu a primeira oportunidade no partido. E vários dos seus apoiantes na batalha interna contra António Costa não juram fidelidade a Álvaro Beleza, sentencia José Junqueiro (…)
"Seguro não se pode queixar de falta de apoio na disputa interna, mas esse tempo acabou. O que existe agora é um núcleo reduzido, de que fazem parte Álvaro Beleza ou Eurico Brilhante Dias", acrescenta, e que integra, no fundo, pessoas que fizeram parte do Secretariado do ex-líder do PS. (…)
Quanto a Álvaro Beleza, "avança sem qualquer tipo de apoio". "Não se pode avançar assim sem conversar com ninguém", atira Junqueiro.
Esse grupo de ex-apoiantes de Seguro até pode vir a apoiar António Costa? "É possível", admite Junqueiro. "Também é possível que esse grupo tenha outra estratégia que não seja apoiar nem Costa nem Beleza", prossegue, em alusão a uma candidatura agregadora que represente as diferentes sensibilidades dentro do PS. Pessoalmente, Junqueiro põe de parte o apoio a Costa. "Eu não o apoio porque conduziu o PS à derrota".
Já Seguro pode voltar à política partidária, sendo certo que perdeu uma chance? "A primeira oportunidade foi perdida. Pode ter uma segunda oportunidade, só depende dele".
Ao Negócios, António Galamba lembrou que "embora tenha havido pessoas a declarar apoio a António José Seguro, não fizeram nada por isso", e que o rótulo de "segurismo" é rejeitado pelo próprio Seguro, uma vez que já está "fora da política activa". E confirma que Beleza "não representa o dito segurismo".

domingo, 4 de outubro de 2015

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Mário Centeno critica “bombas atómicas” do PSD/CDS. “Onde estão os números?”

PS não poupa programa eleitoral do PSD/CDS e lamenta falta de cálculos de impacto orçamental das medidas. "Não é assim que se faz política". 

Centeno, candidato a deputado e coordenador do cenário macroeconómico do PS, critica a ausência da quantificação de medidas no programa eleitoral da coligação PSD/CDS, considerando mesmo que se pode estar perante autênticas “bombas atómicas”. É o caso do plafonamento das pensões.
Em declarações ao Observador, o economista lamenta que se não se possa discutir com seriedade as propostas do PSD/CDS. “Não é assim que se faz política, muito menos em tempo de eleições. Aos olhos de um economista o que salta à vista é o que não está lá. Não está nadaquantificado. Não estão identificados os custos de cada medida de modo individual. E há aqui potenciais bombas atómicas”, afirmou.
No caso do plafonamento da segurança social, Centeno diz que se pode estar perante uma medida com um impacto de 2,3 mil milhões de euros a menos nos cofres da Segurança Social. “Se estivermos a falar de descontos opcionais para outros sistemas em salários acima dos 2.000 euros, isso significaria 17% das receitas da segurança social, o que daria 2,3 mil milhões de euros”, explicou, salientando que em Portugal apenas “8% dos trabalhadores recebem mais de 2.000 euros”.
Quando o PS apresentou o seu cenário macroeconómico, o PSD enviou um conjunto de 29 perguntas a pedir mais detalhe nas contas apresentadas e os socialistas (ou melhor, Mário Centeno) responderam-lhes. Questionado pelo Observador se vai optar pelo mesmo método e questionar o PSD, o economista nega. “As perguntas são feitas por vocês e pelos cidadãos, é legítimo toda a gente fazer perguntas”.
Mas o programa do PS não diz em detalhe quanto vale cada medida apresentada. Centeno diz que essas contas existem. “Essas quantificações vão aparecer mas de qualquer forma 95% das medidas com incidência orçamental já estão quantificadas no cenário macroeconómico”, explica.
Centeno questiona o custo também de medidas como a reposição dos 4º e 5º escalões do abono de família, novos apoios para os avós e apoios domiciliários. De qualquer forma, confessa que não achou “estranho” a omissão do PSD/CDS a avaliar pelo “calibre” das perguntas que lhe foram feitas a propósito do cenário macroeconómico que revelavam “desconhecimento” das matérias.
O economista diz ainda não ter encontrado “verdadeiramente nenhuma reforma estrutural” e, sobre as isenções de TSU propostas para o interior, lembra que já existem atualmente cerca de “460 milhões de euros em isenção em Taxa Social Única”.
Também o secretário-geral do PS, António Costa, comentou esta quinta-feira a ausência de cálculos da coligação PSD/CDS, depois dos sociais-democratas terem criticado o PS por mostrar poucos números. “Nesta fase da vida nacional, não é possível apresentar um programa sem apresentar contas. No caso do PS foi duro, porque durante muito tempo fomos criticados por não fazermos promessas, mas apresentámos depois um cenário macroeconómico com o estudo do impacto e da exequibilidade de cada medida que propusemos”, declarou, considerando que o exercício do PS é “mais prudente”.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

PR quer eleições a 4 de outubro e que delas resulte uma solução maioritária

As quatro frase do PR, selecionadas por Martim Silva (Exp), são uma boa imagem da conjuntura que incluiu o vazio da mensagem de Cavaco. Que qualquer governo - e não apenas o próximo - deva ter uma maioria na AR, porque é isso que se passa nos 26 países da UE, cabendo, para o efeito,  essa negociação aos partidos de modo a alcançar um governo estável, não tem nada de novo. 
Realmente novo é não considerar que os eleitores podem decidir uma maioria absoluta direta ou, a não ser assim, não dará posse a um governo que a não consiga através de uma política de alianças, de incidência parlamentar ou governamental. E que poderes inconstitucionais tem para isso?
  1. “É extremamente desejável que o próximo Governo disponha de apoio maioritário e consistente na Assembleia da República”
  2. “Os governos de 26 países da UE dispõem actualmente de apoio maioritário nos respectivos parlamentos”
  3. “Cabe aos partidos a responsabilidade pelo processo de negociação visando assegurar uma solução governativa estável e credível que disponha de apoio maioritário no Parlamento”
  4. Alcançar um governo estável é uma tarefa que compete inteiramente às forças partidárias” (Marim Silva, Expresso Curto)



segunda-feira, 20 de abril de 2015

Cinfães - PS, com Luis Pontes, ganhou com maioria absoluta as eleições intercalares para freguesia

Luís Manuel Rodrigues Pontes é de novo Presidente, mas com maioria absoluta. O PS confirmou neste domingo a vitória em eleições intercalares para a Assembleia de Freguesia da União das Freguesias de Alhões, Bustelo, Gralheira e Ramires, concelho de Cinfães, com uma superioridade de 170 votos. Nas eleições intercalares que hoje se realizaram devido à renúncia dos membros da Junta de Freguesia, o PS conquistou 305 votos e o PSD 135 votos.
Segundo a mesma fonte, registaram-se ainda cinco votos em branco e sete nulos, num universo de 637 inscritos.
Nas eleições gerais de 29 de Setembro de 2013, o PS tinha conseguido 181 votos e a coligação PSD/CDS-PP 180, tendo sido declarado empate na Assembleia de Apuramento Geral. No dia 13 de Outubro do mesmo ano, registaram-se eleições intercalares, tendo o PS conquistado 212 votos, a coligação PSD/CDS-PP 194 votos e os independentes 76 votos.
No entanto, divergências entre os três membros da Junta de Freguesia e quatro membros da Assembleia de Freguesia levaram a que os primeiros tivessem decidido, em janeiro deste ano, renunciar aos seus mandatos. Como todos os elementos que tinham concorrido pelo PS também se demitiram, foram marcadas novas eleições intercalares para hoje.
Luís Pontes, que era o presidente da Junta e voltou a encabeçar a lista vencedora, espera agora que a maioria socialista consiga fazer o seu trabalho sem bloqueios.
Até ao momento da renúncia, a Junta de Freguesia era constituída por dois elementos do PS e um do PSD (Nelso Ribeiro, que tinha sido o cabeça-de-lista).
Segundo Luís Pontes, os outros três elementos do PSD nunca aceitaram o facto de Nelso Ribeiro ter integrado a Junta e, na Assembleia, uniram-se ao independente, originando “uma falsa maioria de bloqueio”, que reprovou os planos de actividades para 2014 e 2015 e as contas de gerência relativas a pouco mais de um mês de 2013 (...)

domingo, 25 de janeiro de 2015

(RR) Grécia. O voto é obrigatório, mas ninguém é sancionado se faltar ...

(Joana Pereira Bastos)
Votação na Grécia já começou e decorre até as 19h00 locais (17h00 em Portugal). No berço da democracia, não há um boletim de voto. Há 20.
No dia em que nove milhões de gregos são chamados a votar, a Renascença está a acompanhar a votação em Atenas onde encontrou Anton, um homem na casa dos 50 anos. Acordou bem cedo e não perdeu tempo para se deslocar à escola primária de Dafni, bem no centro da capital helénica.
Um gesto que devia ser repetido por todos os gregos, porque constitucionalmente o voto é obrigatório. Mas ninguém leva esta obrigação muito a série. Até porque o incumprimento não tem qualquer consequência. Não há qualquer sanção para quem não o cumpre.
Em conversa com a Renascença, Anton mostra-se crente que que o interesse europeu nas eleições gregas é motivado por o seu país continuar a pertencer à “nação Europa”.
Ainda assim acredita que estas eleições vão mudar algo no país, mas crê ainda que a mudança ultrapassará as fronteiras da Grécia.
“Acredito que sim, que vai mudar. Mas isso depende de várias coisas. O interesse [nestas eleições] justifica-se pelo facto de a Grécia e a Europa pertencerem à mesma Nação”, diz à Renascença este grego.
Anton sai da assembleia de voto. Não saí apenas com um boletim, tem uma resma de papel nas mãos. Sim, na Grécia, não há um boletim de voto. Há 20, um por cada um dos 19 partidos concorrentes, mais um para os que queiram votar em branco.
O eleitor escolhe o papel do partido preferido que contém uma lista de nomes com os candidatos a deputados. Desse conjunto faz uma cruz em quatro.
O processo continua com a colocação do papel escolhido num envelope que se insere na urna. Quanto aos restantes 19 têm um final comum, vão para o lixo.
A votação decorre até às 19h00 locais, mais duas horas do que em Portugal. Estas eleições que prometem ser históricas na Grécia, pois marcam uma escolha decisiva: uma continuidade menos austera ou a promessa de um novo rumo.

Em Atenas, o dia nasceu solarengo com 15 graus de máxima, e tudo está a correr até este momento dentro da normalidade democrática no país onde a palavra foi inventada. ( Ricardo Conceição, em Atenas)

sábado, 22 de novembro de 2014

Viseu PS Eleições para Secretário-Geral e delegados ao XX Congresso

Ribeiro de Carvalho, Adelaide Modesto e José Pedro constituem a mesa eleitoral no PS Viseu. 

Boa afluência às urnas nas primeiras duas horas, ao ritmo de 1 votante por minuto. 

Em disputa, a lista B, inclusiva e de unidade, respondendo ao apelo do candidato António Costa, encabeçada por João Paulo Rebelo, e uma outra (A) encabeçada por Alexandre Azevedo Pinto. 

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Resultado das eleições para os órgãos do GP PS

A nova direção do GP PS foi eleita com 69% dos votos. 

É uma grande prova de confiança na equipa liderada por Ferro Rodrigues. 

Foi uma proposta inclusiva que mobilizou os socialistas para uma votação clara. 






RESULTADOS

DEPUTADOS DO GP/PS __74__    DEPUTADOS VOTANTES __65__

DIREÇÃO DO GRUPO PARLAMENTAR DO PS

SIM
NÃO
BRANCO
NULO

LISTA A  


45

11

6

3


CONSELHO FISCAL DO GRUPO PARLAMENTAR PS

SIM
NÃO
BRANCO
NULO

LISTA A  


52

12

1

0

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO GRUPO PARLAMENTAR DO PS

SIM
NÃO
BRANCO
NULO

LISTA A  


54

7

3

1

LUSA - "O recém-eleito líder parlamentar do PS, Ferro Rodrigues, congratulou-se hoje com o resultado da sua lista para a direção da bancada, salientando que contará com todos os deputados socialistas, independentemente das opções assumidas nas primárias deste partido. Estas afirmações foram proferidas por Ferro Rodrigues logo depois de ter sido eleito presidente do Grupo Parlamentar do PS com 69 por cento de votos favoráveis.
"Estou muito contente com os resultados obtidos pela minha lista em voto secreto pelos deputados do PS. É uma expressão muito forte de apoio que esta direção do Grupo Parlamentar vai ter", advogou o ex-líder socialista, adiantando que abandona agora a vice-presidência da Assembleia da República, lugar que desempenha desde o início da legislatura.
Ferro Rodrigues considerou depois que aceitou o convite do candidato socialista a primeiro-ministro, António Costa, para ser líder parlamentar do PS - um cargo que disse ser simultaneamente para si "uma honra e uma responsabilidade".
"Procurarei que este Grupo Parlamentar tenha um trabalho forte em prol de um combate duro contra o Governo, que tem lançado o país na confusão e na desgraça. Conto com todos os deputados, independentemente das posições que tomaram nas eleições primárias [entre António Costa e António José Seguro]. Isso já está bem patente na direção da bancada que foi eleita comigo", sustentou.
Interrogado sobre os 11 votos contra que a sua lista para a direção da bancada recebeu, o ex-secretário-geral do PS desdramatizou, alegando que a formação de uma lista "é sempre algo de muito complexo".
"Uma lista envolve nomes, uns que são consensuais e outros que são menos consensuais. O meu próprio será consensual para uns mas não para outros e, por isso, considero ser perfeitamente normal ter uma votação de 69 por cento dos votos expressos e de 60 por cento dos deputados em efetividade de funções. Este resultado agrada-me. Volto a esta vida mais ativa, na primeira fila da bancada para as batalhas que se avizinham, com determinação e entusiasmo", acrescentou."

domingo, 7 de setembro de 2014

Apoiantes de António Seguro com mais delegados e votos para os congressos

A candidatura nacional de António Seguro sublinhou, dos atos eleitorais nas 19 federações do Partido Socialista,  os seguintes resultados:

"1. Em número absoluto de votos, os apoiantes de António José Seguro tiveram uma vantagem de mais de 1200 votos.
Apoiantes de António Seguro - 52,2% dos votos; Apoiantes de António Costa - 47,8% dos votos

2. Em número de presidentes por federação, os apoiantes de António Costa tiveram 10 e os apoiantes de António José Seguro tiveram 9.

3. Em número de delegados eleitos para congresso, os apoiantes de António José Seguro conquistaram 10 federações e os apoiantes de António Costa obtiveram 9 federações."

Viseu - Lúcia Silva é a nova presidente distrital das Mulheres Socialistas

Lúcia Silva é a nova presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas do distrito de Viseu. Sucede a Helena Rebelo que não conseguiu ver renovado o seu mandato. 

Lúcia Silva, ex-presidente da Concelhia do PS, venceu as eleições por larga maioria. 

Assim, nos próximos anos, será o rosto das Mulheres Socialistas do distrito. Parabéns e bom trabalho.

António Borges é o novo presidente da Federação distrital de Viseu

Eleito por larga maioria, António Borges é o novo presidente da Federação de Viseu. 

Para os próximos anos, e em tempos difíceis, será o rosto do PS. Desejo-lhe o maior sucesso e contará com todos para que o PS em Viseu possa contribuir para uma grande vitória nas próximas eleições legislativas.

Ao Acácio Pinto, em quem votei, repito a mensagem que lhe deixei na sua página pessoal: 

"O combate político só ilustra os que têm coragem para defender as suas convicções. Acácio Pinto teve essa coragem e ofereceu aos socialistas do distrito de Viseu uma alternativa e a possibilidade de fazerem uma escolha. Apresentou um programa, um património de trabalho permanente nas frentes partidária, parlamentar e de governo, sempre num contexto de proximidade e de grande generosidade pessoal. Parabéns e um grande abraço."

sábado, 6 de setembro de 2014

PS Federações: Também votaram ontem: Baixo Alentejo, Évora, Guarda, Portalegre,

Foram também a votos as federações de Guarda, José Albano Marques, no Baixo Alentejo, Pedro do Carmo, Portalegre Luís Testa, Évora Capoulas SantosEstão assim completas 11 eleições. 
Os apoios cruzados em alguns distritos não deixam perceber se o resultado final é indicativo para o apoio nas primárias a António Seguro ou António Costa. 

Federações do PS - Resultados de 7 distritais

O Público de hoje dá os resultados de 7 federações: Lisboa (Marques Perestrello) , Setúbal (Ana Catarina Mendes), Leiria (José Miguel Medeiros), Regional do Oeste (Carlos Miguel), Aveiro (Pedro Nuno), Bragança (Mota Andrade), Viana do Castelo (José Carpinteira). 
Hoje vão a votos as federações de Algarve, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Vila Real, Viseu e Porto.

"(...) Na federação de Lisboa a votação na lista de Marcos  Perestrello , apoiado por Costa, chegou os 81% contra os 18% de António Galamba, um dos homens de António Seguro.
Em Setúbal, a deputada socialista Ana Catarina Mendes, apoiante de António Costa, venceu eleições para a Federação Distrital de Setúbal do PS, com 55% dos votos contra 45% de Madalena Alves Pereira, apoiante de António José Seguro. Ana Catarina Mendes obteve 1.180 votos favoráveis contra 978 votos de Madalena Alves Pereira, num universo de 2.803 militantes do PS com capacidade eleitoral.
O antigo governador civil de Leiria José Miguel Medeiros foi eleito presidente da Federação Distrital de Leiria do PS, ganhando ao seu único adversário, António Sales, por sete votos, disse o mandatário da candidatura vencedora. Segundo Adelino Mendes, José Miguel Medeiros obteve no acto eleitoral de sexta-feira 618 votos, enquanto António Sales conquistou 611, tendo votado 1.243 militantes de um universo de cerca de 1.450. Medeiros, que expressou apoio à candidatura de António Costa para secretário-geral do PS, ganhou em nove concelhias, enquanto António Sales ganhou em sete, incluindo a capital de distrito, Leiria, de cuja concelhia é presidente.
Na Federação Regional do Oeste do PS, a vitória foi para o presidente da câmara de Torres Vedras e da Comunidade Intermunicipal do Oeste, Carlos Miguel. Filipe Lourenço Pereira, presidente da comissão organizadora do congresso desta federação, disse à agência Lusa que a candidatura de Carlos Miguel ganhou com 62,5% dos votos, contra 37,5% de José Tomé, ex-vereador da câmara da Lourinhã e actual presidente da assembleia da CIM Oeste. Carlos Miguel, que demonstrou apoio à candidatura de António Costa para secretário-geral do partido, sucede na liderança da federação a Rui Prudêncio, que optou por não se recandidatar por falta de disponibilidade e por ser uma das faces visíveis da candidatura de António José Seguro.
Já em Bragança a vitória foi para um apoiante de Seguro. O deputado Mota Andrade venceu com 61%, apesar de a adversária, Berta Nunes, ter ganhado na maioria das concelhias da região. Mota Andrade ganhou na maior concelhia do distrito, a de Bragança, arrecadando mais 143 votos que a presidente da Câmara de Alfândega da Fé, Berta Nunes, que ficou à frente em sete das 12 concelhias desta região, numa eleição em votaram perto de 700 militantes num universo de 788 possíveis.
Em Viana, José Carpinteira venceu as eleições para a federação distrital do PS de com 55,7 % por votos contra os 44, 3 % conquistados por Jorge Fão, ambos apoiantes de António José Seguro, disse à Lusa fonte do partido.
O presidente da Federação do PS de Aveiro, Pedro Nuno Santos, foi reeleito para um terceiro mandato, com mais do triplo dos votos do seu adversário, disse à Lusa fonte do partido. Segundo a mesma fonte, Pedro Nuno Santos obteve 1.563 votos (78%) contra os 430 votos (22%) de Gonçalo Fonseca, num ato eleitoral em que votaram pouco mais de dois mil militantes num universo de 2.582 possíveis votantes. O líder da Distrital de Aveiro do PS, apoiante de António Costa, venceu em 17 das 19 concelhias do distrito.
Este sábado há eleições no Algarve, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Vila Real, Viseu e Porto."

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Brasil (S. Paulo)- Marina Silva ultrapassa Dilma Roussef

Há quem pense que não, mas as eleições no Brasil interessam a Portugal. E muito! 

E se houvesse uma surpresa com uma vitória de Marina Silva, logo à primeira volta? Tudo é possível. A situação, hoje, é a seguinte:

"A candidata presidencial Marina Silva aumentou a vantagem sobre Dilma Rousseff no estado de São Paulo. 

Numa sondagem divulgada ontem, a concorrente do Partido Socialista Brasileiro (PSB) cresceu 4%, tendo chegado aos 39%, enquanto a atual Presidente do país tem 23% dos votos obtidos entre os paulistas. 

Os analistas brasileiros consideram que os estudos provisórios em São Paulo são importantes devido a tratar-se do maior colégio eleitoral do pais, que conta com 22% do total de eleitores."

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Federação - Acácio Pinto apresenta a sua moção "MAIS PS"

A convite de Acácio Pinto participei, no centro da cidade, na Associação Comercial de Viseu, na apresentação da moção "MAIS PS" com que se candidata a Presidente da Federação Distrital de Viseu. 
Rui Santos, o coordenador do texto, a presidente da concelhia anfitriã, Adelaide Modesto, Ribeiro de Carvalho, mandatário distrital, Helena Rebelo, presidente distrital das Mulheres Socialistas, e Mauro Pinto, mandatário da juventude, foram alguns dos 25 oradores que deixaram um testemunho singelo sobre o candidato, a moção e o futuro.
Um denominador comum percorreu as diferentes intervenções, o facto do candidato ter como prática de décadas aquilo que outros prometem agora para o futuro, depois de terem perdido a oportunidade de o terem feito neste passado recente de quatro anos. 
Acácio Pinto foi identificado como tendo um olhar para todo o distrito e não apenas para o seu concelho ao qual, aliás, deu tudo, como militante, candidato à câmara, candidato à assembleia municipal, deputado, professor e cidadão. 
A ele se tributou uma permanência constante junto dos militantes e das estruturas, a projeção do Douro Sul, onde na campanha autárquica que dirigiu foram ganhas 5 câmaras que , agora, se reduziram a 3. 
Também foi sublinhado o facto de ter dado sempre voz ao PS, nomeadamente nas ambições e problemas no distrito, bem como
ter sido porta-voz das políticas e alternativas preconizadas pela direção nacional do PS, do seu secretário-geral e da atividade do grupo parlamentar.
Colunista semanal em vários jornais regionais, tem crónicas regulares na rádio, utiliza com eficácia as redes sociais, em que acaba de perfazer um milhão de leitores, participa regulamente em conferencias de imprensa, em defesa do PS e do distrito, e fez todas as campanhas eleitorais, nomeadamente a das últimas europeias em que, durante mais de um mês, com os seus colegas deputados, esteve todos os dias - e não apenas um - no terreno. 

Tive ocasião de lembrar o seu trabalho nas frentes partidária, parlamentar e governamental. Todos se lembram e enfatizam o seu desempenho como Governador Civil. E as sugestões que deixei, em conformidade com o texto da sua moção e prática política foram as seguintes:
que, ao ser eleito, volte a dar ao distrito a voz política que lhe tem faltado, que reative as 12 estruturas que deixaram de ter eleições, que recupere a força e prestígio perdida no Douro Sul, que reforce a força política do PS na CIM Dão Lafões e na Assembleia Intermunicipal a que preside e que continue a política de proximidade, junto das pessoas, das instituições e das autarquias. 
E que, finalmente, relembre o património dos governos do PS no distrito de Viseu, espaço que durante as magistraturas de António Guterres e José Sócrates teve o maior desenvolvimento da sua história. Isso ficou a deve-se ao esforço de todos, a uma liderança política agregadora e forte e a um partido que sempre teve uma enorme sensibilidade para com o interior. 
O PS, vindo do quase nada, pelo o esforço de todos, conseguiu ser o partido mais votado no distrito. É preciso repetir!











domingo, 17 de agosto de 2014

Outra mulher, Marina Silva, na corrida à presidência do Brasil


Marina Silva foi a escolhidas pelo Partido Socialista Brasileiro (PBS) seguindo um desejo da família Campos para que fosse a antiga ministra do Ambiente do Governo de Lula da Silva a substituir o ex-líder socialista. 
Convite que Marina Silva aceitou, segundo confirmaram membros do seu movimento político Rede de Sustentabilidade, noticia este sábado a "Folha de São Paulo".
Um dia antes do funeral de Eduardo Campos, que faleceu esta quarta-feira num acidente de avião, foi anunciada uma substituta para liderar a candidatura da coligação "Unidos pelo Brasil" à presidência do Brasil - um lugar que antes pertencia ao então presidente do Partido Socialista Brasileiro (PBS).
Marina Silva deixa assim a vice-presidência da coligação "Unidos pelo Brasil", liderada por Eduardo Campos até ao dia da sua morte, ocupando o seu lugar. O convite deverá ser oficializado na próxima quarta-feira, dia 20, faltando ainda saber-se quem irá substituí-la na vice-presidência da coligação de partidos de centro-esquerda. A escolha mais provável, indica a "Folha de São Paulo", é o deputado Beto Albuquerque.
Esta não é, contudo, a primeira vez que Marina Silva é candidata à presidência do Brasil: já em 2010 conseguira 19 milhões de votos, concorrendo contra Dilma Roussef. A Reuters indica que Marina Silva pode aumentar a competição nesta corrida à presidência, roubando alguns votos a Dilma Roussef (Partido dos Trabalhadores) e a Aécio Neves (Partido da Social Democracia Brasileira) e tornando mais provável uma segunda volta. 

sexta-feira, 25 de julho de 2014

(Opinião) Eleições antecipadas: todos estão de acordo

A antecipação das eleições legislativas é uma possibilidade que está a fazer o seu caminho. O próprio Presidente da República, a propósito de uma convergência parlamentar, entre maioria e oposição ou entre esta e o governo, com especial destaque para o PS, para aprovação de mais um conjunto de cortes, ofereceu essa possibilidade, a de eleições antecipadas.
Como é público, António Seguro não trocou as suas convicções pelo mais que provável poder de governar. Não se deixou encantar por essa possibilidade que, com toda a probabilidade, o conduziria a primeiro-ministro.
O facto relevante não é no entanto esse. É sim a compreensão que o Presidente tinha sobre a precariedade da ação governativa. Não diferia, como se percebe, dos partidos da oposição. Queria, apenas, obter mais qualquer coisa que, neste caso, seria acrescentar austeridade à austeridade. A acontecer, teria sido a cobertura da direita pela esquerda. Felizmente, Presidente e Governo ficaram isolados.
Já anteriormente o PS havia apresentado uma moção de censura. O significado foi apenas político. Na prática, esta maioria derrotará sempre qualquer iniciativa nesse sentido. No Conselho de Estado, sempre que houve oportunidade, António Seguro insistiu na tese de renovação de legitimidade.
O governo travava querelas insanáveis. Paulo Portas chegou mesmo a demitir-se. Irrevogavelmente, seria promovido a vice primeiro-ministro. O governo continuou a remodelar-se e a aumentar de volume. Deixou de ser dos mais pequenos para se converter num dos maiores. Mais 50% dos seus membros foram substituídos. Assim tivesse acontecido às políticas. E como tal não se verificou vamos tendo gente nova com problemas velhos, até hoje irresolúveis.
Entretanto, aconteceram várias crises entre o governo e o Tribunal Constitucional, querelas únicas nas democracias planetárias. Não se tratava, como sempre foi legítimo, de exprimir desacordo sobre uma decisão. O ataque era dirigido ao próprio tribunal e aos juízes chegando mesmo a maioria a afirmar, a nível elevado, que ou os juízes se “portavam bem” ou não teriam condições para continuar no exercício do cargo.
As instituições, governo, Tribunal Constitucional, Presidente da República, Assembleia da República, deixaram de ter condições para o seu normal funcionamento. Não era alguém que queria que o governo interrompesse o seu legítimo mandato. Pelo contrário, foi sempre o governo a interromper-se a si próprio e ao país.
Assume, pois, particular relevância que esta semana António Costa e Rui Rio defendam agora a mesma tese de Seguro, com uma "nuance" substantiva: a antecipação para abril. Seria tecnicamente desejável porque, assim, o ciclo legislativo ao passar para este mês ficaria suficientemente longe da data de outubro, altura em que o OE deve ser entregue na AR; e ficaria suficientemente longe das presidenciais. Parece-me bem. Todos estaremos de acordo, certa e finalmente!

DV 2014-07-23