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terça-feira, 3 de março de 2015

Alfredo Barroso e a sua intempestiva saída do PS

Uma discordância com António Costa é o motivo invocado por Alfredo Barroso para a sua saída do PS, como se o partido não fosse o somatório das suas lideranças, da sua consistência ideológica e do papel que desempenhou em todos os momentos, o seu património.
É, portanto, uma surpresa saber que um fundador, responsabilidade acrescida à de militante, abandona o seu partido por não gostar de um secretário-geral, este ou qualquer outro, escolhido democraticamente. E, neste caso, foi escolhido pelo maior universo eleitoral de sempre.  
A atitude não ilustra muito Alfredo Barroso e desistir das suas convicções denota dificuldade em lutar por elas. Tem a liberdade de fazer o que fez, sendo certo que saiu a perder e o PS também não ficou a ganhar.

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Alfredo Barroso, Fundador do PS, retira o apoio dado a António Costa

Foi o discurso de António Costa do "pisca-pisca" que fez Alfredo Barroso suspeitar que a "inusitada atitude" de Costa "não augura, nada de bom".

O ex-chefe da Casa Civil de Mário Soares, quando este foi Presidente da República, classificou ontem como uma "fanfarronice" as alusões do edil de Lisboa à "política do pisca-pisca".


No passado fim de semana, em Évora, Costa criticou as referências a acordos do PS com outras forças políticas, considerando essas "discussões" como um "sinal de fraqueza".

"Se nada é essencial para discutir porque é inoportuno afasto-me já em bicos de pés par não perturbar o sono das hostes. (...) É no mínimo uma deselegância em relação àqueles que como eu acham que esse é um debate incontornável (...)