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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

São já 35 o número de ministros e secretários de estado substituidos

Em pouco mais de 3 anos os 35 membros do Governo substituídos, dos quais 4 ministros, dariam para formar outro Executivo. Isto significa que o problema está para além das pessoas, assenta nas políticas. Mudar uma coisa sem a outra é tempo perdido. 

E significa também que Passos Coelho e Paulo Portas estão perdidos. O único que não tem dúvidas e raramente se engana é nosso Presidente da República. Por isso é que o Governo continua. 

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Educação - E vai mais um: o soma e segue de demissões

Esta é a terceira saída na equipa da Educação em 41 dias, após a demissão do diretor-geral da Administração Escolar, Mário Pereira, a 18 de setembro. 

Tudo ainda na sequência dos erros na Bolsa de Contratação de Escolas, e do secretário de Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, a 17 de outubro. 

O Ministério da Educação e Ciência confirmou que o diretor-geral do Ensino Superior, Vítor Magriço, foi exonerado do cargo a pedido do próprio.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Demitiram-se - Hospital S. João - Administração e direção clínica e as 31 direcções de departamento

Na Saúde o ambiente é irrespirável. O PS, através de José Junqueiro reagiu com particular assertividade. O ministro acentua a inadaptação às suas funções, degrada o SNS, desqualifica o Hospital de S. João, desmotiva os seus profissionais e corta os recursos humanos e materiais para além da linha vermelha de sustentabilidade.

Ao anormal funcionamento dos órgãos de soberania soma-se o anormal funcionamento de instituições vitais. O governo está em estado de negação e o ministro da Saúde num desnorte total. 

O PR da República não pode continuar indiferente. Tem de promover mais do que uma "aclaração", tem de decidir pela clarificação. O país, as pessoas, não aguentam mais. Não foi para isto que os portugueses elegeram um PR.

LUSA - "O PS exigiu hoje explicações do ministro da Saúde, Paulo Macedo, sobre a notícia avançada pela RTP de que os corpos diretivos do Hospital de São João, no Porto, se demitiram hoje em bloco.
"A notícia da demissão em bloco de todo o conselho de administração do hospital de São João no Porto e dos 31 diretores de serviço é uma má notícia para o Serviço Nacional de Saúde, mais uma, e um grande constrangimento para o país em geral e para o norte em particular", declarou o vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro, que falava aos jornalistas no parlamento.
Para José Junqueiro, A "degradação a que o Governo e o ministro têm conduzido os cuidados de saúde é absolutamente inaceitável".
"Aliás, temos chamado a atenção sucessivamente para esse facto", disse o socialista, que adiantou que serão exigidas explicações a Paulo Macedo e o conselho de administração da unidade hospitalar será convidado para falar na Assembleia da República.
O Presidente da República, disse ainda o deputado socialista, "não pode fechar os olhos não só ao anormal funcionamento das instituições e dos órgãos de soberania mas agora também ao anormal funcionamento de instituições tão relevantes" como este hospital.
A decisão dos administradores do hospital em se demitirem, diz a RTP, terá sido tomada em protesto contra a política do Governo no sector da saúde, particularmente contra a desclassificação da unidade e contra as restrições que a impedem de fazer contratações (...)"