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domingo, 1 de novembro de 2015

Os melhores países para ser jovem em 2015: 1º Noruega, Portugal 30º

Forbes - Se os jovens são o futuro de uma nação, talvez o contrário também seja verdade.
De acordo com a organização francesa Youthnomics, que investe em estudos e pesquisas sobre a juventude de diversas partes do mundo, a Noruega é o melhor país para as gerações mais novas viverem. (Samantha Sharf)

domingo, 25 de novembro de 2012

NENHUM PAÍS SAI DA CRISE COM 40% DE JOVENS DESEMPREGADOS

COM 40% DE JOVENS DESEMPREGADOS - ANTÓNIO SEGURO, disse não conhecer qualquer país no mundo que "fosse capaz de sair da crise empobrecendo" e defendeu que, par a o país criar riqueza, os empresários devem ter mais apoio. CONTUNDENTE COM O GOVERNO"Não conheço nenhum país no mundo que fosse capaz de sair de qualquer crise empobrecendo" ou que "conseguisse resolver os seus problemas tendo 40% dos seus jovens desempregados" e "dizendo à geração mais qualificada QUE O CAMINHO É A EMIGRAÇÃO.

domingo, 19 de fevereiro de 2012

A. SEGURO: JOVENS EXIGEM MEDIDAS E NÃO COMISSÕES

O secretário-geral do PS, António José Seguro, considerou hoje que os jovens exigem do Governo medidas e não comissões para combater o desemprego, reiterando que o executivo não está preparado para enfrentar as dificuldades.

"O que os jovens portugueses exigem do Governo são medidas, não são comissões", afirmou António José Seguro, quando questionado sobre a nova Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem, que irá ser coordenada pelo ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.

Interrogado se considera insuficiente o que o Governo está a fazer para combater o desemprego, o líder socialista lembrou que o desemprego jovem já atingiu os 35 por cento, salientando que um executivo que ao fim de oito meses em funções vai criar "uma comissão para apresentar e estudar medidas" significa é "naturalmente um Governo que não estava preparado para enfrentar estas dificuldades".

Antes destas declarações aos jornalistas, o líder do PS tinha já abordado o problema do desemprego na intervenção que fez no encerramento da convenção da FAUL sobre a reforma administrativa de Lisboa, renovando as acusações ao Governo de falta de sensibilidade social.

"É o Governo com menos sensibilidade social", criticou, recordando que depois de na quinta-feira ter sido anunciada a maior taxa de desemprego de sempre em Portugal (14 por cento no quarto trimestre de 2011), na sexta-feira o primeiro-ministro não teve uma palavra sobre o problema na intervenção inicial de dez minutos que fez no debate quinzenal na Assembleia da República.

"Isto não é aceitável, é mais um facto muito elucidativo da ausência de sensibilidade social que este Governo tem. As respostas para os problemas neste país encontra-as na ponta de uma tesoura, cortar por cortar, sem perceber que está a empobrecer o país", acrescentou.

O líder socialista reconheceu, contudo, que se estivesse na chefia do Governo também teria que adotar medidas de austeridade. Porém, acrescentou, o problema também está na "dose" das medidas de austeridade, que poderia se menor, pois é possível consolidar contas públicas pelo lado da receita.

No seu discurso, António José Seguro insistiu ainda que é tempo do Governo assumir que as suas políticas são um "fracasso" e prometeu que o PS irá continuar a mover-se pelo interesse nacional.
"Nós não nos confundimos com a oposição de protesto ou com oposição de retórica ou com oposição da ilusão, ou com a oposição do bota-abaixo. Podemos não ser totalmente compreendidos no momento, mas nós movemo-nos pelo interesse nacional", disse.