Serão 1195 freguesias a extinguir, "à marretada" como disse Marcelo. O governo diz que vai poupar (sem demonstrar) cerca de 10 milhões de euros, mas 1/3 desta verba será para pagar 79 lugares políticos que Miguel Relvas vai criar nas Entidades Intermunicipais, mesmo contra a vontade da ANMP. Os vencimentos podem atingir 4400 euros e as despesas de representação poderão atingir 3 vezes mais do que as de um deputado, por exemplo. E depois vêm falar na extinção de freguesias ou diminuição do número de deputados. O governo ainda não percebeu que ninguém está distraído. O PS VOTARÁ CONTRA!
Mostrar mensagens com a etiqueta reorganização Administrativa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta reorganização Administrativa. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
sábado, 7 de julho de 2012
JUNQUEIRO - S, JOÃO DA MADEIRA - REFORMA DO TERRITÓRIO
Ontem, a convite de Luis Miguel Ferreira, presidente da concelhia do PS. João Ribeiro, Secretário Nacional do PS, Pedro Nuno Santos, presidente da Federação, João Carlos Silva, ex-secretário de estado de Sousa Franco ou Margarida Garizo, ex-deputada, foram algumas das muitas personalidades que encheram o auditório do Museu da Chapelaria. Debati a Reforma do Território a partir do caso concreto da freguesia de Milheirós que há mais de 16 anos, data do projeto lei, quer pertencer ao concelho de S. João da Madeiradomingo, 15 de abril de 2012
ABRIL DE 2012 - ANTONIO SEGURO EM MANGUALDE - MAIO DE 2011 - REORGANIZACAO ADMINISTRATIVA
HÁ UM ANO, NO PORTO, em conferência promovida pela TSF,JN e OTOC, tive ocasião de apresentar um contributo sobre a Reforma e Reorganização do Território. A metodologia de desenvolvimento envolveu uma parceria com as associações represntativas das autarquias, nomeadamente, ANMP, ANAFRE, bem com as universidades e outras instituições de ensino superior. O texto introduziu um animado debate entre os residentes de câmara do Porto e Lisboa.
O Secretário-Geral do PS, em Mangualde, ouviu os autarcas da região centro, recolheu opiniões, relevou as suas, as do PS, e poderemos constatar que existe uma linha de acção coerente
"O tema proposto é da maior relevância para o desenvolvimento e reforço do poder local. A Reorganização Administrativa tem essa finalidade por efeito da sua racionalização, ganhos de escala no planeamento, simplificação e qualificação das decisões, criação de hábitos de partilha de recursos que devem ser comuns, facilitando a vida das pessoas e servindo-as melhor.
É fundamental, então, procurar saber se com os recursos humanos e materiais que temos actualmente será possível conseguir uma melhor administração local, mais simples, com ganhos de eficiência, mais moderna, que permita diminuir significativamente o actual número de direcções regionais do estado, assumido as suas atribuições e competências, contribuindo também para essa inadiável reforma, mantendo-se igualmente representativa e próxima das pessoas.
O ciclo nacional de debates públicos institucionais que planeámos com as universidades, autarquias e seus representantes, o público em geral, para obter contributos e respostas, foi suspenso em virtude do momento político actual. Apenas se realizou um primeiro debate, na Universidade do Minho, a 16 de Abril.
Daí a pertinência e oportunidade daquele que aqui acontece hoje, organizado pela dita sociedade civil. Recomeçámos um debate que já não se fazia há cerca de 150 anos.
Com preocupações comuns, entende-se, pois, que no programa do XVIII Governo Constitucional constasse que “As novas escalas de intervenção local, a nível regional, intermunicipal e de freguesia, justificam igualmente a adopção de um novo regime legal de criação, fusão e extinção de autarquias locais.”
Este objectivo do Programa do Governo decorre de outros fins mais vastos que associam a reorganização administrativa à revisão da Lei das Autarquias Locais, da Lei Eleitoral Autárquica e da lei das Finanças Locais.
Deixo, assim, como é minha obrigação e desejo, um contributo para a discussão de modo a podermos evoluir no sentido de uma reforma participada, que junte vontades, promova consensos, que se oriente de baixo para cima, que tenha em conta as diferentes realidades no terreno e sem esquecer que deve acontecer para servir as pessoas e qualificar as suas vidas.
Não pudemos fazer em 18 meses o que nos propúnhamos atingir em quatro anos, mas o caminho está iniciado, a discussão aberta, e fazendo o melhor que soubemos e pudemos.
A realidade actual
Actualmente existem 4259 freguesias, das quais 153 (até 150 eleitores) são plenários, 536 ficam localizadas nas sedes de Concelho, sendo que 1369 têm entre 151 e 600 eleitores.
As Juntas de Freguesias têm 13.263 eleitos e as respectivas Assembleias 34.697.
Os municípios são 308, com 2.016 eleitos, mais 6.419 nas Assembleias Municipais a que deveremos adicionar mais 4.064 presidentes de Junta.
Assim se explica que, a título de exemplo, as assembleias municipais de Barcelos, Guimarães, Guarda, Lisboa, Arcos de Valdevez, Ponte de Lima ou Bragança, tenham, respectivamente 179, 119, 111, 105, 103, 103 e 99 deputados municipais. Com ironia, direi que é uma grande concorrência à Assembleia da República!
Mais de 130 000 funcionários, não considerando os que existem no sector empresarial local, realidade de que falarei mais adiante, acrescem a esta densa organização administrativa, bem como um conjunto de transferências, participação nos impostos do Estado e receitas próprias que, em 2010, totalizaram 5,4 mil milhões de euros.
As soluções nas freguesias e respectivas assembleias
Neste contexto, é fundamental proceder à reorganização territorial, nomeadamente das freguesias, através da sua possível associação nas regiões de baixa densidade, com um modelo político diferente que preveja um executivo e uma assembleia comuns, e que considere, nas zonas urbanas, à semelhança dos exemplos da Covilhã e Lisboa, a diminuição significativa das mesmas.
Só esta atitude pode viabilizar o reforço das suas competências, diversificando-as em conformidade com a sua realidade e circunstância, e através de negociação entre os seus representantes, os dos municípios, com o Governo.
Paralelamente e como consequência, diminuir-se-ia, significativamente, o número de eleitos locais nas juntas e assembleias de freguesia, mas assegurando identidade, representatividade e proximidade.
As soluções nos municípios e respectivas assembleias
Nos Executivos, com uma nova lei que permite ao presidente eleito escolher a sua vereação, o número de elementos passaria de 2106 para 1012, ao mesmo tempo que se reforçariam as assembleias municipais.com verdadeiros poderes fiscalizadores.
E destas, com a nova legislação, poderão não fazer parte os presidentes de junta, que se enquadrariam, por exemplo, num conselho consultivo, de forma a evitar o desvirtuamento da representatividade directa que hoje se verifica e, até, um certo constrangimento que sentem na sua manifestação de vontade aquando da votação do plano e orçamento.
Assim, sem estas inerências e com menos freguesias e juntas, no contexto acima referido, teremos assembleias municipais com menos de 50 por cento dos actuais membros, mas com uma representatividade mais autêntica, mais poderes e com um funcionamento mais simplificado e eficiente.
Assim será possível ter menos administração e melhor administração local, mais simples, mais célere, mais moderna e com ganhos notáveis de eficiência.
As reformas complementares
Lei das Finanças Locais
Independentemente das propostas de alteração à lei actual que o Governo propôs e que se encontram suspensas pela sua demissão, uma nova reorganização administrativa impõe uma nova Lei das Finanças Locais que considere os novos territórios, bem como a avaliação, por parte das autarquias, dos prédios urbanos, cerca de 4 milhões, e dos rurais, cerca de 11 milhões, não avaliados à luz do Código do IMI, segundo os números da ANMP e ANAFRE.
Este novo enquadramento, aliado à retenção fiscal de parte do valor acrescentado onde ele é gerado como, por exemplo, o proveniente das barragens, à semelhança das eólicas, pode constituir uma solução que diminua a carga fiscal geral sobre os munícipes e, ao mesmo tempo, aumente a receita, segundo o princípio de que pagando todos e redistribuindo melhor, todos pagarão menos e haverá mais justiça fiscal e sustentabilidade financeira.
Uma gestão com consequências
As contas de 2010 revelam que os municípios tiveram um melhor desempenho, registando mesmo um saldo positivo de 81 M€ entre as receitas e despesas.
Embora com uma redução inesperada de 100 M€, em função do PEC acordado entre o PS e o PSD para 2010, mas tendo ainda um crescimento médio de 1%, a recuperação é de cerca de 700 M€ relativamente ao ano eleitoral de 2009 e bem melhor do que o desempenho de 2008, período em que o crescimento líquido médio foi de 4,8% ao ano.
Verificamos, portanto, um exercício de contenção que no nosso entender deveria caracterizar todo o mandato, não incorrendo na possibilidade de dilatar os PMP aos fornecedores, com consequências indesejáveis nas economias locais, nem no excesso de endividamento que leva a retenções de verbas desnecessárias e prejudiciais ao normal desempenho da autarquia.
Hoje, felizmente, dois terços das autarquias, apesar das dificuldades e das actuações solidárias de proximidade que excedem as suas normais atribuições, apresentam uma situação financeira robusta, facto que demonstra uma gestão cuidada e um ritmo de investimentos muito de acordo com as reais possibilidades de cada uma.
No entanto, as restantes, cerca de um terço, enfrentam problemas que podem encontrar solução na austeridade e saneamento financeiro, desde que assumam esse caminho com espírito de rigor. E digo isto, porque algumas dezenas que já recorreram a este e outros instrumentos de regularização se encontram em desequilíbrio estrutural.
A estas resta o reequilíbrio financeiro, mas a experiência demonstra a existência de dificuldades insuperáveis a que acresce, agora, uma maior dificuldade no acesso à banca.
Este facto pode levar à associação ou fusão de municípios, mas também à assumpção por parte dos eleitores que se uma avaliação eleitoral passa pela qualificação das suas vidas, pelos equipamentos, deve ter em conta a sustentabilidade do preço a pagar por tudo isso.
É tempo de seguir os bons exemplos da generalidade das autarquias e dos autarcas cuja divulgação contribuiria decididamente para o reforço do prestígio do poder local e, sobretudo, para a sua importância estratégica no desenvolvimento e competitividade dos territórios e do país.
Finalmente
A reorganização administrativa do território vai potenciar uma nova geração de competências locais, já em curso, atinentes à partilha, planeamento e execução de políticas que vão desde a educação e saúde, passando pela solidariedade social, cultura e património, até às políticas activas de mobilidade e emprego que envolvem o conceito de Diplomacia Económica Local com resultados já conhecidos.
A aplicação das transferências e demais receitas das autarquias deixam de ter, subjacente a ideia de construir os mesmos equipamentos do vizinho do lado, e passarão a privilegiar as sinergias e os investimentos que devolvam valor acrescentado de modo a construir uma nova economia mais autónoma e menos dependente do Estado.
Este contexto implica reforma de todo o Sector Empresarial Local cuja verdadeira dimensão ainda se desconhece, pelo menos até à entrega do Livro Branco que o Governo mandou elaborar e que deverá estar pronto até Junho. Não são apenas 280 as empresas existentes, como se julga. São muitas mais os modelos e as realidades empresariais, bem como o número de administradores, muito mais de 1000 como se verá. O número de funcionários afectos, na pequena parte conhecida, já ultrapassa os 7 000.
A Lei da Tutela Administrativa que apresentámos ao Parlamento em Junho do ano passado tinha 45 dias para ser analisada, enriquecida e votada. Duzentos e oitenta dias depois, sem que ninguém se indignasse, permaneceu no silêncio. E a verdade é que sem ela a tutela administrativa das autarquias, nem a Inspecção Geral tem acesso ao sector empresarial. Foi uma pesada irresponsabilidade a coligação negativa que determinou este compasso de eterna espera.
Com esta reforma estará, em definitivo, privilegiado o planeamento supramunicipal que envolve escolas e transportes escolares, equipamentos de cultura e de lazer, relocalização de equipamentos de saúde, creches, lares ou centros de dia, redefinição de áreas industriais, de estratégias ambientais e turísticas comuns, generalização das políticas partilhadas para o abastecimento e tratamento da água, em síntese, uma nova mentalidade para os novos desafios que enfrentamos.
Todo este movimento reformista carece, finalmente, de uma outra fase e que, no meu entender, se consubstancia na Regionalização de Portugal, segundo um modelo já consensualizado de cinco regiões.
As vantagens são incontornáveis, quer nos acréscimos de eficiência no planeamento, na convergência de sinergias, na maior economia de meios, das mais-valias competitivas que daí decorrem e da interlocução global com mercados e regiões europeias originando valor acrescentado, dinamizando a actividade das PMEs e criando emprego.
É este o contributo que deixo para um desafio comum, que não deve deixar mingúem indiferente, e que mobiliza o melhor de cada um de nós para um Portugal melhor"
domingo, 18 de março de 2012
CINFÃES - DEPUTADOS PS VISEU PARTICIPAM EM DEBATE SOBRE A REFORMA
A CONCELHIA DO PS CINFÃES organixou, na CASA DA CULTURA, um debate sobre a reforma administrativa. José Junqueiro, Elza Pais e Acácio Pinto, deputados do PS Viseu participaram. O convidado foi Ramos Preto, atual presidente da comissão parlamentar que trata estes assuntos. O presidente da câmara Pereira Pinto, o presidente da concelhia, Carlos Brito, e presidente da Federação PS do distrito, João Azevedo, tomaram assento na mesa. Com dezenas de autarcas de freguesia presentes o debate foi animado. 
Todos criticaram a iniciativa do governo, tal como a primeira, a do Livro Verde, que falhou e já não existe. Há a convicção da teimosia de Miguel Relvas para ligar o nome a uma reforma que não existe, que é irracional, que não comporta nenhum benefício para as pessoas e para a economia. Apesar disso, este governante, por mero vedetismo, quer instabilizar o país, custe o que custar.
FICOU CLARO que o PSD se desculpa com o PS, porque tem vergonha do que está a fazer. Esta lei não está no memorando da "Troika". É uma decisão unilateral do governo que fez sem ouvir ninguém. AO CONTRÁRIO, o PS, fez uma parceria com a ANMP, com a ANAFRE e com as UNIVERSIDADES e iniciou uma discussão nacional conjunta, sem pressupostos, para encontrar critérios e propôr um conjunto de leis.
Aos militantes do PS é necessário deixar as coisas claras, nesta matéria, como em outras fundamentais. Por exemplo: a das escolas. TER SUBSTITUÍDO as velhas escolas de poucos alunos - nalguns casos só com dois ou três - por novos centros escolares, modernos, tecnológicamente tão evoluidos como os melhores da europa, não foi um mal, FOI UM BÉM, que será património do país e do PS para todo o sempre. Com efeito, está a fazer evoluir a educação em PORTUGAL.
VISITA À EXPOSIÇÃO NA CASA DE CULTURA DE CINFÃES
quarta-feira, 14 de março de 2012
OEIRAS - JUNQUEIRO NO DEBATE AUTÁRQUICO DA CONCELHIA
EM OEIRAS, A CONVITE DE MARCOS SÁ, participei num debate organizado pela concelhia que se centrou nas eventuais reorganização administrativa e lei eleitoral.
Ficou claro que este governo interrompeu o debate em curso que o anterior executivo estava a realizar em parceria com a ANMP, ANAFRE e UNIVERSIDADES, fazendo o levantamento de critérios, construindo uma solução, de baixo para cima, tendo como alvo UM SERVIÇO MAIS QUALIFICADO PARA AS PESSOAS!
No memorando da "troika" fala-se em autarquias e organizar não significa dizimar freguesias. Quando este documento foi assinado tinha em vista metas globais do país, nomeadamente a do défice. Os caminhos a seguir são da responsabilidade do governo e não são as freguesias que têm qualquer influencia no défice. Este só pode ser influenciado pelos municípios ou pelo setor empresarial local.
Portanto, o governo, ao apresentar unilateralmente um dito Livro Verde, fracassou, como sempre disse que iria acontecer; e ao insistir com uma proposta de lei, ainda pior do que a teoria anterior, feita sem consultar ninguém, a única coisa que vai promover será instabilização, iniquidade, fragilização do Estado e abandono das pessoas.
Marcos Sá, Luis Carreira, Rui Vieira, Vidal, Jorge Rato, Augusta Novo, Joaquim Reis Marques, Vidal Antão e Jaime Freitas foram alguns dos muitos socialistas presentes que animaram o debate e contribuiram com ideias e opiniões que em muito qualificam o debate interno em curso. Está, pois, de parabéns a concelhia de Oeiras do PS
domingo, 19 de fevereiro de 2012
A. SEGURO E PS ESTRANHAM CONVITE DO PSD P/ DIALOGAR LEI QUE JÁ APRESENTOU NA AR
REFORMA E REORGANIZAÇÃO DO TERRITÓRIO - “PS estranha o convite para dialogar sobre uma lei da exclusiva responsabilidade da maioria PSD/CDS e que já esta finalizada e agendada para discussão na Assembleia da República”.
MIGUEL RELVAS entrou numa enorme trapalhada. Anunciou tudo, mas não ouviu ninguém. O 1º Ministro foi na onda. OS SEUS AUTARCAS NÃO LHES OBEDECEM. E agora: ACUDAM-ME! Só que agora NÃO É COMO NO CARNAVAL - A TOLICE É LEVADA A MAL! Não chamem o PS. Talvez o LIEDSON: ELE RESOLVE!
O PS estranha o convite para dialogar sobre uma lei finalizada e com discussão agendada no Parlamento, mas promete analisar a proposta social-democrata para uma reunião sobre a reforma administrativa autárquica.
MIGUEL RELVAS entrou numa enorme trapalhada. Anunciou tudo, mas não ouviu ninguém. O 1º Ministro foi na onda. OS SEUS AUTARCAS NÃO LHES OBEDECEM. E agora: ACUDAM-ME! Só que agora NÃO É COMO NO CARNAVAL - A TOLICE É LEVADA A MAL! Não chamem o PS. Talvez o LIEDSON: ELE RESOLVE!
O PS estranha o convite para dialogar sobre uma lei finalizada e com discussão agendada no Parlamento, mas promete analisar a proposta social-democrata para uma reunião sobre a reforma administrativa autárquica.
Uma nota do grupo parlamentar do PS indica que a carta assinada pelo líder da bancada do PSD, Luís Montenegro, foi entregue no gabinete do deputado socialista Carlos Zorrinho ao final da tarde de sexta-feira.
“Logo que analisada (a carta), merecerá a devida resposta”, acrescenta a nota, referindo que o “PS estranha o convite para dialogar sobre uma lei da exclusiva responsabilidade da maioria PSD/CDS e que já esta finalizada e agendada para discussão na Assembleia da República”.
O grupo parlamentar do PS vai primeiro responder aos sociais-democratas e só depois tornará pública a sua decisão.
“O secretário-geral do PS já defendeu por várias vezes que uma reforma destas não pode ser feita a régua e esquadro num gabinete do Terreiro do Paço e é necessário ouvir e defender as populações”, conclui o grupo parlamentar socialista.
O líder dos deputados do PSD propôs a Carlos Zorrinho uma reunião no dia 23 para discussão da reforma administrativa autárquica que “merece um entendimento alargado”.
“Esta proposta (o regime jurídico da reforma administrativa territorial autárquica) é uma das componentes da Reforma Administrativa apresentada pelo Governo e que desde sempre temos entendido deve ter um contributo ativo do Partido Socialista”, que já afirmou a sua disponibilidade, lê-se na carta.
Luís Montenegro considerou que uma “reforma desta envergadura deve prosseguir um entendimento alargado, pelo menos, aos partidos do chamado ‘arco governativo’, ademais porque dessa forma se garantirá a sua projeção para as próximas décadas”.
O social-democrata recordou que os objetivos da reforma integram o memorando assinado com a 'troika', também assinado pelo PS, considerando oportuno a realização de uma reunião entre as direções dos dois grupos parlamentares, na quinta-feira.
No passado dia 10, o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio, afirmou-se convicto de que "há condições" para que a reforma da administração local se concretize até ao próximo verão e apelou ao PS para que assuma as suas responsabilidades.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
JJunqueiro e Presidentes de Vagos, Rui Cruz (PSD), e Ílhavo Ribau Esteves(PSD) DEBATEM REFORMA
Em Vagos, a convite da autarquia, participei num debate sobre a reforma e reorganização administrativa do país, conjuntamente com Ribau Esteves (PSD), presidente da câmara de ìlhavo, Rui Cruz, presidente da câmara de Vagos (PSD) e Armando Vieira (PSD), Presidente da ANAFRE. Depois das exposições iniciais, foram vários os autarcas que intervieram. Jorge Oliveira, Pires Plácido, Dulcinia Sereno, Paulo Gil, Antónuio, Juan Carlos Martins, entre outros colocaram os seus pontos de vista. Os trabalhos foram dirigidos pelo Presidente da Assembleia Municipal de Vagos
Todos, sem excepção, criticaram as propostas do governo consubstanciadas no "Livro Verde", mas, pela segunda vez, em dois dias de debates em pontos distintos do país, os autarcas social-democratas anunciaram que o Executivo de Pedro Passos Coelho apresentará uma nova versão em Janeiro, o mais tardar, mais flexível e incorporando as modificações decorrentes das críticas que até o PSD e CDS fazem com progressiva intensidade.
Curiosamente ou talvez não, a discussão não se centrou nas freguesias, mas na reforma global que deve intervir, em simultaneo, nas finanças locais, atribuições e competências, lei eleitoral e transferência das funções de vários organismos desconcentrados do Estado para as CIM. Curiosamente ou talvez não, os presidentes de câmara também sublinharam a necessidade de realizarem idênticas transferencias das câmaras para as CIM e freguesias.
Esta evolução marca uma aproximação às teses do PS que privilegiam a reforma integrada e os critérios qualitativos na organização do território, distinguindo o que é planeamento de tudo o que é represetatividade e organização política.
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
JJUNQUEIRO EM AMARANTE - DEBATE DA REFORMA AUTÁRQUICA
Segunda, dia 12, fui a Amarante, a convite da autarquia local, realizar com todos os eleitos locais um debate sobre Reforma e Reorganização do Território. Depois de fazer uma introdução inicial deu-se início ao debate, muito informado, intenso e construtivo.
Usaram da palavra o Presidente da Câmara (PS), o Presidente da Assembleia Muncipal, dr. Pedro Cunha (PSD), o vereador, dr. José Luis Gaspar, a drª Cecília Costa , em representação do PS, o dr. Cândido Moreira, vice-Presidente da ANAFRE, o Dr. Araújo, vereador PSD, dr. Abel, vereador do PS, Paulo Vasconcelos, presidente da junta de Lomba, Joaquim José, de Fridão, entre outros
Foram abordados todos os temas da reforma e pôde concluir-se que há grande unanimidade contra a proposta do "Livro Verde", mas ficou a saber-se, também, pela voz dos autarcas do PSD , que o governo, em Janeiro, deverá apresentar uma reformulação das actuais propostas no sentido de estancar o clima de contestação crescente. Ou SEJA O GOVERNO RECONHECE QUE O PS TEM RAZÃO NAS CRÍTICAS QUE TEM FEITO.
Usaram da palavra o Presidente da Câmara (PS), o Presidente da Assembleia Muncipal, dr. Pedro Cunha (PSD), o vereador, dr. José Luis Gaspar, a drª Cecília Costa , em representação do PS, o dr. Cândido Moreira, vice-Presidente da ANAFRE, o Dr. Araújo, vereador PSD, dr. Abel, vereador do PS, Paulo Vasconcelos, presidente da junta de Lomba, Joaquim José, de Fridão, entre outros
Foram abordados todos os temas da reforma e pôde concluir-se que há grande unanimidade contra a proposta do "Livro Verde", mas ficou a saber-se, também, pela voz dos autarcas do PSD , que o governo, em Janeiro, deverá apresentar uma reformulação das actuais propostas no sentido de estancar o clima de contestação crescente. Ou SEJA O GOVERNO RECONHECE QUE O PS TEM RAZÃO NAS CRÍTICAS QUE TEM FEITO.
domingo, 11 de dezembro de 2011
JJUNQUEIRO em ALFÂNDEGA DA FÉ - DEBATE NA ASSEMBLEIA MUNICIPAL

Fui à Assembleia Municipal de Alfandega da Fé participar num dos pontos da ordem de trabalhos que pretendia debater a Reforma e Reorganização Administrativa de Portugal. De todos os partidos só eu respondi ao convite. Em Alfandega da Fé, às 10h, num sábado e num dia de chuva e nevoeiro, nem todos se sentiram motivados para contribuir para o esclarecimento da reforma.
Depois de uma introdução inicial, com a ajuda de um "power point", aconteceu o debate, muito participado e construtivo com intervenções de autarcas de todos os partidos, nomeadamente, Manuel Soeiro, dos Vales, Luís Terêncio, Januário, deputado municipal, a presidente da câmara, Berta Nunes , e o presidente da assemblei que leu um texto-proposta que consubstancia a posição da autarquia no seu todo.
a municipal
Como conclusão, ficou a ideia firme da não aceitação do chamado "Livro Verde" para a reorganização administrativa pois, como disse o líder da bancada do PSD, Luís Terêncio, ninguém pode aceitar uma reforma a "régua e esquadro".
Alfândega da Fé tem cerca de 300 quilómetros quadrados, vinte freguesias e um pouco mais de 5000 eleitores, fica no interior profundo onde o IP2 está a construir, pela primeira vez, uma janela de oportunidades para toda a região.
PAISAGEM VISTA DO HOTEL - DOMINGO À 14H
Subscrever:
Mensagens (Atom)






































