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terça-feira, 11 de março de 2014

José Junqueiro (PS) debate com Carlos Abreu Amorim (PSD - Roteiros do Presidente


Um debate difícil para o PSD, porque o prefácio do PR deixa claro que:  1) Cai a mistificação de que este Governo nos livra da troika e recupera a soberania a 17 de maio; 

2) fica claro que o Governo não fez o que era necessário para corrigir os desequilíbrios do pais e por isso há ajustamentos que ainda têm que ser feitos. Este governo fez cortes mas não fez reformas

3) É preciso mudar de rumo porque este governo tinha apenas e só a cartilha datroika, não atingiu nenhum dos objectivos (DÉFICE, DÍVIDA, CRESCIMENTO, DESEMPREGO…) e não tem a mínima ideia do que é preciso para recuperar Portugal. 

4) O Presidente deve ser consequente com a sua analise. Não tira as devidas consequências do que é do interesse nacional? Vai deixar este governo continuar  a afundar o pais? Não vê que este governo, para lá de todas as irrevogáveis promessas, só vai mudar de rumo se for obrigado a isso? 

5) A alternativa a austeridade não e austeridade mas sim mobilização dos portugueses e política europeia em vez de subserviência 

6)Até o prof Marcelo ontem elogiou antonio jose seguro a propósito da prudência com q aconselha a analisar a questão do cautelar. Inaceitável é pretender decidir com base na gestão do ciclo eleitoral (...)

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

IDEIAS CLARAS E FIRMES - ANTÓNIO SEGURO NA RTP - GRANDE ENTREVISTA

A conversa "à socapa" entre os ministros das finanças de Portugal e Alemanha foi a "surpresa da noite". O governo confessa que Portugal precisa de mais tempo e mais dinheiro, exatamente ao contrário do que vem dizendo e foi a CONFISSÃO DE QUE SEGURO E PS TÊM RAZÃO".
 Houve um falhanço de toda a estratégia económica do governo e todos os sacrifícios, já de si excessivos, transformaram-se numa inutilidade.
António Seguro reafirmou as teses do PS, demonstrou que havia outro caminho, voltou a repetir as suas propostas para o crescimento da economia, voltou a fazer da Europa uma centralidade para a resolução dos problemos da União e de Portugal, foi assertivo na sua liderança interna, e marcou, definitivamente, um caminho de credibilidade externa. A sondagem de hoje do Correio da Manhã confirma qque seguro conseguiu reerguer o PS.