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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Lisboa: PR, PM e Durão em Conferência europeia de elogios mútuos.

A conferência promovida pela Comissão Europeia (CE) excluiu todos os dirigentes políticos da oposição, nomeadamente António José Seguro. No entanto, lá estava gente insuspeita: António Pires de Lima, Miguel Poiares Maduro e Nuno Crato. Portanto, tudo sob controlo!

Durão Barroso, já em "phasing out", escolheu Cavaco Silva e Passos Coelho para um concurso de elogios mútuos. Compreende-se, não há mais ninguém a fazê-lo.

O PR concorda com o que o governo tem feito e Passos, auto-elogiando-se, também. O PR elogia Durão e este elogia o PR. Passos não se fica atrás e faz o "PR Encomium". Perfeito!

E o que trouxe esta conferência? Nada, a não ser o lançamento de campanha de Barroso, isto a acreditar nos comentários de Marques Mendes e Marcelo que acharam o evento um "tesourinho deprimente".

domingo, 13 de abril de 2014

Durão Barroso: uma estrela cadente "apaixonada" pela escola da ditadura

Durão Barroso tem saudades e elogiou a escola da ditadura. Uma escola que não era acessível a todos, numa época de profundíssimo analfabetismo, e em que a liberdade criadora das crianças e dos jovens era moldada pelo regime, em que toda a "ideia nova" era "pecado" e em que esses jovens, na "mocidade portuguesa", em vez de uma educação para  a cidadania tinha uma mentalização para a guerra.

Em Portugal, hoje, há mais doutorados num ano do que, nesse tempo, em mais de uma década. Há inovação, ciência e tecnologia feita por jovens, preparados por professores e escolas exigentes. Hoje é com orgulho que vemos os nossos investigadores a serem reconhecidos nacional e internacionalmente.

Eis, em síntese, a ideia da "estrela cadente": "Durão recuou ao tempo em que ele próprio estudava no então chamado Liceu Camões, onde beneficiou de uma "educação de exigência, numa boa escola, embora algumas liberdades estivessem cortadas e se vivesse num regime ditatorial, havia na escola uma cultura de mérito, de dedicação, de trabalho. Penso que foi uma pena na evolução posterior não ter sido sempre possível conciliar a indispensável democratização do ensino com o mesmo nível de exigência, acrescentou".

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Ao que chegámos!!! Barroso partidariza a Comissão Europeia e ignora oposição em Portugal

O episódio é caricato. Durão Barroso não acerta uma. Primeiro ensaiou a entrada no caso BPN, dez anos depois dos acontecimentos, como bem lembrou Marcelo. E o que terá feito Barroso, neste caso, como primeiro-ministro? Que orientações deu então, à ministra das Finanças? 
Agora vem a Lisboa com 6 comissários europeus. Convidou para falar os que foram presidentes ou dirigentes de relevo do PSD, incluindo o próprio PR, Cavaco Silva. Não se cansa o PSD de falar em consenso, mas o que constatamos é mais do mesmo. Uso questionável das suas funções na CE e "esquecimento" da oposição e do PS. Eis o episódio: 

"Às 4h51 de ontem, António José Seguro, através da sua caixa de correio de deputado, recebeu um convite-tipo para se inscrever e assim poder assistir à conferência organizada pela CE, na sexta-feira em Lisboa, sobre as perspetivas futuras de crescimento e emprego em Portugal e a importância dos fundos e programas europeus que estão à disposição da economia portuguesa. 
O documento não o convida a participar. A discussão que traz a Lisboa seis comissários europeus não deixou de fora apenas os socialistas. Ao PCP "nem conhecimento foi dado" da iniciativa de Durão Barroso, garante fonte parlamentar. Situação idêntica no BE".


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

A Comissão Europeia confirma a opinião do PS e do FMI

Mais de 60% das exportações reportam-se a combustíveis. Para um país que não tem o "ouro negro" facilmente de deduz que precisa de importar este produto natura; e quem está ao corrente do negócio sabe que a faturação é elevada, mas o lucro é mínimo. Fraco negócio, portanto.
"A CE alertou que o modelo de crescimento de Portugal assenta no aumento das importações, que vai reduzir a contribuição das exportações em termos líquidos para o crescimento económico do país". 
Esta nota de Durão Barroso é avisada e confirma as observações críticas do PS e, agora, do FMI. A "receita" falhou, mas o governo insiste no mesmo caminho. E, como solução, temos o empobrecimento e não o crescimento. 
Assim se compreende, como agora é público, que o governo vá cortar mais  3 mil milhões em salários e pensões e defina como permanente esse confisco dos nossos rendimentos. Neste caso Durão Barroso concorda e o FMI também. A direita europeia tem esta marca. É por isso que o PS se opõe e constitui como alternativa.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

TVI Constança C Sá - Durão Barroso lança balde de água fria sobre o Governo

Declarações de Durão Barroso - São um balde de água fria para os que esperavam uma flexibilidade. O que não diz é que para impor essa nova vaga de austeridade (para cumprir objectivos), não vamos cumprir o défice. 

Contrariamente à tese do 1º Ministro que queria culpar o PS (imagine-se!!!) Durão Barroso veio dizer que ainda estamos a pagar os custos da crise política de Julho, o que atinge Portas, por mais que este venha falar nas decisões do TC.

Os resultados positivos do segundo trimestre não convencem a Europa, com os discursos de Barroso e do Eurogrupo a revelarem expectativa negativa e que o clima da 8ª e 9ª avaliações não será fácil; se o governo não conseguir ter um projecto para o país, vamos ser liquidados.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Durão Barroso, PR e os números de circo ... agora

O 1º Ministro, o ministro das Finanças, desde há dois anos, sempre disseram que as propostas do PS e de António Seguro eram desnecessárias e até perigosas. A intervenção do BCE, uma linha de crédito do BEI para as PMEs ou  mais tempo para cumprir as nossas responsabilidades, são alguns exemplos. Tudo o que foi negado ao PS é agora desejado. Foi desnecessário, portanto, tanto desemprego e tanto sofrimento para as empresas e famílias. Agora são apenas anúncios ... e tardios ... do incapaz Durão Barroso ... incapaz, segundo os alemães.
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"A Comissão Europeia, o Banco Europeu de Investimento e Portugal chegaram a acordo para a disponibilização de empréstimos às empresas portuguesas, anunciou hoje o presidente do executivo comunitário. 
“Queria também hoje anunciar-vos – e é uma boa notícia – que foi finalmente conseguido um entendimento entre a Comissão Europeia, o BEI e as autoridades portuguesas para que os empréstimos às PME portuguesas possam já ser disponibilizados”, anunciou José Manuel Durão Barroso, durante uma conferência de imprensa conjunta com o Presidente da República, Cavaco Silva, em Bruxelas."

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

TVI - DURAO BARROSO JUNTA-SE A SEGURO - DESEMPREGO RECORDE

Portugal com desemprego recorde (TVI). DURÃO BARROSO PEDIU A PASSOS COELHO PROGRESSOS CONCRETOS ATÁ ABRIL no combate ao desemprego de jovens.

SEGURO DIZ QUE NENHUM POLÍTICO HONESTO PODE DORMIR DESCANSADO enquanto houver este nivel desemprego entre jovens e que indicadores demonstram receita errada do governo ;

quarta-feira, 6 de abril de 2011

DURÃO BARROSO RECONHECE AS DIFICULDADES CRIADAS PELO PSD

O social-democrata Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, vê com preocupação a crise política em que o PSD e demais Oposição lançaram Portugal. Apoiou o PEC do Governo Português, o mesmo que o seu partido, PSD chumbou- caso único na Europa. Teme o pior da irresponsabilidade de Passos Coelho.
Em pouco mais de 10 dias, depois do PSD ter liderado o derrube do Governo, Portugal viu cortado, sucessivamente, o "rating" da República, dos Bancos e das Empresas.
Dinheiro mais caro e juros mais altos implicarão um confrangimento sem precedentes aos portugueses. São estes 10 milhões em que José Sócrates pensa e que o leva resistir ao FMI e ao pedido de ajuda externo, ATÉ AO LIMITE DO POSSÍVEL!
Foi sobre isto, sobre a irresponsabilidade do seu partido, o PSD, que Durão Barroso foi questionado no Parlamento Europeu. E foi isto que teve de responder: Portugal ficou pior depois do chumbo do PEC.

"Estrasburgo, França, 05 abr (Lusa) -- O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, admitiu hoje que a crise política dificultou a situação de Portugal, quando confrontado durante um debate no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, sobre as responsabilidades do PSD na queda do Governo.
Respondendo em concreto a uma intervenção do líder parlamentar dos socialistas europeus, o alemão Martin Schulz, que criticou a reprovação do Programa de Estabilidade e Crescimento pelo PSD, lembrando que esse é o partido de Durão Barroso, este respondeu que, enquanto presidente da Comissão, não interfere na política interna portuguesa, mas reconheceu que uma situação que já era "bastante difícil" ainda se tornou mais complicada.
Na sua intervenção, Schulz afirmara que, sendo verdade que não podem ser atribuídas culpas a Durão Barroso, por este já não liderar o PSD, foi o seu partido que precipitou a crise política em Portugal ao inviabilizar um PEC necessário para o país cumprir os seus compromissos no quadro do Pacto de Estabilidade e Crescimento.
"Meu amigo Martin Schulz, você sabe muito bem que enquanto presidente da Comissão Europeia não posso interferir na política interna portuguesa (...) mas, ao mesmo tempo, devo dizer-lhe que uma crise política em Portugal não tornou a questão mais fácil, e Portugal já tinha uma situação bastante difícil", disse Durão Barroso, no período final de respostas de um debate consagrado ao último Conselho Europeu, de 24 e 25 de março, realizado imediatamente a seguir à demissão do Governo português."

MORAIS SARMENTO - PSD não devia ter posto em causa o PEC 4.“Esse foi o maior erro” do PSD, porque o que foi negociado em Bruxelas não “tinha volta atrás”, diz o antigo dirigente social-democrata.

A irresponsabilidade chama-se Oposição e tem como nome próprio Passos Coelho, um político imaturo que, segundo Pacheco Pereira, já era assim antes de ser líder do PSD.

sábado, 2 de abril de 2011

COMISSÃO EUROPEIA ESCLARECE QUE PORTUGAL NÃO MENTIU NAS CONTAS PÚBLICAS

A Comissão Europeia refere que "o instituto de estatística de Portugal está simplesmente a implementar os métodos contabilísticos europeus".
A OPOSIÇÃO, NOMEADAMENTE O PSD, QUIS FAZER PASSAR A MENSAGEM DE QUE O GOVERNO PORTUGUÊS TINHA CONTAS FALSAS.
MAIS UMA VEZ A COMISSÃO EUROPEIA DE DURÃO BARROSO VEIO DESMENTIR ESSAS ACUSAÇÕES E GARANTIR QUE PORTUGAL SEMPRE TEVE BOAS CONTAS.
O QUE SE PASSOU FOI A IMPOSIÇÃO AOS INSTITUTOS DE ESTATÍSTICA DE TODOS OS PAÍSES REGRAS COMUNS, FACTO QUE TEVE EFEITO GERAL NOS DÉFICES
PORTANTO, PORTUGAL, BAIXOU O DÉFICE PARA 6,8%, MAS TEVE DE ACRESCENTAR 1,8%


As revisões efectuadas aos défices orçamentais de Portugal nos últimos anos não representam qualquer engano ou mentira, esclareceu hoje o porta-voz da Comissão Europeia.

“Não, Portugal não mentiu nas suas estatísticas”, afirmou o porta-voz, quando questionado pelos jornalistas em Bruxelas sobre a revisão dos valores dos défices orçamentais de Portugal nos últimos anos.

Citado pela agência Dow Jones, a mesma fonte esclareceu que “o instituto de estatística de Portugal está simplesmente a implementar os métodos contabilísticos europeus”.

As alterações IMPOSTAS pelo Eurostat resultaram num agravamento semelhante do défice, de três mil milhões de euros, equivalente a 1,8% do PIB.

De acordo com os dados ontem revelados pelo Instituto Nacional de Estatística, o défice de 2010 terá sido de 8,6%, acima dos 7,3% prometidos pelo Governo a Bruxelas, devido fundamentalmente à integração nas contas públicas das transferências para algumas empresas públicas de transporte e à contabilização do "buraco" de dois mil milhões decorrente da nacionalização do BPN.

As regras comunitárias exigem que se integre na esfera do Sector Público Administrativo (e logo no cálculo do saldo orçamental e dívida pública reportado à União Europeia) as contas das empresas públicas cujas receitas próprias sejam inferiores a 50% do total.
Essa regra – antiga, mas até agora pouco controlada pelo Eurostat – obrigou à inclusão no défice orçamental dos resultados negativos da Refer, Metro de Lisboa e Metro do Porto, com impactos nos anos de 2007 a 2010.

Neste último ano, isso significa acrescentar ao défice 793 milhões de euros (equivalente a 0,5 pontos percentuais do PIB), sendo provável que um impacto negativo semelhante tenha de ser antecipado para o ano em curso e possivelmente para os seguintes.
Nuno Carregueiro - nc@negocios.pt