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sexta-feira, 1 de maio de 2015

TAP - A usura alimenta a irresponsabilidade de pilotos?

Já ficou documentalmente demonstrado que - há 16 anos - aos pilotos não ficou assumido qualquer privilégio no acesso às ações da empresa. 
Nada justifica, 16 anos depois, que se invente uma greve por motivos que não existem, muito menos quando a empresa está com dificuldades financeiras históricas. 
Mas para todos nós, sobre os que aderiram à greve, fica claro que, para além da cobiça pessoal, os milhares de postos de trabalhos postos em causa, os milhares de passageiros frustrados por não terem acesso ao que pagaram ou a sobrevivência da empresa, nada disso interessa. Estamos esclarecidos.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

TAP - A greve levantou voo (ainda bem). Mas por que motivo?

Perguntava, há dias, se seria justificável uma greve na TAP (http://gotadeagua53.blogspot.pt/2014/12/justifica-se-este-greve-na-tap.html)
E respondi dizendo "Pode ter justificação, mas não se compreende que aconteça. A empresa está numa situação financeira de quase "não retorno".

Os sindicatos justificavam dizendo que a ação era contra a privatização. Muito bem, mas, afinal, a privatização mantém-se e será feita a 66%. 

E um "grupo de estudo" acordado entre o Governo e 9 dos 12 sindicatos, com uma requisição civil "à perna", foi a porta de saída para o problema. 

Concluindo: foi bom não haver greve, mas não foi pela razão da privatização. O que terá sido realmente? Espírito patriótico ou uma ignorada cedência corporativa? O tempo dirá!!!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Justifica-se esta greve na TAP?

Pode ter justificação, mas não se compreende que aconteça. A empresa está numa situação financeira de quase "não retorno". 
Mais prejuízo material, menos liquidez e um tiro na sua reputação não ajudará a resolver problema nenhum. Pelo contrário! 
E os passageiros, a sua programação, nesta época, para se reunirem com as famílias ou, simplesmente, fazerem férias? Nada disso interessa? 
A existir greve, nesta época e nestas circunstâncias, os trabalhadores prejudicam-se a si próprios e, ao contrário do que pensam, vão deixar no sapatinho um "balão de oxigénio" ao Governo.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

GREVE "ÀS CONTAS"! EM QUE FICAMOS?

Maria Margarida Cunha Martins (partilhado)

« Vamos então a contas. O Governo apresentou estimativas iniciais de adesão à greve geral de 3,6% (!). E a CIP veio dizer que esta greve traria um prejuízo para o país de 670 milhões de euros. Muito bem, se 3,6% dos portugueses deixaram de produzir riqueza no valor de 670 milhões de euros, então os restantes 96,4% terão produzido 17.941 milhões de euros. Tudo somado, os portugueses produzem cerca ...de... 48.611 milhões de euros de riqueza por dia, ou seja, 17.743.015 milhões de euros por ano. Ora, sendo o PIB português de cerca de 170.000 milhões de euros, sobra uma pergunta evidente: para onde se evaporam os 17.573.015 milhões de euros restantes? Talvez seja melhor começar as contas todas outra vez, não?... »

( José Manuel Pureza )