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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Aumenta a destruição de emprego e a taxa de desemprego (12,4%)

Em pleno Agosto, o desemprego sobe e o emprego diminui mais de 34 mil pessoas. Estes indicadores demonstram que não há sustentabilidade nas políticas do Governo, sobretudo num período em que a sazonalidade impunha indicadores mais favoráveis. 


"Valor provisório de Agosto é superior em 0,1 pontos em relação ao mês de Julho, anunciou hoje o INE. Valor de Julho foi revisto em alta, em 0,2 pontos.
De acordo com aquele instituto, a taxa (ajustada de sazonalidade) ficou em 12,4%, uma décima percentual acima do valor final definido para Julho. O valor de Julho foi corrigido em alta em duas décimas percentuais, de 12,1% para 12,3%.
Esta é a primeira vez, este ano, de acordo com o INE, que a taxa de desemprego sobe em cadeia (em relação ao mês anterior). A última vez que tal tinha acontecido remonta ao período entre Dezembro e Janeiro passados. 
A taxa de desemprego entre os jovens aumentou em 0,6 pontos percentuais face ao mês anterior para 31,8%. 
O número de desempregados em Agosto ter-se-á cifrado em 633 mil pessoas, mais 4,8 mil pessoas sem emprego e mais 0,8% face em relação a Julho. O aumento da situação de desemprego foi maior entre as mulheres (mais 6,9 mil pessoas, para os 12,7%).
Os números provisórios do INE avançam que a população empregada estará nas 4,46 milhões de pessoas, menos 34,2 mil pessoas que em Julho. A queda deu-se em todos os grupos etários analisados, ficando a taxa de emprego nos 57% (menos 0,5 p.p. que no mês anterior). 
Em Julho, o Eurostat colocava Portugal entre os países com quedas mais acentuadas nas taxas de desemprego, sendo no entanto o quarto país da União Europeia com a taxa de desemprego mais elevada, posição semelhante entre os jovens.
O tema do desemprego tem sido tratado na actual campanha para as legislativas como uma prioridade central dos partidos."

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

PS simula como quer criar 207 mil postos de trabalho até 2019

O secretário-geral do PS, António Costa, e o economista Mário Centeno deram a cara pela defesa da criação extra de 207 mil empregos no espaço de uma legislatura, partindo das propostas socialistas de recuperação económica. No anterior documento económico apresentado pelo grupo de economistas convidado pelo PS, essa estimativa não aparecia.

Depois do cenário macroeconómico e do programa eleitoral, o PS apresentou ontem mais 28 páginas e 18 quadros para explicar "o quanto, o quando e o como" das suas propostas. Apesar de muitos dos dados, incluídos no estudo sobre o impacto financeiro do programa, fazerem já parte do cenário macroeconómico, este novo documento acrescenta a simulação da criação de emprego a partir das medidas defendidas pelos socialistas. 

sábado, 18 de julho de 2015

(RR) Viseu - Empresa Goucam incentiva funcionárias a serem mães

Nesta têxtil, "estar de esperanças" não é motivo de despedimento, mas sim motivo para receber um prémio, um ordenado mínimo nacional, que é entregue no dia do nascimento da criança.
Uma empresa têxtil de Viseu que está a incentivar as funcionárias a engravidar. "Estar de esperanças" não é motivo de despedimento na Goucam, mas para os novos mães e pais receberem um prémio, um ordenado mínimo nacional, que é entregue no dia do nascimento para criança.
Ângela Castanheira tem 27 anos. Terminou há dois anos o curso de Gestão de Empresas e tomou posse na administração de um grupo têxtil, criado em 1978, pela família. Foi o pai que lhe passou o testemunho de algumas entrevistas de trabalho, que a sensibilizaram.
"Na altura, quando foi para fazer os contratos, uma das entrevistadas virou-se para o presidente da administração, que é o meu pai, e disse: 'Estou grávida', como se aquilo fosse um mal para não ser contratada. O meu pai perguntou-lhe se era uma doença estar grávida e [disse-lhe] que ali não discriminavam as mulheres", recorda.
Ângela Castanheira decidiu lançar um incentivo de natalidade, equivalente a um salário mínimo nacional.
"A medida tornou-se válida desde 1 de Janeiro de 2015 e já foram apoiadas três pessoas, e estão previstas mais sete pessoas para este ano", revela a jovem empresária.
A novidade da iniciativa espalhou-se pelo concelho de Viseu e já há outras entidades que se querem associar. "Duas entidades ou mais que se estão a juntar a nós e que vão apoiar com outros valores. Uma das entidades quer oferecer a primeira consulta de pediatria", explica Ângela Castanheira.
Marlene Santos, 31 anos, trabalha há dez na Goucam. Vai ser mãe pela primeira vez. Ainda não sabe se é menino ou menina, mas já sabe que em Dezembro vai receber uma ajuda extra. "Ajuda bastante em termos monetários, para comprar o enxoval do bebé. Dá mais iniciativa às mulheres", afirma.
A empresa viseense Goucam tem 380 trabalhadores e apenas 20 são homens. Também estes, no caso de irem ser pais, são contemplados com o prémio de natalidade.

No caso de serem gémeos, a empresa garante a atribuição de dois prémios monetários, uma vez que o valor é atribuído pelo número de crianças que vão nascer. (Liliana carona)

sábado, 2 de maio de 2015

Geração Nem-nem: são 250 mil jovens não estudam nem trabalham

FOTO PAULO SPRANGER/GLOBAL IMAGENS
Manuel Alegre tinha dado projeção a este conceito de geração nem-nem durante a sua campanha presidencial.

"Chamam-lhe geração nem-nem. Jovens que não estudam nem trabalham. Em Portugal, 14,6% dos jovens entre os 15 e 29 anos estavam naquela situação. São 248 mil.

De acordo com os dados mais recentes do Eurostat, Portugal encontra-se a meio da tabela, se considerarmos a União Europeia a 28.

Diz a estatística que, à medida que se alarga o grupo etário, mais jovens entram na categoria de NEET (sigla para "neither in employment nor in education and training", que significa nem a trabalhar ou a estudar).

Se entre os 15 e os 24 anos eram, em 2014, 12,3% -137 mil jovens -, a taxa eleva-se para os 15,2%, se se considerar até aos 34 anos (363 mil). 

A Comissão Europeia havia estimado, no passado, em 2,7 mil milhões de euros o custo para o Estado da geração nem-nem"

JOANA AMORIM - Hoje às 00:15 (JN)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

INE - Desemprego e Emprego - A falácia dos "Ocupados"

DESEMPREGO:
·         Em Dezembro, a taxa de desemprego fixou-se em 13,4%, menos 0,1 pontos percentuais (p.p.) face ao mês anterior e menos 1,8 p.p. face ao mês homólogo de 2013.
·         Face ao início de funções deste governo, a taxa de desemprego piora 1,2 p.p.
·         Esta taxa corresponde a 689.600 desempregados: menos 4.800 face ao mês anterior; menos 99.300 face ao ano passado e mais 36.600 face ao início de funções deste governo.
·         Nos jovens, a taxa de desemprego fixou-se em 34,5%, subindo pelo 3º mês consecutivo. Mais 4.100 jovens desempregados entre novembro e dezembro. (face ao ano passado, a taxa desemprego nos jovens desce 0,7 p.p. e face ao inicio deste governo sobe 7,0 p.p.)
·         Em termos anuais, em 2014, a taxa de desemprego fixou-se em 14,1% (727,5 mil desempregados) e a dos jovens em 34,7% (131,4 mil).
·         O IEFP, disponibilizou também os dados de dezembro que mostram que há cerca de 166 mil ‘Ocupados’ em programas de emprego e formação profissional que não entram nas estatísticas do desemprego. Face ao início de funções deste governo o nº de ‘ocupados’ cresceu 536%, já que em 2011 o nº de pessoas neste tipo de programas rondava os 26 mil.
·         Falta a disponibilização, para o 4º trimestre de 2014, do nº de ‘inativos disponíveis’, que também não entram para as estatísticas do desemprego, mas que os últimos dados apontam para mais de 300 mil (302,3 mil no 3º trimestre2014).
·         Entre desempregados, ocupados e inativos disponíveis estaremos a falar de mais de 1.100.000.
EMPREGO:
·         O emprego sobe 0,1% face ao mês anterior de novembro e 1,2% face ao mês homólogo de 2013. Face ao início de funções desta maioria assiste-se a uma quebra de 5,6% no emprego, que corresponde a cerca de -264 mil empregos líquidos.
·         O emprego nos jovens baixou pelo 4º mês consecutivo. Entre novembro e dezembro, o emprego jovem caíu 1,4%, que equivale a menos 3.400 empregos líquidos.  Face ao início de funções desta maioria, há uma quebra de 22,1% no emprego jovem, o correspondente a menos 68.500 jovens empregados
Mercado de trabalho em dezembro de 2014  - INE – 29 de janeiro de 2015

segunda-feira, 16 de junho de 2014

O PR não ouve o PS - "Emprego, em segunda maior queda do euro".


António Seguro e o PS sempre afirmaram que o governo estava em estado de negação e este, para reconfirmar, acaba de anunciar que vai chumbar as propostas socialistas sobre o IVA, as quais foram elogiadas por todos, CIP incluída. 

Por que motivo o PR fecha os olhos e consente esta situação. Vejamos:

"O emprego em Portugal voltou a cair, depois de três trimestres consecutivos em alta. De acordo com o Eurostat, o emprego recuou 0,3% no primeiro trimestre de 2014, a segunda maior quebra na Zona Euro. 
É o resultado da nova contração da economia portuguesa neste arranque do ano, com o PIB a perder 0,7% fruto de uma forte desaceleração das exportações."

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Pequeno lapso?! Os "120 mil novos empregos" de Passos foram apenas 22 mil

"O ano de 2013 registou a criação de 21,8 mil empregos líquidos entre janeiro e setembro, segundo os dados disponíveis mais recentes. O valor fica bem longe dos 120 mil novos empregos líquidos que Passos Coelho garantiu terem sido criados até setembro deste ano na mensagem de Natal desta semana. 

Para o valor do primeiro-ministro ser correto, o ano de 2013 teria de ter começado em março, ignorando-se assim a sua parte mais negativa: entre janeiro e março perderam-se 100 mil empregos." (e não se incluem os cerca de 100 mil que emigraram, lembro eu)

"A mensagem de Natal de Passos Coelho foi dedicada à sua visão do atual momento da economia portuguesa, com esta em 2013 a dar os primeiros frutos da estratégia abrangente seguida pelo Governo." (in I)

quinta-feira, 21 de março de 2013

A autarquia e o emprego - o que se ignora - o que acontece

A ideia de uma autarquia que emprega pessoas foi substituída, há muito, pela autarquia que gera emprego a partir do investimento privado. Muitos autarcas descobriram isso em tempo. Outros resumiram a sua vida a criar empregos, muitas vezes políticos e, outras tantas tantas, desnecessários. 
É por isso que quando um candidato, no meu caso, diz "Viseu, Mais emprego e Melhor futuro" ou como Rui Moreira, "O Porto deve voltar a ser a cidade do trabalho" não é feita nenhuma heresia. 
Apenas se muda de atitude, tal como fizeram autarcas, dos vários partidos, que colocaram o emprego no topo das prioridades. 
As políticas fiscais locais, com margem de manobra que pode atingir 30 a 40% nalguns impostos, ou a estratégia para as zonas de localização industrial, fazendo uma "troca" de "metros quadrados por empregos" são dois exemplos, entre muitos outros que conduziram ao sucesso. (Mangualde, Nelas, Mortágua, Oliveira de Frades  .... entre outras no distrito de Viseu)

sexta-feira, 15 de março de 2013

Eurostat: Queda do emprego agravou-se em Portugal


Isto é o bom caminho de um bom aluno? - O número de pessoas com emprego em Portugal caiu 4,3% no quarto trimestre de 2012, em comparação com o mesmo período de 2011, a quinta maior queda entre os Estados-membros, indica hoje o Eurostat. 
De acordo com os dados do gabinete de estatísticas da União Europeia, Portugal agravou a tendência de queda relativamente aos dois trimestres anteriores (recuos homólogos de 4,2% no segundo trimestre e de 4,1% no terceiro trimestre) e igualou a quebra homóloga observada nos primeiros três meses de 2012. 
Na zona euro, o emprego caiu 0,8% no quarto trimestre de 2012, em termos homólogos, e na UE baixou 0,4%, depois de terem sido verificadas quedas de 0,6% e de 0,4% no trimestre anterior. (Lusa)

sábado, 16 de fevereiro de 2013

A maior taxa de desemprego e destruição de emprego - de sempre


Este valor é superior em 2,9 pontos percentuais face ao do trimestre homólogo de 2011 e em 1,1 pontos percentuais face ao do trimestre anterior. A população desempregada foi estimada em 923.200, o que representa mais 152.200 desempregados (+19,7%) que no trimestre homólogo e mais 52.300 (+6,0%) que no trimestre anterior.

Desde que a coligação PSD/CDS-PP está em funções (2º trimestre 2011) o nº de desempregados aumentou 248 mil (+37%). Ou seja, desde que a coligação PSD/CDS-PP está em funções, a cada dia que passa há mais 460 desempregados. Recorde-se que quando o executivo atual iniciou funções (2º trimestre de 2011) a taxa de desemprego situava-se em 12,1% representando 675 mil desempregados. Era a 8º taxa mais alta da UE, agora é a 3ª.

Em termos anuais, em 2012, a taxa de desemprego foi de 15,7%, superando as últimas projeções do governo que apontavam para 15,5% e muito mais alta que a taxa constante no Orçamento do Estado para 2012 ou a prevista no memorando de entendimento (maio de 2011) que era, em ambos os casos, de 13,4%.

O número de empregados diminuiu 4,3% face ao trimestre homólogo do ano anterior e 2,7% face ao trimestre anterior, o que significa que há menos 203.600 empregos que no trimestre homólogo do ano passado e menos 124.500 que no último trimestre.

Com o Governo atual  perderam-se mais de 350 mil empregos (361.200) num ano e meio....

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

JULHO, MAIS 25% INSCRITOS NOS CENTROS DE EMPREGO


Económico com Lusa  

O número de inscritos nos centros de emprego aumentou 25% em Julho em termos homólogos e agravou-se 1,5% face ao mês anterior, para 655.342 desempregados.

O número de inscritos nos centros de emprego aumentou 25% em Julho em termos homólogos

De acordo com a informação mensal publicada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), no final de Julho encontravam-se inscritos nos centros de emprego do Continente e das Regiões Autónomas mais 131.224 indivíduos do que um ano antes. 

Face a junho deste ano, o número de desempregados aumentou em 9.387 pessoas.Segundo o IEFP, o desemprego subiu em ambos os géneros face a julho de 2011, mas especialmente nos homens, com o valor a aumentar 31,4%, enquanto nas mulheres o valor avançou 19,5%

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

DOIS EMPREGOS PARA 219 MIL PORTUGUESES

Síntese - O retrato do mercado de trabalho no segundo trimestre é o espelho da crise. Um novo recorde na taxa de desemprego, que já atingiu os 15% da população activa. São 826,9 mil desempregados, mais 151,9 mil que um ano antes. No final das contas, o número de empregos existentes na economia encolheu. Num ano desapareceram 204,8 mil postos de trabalho. As estatísticas mostram que, no segundo trimestre, eram 219 mil as pessoas com uma actividade secundária, a grande maioria no sector dos serviços. O equivalente a 4,7% da população empregada. Um ano antes, 255,8 mil pessoas tinham dois empregos, ou seja, 5,2% dos que trabalhavam, faziam-no em duas empresas.

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No segundo trimestre eram 219 mil as pessoas que tinham dois empregos e, com isso, dois rendimentos. Apesar desta ser uma solução óbvia em tempos de austeridade, o número de pessoas com dois trabalhos diminuiu em relação ao registado um ano antes. É que há cada vez menos empregos. Os números fazem parte das Estatísticas de Emprego, divulgadas na terça-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE). O retrato do mercado de trabalho no segundo trimestre é o espelho da crise. Um novo recorde na taxa de desemprego, que já atingiu os 15% da população activa. São 826,9 mil desempregados, mais 151,9 mil que um ano antes. No final das contas, o número de empregos existentes na economia encolheu. Num ano desapareceram 204,8 mil postos de trabalho. Se os tempos de austeridade levariam qualquer um a procurar outras fontes de rendimento, os mesmos tempos de austeridade destroem postos de trabalho e, com isso, aumentam as dificuldades de conseguir segundos empregos. As estatísticas mostram que, no segundo trimestre, eram 219 mil as pessoas com uma actividade secundária, a grande maioria no sector dos serviços. O equivalente a 4,7% da população empregada. Um ano antes, 255,8 mil pessoas tinham dois empregos, ou seja, 5,2% dos que trabalhavam, faziam-no em duas empresas.
Marta Moitinho Oliveira  

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

EMPRESAS APROVEITAM O ESTADO PARA PAGAREM 1/3 DO SALÁRIO

Síntese - O programa "Estimulo 201"2 é um fracasso. É apenas um bom negócio para empresários....com a celebração de contratos...as empresas conseguem DESTA FORMA recrutar um novo trabalhador a tempo inteiro por um valor bastante inferior aos 971,5 euros de remuneração base média mensal registados em Portugal no final de 2011 ... As empresas estão a aproveitar o apoio que recebem através do "Estímulo 2012" para pagar salários baixos, avançando com ofertas de emprego cuja remuneração média ronda os 656,67 euros. Como aquela medida prevê uma comparticipação de 50%, cada novo contratado fica por menos de 340 euros. A maioria destas ofertas é para contratos a seis meses - o tempo de duração do apoio
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Estímulo 2012 prevê comparticipação de 50% do Estado nas novas contratações. A conclusão uresulta de números oficiais do Ministério da Economia, hoje divulgados pelo Diário de Notícias.
A medida arrancou em meados de fevereiro e até agora, segundo dados avançado ao DN pelo Ministério da Economia, já recebeu 7970 ofertas de emprego, apresentadas por 3700 empresas. Apesar de o "Estímulo 2012" prever uma majoração do apoio para as empresas que coloquem os trabalhadores no quadro, apenas 22% das contratações até agora realizadas é sem termo.
Lançado com o objetivo de estimular a criação de emprego, o "Estímulo 2012" prevê a atribuição de um apoio financeiro equivalente a 50% da retribuição mensal do trabalhador até ao limite de 419,22 euros (o valor de um Indexante de Apoios Sociais) durante um período de seis meses. Os dados facultados pelo Ministério da Economia mostram que o valor médio da ajuda que está a ser concedida aos contratos já celebrados ascende aos 328,33 euros por mês, pelo que o salário médio que está a ser oferecido às empresas que se candidatam a esta medida ronda os 565,67 euros.
Ao conjugarem este apoio, com a celebração de contratos que na sua maioria são de seis meses, as empresas conseguem desta forma recrutar um novo trabalhador a tempo inteiro por um valor bastante inferior aos 971,5 euros de remuneração base média mensal registados em Portugal no final de 2011 e longe também dos 838,44 euros que poderiam oferecer se pretendessem maximizar a utilização da comparticipação que lhes é oferecida.

As empresas estão a aproveitar o apoio que recebem através do "Estímulo 2012" para pagar salários baixos, avançando com ofertas de emprego cuja remuneração média ronda os 656,67 euros. Como aquela medida prevê uma comparticipação de 50%, cada novo contratado fica por menos de 340 euros. A maioria destas ofertas é para contratos a seis meses - o tempo de duração do apoio.

sábado, 9 de junho de 2012

EMPREGO DIMINUI 1,1% e cai 4,2% com o 1º TRIMESTRE HOMÓLOGO (2011)

A PESADA HERANÇA - O emprego total para o conjunto da economia diminui 1,1 % no 1º trimestre, face aos últimos três meses de 2011, mas o fosso é bem maior quando se compara com período homólogo, caindo 4,2 %. De acordo com o INE, nos 3 primeiros meses deste ano o emprego total para o conjunto da economia, corrigido de sazonalidade, “registou uma diminuição mais expressiva do que a observada no trimestre anterior, passando de uma variação homóloga de -3 % no 4º trimestre de 2011 para -4,2 %”. 
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LUSA - O emprego total para o conjunto da economia diminui 1,1 % no 1º trimestre, face aos últimos três meses de 2011, mas o fosso é bem maior quando se compara com período homólogo, caindo 4,2 %. Em comparação com o trimestre imediatamente anterior o emprego total diminui 1,1 por cento, tendo no último trimestre de 2011 diminuído 2,6 por cento (face ao terceiro trimestre).
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística, nos três primeiros meses deste ano o emprego total para o conjunto da economia, corrigido de sazonalidade, “registou uma diminuição mais expressiva do que a observada no trimestre anterior, passando de uma variação homóloga de -3 % no 4º trimestre de 2011 para -4,2 %”.
Em comparação com o trimestre imediatamente anterior o emprego total diminui 1,1 por cento, tendo no último trimestre de 2011 diminuído 2,6 por cento (face ao terceiro trimestre).
O INE indica ainda que o emprego remunerado “apresentou o mesmo perfil de evolução”, registando uma queda homóloga de 3,6 % no1º trimestre, contra uma diminuição de 1,8 % no 4º trimestre de 2011.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

1º TRIMESTRE: CAOS NO GOVERNO - 14,9% DE DESEMPREGADOS - 400 POR DIA


Síntese - QUE MAIS É PRECISO ACONTECER para que o governo perceba que tem de MUDAR DE RUMO?
A taxa de desemprego atingiu os 14,9%, no 1º trimestre deste ano.
A população desempregada foi estimada em 819.300, o que representa mais 130.400  (+18,9%) que no trimestre homólogo e mais 48.300 (+6,3%) que no trimestre anterior.
O número de empregados diminuiu 4,2% face ao trimestre homólogo do ano passado e 1,2% face ao trimestre anterior, o que significa que há menos 203.500 empregos que no trimestre homólogo do ano passado e 72.900 que no último trimestre.
ANÁLISE DO GP PS  (Marina Dutra)A taxa de desemprego atingiu os 14,9%, no 1º trimestre deste ano. Este valor é superior em 2,5 pontos percentuais (p.p.) face ao trimestre homólogo e 0,9 p.p. face ao trimestre precedente.
A população desempregada foi estimada em 819.300, o que representa mais 130.400 desempregados (+18,9%) que no trimestre homólogo e mais 48.300 (+6,3%) que no trimestre anterior.
Nunca a taxa de desemprego cresceu tanto num trimestre homólogo como agora.
Com este valor, a taxa de desemprego já ultrapassou a projeção do governo para o ano inteiro que apontava para 14,5%. Face ao ano passado, são mais cerca de 400 desempregados por dia.
O número de empregados diminuiu 4,2% face ao trimestre homólogo do ano passado e 1,2% face ao trimestre anterior, o que significa que há menos 203.500 empregos que no trimestre homólogo do ano passado e 72.900 que no último trimestre.
De uma análise desagregada aos dados publicados, destaca-se:
ü  A taxa de desemprego juvenil subiu de 27,8% (o ano passado) para 36,2%. Há 154.400 jovens desempregados: mais ¼ que no ano passado (+ 30.500); mais 85 por dia.
ü  A taxa de desemprego feminino atinge os 15,1%, acima da média nacional e subiu 2,3 pontos percentuais, face ao trimestre homólogo do ano passado. Há 391.900 mulheres desempregadas: mais 57.100 (+17%) que no ano passado.
ü  A taxa de desemprego dos licenciados atinge os 11,2%, subindo 2,7 p.p. já que no trimestre homólogo do ano anterior tinha sido de 8,5%. Há 115.800 desempregados licenciados: mais 31.300 (+37%) que no ano passado.
ü  A taxa de desemprego de longa duração passou de 6,6%, no 1º trimestre 2011, para 7,6%. Há 416.200 desempregados de longa duração: mais 51.000 (+14%) que no ano passado.
ü  A nível regional, o Algarve apresenta a maior taxa de desemprego, de 20,0%, representando 45.300 desempregados: mais 6.700 (+17%) que no 1º trimestre do ano passado.
ü  São mais de 200 mil (202.100) o nº de inativos disponíveis para trabalhar: um aumento de 41% (+58.300) face ao trimestre homólogo ano passado.
ü  No setor dos serviços, a maior destruição líquida de emprego, em termos homólogos, ocorre nas atividades do comércio por grosso e a retalho que sofrem uma quebra de 33.900 empregos líquidos (-5%). Seguem-se as atividades do alojamento e restauração, com menos 33.000 empregos líquidos (-11%), e a educação com menos 22.800 empregos líquidos (-6%). Em relação ao trimestre anterior, são as atividades relacionadas com o alojamento e restauração que sofrem a maior queda: menos 15.900 empregos líquidos nestas atividades face ao final do ano passado.

domingo, 17 de julho de 2011

BOAS NOTÍCIAS - MAIS 900 EMPREGOS NA AUTO-EUROPA

Autoeuropa precisa de mais 900 trabalhadores.

 
Para fornecer carros para o mercado chinês, a fábrica de Palmela terá de aumentar a produção diária para 840 carros em 2012, mas só conseguirá fazê-lo se reintroduzir um terceiro turno fabril. Para tal, terá de contratar mais 900 trabalhadores

A Auto Europa é um dos bons exemplo de empresas portuguesas onde existe responsabilidade social, boa política laboral e, tal como na PSA/CITROEN em Mangualde, uma excelente produtividade.

Isto só quer dizer que temos dos melhores trabalhadores do mundo e tudo corre bem quando em vez de patrões temos empresários a sério. (EXPRESSO)