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domingo, 1 de fevereiro de 2015

É oficial - OCDE: Portugal cortou na Saúde o dobro do que negociou com a troika

"As medidas do Governo de contenção da despesa no sector da saúde fizeram com que Portugal acabasse por cortar o dobro do que era exigido no memorando de entendimento com a troika, diz um relatório da OCDE.
Esta é uma das principais conclusões do relatório Health Spending Growth at Zero – Which countries, which sectors are most affected?, que acaba de ser publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e que compara os cortes no sector da saúde em vários países. 
A OCDE ressalva que este relatório limita-se a analisar as tendências e não a discutir a eficácia das medidas ou o seu efeito no estado de saúde da população. O relatório refere que a Alemanha foi o único país da OCDE que não registou um abrandamento na taxa de despesa em Saúde em 2010, em comparação com os anos anteriores" ( )


sábado, 12 de abril de 2014

DOIS em cada CINCO euros dos portugueses foram para pagar impostos


Síntese - "O país está bem, os portugueses é que estão mal". A catilinária do PSD, dita a cru pelo líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, é a melhor imagem da conta em que o governo nos tem, ou seja, abaixo de zero.

Espero que dentro de dias, a 25 de maio, o Governo perceba, finalmente, que quando a inteligência foi distribuída estávamos cá todos. 

É que entre o discurso festivo de Passos Coelho e a vida real há uma amargura que o governo esquece, mas que os portugueses sentem: 2 em cada 5 euros dos portugueses foram para pagar impostos
"Segundo o relatório da OCDE , 41,1% do salário bruto de um cidadão português com um vencimento médio de 1000 euros serviu em 2013 para pagar impostos ou contribuições para a Segurança Social. A média na OCDE fixou-se nos 35,9%. A OCDE conclui ainda que os contribuintes solteiros são os mais pressionados pela carga fiscal, uma vez que, por exemplo, uma família com dois filhos viu os  impostos descerem 0,4% para 29,8% em 2013.No total, Portugal é 12.º país com a carga fiscal mais elevada no conjunto dos 34 países da organização. A lista é liderada pela Bélgica (55,8%), Alemanha (49,3%), Áustria (49,1%) e Hungria (49,0%). Já as menores cargas fiscais dizem respeito ao Chile (7%), Nova Zelândia (16,9%) e México (19,2%)."
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/dois-em-cada-cinco-euros-dos-portugueses-foram-para-pagar-impostos=f865153#ixzz2yeaUG9O5

Portugal foi o país da OCDE com maior subida da carga fiscal em 2013

"No ano em que os portugueses pagaram a maior factura do IRS, a carga fiscal ultrapassou a barreira dos 40% do PIB."

"A carga fiscal em Portugal, tendo em conta os impostos sobre o rendimento mais as contribuições de trabalhadores e empregadores para a Segurança Social, foi a que mais subiu em 2013 entre os 34 países da Organização para a Cooperação e para o Desenvolvimento Económico (OCDE).
No ano em que os portugueses sentiram no bolso o “enorme aumento de impostos” anunciado pelo ex-ministro das Finanças Vítor Gaspar, a carga fiscal ascendeu a 41,1% do produto interno bruto (PIB) do país, mais 3,5 pontos percentuais do que em 2012. Recuando até 2009, a diferença é ainda maior: em quatro anos, houve um aumento de 4,6 pontos percentuais.
A carga fiscal associada a contribuições pagas pelos empregadores representou 19,2% do PIB, enquanto 13% correspondem aos impostos sobre o rendimento e os restantes 8,9% às contribuições dos trabalhadores.
A média da OCDE está nos 35,9%, segundo um relatório publicado nesta sexta-feira pela organização. Há 20 países onde a carga fiscal está acima deste patamar. Na Bélgica, os impostos sobre o rendimento e as contribuições para a Segurança Social representam 55,8% do PIB, seguindo-se a Alemanha, Áustria, Hungria e França, onde esta percentagem ronda os 49%.
Portugal surge em 12.º na lista dos países com a maior carga fiscal em relação à riqueza produzida no país, ao mesmo nível da Eslováquia e praticamente com a mesma percentagem registada na Grécia (41,6%). Em 11 países, pelo contrário, assistiu-se a um decréscimo. Foi o caso da Grécia, que viu a percentagem baixar 1,3 pontos percentuais, embora o nível da carga fiscal se mantenha mais alto do que no início da crise.
No ano passado, os portugueses pagaram a maior factura de sempre de IRS, com o agravamento dos impostos a fazer-se sentir não só pelas alterações dos escalões (reduzidos de oito para cinco, com um agravamento das taxas), mas também pela introdução da sobretaxa de 3,5%.
Para os cofres do Estado entraram, no ano passado, 12.308 milhões de euros em receita arrecadada com o IRS, montante que disparou 35,5% em relação ao ano anterior, ou seja, um encaixe de 3223 milhões de euros acima do valor de 2012. O montante arrecadado com o imposto sobre os contribuintes singulares foi, de resto, determinante para o conjunto da receita fiscal, representando 34,1% do total, quando no ano anterior o seu peso estava abaixo dos 29%.
A carga fiscal já estava nos 38% do PIB em 2011, ano em que o Governo, ainda com Vítor Gaspar à frente do Ministério das Finanças, introduziu a sobretaxa de IRS sobre o subsídio de Natal. No ano seguinte, houve uma ligeira diminuição desta percentagem para 37,6%.
Em 2012, ano em que não foi aplicada a sobretaxa sobre o subsídio de Natal (vigorando os cortes nos subsídios de férias e Natal), a carga fiscal sobre o custo do factor trabalho reduziu-se ligeiramente para 37,6%. Voltou a aumentar de novo, ultrapassando pela primeira vez a barreira dos 40% do PIB desde 2000, ano em que se inicia a análise da OCDE.
A referência utilizada pela OCDE para medir a carga fiscal tem em conta um trabalhador solteiro sem filhos com um “salário médio” no sector privado. Mas são traçados outros cenários: no caso de um trabalhador solteiro que recebe 67% de um salário médio, a percentagem é de 34,7% do PIB; e chega aos 47,4%, se a análise for a de um trabalhador que receba 167% de um salário médio.
Para famílias com dois filhos em que apenas um dos membros do casal tem rendimentos de trabalho, a percentagem baixa para os 29,8%. E neste indicador Portugal e a Nova Zelândia registaram o maior aumento de 2012 para 2013. Considerando os rendimentos dos dois membros de um casal, também com dois filhos, em que um dos cônjuges receba um salário médio e o outro um valor mais baixo (de apenas 33% do salário médio), o peso da carga fiscal baixa representa 30,9% do PIB. Na mesma situação de rendimentos, mas num casal sem filhos, a percentagem chega aos 34,7%.

Com excepção do México e do Chile, a carga fiscal das famílias com filhos é mais baixa do que a de contribuintes solteiros sem filhos." (Público)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

OCDE - previsões - Desemprego a subir: 18,6% em 2014

Este governo, a sua política e o estado de negação do PR conduzem a este resultado. Entretanto o ministro das Finanças fugiu e o ministro dos Negócios Estrangeiros "saiu para fora, lá dentro"!!!

  1. A OCDE prevê que o desemprego continue a subir em Portugal, pelo menos até maio de 2014. Nessa altura a taxa deverá estar nos 18,6%, um número acima dos 17,6% registados em maio de 2013.
  2. O desemprego na zona euro vai atingir uma taxa média de 12,3%. Em 2014 são esperados aumentos também na Grécia, Itália, Holanda, Polónia e Espanha. O desemprego jovem continuará a rondar os 40% em Portugal.
  3.  A taxa de inflação anual acelerou, em junho, para 1,6% na zona euro e para 1,7% na União Europeia, tendo Portugal registado a oitava taxa mais baixa (1,2%), segundo o Eurostat


quarta-feira, 29 de maio de 2013

A OCDE, tal como o PS já afirmou, estima e prevê que o Governo falhe todas as suas metas ...

A OCDE espera que a economia portuguesa tenha uma recessão mais profunda este ano, de 2,7% do PIB, e que cresça menos em 2014 que o esperado pelo Governo e pela ‘troika’, considera “improvável” que Portugal consiga cumprir as metas do défice orçamental deste ano e para 2014, e defende que a ‘troika’ deve permitir esta derrapagem.
A OCDE espera que a dívida pública supere a barreira dos 130% do PIB em 2014, 8,4 pontos percentuais acima do limite máximo esperado pelo Governo. Portugal terá de executar uma consolidação orçamental equivalente, em média, a 3,7% do produto entre 2014 e 2030 para baixar o rácio da dívida pública para os 60% do PIB nesse ano, estima a OCDE. 
A economia mundial deverá crescer em 2014, mas lentamente e de forma divergente, com os países da OCDE a crescer 2,3%, acima dos 1,1% previstos para a zona euro e abaixo dos 2,8% estimados para os EUA. 
A taxa de desemprego vai atingir os 12,3% na zona euro em 2014, muito acima da média que se deverá registar nas economias da OCDE, de 7,8%, segundo dados hoje divulgados pela Organização. 
O Banco Central Europeu deve aliviar mais a política monetária na zona euro, uma vez que a inflação já está abaixo do objetivo de médio prazo e que há pressões deflacionistas, defende a OCDE.


quarta-feira, 14 de setembro de 2011

OCDE VALORIZA PORTUGAL NA EDUCAÇÃO - GOVERNO (INVEJOSO) DESVALORIZA PORTUGAL

O relatório da OCDE revela um recorde sem precedentes. Portugal é o País com a maior taxa de obtenção de diplomas no final do ensino secundário. Entre 2008 e 2009, a taxa em Portugal foi de 96 por cento. Aumentou 34 pontos percentuais.
A OCDE reconhece que estes resultados só são conseguidos graças ao programa Novas Oportunidades, que arrancou em 2005.
Outra nota curiosa: a OCDE adianta que os salários dos professores em Portugal aumentaram na última década acima do Produti Interno Bruto (PIB) médio.

A INVEJA ANTIPATRIÓTICA
O ministro da Educação desvaloriza os resultados de Portugal no relatório da Organização para a Coopreação e Desenvolvimento Económico (OCDE) hoje conhecido e que mostra que o País tem a maior taxa de obtenção de diplomas do ensino secundário.

Para Nuno Crato os dados estão inflacionados e escondem a realidade do País.