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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Nas vésperas de ... protocolo para as escolas Grão Vasco e Viriato em Viseu

Nuno Crato esteve em Viseu para homologar obras nas escolas Grão Vasco e Viriato. 
Os deputados socialistas José Junqueiro e Acácio Pinto foram os únicos a marcar presença. 
A solução agora encontrada e que envolve o pagamento pela câmara de Viseu da componente nacional (cerca de 300 mil euros), não mereceu o acolhimento do anterior executivo municipal para protocolo semelhante, facto que prejudicou a Grão Vasco durante todos estes anos. E convém lembrar que as obras já decididas - e com outra amplitude - para a Viriato foram impedidas, até agora, pelo mesmo ministro. O atual presidente da câmara demonstrou mais pragmatismo. Atuou bem.

"As escolas Grão Vasco e Viriato, ambas do concelho de Viseu, foram alvo da assinatura de um protocolo, no dia 17 de agosto, entre a Câmara de Viseu e o Ministério da Educação, no âmbito dos fundos comunitários, que irá permitir a realização das obras de requalificação há tantos anos reclamadas, sobretudo na primeira. Esta sessão, que decorreu no salão nobre dos paços do concelho, contou com a presença do Ministro da Educação.
Diga-se aliás que foram muitas as pessoas que não se cansaram de reclamar ao longo dos anos estas obras, a começar desde logo pelos pais e encarregados de educação, mas também os deputados do PS (AQUIAQUIAQUIAQUI...), entre muitos outros, que nunca deixaram que este assunto fosse colocado na gaveta, através de perguntas ao governo e de interpelações diretas ao ministro da educação na Assembleia da República.
Mas importa também dizer, nesta oportunidade, que a solução agora encontrada e que envolve o pagamento pela câmara de Viseu da componente nacional (cerca de 300 mil euros), não mereceu o acolhimento do anterior executivo municipal para protocolo semelhante, embora não deixa de ser curioso o facto de o governo atirar para o poder local as suas obrigações financeiras.
Bom, para não escalpelizar muito mais esta questão, agora que está resolvida, esperando-se que não vá para as calendas, termino com uma nota final.
Há no distrito outras escolas com graves problemas, que já haviam sido identificadas como tal, que não estão, que se saiba, na lista de obras a efetuar, como são os casos, entre outras, das escolas Latino Coelho (Lamego), de Moimenta da Beira e de Mangualde, e o caso mais paradigmático é mesmo o de São Pedro do Sul, em que o ministério ocupa uma escola (a básica 2,3) que vendeu ao município sem pagar qualquer renda pela sua utilização e o que é facto é que não quer fazer as obras na secundária, como lhe compete  e conforme o ministério se comprometeu. 

Estamos mesmo a ver que neste caso de São Pedro do Sul, obra estruturalmente profunda e de ampliação, na secundária para que possa receber também os mais de 400 alunos da básica, o ministério ainda irá dizer que a câmara deveria fazer a obras com 1 milhão dos fundos comunitários, 
quando as obras ascendem a vários milhões de euros! Neste caso, para começar, o que a câmara deveria fazer era pagar a renda ao município pela ocupação da escola básica! Isso é que era elementar.
Em suma: Requalificação das Escolas Grão Vasco e Viriato? Com certeza... mas não há muito mais a fazer! Há outras escolas a exigirem uma célere intervenção e que não podem ir para o rol do esquecimento! (Texto Acácio Pinto)"

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

José Junqueiro na EB2,3, Grão Vasco em Viseu -Parlamento Jovem

Dinamizei em Viseu, na EB 2,3 Grão Vasco, um debate entre as quatro listas concorrentes ao Parlamento Jovem. A responsável da iniciativa foi a professora Isabel Botelho que, conjuntamente com Dias Nóbrega, coordenou os trabalhos 
Participaram várias dezenas de alunos das listas existentes e cada equipa fez perguntas e apresentou propostas sobre o "Combate ao insucesso escolar". Esta escola pelo sucesso no trabalho desenvolvido tem sido objeto de reconhecimento público, apesar de qualquer intervenção de fundo nas velhas instalações, com mais de quarenta anos. Daí que seja necessário sublinhar o mérito de todos, sobretudo dos professores que constituem um corpo docente altamente qualificado.
Deixo, por curiosidade, alguns exemplos das ideias que foram surgindo:  Escola, alunos e pais – reforçar os laços com a família (associações de pais); acesso de todos aos manuais escolares; necessidade de intervir para que a escola tenha espaços mais adequados; referência à diminuição de recursos humanos, incluindo professores; melhor aposta no ensino profissional; estímulo à ajuda entre os alunos; como melhorar as piores escolas do país; papel do desemprego e emigração no insucesso (...) excesso na carga curricular (...)