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terça-feira, 17 de julho de 2012

HÁ 1 ANO A DIREITA DIZIA QUE A CRISE ERA PORTUGUESA - Moody's corta “rating” a 13 bancos italianos

Síntese - PASSOS COELHO não pára de falar das condições externas. Diz que Portugal depende delas. Portanto, sozinho nada pode fazer. POIS, MAS NÃO ESTÁ SOZINHO. O CDS EXISTE. E há um ano VENDIAM a crise internacional como sendo portuguesa e socialista. Hoje todos podem perceber que nos mentiram. A todos os países em crise já conhecidos somou-se a Espanha ... e agora a Itália é o que se vê!!!!
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Aumento do risco de o Governo não estar em condições de dar o seu apoio financeiro aos bancos dita descida.A agência de notação financeira Moody's anunciou o corte do “rating” de 13 bancos italianos, incluindo o UniCredit e o Intesa Sanpaolo, poucos dias depois de ter revisto em baixa a notação da dívida do Estado italiano.
"A queda da nota da dívida de longo prazo de Itália [em dois níveis] implica o aumento do risco de o Governo não estar em condições de dar o seu apoio financeiro aos seus bancos em grandes dificuldades financeiras", justificou em comunicado.
A agência cortou em um e dois níveis a avaliação da dívida de longo prazo e dos depósitos de dez instituições financeiras e o “rating” da emissão de outras três.

terça-feira, 12 de junho de 2012

DÍVIDA - JUROS DE ESPANHA E ITÁLIA SOBEM EM TODAS AS FRENTES

Síntese - OS MERCADOS NÃO TÊM PÁTRIA - como se vê pela "INUTILIDADE" dos 100 000 milhões "servidos melifluamente" a Espanha.A 5 e a 10 anos os juros sobem. TAMBÉM EM ITÁLIA.O ministro das Finanças da Áustria, Maria Fekter, diz acreditar que "o excessivo endividamento por parte da Itália e a consequente subida dos juros, poderá levar o país de Mário Monti a pedir auxílio financeiro." O PS VIU E ALERTOU PARA ESTE CENÁRIO, em 2011. A crise era internacional eninguém sairia INTEIRO.
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António Sarmento  - "Investidores mantêm-se cépticos quanto a Espanha, ao mesmo tempo que crescem os rumores de que a Itália pode pedir apoio.
A desconfiança em relação ao plano de apoio à banca espanhola e a possibilidade de a Itália ter também de pedir ajuda financeira estão a pressionar os juros da dívida soberana dos dois países.
Assim, em ambos os casos, a ‘yield' exigida pelos investidores para absorver dívida soberana está a aumentar em todas as frentes.
No caso da Espanha, a ‘yield' a cinco anos sobe para 5,961%, enquanto no prazo a 10 anos aumenta até aos 6,653%.O país de Mariano Rajoy teve de pedir apoio financeiro durante este fim-de-semana para poder ajudar a recapitalizar a banca espanhola. Serão disponibilizados 100 mil milhões de euros para a banca.
No mesmo sentido, a ‘yield' da dívida italiana a cinco anos avança até aos 5,636%. Já a maturidade a 10 anos progride para os 6,132%.No prazo a 10 anos são, tanto para Espanha como para Itália, juros insustentáveis no médio prazo.
Em declarações à Bloomberg o ministro das Finanças da Áustria, Maria Fekter, diz acreditar que o excessivo endividamento por parte da Itália e a consequente subida dos juros, poderá levar o país de Mário Monti a pedir auxílio financeiro."

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

"CORAÇÃO DO EURO TREME - ESPANHA E ITÁLIA À BEIRA DO COLAPSO"

Coração do euro treme com Espanha e Itália à beira do colapso  - Luís Reis Pires
The Economist: The Economist” dá apenas semanas de vida ao euro. Euro pode colapsar "dentro de semanas". ‘La Stampa’ afirma que FMI já prepara um plano de resgate a Roma. “
A zona euro continua a caminhar a passos largos para o fim. Depois das feridas abertas na periferia, os estragos da crise chegaram finalmente ao coração da moeda única: Itália e Espanha estão à beira do colapso e Roma já terá inclusive pedido ao FMI para preparar um plano de ajuda, no valor de 600 mil milhões de euros.
Se qualquer uma das duas economias seguir o caminho de Grécia, Irlanda e Portugal, a Europa a 17 colapsa - isso mesmo já foi admitido por Merkel e Sarkozy. Por isso, há quem já não acredite de todo num final feliz: a revista ‘The Economist" dá apenas algumas semanas de vida ao euro.
A notícia foi avançada ontem pelo diário italiano "La Stampa": o FMI já está a preparar um plano de ajuda externa para Itália, até 600 mil milhões de euros. Recorde-se que, na sexta-feira, a Reuters avançou que Espanha também já estaria a ponderar pedir ajuda externa, algo que o novo governo de direita espanhol desmentiu de imediato. No que toca a Itália, ninguém desmentiu a notícia.
A concretizar-se, o empréstimo internacional daria uma "janela" de 12 a 18 meses a Roma para implementar os cortes orçamentais urgentes e as reformas de estímulo à economia necessários - o novo primeiro-ministro, Mario Monti, apresenta as primeira medidas de austeridade a 5 de Dezembro -, "aliviando as necessidade de refinanciamento da dívida", escreve o "La Stampa".
Dos países europeus, Itália é quem tem o seu plano de financiamento mais atrasado este ano, tendo executado até ao momento 89% do mesmo. E o facto de se encontrar estagnada, aliado aos 1,9 biliões de euros de dívida pública (120% do seu PIB), está a fazer com que os investidores apostem forte num pedido de resgate.
O problema é que ajudar Itália - que representa 17% da economia do euro - custa, por si só, mais do que resgatar Grécia, Irlanda e Portugal juntos - as três economias valem 6% da moeda única. Ou seja, a magnitude de um eventual resgate torna muito difícil a sua concretização. Nesse sentido, nem o FMI tem meios para ajudar Itália por si só: o plano de resgate andará sempre em torno dos 600 mil milhões de euros e as reservas do Fundo não chegam aos 400 mil milhões. Por isso, estão a ser estudadas várias hipóteses, incluindo uma acção conjunta com o BCE, acrescenta o jornal italiano.
Perante a urgência da situação, Angela Merkel e Nicolas Sarkozy estão a trabalhar num novo Pacto de Estabilidade e Crescimento, que promova maior integração política, retire poder aos Estados-membros e aumente a força do BCE. É o reconhecimento da chanceler alemã e do presidente francês de que não conseguem contrariar os mercados, que há muito pedem o fim do euro. Mas não pedem que o euro acabe e cada país volte à sua moeda, pedem sim o fim do euro como ele é: uma união monetária sem união política. E agora, com o coração do euro a sofrer o impacto da crise - "se existe um problema em Itália, é o coração da zona euro que é afectado", disse o porta-voz da presidência francesa -, Merkel e Sarkozy admitem finalmente a urgência de reforma da moeda única.
Mas pode já ser tarde. De acordo com a "The Economist", o euro tem apenas algumas semanas de vida. "A crise na zona euro está a provocar o pânico. O risco de a moeda única se desintegrar dentro de semanas é altamente alarmante", escreve a revista britânica, que acrescenta que a crise já alastrou "da periferia vulnerável da zona euro para os países ‘core'" e que "existem sinais de que a economia da zona euro está a caminhar para uma recessão". Por isso, conclui: "Agora é provável uma calamidade ainda maior. A intensificação das pressões financeiras aumenta as probabilidades de um ‘default' desordeiro de um país, uma corrida aos depósitos dos bancos ou uma revolta contra a austeridade, que marcaria o início do fim da zona euro

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

ITÁLIA PAGA O DOBRO PARA EMITIR DÍVIDA DE CURTO PRAZO!!!

Itália paga o dobro para emitir dívida de curto prazo - Eudora Ribeiro

Itália nunca tinha pago juros tão elevados para colocar dívida no mercado, desde a criação do euro. Mesmo com o BCE a ajudar, a Itália pagou um juro recorde de 6,5% para vender oito mil milhões de euros em bilhetes do Tesouro a 6 meses.

Desde a criação do euro que Itália nunca tinha pago juros tão elevados para colocar dívida a seis meses e dois anos no mercado, apesar da intervenção do Banco Central Europeu (BCE) no mercado secundário.
O Tesouro italiano até conseguiu colocar no mercado os oito mil milhões de euros previstos em títulos de dívida a seis meses, mas pagou um juro recorde de 6,504%, bem acima dos 3,535% registados no último leilão comparável, realizado há apenas um mês.
Itália também pagou mais do que Portugal, que premiou os investidores com um juro de 5,250% na emissão de Bilhetes do Tesouro a seis meses na semana passada.
Neste leilão, a procura por dívida italiana superou a oferta em 1,47 vezes, abaixo do rácio de 1,57 verificado no mês passado. Na semana passada, Itália pagou um juro de 6,29% para colocar dívida a cinco anos.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

ITÁLIA - BERLUSCONI DE SAÍDA e FMI DE ENTRADA!

Berlusconi está de saída.
Deixa a Itália à beira do resgate. Com a Espanha em profundo "stress", com eleições à porta, com a França a congelar salários e sob o fogo das agencias de rating, bem podem os portugueses avaliar o "embuste" da "crise exclusivamente nacional" montado pela direita.  Afinal, crise quando nasce é para todos, ou quase, como sabemos com este governo!

sábado, 5 de novembro de 2011

A ESPANHA PASSA - A ITÁLIA ATIRA A TOALHA AO CHÃO E CHAMA O FMI

G20 - Espanha salta fora do grupo problemático do euro - Luís Rego em Cannes
A Espanha está a conseguir passar entre os intervalos da chuva na crise do euro, depois de ter estado na primeira linha de fogo dos mercados.
Em Cannes, os espanhóis conseguiram distanciar-se, nas conclusões do G20, do grupo de países identificados como estando a pôr em risco a estabilidade do euro e da economia mundial, e foram ultrapassados de forma surpreendente pela Itália, que acaba de atirar a toalha ao chão, reclamando ajuda ao FMI.
"A Espanha é o único país desse grupo em que nos meteram [periféricos]" que "mostrou capacidade de até ao momento mostrar solvência" na sua economia, disse Zapatero, o primeiro-ministro espanhol. No G20 a Espanha, ao contrário de outros, "não foi chamada a apresentar novas medidas", constatou.

terça-feira, 26 de julho de 2011

Itália e Espanha emitem dívida com juros mais altos desde 2008

"É muito preocupante o que se passa com Espanha e Itália. Os juros não param de aumentar. O PSD/CDS enquanto oposição ignoraram os avisos que fizemos. QUISERAM DIZER QUE A CRISE ERA NACIONAL. Os comantadores e "treinadores" de bancada o mesmo. O PR apadrinhou. E hoje estamos pior e não melhor, apesar das notas positivas da últimoa cimeira. AGORA DIZEM O CONTRÁRIO, mas fora de tempo."
JJunqueiro

Mafalda Aguilar
A Moody's ameaçou cortar o 'rating' de Itália no mês passado.

.A Itália colocou hoje no mercado 7,5 mil milhões de euros de títulos de dívida a seis meses, o montante máximo previsto.
Mas para convencer os investidores a absorver a dívida, o Estado italiano teve de pagar uma taxa média ponderada de 2,269%, o valor mais elevado desde 2008, e acima dos 1,988% registados no anterior leilão comparável, realizado a 27 de Junho.
Além disso, a procura abrandou para 1,56 vezes a oferta, contra o rácio anterior de 1,72 vezes.

Também Espanha teve de abrir hoje os cordões à bolsa para se financiar. O Estado espanhol pagou hoje um prémio de 2,519% para colocar 2.135 milhões de euros de dívida a seis meses. Foi a taxa mais elevada desde Dezembro de 2008 e superou em muito o juro de 1,77% exigido na emissão anterior com as mesmas condições, a 11de Junho. A procura superou em 2,2 vezes a oferta, abaixo do rácio anterior fixado em 3,8%.
Madrid colocou ainda 750 milhões de euros em títulos a três meses, com um juro de 1,899%, um máximo de Dezembro de 2008. A procura desacelerou para 6,3 vezes a oferta, contra o rácio de 9,2 vezes registado no mês passado.
Foi o primeiro teste de Espanha e Itália no mercado primário desde que foi anunciado um segundo resgate à Grécia, no valor de 109 mil milhões de euros.

Os resultados dos leilões aumentaram o nervosismo dos investidores em relação a Espanha e Itália. Sinal disso é o aumento dos juros dos dois países em todas as frentes no mercado secundário