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quarta-feira, 16 de abril de 2014

SIC - (Opinião) Passos Coelho prometeu melhorar ... depois de sair do Governo

Passos Coelho confirmou na SIC que, afinal, os cortes nos salários e pensões serão definitivos. Mexer-lhes, em sentido contrário, só mesmo um ano depois de ter saído do Governo, lá para 2016, eventualmente. Curioso, nunca tinha pensado nisto!

Disse que vai cortar 1400 milhões, mas sem mexer nos rendimentos. Para estes apenas vai arranjar uma nova fórmula de cálculo para as pensões e uma tabela única para salários na função pública, porque não pode continuar a pagar o que paga agora. Portanto, para o primeiro-ministro, isto não é mexer nos rendimentos, nem muito menos baixar, trata-se apenas de pagar menos.

Não explicou o porquê deste corte no Estado, só agora, depois de três anos. Achou melhor que, antes de tudo, era melhor começar pelas pensões, eliminar os subsídios (férias e Natal) e levar, também primeiro, um chumbo do Tribunal Constitucional. Conclui-se, pois, que atuar à margem da lei foi mesmo um ato consciente, deliberado

Não falou, talvez por falta de tempo, que não de atualidade, de matérias quentesl como, por exemplo, estratégia de saída do PAF, encerramento de modernos equipamentos de saúde, deslocalização e centralização de valências fundamentaisbem como dos concelhos onde decidiu extinguir as 150 repartições de finanças, a par do desinvestimento na educação que já regista taxas de abandono que nos envergonham ... entre muitas outras apreensões que assaltam os portugueses

Enfim, nem se falou da tal almofada financeira, superior a 15 mil milhões, que nos custou, em 2013, cerca de 1,2 milhões de euros, por dia, nem tão pouco da dívida pública, nem do défice comercial negativo revelado ontem pelo Eurostat. José Gomes Ferreira lá sabe ... e nós também

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Pequeno lapso?! Os "120 mil novos empregos" de Passos foram apenas 22 mil

"O ano de 2013 registou a criação de 21,8 mil empregos líquidos entre janeiro e setembro, segundo os dados disponíveis mais recentes. O valor fica bem longe dos 120 mil novos empregos líquidos que Passos Coelho garantiu terem sido criados até setembro deste ano na mensagem de Natal desta semana. 

Para o valor do primeiro-ministro ser correto, o ano de 2013 teria de ter começado em março, ignorando-se assim a sua parte mais negativa: entre janeiro e março perderam-se 100 mil empregos." (e não se incluem os cerca de 100 mil que emigraram, lembro eu)

"A mensagem de Natal de Passos Coelho foi dedicada à sua visão do atual momento da economia portuguesa, com esta em 2013 a dar os primeiros frutos da estratégia abrangente seguida pelo Governo." (in I)

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Como se pode acreditar no PM? Em dois meses Passos salta de 2º resgate para saída limpa


No espaço de dois meses e meio o primeiro-ministro mudou significativamente o seu discurso. A 30 de Agosto, o pior dos cenários para um falhanço era o um segundo resgate e uma linha cautelar era dada como natural para acompanhar o fim do actual programa de resgate. 
Hoje, o mesmo programa cautelar é comunicado como um cenário evitável e o regresso aos mercados sem qualquer apoio já é uma hipótese a não descartar. Pelo meio, um acontecimento: a recusa da Irlanda em ter um programa cautelar. (Diário Económico) 

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Passos Coelho - "Sacrifícios adicionais não podem contar com o PSD"

Foi a capa do "Povo Livre" em março de 2011. Destacava mais uma das fortíssimas certezas e promessas de Passos Coelho para ganhar eleições. Não havia, de facto, plano B. Sem comentários!!!                                                                                    

quarta-feira, 3 de julho de 2013

"Ad memoriam" - Discurso de Passos Coelho, o "Surpreendido"

Vítor Gaspar e Portas pedem explicações ao PM,
mas todos vão ter de explicar o falhanço coletivo
O país foi surpreendido pelo pedido de demissão do doutor Paulo Portas, Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros e presidente do CDS PP.  Eu próprio tenho de manifestar a minha surpresa.  
Quando ontem propus o senhor Presidente da República a doutora Maria Luísa Albuquerque para ministra das Finanças, e os seus secretários de Estado, que incluem um membro do CDS, e que tinha sido confirmado pelo senhor doutor Paulo Portas, os acontecimentos de hoje eram verdadeiramente impensáveis.  
É agora claro para todos portugueses, que a ameaça de instabilidade política nas atuais circunstâncias, comporta riscos para o país que ninguém pode desejar, e que teria consequências muito graves. Seriam 2 anos de um grande esforço de todos, sacrifícios que todas as famílias conhecem, que seriam deitados por terra.
Seria recusar incompreensivelmente os primeiros sinais de viragem que estão finalmente a chegar, de forma ainda tímida, mas consistente, em particular no segundo trimestre deste ano. Por tudo isto e pelo facto de ser ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros ser presidente de um dos partidos que apoia o Governo, seria precipitado aceitar esse pedido de demissão.
Não pedi, portanto, ao senhor Presidente da República a exoneração do senhor ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros.
Numa democracia madura um Governo de coligação que goza do apoio de uma forte maioria dos representantes do povo não pode ser posto em causa a não ser por divergências de enorme gravidade. Desde o início que sempre tentei transmitir a todos os portugueses e todos os agentes políticos a necessidade imperiosa, de colocarmos a prudência, a cabeça fria e o sentido de Estado, acima de tudo o resto.  
Quando começámos este caminho a situação era muito difícil e as dificuldades ainda não terminaram. Talvez agora todos estejam mais conscientes das exigências que circunstâncias tão delicadas como as nossas impunham.  Mas são precisamente esses momentos definidores que mais apelam a serenidade.   
Da minha parte poderão os portugueses contar sempre com essa serenidade.  Lucidez nos momentos de crise não é insensibilidade é um dever político comum a todos. 
Comigo, o país não escolherá um colapso político económico, e social.  Há muito trabalho pela frente e temos de colher os frutos do que semeamos com tanto esforço. O país está primeiro. 
Esta é uma questão de consciência, e convicção.  Os tempos não exigem menos do que isto e aqui o Primeiro-ministro representa a esperança de todos os portugueses de fechar o programa de ajustamento, e construirmos uma sociedade mais próspera mais justa.
Quero também dizer vos precisamos de clareza.  Isso significa que assumo como minha missão de esclarecer todas as condições de apoio político, junto dos partidos que suportam o Governo. 
Não depende apenas da minha vontade resolver definitivamente este problema.  Mas ambos os partidos têm a obrigação de não desiludir o país. 
Em conjunto teremos de esclarecer o sentido do pedido de demissão do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros no contexto mais amplo possível, no contexto do nosso projeto comum, e no contexto dos perigos que conseguimos evitar. Essa clareza, é também fundamental, para manter a credibilidade e confiança internacionais já conquistados. 
Por essa razão irei manter a minha participação amanhã num encontro em Berlim, que conta com chefes de Estado e de Governo da União Europeia, e onde continuarei a lutar pelos interesses. Portugal.  Nas próximas horas procurarei junto do CDS-PP clarificar garantir todas as condições de estabilidade para o Governo e para o país para prosseguirmos a estratégia de superação da crise nacional agarrarmos um novo ciclo de prosperidade, que os portugueses merecem, e darmos sentido, ao grande esforço e sacrifício de todos. 
É minha convicção, sejam quais forem as divergências que estão na base da atual crise que saberemos ultrapassá-las em nome do interesse de Portugal. Estamos cientes que um Governo de coligação é um compromisso permanente.  É dessa clareza que falo e é essa clareza que espero. 
Assumo essa missão, com a mesma determinação que desde a primeira hora confrontei todas as adversidades. 
Nesse sentido também eu serei claro. Não me demito. Não abandono o meu país.  Abraço com sempre abracei o serviço ao meu país com a mesma dedicação, e com a mesma esperança. Vivemos num tempo em que não nos podemos assustar diante das adversidades. 
Como poderia eu assustar-me quando à minha volta vejo exemplos de coragem de tantas centenas de milhares de portugueses.  Quando atravessamos os problemas coletivos que ainda temos para resolver, o primeiro-ministro tem de ser o baluarte da confiança e da tranquilidade.  Tem de ser o referencial da persistência, e do empenho democrático, no único rumo que nos pode fazer sair de uma crise que se arrasta há mais de 10 anos.
O Primeiro-ministro tem de assegurar a responsabilidade e a energia necessárias, para lutar contra todas as adversidades.  Tem de representar a vontade coletiva que não se verga, nem desiste.  Para tudo isto, os portugueses podem contar comigo. 
Nem poderia ser de outro modo,  quando os portugueses deram e continuam a dar provas de responsabilidade, energia e vontade de lutar.  Nós políticos e governantes temos de responder à altura porque afinal de contas, o que está em causa não são as incertezas ou os anseios dos políticos, quer estejam no Governo, quer estejam na oposição mas o interesse e o bem da nossa comunidade política. 
Todos desejamos um rápido regresso a estabilidade, e a confiança.  Farei tudo, absolutamente tudo, para que assim seja

domingo, 6 de janeiro de 2013

GOVERNO: ASSUSTEM-SE OS JUÍZES E O POVO

A pressão que o governo exerce sobre o Tribunal Constitucional é ilegítima em qualquer democracia. Quer condicionar o julgamento sobre o seu próprio OE 2013. Sabe que o construiu sobre violações grosseiras da constituição, mas, tal como Berlusconi (se os juízes me querem julgar, mudem-se os juízes ou a lei), Passos Coelho, o que resta dele, também pensará " se os juízes do TC me vão julgar, assustem-se os juízes e o povo". Só esta vergonha explica a campanha iníqua que o governo lançou nos jornais, uma espécie de "depois de mim o dilúvio". Talvez Passos Coelho, qual Capeto, também tenha razão na sua profecia. Em França acabou a monarquia e em Portugal acabará este governo. quem sabe?

sábado, 29 de dezembro de 2012

AS "REBAJAS" portuguesas. GOVERNO salda o nosso património.

NEM NUM CÊNTIMO diminuiu a dívida. PELO CONTRÁRIO, aumentou para 120%. Concessões, privatizações, vendas do nosso património e sectores estratégicos renderam milhares de milhões. Tudo foi utilizado para "mascarar" o défice. É um "carnaval" económico permanente. Portugal está sem recursos. A maioria PSD/CDS esvaziou um "pote", mas encheu outro, o dos SEUS".

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Falar das pensões dos mais ricos para baixar até as dos mais POBRES

As pensões de Cavaco, Catroga, Manuela Ferreira Leite ou Presidente da AR foram zurzidos por Passos Coelho que disse, depois de ano e meio de governo, o que toda a gente sabe: são enormes e não descontaram para isso, portanto há que cortar. Pois, mas a verdadeira questão é que esse é o ponto de partida para cortar todas as pensões, mesmo as dos mais pobres. Tal como no IRS, quem menos ganha mais paga. E, a propósito, isso é inconstitucional e significa "trair" a confiança, rasgar um contrato social, sobretudo com quem ganha menos! Entretanto, enquanto fala dos "tostões", os negócios de milhões nas privatizações continuam cor-de-laranja. Os escritórios de advogados, conhecidos, agradecem!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

CRIANÇAS A PAGAR A SUA EDUCAÇÃO? SÓ SE O PAÍS PERDESSE A VERGONHA!

CHOQUE EDUCATIVO - Passos Coelho quer pôr as crianças portuguesas a pagar para aprenderem e tenciona concessionar escolas públicas a privadas (DN). Esta última ideia só pode ser de Miguel Relvas. Para ele, na privada, a vida tem mais encanto. Nuno Crato diz que o pagamento nunca este em causa na escolaridade obrigatória (JN) e contraria o seu 1º ministro (DE). Mais uma tentativa de ferir a Constituição. Provocação ao PR e à AR. Alguém tem dúvida sobre a vontade de que Passos Coelho em vir-se embora? PSD, UM PARTIDO DE CAUSAS?

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

TVI - PASSOS COELHO IRRITA-SE E DÁ UM PASSO DE GIGANTE PARA SAIR

PROVOCAÇÃO AO PR E À AR - propinas no secundário e educação apenas para alguns, mais cortes para além dos 4 mil milhões, ataque mais profundo às pensões, reformas ou saúde, desemprego consentido - e entendido como natural -  eis as linhas que confirmam a vontade de "reforma antecipada" do governo de Passos Coelho. Quer sair pela via da inconstitucionalidade.  Irritado, sentindo-se acossado, atirou-se a Judite de Sousa e José Alberto Carvalho, perdeu-se e PERDEU A COMPOSTURA.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

PASSOS COELHO DIZ QUE OS PORTUGUESES ESTÃO DOENTES

QUEM NÃO DIZ COM O GOVERNO É DOENTIO - e foi assim que Passos Coelho brindou, à frente da srª Merkel, os portugueses em geral e jornalistas  e comentadores portugueses em particular: têm uma OPINIÃO DOENTIA sempre que não concordam com ele. Portanto, com saúde só mesmo o governo. Em conclusão: o PAÍS ESTÁ DE BAIXA.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

PASSOS ADMITE CORTES IGUAIS A MAIS UM SUBSÍDIO

AFINAL O GOVERNO FAZ DO OE 2013 UM RETIFICATIVO - a maioria absoluta ficará sozinha a aprovar  - HOJE -  o OE 2013 na generalidade. Ainda não aconteceu a votação e já o governo admite vir a fazer mais cortes que podem equivaler a um subsídio. A pergunta que se coloca é a seguinte: tendo em conta que há um ano e meio havia "limites para os sacrifícios" o QUE VAI FAZER O PRESIDENTE DA REPÚBLICA?

terça-feira, 30 de outubro de 2012

TSF E RR - JUNQUEIRO CRITICA O "DESAFIO" DE PASSOS COELHO

1º MINISTRO EM ESTADO DE NEGAÇÃO
NÃO TEM AUTORIDADE POLÍTICA, NEM LEGITIMIDADE MORAL para fazer desafios ao PS ou a quem quer que seja. O único desafio legítimo que pode e deve fazer é a si próprio e confessar que falhou, que fez cinco atualizações do memorando sozinho, sem dizer nada ou PS, nem a ninguém; que errou ao  apresentar em Bruxelas um Documento de Estratégia Orçamental (DEO), sozinho, sem dizer nada ou PS, nem a ninguém; que a sua teimosia é autora de uma tragédia social sem precedentes e que levou as EMPRESAS E A ECONOMIA A UM PONTO DE NÃO RETORNO!

domingo, 28 de outubro de 2012

O MEMORANDO E O "LAPSUS LINGUAE" DE PASSOS COELHO

REFUNDIÇÃO E NÃO REFUNDAÇÃO DO MEMORANDO, porque refundar, neste caso, é tornar mais fundo. Isso as pessoas não querem, pensam logo em mais impostos. Ora, refundir é derreter, voltar a moldar, fazer de novo, transformar. Isso as pessoas querem fazer, derreter o memorando.
Uns podem dizer que se trata de confessar a necessidade de renegociar. Outros, mais diplomaticamente, como Jorge Sampaio, dirão que será a necessidade de reescalonar.
Como o discurso estava cheio de carros em segunda mão, até por isso, talvez tivesse sido refundição que Passos Coelho gostaria de ter dito, se soubesse. De qualquer forma, fica aqui o meu pitoresco contributo para descodificar A IDEIA DE FALHANÇO DO GOVERNO.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

CONTRA MAIS IMPOSTOS - AS PROMESSAS DE PASSOS COELHO



O ATUAL PRIMEIRO MINISTRO E O DR. PASSOS COELHO, NO VÍDEO, são uma e a mesma pessoa. Nove minutos sobre o que não deve ser um político e a prova real que entre uma pessoa bem vestida e a sua competência há UMA DESILUSÃO COLOSSAL.

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

1º MINISTRO, UM ALUNO QUE SE ESCONDE ATRÁS DA CARTEIRA

Síntese - PASSOS COELHO NA EUROPA VISTO POR VITALINO CANAS"Ao contrário dos membros da corrente liberal em que se insere na União Europeia, o primeiro-ministro é um aluno que se esconde e mostra que não tem estratégia para Portugal. Só que os professores sentem-se desconfortáveis com os alunos que nunca falam e ainda por cima têm más notas nos exames" e "inseguro que se esconde atrás da carteira com medo do professor".

Vitalino Canas falava em plenário, na Assembleia da República, no período de declarações políticas, numa intervenção em que criticou a linha seguida pelo Governo na última cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia.
"Ao contrário dos membros da corrente liberal em que se insere na União Europeia, o primeiro-ministro é um aluno que se esconde e mostra que não tem estratégia para Portugal. Só que os professores sentem-se desconfortáveis com os alunos que nunca falam e ainda por cima têm más notas nos exames", declarou o deputado do PS.
Ainda numa alusão ao debate travado no último Conselho Europeu sobre a atual situação financeira da Europa, que envolveu os primeiros-ministros de Espanha e da Grécia, entre outros, Vitalino Canas comparou Pedro Passos Coelho a um aluno "inseguro que se esconde atrás da carteira com medo do professor" e considerou "inaceitável que o Governo português não se bata externamente por uma redução do serviço de dívida".
"Não é aceitável que o Banco Central Europeu empreste aos bancos a juros mais baixos, para depois os mesmos bancos emprestarem aos Estados a juros elevados", sustentou Vitalino Canas.
Na sua intervenção, Vitalino Canas disse também esperar que antes do próximo Conselho Europeu, em novembro, possa ser possível um amplo consenso em Portugal sobre as negociações das perspetivas financeiras da União Europeia.
"É preciso evitar que o próximo orçamento da União Europeia tenha uma caráter recessivo e esperamos que o PSD não desperdice mais uma oportunidade", afirmou.

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

VEJAM O QUE O GOVERNO PENSA DE NÓS: ACORDÁMOS TODOS RICOS

UM ASSALTO FEITO POR UM LOUCO. E O QUE DIZ O PRESIDENTE DA REPÚBLICA? - os portugueses, mesmos os mais pobres, foram considerados ricos. Passam a pagar imposto imposto no DESEMPREGO (6%), na DOENÇA (5%) e nem os FUNERAIS (-50%) escapam. Os rendimentos mais baixos pagam um mês de salário. Pensões acima de 1350€ têm cortes até 10%. QUEM GANHA ATÉ 583€ PAGA 14,5% no IRS. 10 MIL funcionários DESPEDIDOS. O primeiro-ministro está um caos. Até acredito que se queira vir embora. E vem. ESTE OE 2013 É FEITO COM ESSE PROPÓSITO! CHUMBA NO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL. 

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

PASSO E RELVAS FIZERAM FORMAÇÃO PARA AERÓDROMOS?

PASSOS & RELVAS aprecem mais uma vez num programa de formação comum. Há dias foi a Tecnoforma. Agora é um projeto de 1,2 milhões que "visava formar empregados municipais para funções que não existem nos aeródromos. SÓ OS PEQUENOS TÊM QUE DAR EXPLICAÇÕES!

domingo, 7 de outubro de 2012

A HORA DA VERDADE? REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DO CONSELHO DE MINISTRSIO


Síntese - "O CONSELHO DE MINISTROS REÚNE-SE HOJE EXTRAORDINARIAMENTE para preparar o Orçamento do Estado 2013, a uma semana do fim do prazo para a entrega do documento no parlamento... Entre os aumentos de impostos está, por exemplo, uma sobretaxa extraordinária de 4% em sede de IRS em 2013, à semelhança do que aconteceu em 2011(2,5%) (com o corte de metade do valor do subsídio de Natal acima do ordenado mínimo nacional)."FICA CLARO QUE, tal como em 2012, a sobretaxa aplicada, refletida do IRS, vai cortar o tal subsídio que dizem ir ser devolvido, mas que, na VERDADE, VAI SER SUBTRAÍDO, FICAREMOS SEM 3 VENCIMENTOS!

"O CONSELHO DE MINISTROS REÚNE-SE HOJE EXTRAORDINARIAMENTE para preparar o Orçamento do Estado 2013, a uma semana do fim do prazo para a entrega do documento no parlamento. No dia 25 de setembro o Conselho de Ministros já teve uma primeira reunião extraordinária com o objetivo de debater a proposta orçamental, no final da qual não houve nem conferência de imprensa nem comunicado final.A reunião extraordinária tem início marcado para as 9h30, na Presidência do Conselho de Ministros, em Lisboa. A proposta de Orçamento do Estado deverá ser entregue na Assembleia da República até dia 15 de outubro. No próximo ano, o Governo vai repor um subsídio aos funcionários públicos e 1,1 subsídios aos pensionistas e reformados, sendo esta reposição compensada nas contas do Estado com aumentos de impostos, anunciou na quarta-feira o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, em conferência de imprensa. Entre os aumentos de impostos está, por exemplo, uma sobretaxa extraordinária de 4% em sede de IRS em 2013, à semelhança do que aconteceu em 2011 (com o corte de metade do valor do subsídio de Natal acima do ordenado mínimo nacional), e ainda um aumento efetivo do IRS através da redução do número de escalões."

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

2011 - 15 de MARÇO - PASSOS COELHO ACUSA GOVERNO DE SÓCRATES DE "DESLEALDADE E FALTA DE RESPEITO"



Síntese - NA ÚLTIMA SEMANA, O 1º MINISTRO negociou em Bruxelas impostos, concretos, para aplicar aos portugueses SEM DIZER NADA AO PAÍS, NEM ao PARLAMENTO. Foi à socapa. Fez o mesmo com 5 atualizações do memorando da Troika. Nada disse. 
MAS, o que disse HÁ UM ANO o então líder do PSD sobre o PS por causa de apenas de linhas gerais do PEC e não de decisões? VEJAMOS: «Considero isso de uma deslealdade e de uma falta de respeito pelo país, pelos portugueses, pelas instituições, suficientemente grave para pôr em causa a confiança que o país tem em quem o governa»... "por ter ocultado as medidas que estava a negociar com Bruxelas".  E AGORA SR. 1º MINISTRO?
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2011 - 15 de Março
 "O líder do PSD acusou hoje o Governo de «deslealdade e falta de respeito pelo país» por ter ocultado as medidas que estava a negociar com Bruxelas, considerando que isso põe em causa a confiança dos portugueses no executivo...«Considero isso de uma deslealdade e de uma falta de respeito pelo país, pelos portugueses, pelas instituições, suficientemente grave para pôr em causa a confiança que o país tem em quem o governa»,
Na mais dura intervenção contra o Governo que fez nos últimos dias, o líder social-democrata, Pedro Passos Coelho, voltou a criticar a forma como o Governo negociou o novo Plano de Estabilidade e Crescimento (PEC) «fazendo de conta que estava a negociar com uma série de pessoas», mas na prática ter «ocultado verdadeiramente o que estava a fazer».
Sublinhando que não é dessa forma que se criam condições de confiança, Passos Coelho classificou como «extraordinário» que o primeiro-ministro não tenha conseguido informar o país que estava há três semanas a negociar com o Banco Central Europeu e com a Comissão Europeia um conjunto novo de medidas que impõem «sacrifícios graves à sociedade portuguesa para os próximos anos».
«Considero isso de uma deslealdade e de uma falta de respeito pelo país, pelos portugueses, pelas instituições, suficientemente grave para pôr em causa a confiança que o país tem em quem o governa», sustentou, durante uma intervenção na apresentação do livro Voltar a Crescer, que decorreu na Associação Comercial de Lisboa."
Lusa / SOL - jal@sol.pt - luis.goncalves@sol.pt