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sexta-feira, 22 de abril de 2016

Viseu - António Seguro na ESAV no 6º Forum de Geopolítica

A convite da ESE Viseu (Escola Superior de Educação) António Seguro falou sobre o seu mais recente livro, Reforma do Parlamento Português, na 6ª edição do Forum de Geopolítica.
Depois de uma breve introdução sobre o significado das alterações introduzidas pela reforma do parlamento, que coordenou, a sala entrou em debate e foram inúmeras as questões colocadas a António Seguro que a todas respondeu com grande clareza. Desde o modo de eleição dos deputados, passando pelos círculos uninominais e candidaturas de independentes, até ao combate à corrupção e celeridade da justiça, houve de tudo um pouco.

Estive presente, tal como Francisco Carvalho, presidente da câmara de Penalva do Castelo, e outros autarcas e amigos que com os alunos e professores da ESEV envheram o ginásio, provisoriamente transformado em auditório.







quarta-feira, 8 de outubro de 2014

A Renascença noticia que António Seguro deixa o Parlamento

José Junqueiro e António Seguro na candidatura a Viseu
António José Seguro regressa, como afirmou na noite das eleições, à condição de militante de base do PS. 

A incerteza sobre se continuaria o exercício político como deputado termina com a notícia da RR revelando que "Seguro regressa à actividade privada: foi convidado, e aceitou, para voltar a leccionar numa universidade."

"A decisão já foi comunicada por Seguro a algumas das pessoas que lhe estão mais próximas com uma outra garantia: Seguro não tem, nem terá, qualquer envolvimento no próximo Congresso Nacional. Só não abdica da sua actividade cívica. 

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

António Seguro apresentou a moção de candidatura às primárias

         Moção pela Mudança

Apresentei esta quinta-feira a minha Moção de candidatura às Eleições Primárias do Partido Socialista. Mantendo a linha de coerência que segui durante os últimos três anos, proponho um PROJETO DE MUDANÇA com quatro linhas de conduta política.

CONDIÇÕES DE GOVERNABILIDADE


Trabalharemos para merecer uma maioria absoluta para governar de acordo com o projeto que apresentamos. Mesmo com maioria absoluta não descartamos acordos de incidência governamental e tudo faremos para estabelecer acordos de incidência parlamentar. Os tempos não estão para soluções frágeis ou precárias. Quero deixar claro que na hipótese, que não desejo, de o PS vencer eleições sem maioria absoluta, não liderarei um governo minoritário. Trabalharei, como é meu dever, para construir uma base maioritária de apoio
parlamentar. Excluem-se dos acordos de incidência governamental os partidos que defendam a destruição do Estado Social, a saída de Portugal da União Europeia e do Euro e que advoguem uma política de privatização de empresas públicas em sectores-chave para o país, como as águas, a CGD ou a RTP. Para que tudo seja totalmente claro, e na mera hipótese da necessidade de um Governo de coligação, assumo o compromisso de efetuar um referendo aos militantes do PS. Uma eventual coligação não pode resultar de arranjinhos de poder ou de caprichos pessoais. Respeitarei a vontade dos militantes.

RESPEITO PELA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA PORTUGUESA


O país não pode viver na incerteza do que vai acontecer por causa de um Governo que convive mal com a Constituição da República. O país precisa de um Governo que assuma a Constituição como a verdadeira magna carta do país e não como um pretexto para guerrilha política. O afastamento dos cidadãos em relação à política é um problema sério que devemos enfrentar com determinação. As promessas não cumpridas e a promiscuidade entre a política e os negócios minam a relação entre eleitos e eleitores. Só palavras não chega. Os portugueses precisam de exemplos para voltar a acreditar. Permanecerei fiel ao princípio de só prometer aquilo que tenho a certeza de poder cumprir no Governo. Reafirmo a necessidade de uma total separação entre a política e os negócios. Lutaremos contra o centrão dos interesses.

  ÉTICA E RESPONSABILIDADE NA POLÍTICA


Já em setembro apresentaremos uma nova Lei de Incompatibilidades que obrigue todos os deputados, sem exceção, a declararem a origem de todos os seus rendimentos. A democracia não pode conviver com a opacidade. E a nossa vida democrática necessita de maior
transparência. Nesse sentido, o próximo Governo publicará informação relativa aos estudos e pareceres encomendados a entidades externas ao Estado. Reafirmo o nosso compromisso de alteração da Lei Eleitoral para a Assembleia da República, nomeadamente no sentido da redução do número de deputados e da possibilidade de cada eleitor escolher diretamente o seu deputado.
      UMA VOZ FIRME NA EUROPA



É necessário corrigir esta União Económica e Monetária com novos instrumentos de convergência financeira, orçamental, económica e social. Os portugueses precisam de um Governo que os represente na frente europeia. Portugal deve afirmar uma voz própria e autónoma na Europa e uma política europeia eficaz, para resolver o seu problema, mas também, para ajudar
a resolver o problema europeu. A voz de quem tem ideias claras e vontade firme. A voz de quem acredita de alma e coração no projeto europeu. Para nós, a opção não está entre ficar ou sair do euro. Para nós a opção está na urgência de mudar a zona euro e de a completar com a
governação política, económica e social. A União Europeia precisa de um novo Tratado que acrescente dimensão política, económica e social à política monetária. A Europa dos governos deve dar lugar à Europa das pessoas e dos Estados. A Europa ou muda e se transforma, ou morre. E nós queremos mudar a Europa.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

(P) Opinião - A indústria, o novo motor da economia - António Seguro

Sem crescimento, o país não é viável(...) "O Plano de Reindustrialização 4.0 tem três eixos: 
1 - Reforço nos setores ditos tradicionais (calçado, têxtil, moldes, máquinas e tooling, mobiliário, automóvel, petroquímica, entre outros); 
2 - prioridades aos setores baseados em recursos endógenos, nomeadamente, a agricultura, agroindústria, fileira florestal, indústria extrativa e turismo; 
3 - adoção de uma estartégia industrial 4.0, baseada no conhecimento, nas tecnologias de base digital de impressão 3D e na inovação limpa; (...)


sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Depois da decisão do TC, Seguro reafirma que vai repor as pensões e reformas

António Seguro e Manuel Machado
António José Seguro reafirmou, a propósito da decisão do TC sobre o Orçamento Retificativo, a sua decisão de repor os cortes das pensões e das reformas feitos por este governo. Disse como iria fazer, indicou a fonte de  financiamento e quantificou. 

O governo, que está de saída, inicialmente achou isso irresponsável, mas agora apressou-se a dizer que também faria o mesmo nos próximos quatro anos. Mas pelo sim, pelo não, primeiro voltou a cortar. Isso quis e pôde fazer, porque ainda é governo. Daqui a uma ano já não será.

"Um Governo do PS por mim liderado irá acabar com a Contribuição de Sustentabilidade, isto é, reporá o corte das pensões e nas reformas que foi feito e, por isso, o que tenho a dizer aos reformados e pensionistas é que não desistiremos de repor as pensões e as reformas tal como foram definidas antes dos cortes aplicados por este Governo".

terça-feira, 29 de julho de 2014

António Seguro pede solução à irlandesa para pagamento da dívida

Dublin prepara-se para pedir o acordo dos parceiros europeus nesta matéria por não fazer qualquer "sentido", em termos financeiros, "continuar a pagar empréstimos do FMI em mais do dobro" que o financiamento do mercado. 

O Governo português devia aproveitar a boleia do Executivo irlandês para avançar com o pagamento da parte da dívida que respeita ao FMI e assim poupar muitos milhões de euros em juros, defendeu ontem o secretário-geral do PS, António José Seguro. 

A 3 de julho, o líder socialista já tinha levado a renegociação da dívida à mesa do Conselho de Estado.

sábado, 26 de julho de 2014

António Seguro - organização da Região Cento reuniu em Coimbra

Ontem João Proença, diretor nacional da campanha de António Seguro, reuniu em Coimbra com responsáveis na Região Centro. 

Manuel Machado, atual presidente da câmara de Coimbra e da Associação Nacional de Municípios Portugueses, foi o anfitrião. 

Viseu, Guarda, Leiria, Castelo Branco, Aveiro e, naturalmente, Coimbra estavam representados. 

No final, para além das ações no terreno, foi possível concluir, de forma generalizada, que a campanha, em todos os distritos está mais forte e cresce diariamente.

domingo, 20 de julho de 2014

(RTP/LUSA) Seguro: partido não está "à mercê de apetites ou ambições individuais".

O candidato à liderança do PS António José Seguro disse hoje, em Fafe, que o partido não está "à mercê de apetites ou ambições individuais". 
Seguro discursava perante cerca de duas centenas de militantes e simpatizantes, afirmou que a crise no interior do PS só existe porque ele próprio poderia "ganhar as eleições legislativas". "Agora já era apetecível a candidatura à liderança do PS", exclamou, muito aplaudido pelos presentes, entre o quais o presidente da Federação de Braga, Fernando Moniz. 
António José Seguro recordou que "o PS tem regras" e perguntou qual a mensagem que o partido dá ao país quando alguns militantes "rompem as regras e não respeitam os compromissos assumidos". "Não é, com certeza, uma imagem bonita que se dá lá para fora", acrescentou. 
O secretário-geral socialista recordou que o partido estava a preparar desde 2012 um programa do Governo, com "um projeto de alternativa à estratégia de empobrecimento". "Construímos um contrato de confiança com cinco prioridades e 80 compromissos. E deita-se tudo fora de um momento para o outro? Este não é o momento em que devíamos estar exclusivamente concentrados na oposição ao Governo e a trazer mais portugueses para o projeto do PS e explicar que há um outro caminho para o país?", questionou ainda. 
O também secretário-geral do PS defendeu que o país precisa de uma rutura e de acabar com os privilégios e com as desigualdades sociais e territoriais no país. "Nós temos de derrotar a velha política e substituí-la pela nova, que é falar verdade aos portugueses e dizer que só podemos prometer aquilo que temos a certeza de podermos cumprir", assinalou. 
O socialista reclamou a necessidade de o PS "afirmar, de uma vez por todas, que tem de haver uma separação completa e nítida entre negócios e política, entre a vida pública e os interesses privados", mas considerou "normal" o partido estar a descer nas sondagens. "O PS, durante três anos, esteve sempre a subir nas sondagens. Agora caiu nas sondagens. É normal, porque as pessoas olham para nós e dizem: eles devem estar loucos. Então ganham as eleições e metem-se numa guerra interna?", exclamou. 
Antes de Seguro, discursou José Ribeiro, que foi presidente da Câmara de Fafe durante vários mandatos. O ex-autarca disse que o partido nunca teve um secretário-geral "tão amigo, próximo e disponível" e considerou que Seguro será a melhor escolha para governar Portugal e é "um candidato desligado dos interesses". 
"A outra candidatura representa esses interesses", considerou o antigo presidente da câmara, acusando António Costa de estar a protagonizar "uma golpada" e um "assalto ao poder", numa "falta de lealdade". José Ribeiro disse que a candidatura de Costa à liderança socialista "resulta do marketing de fora do partido, feito pelos senhores de Lisboa".

domingo, 13 de julho de 2014

O olhar da imprensa local - António Seguro em S. Pedro do Sul

António Seguro por S. Pedro do Sul - foi assim que a imprensa local viu a sua passagem : 
"...esta ação com cerca de 700 pessoas oriundas sobretudo do município sampedrense (...) No final da sessão as pessoas não arredaram pé do Cineteatro Jaime Gralheiro e António José Seguro despediu-se dos seus apoiantes no tejadilho do carro."


segunda-feira, 7 de julho de 2014

(Expresso) António Seguro responde ao jornalista Fernando Madrinha

Facilitismo na crítica, pouco rigor, são denominador comum em alguma da opinião publicada. Concorde-se ou não, António Seguro já há muito tinha dito, na própria Comissão Nacional e ao Expresso, que não teria negociado este me memorando, mas que honrará os compromissos assumidos pelo PS a essa data.
O jornalista ao ouvir, agora, de novo, essa opinião, apressou-se a criticar por "só agora" Seguro ter dado essa sua opinião. O jornalista foi alvo de reparo por parte do Secretário Geral do PS. 
O motivo é simples: se o jornalista, apesar de ser um grande profissional, tivesse lido o seu próprio jornal não teria caído no facilitismo de uma crítica infundada muito própria dos recém chegados à arte ou daqueles que a não respeitam.

António Seguro recebido em euforia em S. Pedro (Viseu) As imagens falam por si.

Seguro recebido em euforia. Foi em S. Pedro do Sul (Viseu). Autarcas, apoiantes e simpatizantes fizeram pequeno o cine-teatro o cine-tatro Jaime Gralheiro. Lá fora foram muitos os que o esperaram para o saudar. O discurso foi virado para o país, para as soluções dirigidas aos seus problemas.
Os presidentes de câmara de Moimenta da Beira (Mandatário), Resende, Vila Nova de Paiva, Penalva do Castelo, Carregal do Sal, Moimenta da Beira e os vice-presidentes de S. Pedro e Castro Daire foram ouvir o Secretário Geral, António Seguro, e a mensagem do de S. Pedro do Sul, Vítor Figueiredo. 
O presidente da Federação (presidente da câmara de Mangualde), João Azevedo, apoiante de António Costa, cumpriu a longa tradição em Viseu iniciada por mim há muitos anos, e abriu a sessão saudando o Secretário Geral e candidato a primeiro-ministro. Há uma semana, como presidente da comissão política distrital,  e continuando apoiante de António Seguro, estive presente em Mangualde na receção a António Costa. 
Este é o distrito em que os seus dirigentes e militantes reconhecem e respeitam quem se candidata, afinal, à sua liderança. Um tradição que espíritos menos abertos não compreendem.
Pedro Mouro, vice-presidente de S. Pedro, Artur Trindade, presidente de Resende, Teresa Sobrinho, vereadora de S. Pedro e Mandatária das mulheres, Francisco Carvalho, presidente de Penalva do Castelo, António Borges, presidente da assembleia municipal de Resende,José Junqueiro, deputado e presidente da comissão politica distrital, José Eduardo, presidente de Moimenta da Beira e Mandatário, foram os oradores que antecederam Seguro.
As muitas centenas de militantes e simpatizantes estiveram sempre com grande entusiasmo e também atenção às mensagens dirigidas ao país e ao PS por todos os interventores. uma moldura bonita e uma alegria que anima o PS. Assim, com elevação, no final, o PS sairá mais forte e ganhador.
















domingo, 6 de julho de 2014

HOJE - António Seguro em S. Pedro do Sul - sessão pública

António Seguro vem a S. Pedro do Sul (Viseu) falar aos militantes e simpatizantes do PS no distrito de Viseu. 

Será às 16,30h, no cine-teatro Jaime Gralheiro. Serão conhecidos os mandatários no distrito. 

Em tempo de decisões é fundamental participar, ouvir para decidir. A sessão é aberta, pública.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Domingo. António Seguro na Guarda. Casa cheia


Em Celorico a maioria dos presidentes de câmara entrou na campanha para apoiar António Seguro. 

Casa cheia e muito entusiasmo para ouvir o Secretário-Geral e candidato a primeiro ministro. Ficam as suas palavras no facebook:

"A Guarda é uma das minhas casas. Também por isso foi tão importante para mim ver tanta gente no cine-teatro de Celorico da Beira! 

Tenho muito orgulho em ter a grande maioria dos presidentes de Câmara e das concelhias do PS, deste distrito, com o nosso projecto, com a nossa candidatura."

quinta-feira, 26 de junho de 2014

(I) Sócrates na campanha de Seguro e Costa. Um erro!

Diz o "I" que Seguro e Costa se demarcam de Sócrates na campanha. Assim não vamos longe, digo eu. A  Maioria deve esfregar as mãos. Tudo porque o PS decidiu "chorar a sua vitória nas europeias"

António Costa: "Um erro básico foi o excesso de voluntarismo que prescindiu do consenso social em determinadas medidas ... ou ter dispensado compromissos políticos indispensáveis para grandes projetos de obras públicas". 

António Seguro: "Se me disser, se eu negociasse o Memorando era este que tinha negociado ... Claro que não era"