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domingo, 21 de maio de 2017

ProViseu debateu Rodovia e Ferrovia na região

Emília Amaral, presidente da ProViseu abriu os trabalhos que contaram com um primeiro painel formado por dois conhecidos Professores do ISTécnico, Jorge Paulino e Mário Lopes, e Henrique Teles, especialista em transportes. Analisaram tecnicamente as opções de ligação Viseu Coimbra, bem como as que respeitam às prioridades de investimento na linha da Beira Alta  e no novo corredor Aveiro Salamanca. A moderação esteve sob a responsabilidade da jornalista da RR, Liliana Corona.

No segundo painel, formado por Rogério Soares (Cidadãos Auto-Mobilizados), João Azevedo(presidente da CM de Mangualde), Almeida Henriques (presidente da CM de Viseu) e Hélder Amaral (Presidente da Comissão de Economia, Inovação e Obras Públicas da AR), foi ouvida a perspetiva de cada um dos intervenientes e depois segui-se um prolongado debate com o público, momento em que tive ocasião de intervir.

No início teve lugar um momento musical de elevada qualidade (Concierto Aranjuez) interpretado por Miguel Martins, Flávio Rodrigues e Nuno Silva, todos do Conservatório Azeredo Perdigão. 










quarta-feira, 1 de julho de 2015

A coreografia de Passos Coelho em Viseu: mais do mesmo

Veio com o secretário de estado dos Transportes, Sérgio Monteiro, que deverá ser o "artista convidado" para encimar a lista do PSD/CDS. Com durante 4 anos nada fez do que tinha prometido veio fazer como aquele maestro que esgotou o repertório: 

 - Voltou a tocar o mesmo e com mais força: comboio em Viseu (Aveiro-Vilar Formoso) ou ligação Viseu Coimbra ou a "podada" estrada Viseu-Sátão foram letra das mesmas canções.

Eis, nestas duas afirmações, uma síntese do que se promete nos últimos quatro meses e não se fez nos últimos quatro anos:


        Comboio
"Ou uma ligação direta de Aveiro até Vilar Formoso, passando por Viseu, ou a melhoria da Linha da Beira Alta, com a remoção dos constrangimentos que existem", afirmou ontem, na Câmara de Viseu, numa sessão onde também esteve o primeiro ministro.  (Sérgio Monteiro)

Viseu-Coimbra
"Até ao final do ano, vai ser apresentada para discussão pública uma solução para a ligação entre Viseu e Coimbra. O futuro traçado em perfil de autoestrada não vai coincidir com o do atual IP3 e terá portagens. "Encurtará em distância e em tempo a ligação de Viseu até Coimbra e de Viseu até Lisboa, aproveitando as estradas que já tem. Vai ligar à A1, poderá fazer a ligação também à A13". (Sérgio Monteiro)


segunda-feira, 27 de abril de 2015

Deputados PS - "Viseu-Coimbra: não há estrada, apenas terminou a farsa do PSD" (Comunicado)

«O primeiro-ministro respondeu, recentemente, em Coimbra à representação cénica do presidente da câmara de Viseu que, agora, só agora, se lembrou de ir reunir com o seu colega do PS de Coimbra para defenderem, em conjunto, a ligação a Viseu.
Esta viagem fez-se com, pelo menos, 14 meses de atraso, porque essa reunião, em fevereiro de 2014, foi feita pelos deputados e autarcas socialistas dos dois distritos, tendo recebido do PSD comentários de apoucamento.
Disse Pedro Passos Coelho que não haveria soluções em perfil de autoestrada nem qualquer outro investimento que não fosse da iniciativa privada. E disse ainda mais quando se referiu à inexistência de qualquer outra alternativa que, até à data, tivesse sido estudada: nada foi feito! Foram quatro anos perdidos!
O primeiro-ministro disse a verdade, mas isso não desculpa a desconsideração a que votou a região. Os deputados e autarcas do PSD que se pronunciaram sobre esta matéria nunca disseram a verdade e a única iniciativa pública que assumiram, convicta e energicamente foi a do logro político.
O clímax dessa aventura foi assumido na assembleia municipal de Viseu quando o PSD exigiu numa moção reivindicativa que queriam ligação em perfil de autoestrada, sem portagens, letra de uma canção do presidente da câmara de Viseu que falava num apoio comunitário de 85%.
O primeiro-ministro disse que isso nunca existiu, que a ligação foi considerada uma prioridade negativa e que, portanto nada seria feito. Confirmou, como se referiu, que durante quatro anos o seu governo não estudou nenhuma alternativa.
Aqui ficam as palavras dos deputados e autarcas do PS à comunicação social depois da sua reunião em Coimbra, há 14 meses: : "As pessoas que estão aqui não podem ser enganadas. Nem os autarcas nem os deputados", exigindo-se que o Governo retire o projeto "do papel e materialize a intervenção no IP3"... "onde já morreram mais de 120 pessoas e destroçou as vidas de centenas de famílias".
Estamos a poucos meses de eleições e em tempo de escolhas. Os eleitores poderão agora escolher entre ter mais do mesmo (PSD/CDS), sem rumo e sem esperança, ou entre quem propõe um outro caminho, sério, que quer mobilizar a região e o país como preconiza o PS.»
Viseu, 2015.04.27
Os deputados do PS por Viseu

José Junqueiro, Acácio Pinto, Elza Pais

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Viseu - presidente da câmara com "mágoa às pinguinhas"

A ligação Viseu-Coimbra em auto-estrada foi um compromisso eleitoral do atual presidente da câmara. 
Disse que seria feita, em "perfil de autoestrada" sem portagem e com financiamento comunitário a 85%. 
Depois das eleições o Governo veio dizer que não haveria dinheiro comunitário, que "perfil de autoestrada" é coisa que não existe e que autoestrada só com dinheiro de privados, com portagens e "sem corredor alternativo". Agora, em documento oficial, confirma essa tese. 
Almeida Henriques finge-se preocupado e pela notícia da Lusa, que se transcreve, parece que sofre de "mágoa às pinguinhas" e "paradoxismo", porque ao mesmo tempo que fingiu preocupar-se também se "congratulou por o Governo assumir esta obra como uma prioridade". Valha-nos Sta Engrácia!!!

"Câmara de Viseu preocupada com autoestrada construída "às pinguinhas"
O presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques (PSD), mostrou-se hoje preocupado com a possibilidade de uma futura autoestrada de ligação a Coimbra vir a ser construída "às pinguinhas".
O Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas (PETI3+) prevê uma nova ligação entre Coimbra e Viseu - há muito reivindicada, atendendo ao tráfego do Itinerário Principal (IP) 3 - que representa um investimento estimado em 600 milhões de euros.

Em declarações à agência Lusa, Almeida Henriques congratulou-se por o Governo assumir esta obra como uma prioridade, mas admitiu ter muitas dúvidas, até porque foi "anunciada através de um portal (da Estradas de Portugal), sem um esclarecimento prévio". (Lusa)

segunda-feira, 28 de abril de 2014

(Opinião) Estamos em tempo de realizações e não de proclamações

"Faits divers" foi a expressão utilizada esta semana pelo Presidente da  República para sublinhar, no seu douto entender, manobras de diversão de terceiros a propósito do debate político. Tomo como boa essa inspiração para me referir ao presidente da câmara de Viseu e à sua incomodidade com o que tem dito sobre a ligação Viseu-Coimbra.
Depois da querela política nacional que o PSD promoveu a propósito da rede de autoestradas do centro, ficou claro que a adjudicação ao vencedor do concurso do IP3 a sul, lançado e concluído pelo governo anterior, não se realizou, porque também amealhou este contributo negativo. Enfim, águas passadas... olhemos para a frente.
A campanha autárquica ressuscitou o debate, com o PS a dizer que esse projeto seria uma prioridade para o executivo socialista, caso viesse a ser eleito. E não foi. Referi, na altura, que a solução estava encontrada, quer no traçado e avaliação ambiental, quer no modelo de financiamento que incluía as portagens.
O presidente da câmara de Viseu também defendeu, justamente, a necessidade da ligação, mas companheiros seus de campanha, nomeadamente o atual presidente da AIRV, dava o primeiro sinal de mudança: a terminologia "autoestrada" foi substituída por estrada "digna".
Com a pressão política instalada pelo PS, a maioria de direita, mais tarde, já na assembleia municipal, fez depender a aprovação de um texto conjunto (a fusão de duas moções dos respetivos partidos) da inclusão da expressão: "autoestrada sem portagens". E assim foi, o PS, em nome da força gerada pela unanimidade, votou favoravelmente.
Entretanto, o presidente da autarquia já divulgara, demagogicamente, a informação de que a Comunidade Europeia financiaria a obra em 85%. Portanto, na opinião do PSD, fazer a tão desejada via seria mais do que "digna", seria uma autoestrada, sem portagens e financiada a 85%. Ouro sobre azul!
Acontece que o secretário de estado Sérgio Monteiro, depois da reunião de autarcas e deputados socialistas de Viseu e Coimbra, apressou-se a repor a verdade e em entrevista a um semanário local reafirmou o que dissera: não haverá dinheiro comunitário para a desejada autoestrada e esta só seria uma realidade pela iniciativa privada, com portagens e sem corredor alternativo. Palavras para quê?
Apesar do ocorrido, o presidente da câmara de Viseu, em vez de se justificar ou pedir desculpa, seguiu em frente, esqueceu as informações e as promessas, e começou um novo discurso: o traçado deveria ser alterado e seguir até Condeixa. É isto o tal "fait divers".
Ora, para os mais distraídos, esta estratégia pode resultar, pode fazer esquecer as erradas proclamações, mas não resolve o essencial: a construção da ligação Viseu-Coimbra.
Bom, para um contributo final, gostaria de relembrar as conclusões da reunião entre autarcas e deputados socialistas de Viseu e Coimbra: o governo que escolha e coloque à discussão a solução que entender, mas que faça a estrada. É que estamos em tempo de realizações e não de proclamações.

DV 2014-04-2

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Deputados e autarcas socialistas de Viseu e Coimbra juntos pelo IP3

Os deputados, autarcas e dirigentes socialistas dos concelhos do eixo e da sua envolvente ao IP3 Viseu-Coimbra, reuniram-se num hotel desta cidade para tomarem posição sobre a construção da estrada que liga as duas capitais dos respetivos distritos. Manuel Machado, por solicitação de José Junqueiro, foi o anfitrião deste primeiro encontro.
Consideraram que o estudo, mais um, o IEVA  (infraestruturas de elevado valor acrescentado) concluiu o já concluído há muitos anos e, portanto, nada de novo. Se todos concordam que é necessário fazer esta ligação, então só falta mesmo fazer
A intervenção no IP3 "é uma necessidade imperiosa e urgente", disse Manuel Machado, salientando que a ausência de um novo traçado "prejudica a economia da região" e relembrou que esta via de comunicação é "mais utilizada" do que a A25, que liga Viseu a Aveiro.” … “e é uma ligação estratégica ao porto da Figueira da Foz.”
"As pessoas que estão aqui não podem ser enganadas. Nem os autarcas nem os deputados", sublinhou José Junqueiro, deputado eleito por Viseu, exigindo que o Governo retire o projeto "do papel e materialize a intervenção no IP3" ... "via onde já morreram mais de 120 pessoas e destroçou as vidas de centenas de famílias"
Salientou que “os deputados não são acionistas de um expetativa publicitária, nem de nenhuma estratégia eleitoral do Governo, reiterando que todos o que ali estavam exerceriam a “tolerância zero” para com o Executivo.”
“O deputado disse ainda que o Governo será questionado, por deputados socialistas, sobre "quando é que vai fazer este traçado", exigindo um "cronograma" da sua execução”

Os deputados e autarcas socialistas não esquecem as prioridades que o Governo desconsiderou, nomeadamente o IC6, IC7, IC37 ou o IC12, entre outras, aplicando uma receita economicista que acentua ainda mais o isolamento do interior do país.






sábado, 1 de fevereiro de 2014

Deputados PS Viseu e Coimbra questionam Governo sobre ligação entre as 2 cidades

Os deputados do PS têm vindo sucessivamente a dar nota, há mais de dois anos e meio, da relevância e imprescindibilidade da autoestrada Viseu-Coimbra para o reforço da coesão territorial regional e a via que conferirá coerência à rede de itinerários principais da região centro, que, como se sabe, sempre mereceu a atenção do anterior governo do PS, que chegou, mesmo, a lançar o seu concurso.
As iniciativas dos deputados do PS, nestes mais de dois anos e meio que este governo leva de funções, têm sido as mais diversas, quer através de intervenções públicas na região centro (Coimbra e Viseu) quer através de perguntas concretas dirigidas ao ministro da tutela sobre este itinerário principal, de substituição do atual IP3.
Mas esta autoestrada, que será um inequívoco fator de desenvolvimento dos territórios atravessados, não tem só merecido a atenção permanente dos deputados do PS. Também os autarcas de toda a região, através dos órgãos autárquicos locais ou intermunicipais, os agentes económicos de per si ou através das suas estruturas organizacionais, bem como as associações cívicas que têm como objeto a redução da sinistralidade rodoviária, não têm deixado de trazer, e bem, este assunto a debate e à ordem do dia, pois todos conhecem bem os condicionamentos de tráfego e a elevada perigosidade do atual IP3, o que agrava muito os custos de contexto.
Podemos, portanto, dizer que este relatório do grupo de trabalho, nomeado pelo Governo, ao assumir que o IP 3 é uma das vias prioritárias a executar neste plano 2014-2020 mais não faz do que assumir o óbvio, mas com atraso. Ou seja, com estas tergiversações, o governo o que fez foi adiar por mais de dois anos um processo sobre o qual ninguém, repetimos, ninguém tinha dúvidas sobre a sua absoluta prioridade.
É, pois, neste contexto que os deputados do PS, ora signatários, vêm nos termos constitucionais e regimentais solicitar, através de vossa excelência, ao ministro da economia resposta às seguintes questões:

1. Sendo o IP3 uma infraestrutura prioritária no relatório 2014-2010 do IEVA (infraestruturas de elevado valor acrescentado), qual é o cronograma concreto, que o governo tem, para a construção da autoestrada, com um traçado completamente novo, entre Coimbra e Viseu?