DEPOIS NÃO VENHAM CULPAR OS TRABALHADORES OU AS LEIS LABORAIS pela falta de produtividade. Quando um governo está em estado de negação tudo acontece. O abuso fiscal sobre as empresas e o confisco dramático sobre os rendimentos fazem com que um Estado que não consegue diminuir as "gorduras" que o próprio governo denunciou e afundou a economia se atire com sofreguidão sobre quem trabalha. EM VEZ DE EMPREGO E CRESCIMENTO PASSOS QUER EMPOBRECIMENTO!
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segunda-feira, 8 de outubro de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
DÍVIDA - JUROS DE ESPANHA E ITÁLIA SOBEM EM TODAS AS FRENTES
Síntese - OS MERCADOS NÃO TÊM PÁTRIA - como se vê pela "INUTILIDADE" dos 100 000 milhões "servidos melifluamente" a Espanha.A 5 e a 10 anos os juros sobem. TAMBÉM EM ITÁLIA.O ministro das Finanças da Áustria, Maria Fekter, diz acreditar que "o excessivo endividamento por parte da Itália e a consequente subida dos juros, poderá levar o país de Mário Monti a pedir auxílio financeiro." O PS VIU E ALERTOU PARA ESTE CENÁRIO, em 2011. A crise era internacional eninguém sairia INTEIRO.
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António Sarmento - "Investidores mantêm-se cépticos quanto a Espanha, ao mesmo tempo que crescem os rumores de que a Itália pode pedir apoio.
A desconfiança em relação ao plano de apoio à banca espanhola e a possibilidade de a Itália ter também de pedir ajuda financeira estão a pressionar os juros da dívida soberana dos dois países.
Assim, em ambos os casos, a ‘yield' exigida pelos investidores para absorver dívida soberana está a aumentar em todas as frentes.
No caso da Espanha, a ‘yield' a cinco anos sobe para 5,961%, enquanto no prazo a 10 anos aumenta até aos 6,653%.O país de Mariano Rajoy teve de pedir apoio financeiro durante este fim-de-semana para poder ajudar a recapitalizar a banca espanhola. Serão disponibilizados 100 mil milhões de euros para a banca.
No mesmo sentido, a ‘yield' da dívida italiana a cinco anos avança até aos 5,636%. Já a maturidade a 10 anos progride para os 6,132%.No prazo a 10 anos são, tanto para Espanha como para Itália, juros insustentáveis no médio prazo.
Em declarações à Bloomberg o ministro das Finanças da Áustria, Maria Fekter, diz acreditar que o excessivo endividamento por parte da Itália e a consequente subida dos juros, poderá levar o país de Mário Monti a pedir auxílio financeiro."
No caso da Espanha, a ‘yield' a cinco anos sobe para 5,961%, enquanto no prazo a 10 anos aumenta até aos 6,653%.O país de Mariano Rajoy teve de pedir apoio financeiro durante este fim-de-semana para poder ajudar a recapitalizar a banca espanhola. Serão disponibilizados 100 mil milhões de euros para a banca.
No mesmo sentido, a ‘yield' da dívida italiana a cinco anos avança até aos 5,636%. Já a maturidade a 10 anos progride para os 6,132%.No prazo a 10 anos são, tanto para Espanha como para Itália, juros insustentáveis no médio prazo.
Em declarações à Bloomberg o ministro das Finanças da Áustria, Maria Fekter, diz acreditar que o excessivo endividamento por parte da Itália e a consequente subida dos juros, poderá levar o país de Mário Monti a pedir auxílio financeiro."
terça-feira, 27 de setembro de 2011
GOVERNO ENGANOU-SE- AGRAVA PREVISÃO DE RECESSÃO EM 2012!
Luís Reis Pires
Vitor Gaspar, ministro das Finanças, vai agravar a previsão de recessão para 2012. A recessão no próximo ano pode chegar aos 2,5%, o que significa mais austeridade.A economia portuguesa vai enfrentar uma recessão mais forte do que se esperava no próximo ano. O Governo vai rever em baixa a previsão de crescimento para 2012 no Orçamento do Estado (OE), face à quebra de 1,8% que consta do Documento de Estratégia Orçamental.
A nova previsão tem implícitas mais medidas de austeridade, que ainda não foram anunciadas, e é mais pessimista que o cenário que está a ser trabalhado pela ‘troika' e pelo Banco de Portugal (BdP).
O cenário macroeconómico que servirá de base ao OE 2012 não é animador. O Governo está a trabalhar com uma previsão de recessão acima dos 2%, que poderá ir até perto dos 2,5%, apurou o Diário Económico. Uma projecção mais negativa que a quebra de 1,8% prevista quer no Documento de Estratégia Orçamental - apresentado a 31 de Agosto - quer na actualização do memorando de entendimento da ‘troika' - publicado a 14 de Setembro.
No fim-de-semana, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, admitiu ao ‘Dow Jones Newswire', em Nova Iorque, que as previsões de crescimento deverão ser revistas em alta para 2011 e em baixa para 2012 [para -2,3%].
JURO A 10 ANOS ACIMA DOS 12% - MAIS 5% DO QUE NO GOVERNO ANTERIOR
Eudora Ribeiro
O juro das Obrigações do Tesouro portuguesas a 10 anos voltou a superar a barreira dos 12% pela primeira vez em dois meses.De acordo com dados da Bloomberg, os juros das obrigações portuguesas agravam-se em todos os prazos, com a taxa a 10 anos a avançar 21 pontos até aos 12,022%. Desde 21 de Julho que a 'yield' a 10 anos não superava os 12%.
No mesmo sentido, também o juro das obrigações portuguesas a 2 anos subia 46 pontos até aos 18,156%.
No universo dos 'credit-default swaps' (CDS) sobre obrigações a 5 anos - que são uma espécie de seguro contra o eventual incumprimento de um Estado ou país - os CDS portugueses também lideram as subidas no monitor da Bloomberg que acompanha este indicador de 59 países.
O preço de segurar um eventual 'default' de Portugal agravava-se em 31 pontos até aos 1.188,42 pontos, o que quer dizer que por cada 10 milhões de euros aplicados em dívida portuguesa os investidores têm de pagar um seguro anual de 1.188,42 euros.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
JUROS DE PORTUGAL OS 3ªs AIS ELEVADOS - CAEM, HOJE, NO MERCADO SECUNDÁRIO
Económico com Lusa
Os juros de Portugal estão hoje em queda no mercado secundário. Portugal registou em Julho das taxas de juro de longo prazo mais elevadas da zona euro, divulgou hoje o BCE.
Pela análise das taxas cobradas no mercado secundário para transaccionar títulos soberanos a 10 anos dos Estados-membro da União Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) concluiu quem em média, em Julho, a Grécia registou as taxas de juro de longo prazo mais elevadas, ao fixarem-se nos 16,15% (numa ligeira diminuição face aos 16,69% de Junho), logo seguida pela Irlanda nos 12,45%.
Já em Portugal, as taxas de juro de longo prazo fixaram-se nos 12,15%, uma subida de 1,28 pontos base face a Junho. Este é o valor mais alto desde pelo menos Julho de 2010.
No mesmo mês de 2010, as taxas de juro de longo prazo de Portugal estavam nos 5,49%, mas já então situavam-se entre as mais altas, logo atrás da Grécia.
Em Julho de 2011, tal como há um ano, a Alemanha registou as taxas de juro de longo prazo mais baixas (2,74%).
Os dados harmonizados sobre as taxas de juro de longo prazo permitem "avaliar a convergência entre os Estados-membros da UE", explica o BCE, sendo calculados através dos "rendimentos no mercado secundário dos títulos do Governo com uma maturidade remanescente perto de 10 anos".
sábado, 6 de agosto de 2011
JUROS DE PORTUGAL CAEM 100 pontos .... MAS ....
BCE volta ao mercado e compra dívida portuguesa e irlandesa. A percepção de risco da parte dos investidores em relação a Portugal dá sinais de alívio. O mesmo se verifica em relação a Espanha e Itália.
Os juros dos títulos de dívida de Portugal caem em todos os prazos, sobretudo nas taxas das obrigações com prazos mais curtos.
A 'yield' dos títulos de dívida a 2, 3 e 4 anos registam quedas superiores a 100 pontos base até aos 13,5%, 14,52% e 13,59%, respectivamente. E também as maturidades mais longas seguem em queda, mas mais ligeira, com o juro a 10 anos a descer 33 pontos base para 10,97%.
A 'yield' dos títulos de dívida a 2, 3 e 4 anos registam quedas superiores a 100 pontos base até aos 13,5%, 14,52% e 13,59%, respectivamente. E também as maturidades mais longas seguem em queda, mas mais ligeira, com o juro a 10 anos a descer 33 pontos base para 10,97%.
Esta evolução surge depois de o Banco Central Europeu (BCE) ter voltado hoje ao mercado para comprar obrigações de Portugal e Irlanda, pelo segundo dia consecutivo, numa nova tentativa de travar a escalada dos juros no mercado secundário.
No mesmo sentido seguem as taxas das obrigações da Irlanda e também de Espanha e Itália, os dois países que têm sido os 'novos' alvos dos mercados, apontados como as próximas vítimas da crise da dívida soberana na zona euro.
No mundo dos 'credit-default swaps' (CDS) sobre obrigações do Tesouro a 5 anos - que são uma espécie de seguro contra o eventual incumprimento de um Estado ou empresa - também se verifica um alívio dos receios dos investidores em relação à Irlanda, Portugal, Espanha e Itália, além da Grécia.
O preço de segurar o eventual 'default' de Espanha, por exemplo, cai 11 pontos para os 405,83 mil euros, o que quer dizer que por cada 10 milhões de euros aplicados em dívida espanhola os investidores têm de pagar um seguro anual de 405,83 mil euros.
terça-feira, 26 de julho de 2011
JUROS DE PORTUGAL SOBEM EM QUASE TODAS AS FRENTES
TALVEZ O GOVERNO, ONTEM OPOSIÇÃO, POSSA EXPLICAR - Infelizmente, Portugal, depois da Espanha e Itália, volta a ser "castigado" pelos mercados nos títulos da dívida. Afinal o que ganhou o PRESIDENTE DA REPÚBLICA ao estimular uma CRISE POLÍTICA? Só sabemos que PORTUGAL PERDEU!
Mafalda Aguilar
"Os mercados voltaram a castigar os títulos de dívida de Portugal. A incerteza voltou aos mercados, depois dos leilões de Espanha e Itália.
Os investidores estão hoje a castigar as Obrigações do Tesouro (OT) de Portugal no mercado secundário, depois das tréguas dos últimos dias, na sequência da aprovação do novo pacote de ajuda à Grécia e da flexibilização do fundo europeu de estabilização financeira, na semana passada.
A taxa exigida pelos mercados para transaccionar títulos de dívida soberana portuguesa a dez anos sobe para 11,165%.
No mesmo sentido, o juros das OT a cinco anos, que avança para 15,463%. Apenas as ‘yields' a dois e 30 anos seguem em queda, para 15,310% e 9,053%, respectivamente.
Isto depois de o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, ter afirmado ontem que Portugal só vai sair da recessão no início de 2013, sublinhando que até esse ano a riqueza do País terá recuado para níveis de 2014.
Olhando para os juros da Irlanda, a tendência é também de subida. O juro da OT a dez anos cresce até aos 12,985%, ao mesmo tempo que as taxas a dois e cinco anos sobem até aos 16,131% e 13,334%, respectivamente."
Itália e Espanha emitem dívida com juros mais altos desde 2008
"É muito preocupante o que se passa com Espanha e Itália. Os juros não param de aumentar. O PSD/CDS enquanto oposição ignoraram os avisos que fizemos. QUISERAM DIZER QUE A CRISE ERA NACIONAL. Os comantadores e "treinadores" de bancada o mesmo. O PR apadrinhou. E hoje estamos pior e não melhor, apesar das notas positivas da últimoa cimeira. AGORA DIZEM O CONTRÁRIO, mas fora de tempo."
JJunqueiro
Mafalda Aguilar
A Moody's ameaçou cortar o 'rating' de Itália no mês passado.
.A Itália colocou hoje no mercado 7,5 mil milhões de euros de títulos de dívida a seis meses, o montante máximo previsto.
Mas para convencer os investidores a absorver a dívida, o Estado italiano teve de pagar uma taxa média ponderada de 2,269%, o valor mais elevado desde 2008, e acima dos 1,988% registados no anterior leilão comparável, realizado a 27 de Junho.
Além disso, a procura abrandou para 1,56 vezes a oferta, contra o rácio anterior de 1,72 vezes.
Também Espanha teve de abrir hoje os cordões à bolsa para se financiar. O Estado espanhol pagou hoje um prémio de 2,519% para colocar 2.135 milhões de euros de dívida a seis meses. Foi a taxa mais elevada desde Dezembro de 2008 e superou em muito o juro de 1,77% exigido na emissão anterior com as mesmas condições, a 11de Junho. A procura superou em 2,2 vezes a oferta, abaixo do rácio anterior fixado em 3,8%.
Madrid colocou ainda 750 milhões de euros em títulos a três meses, com um juro de 1,899%, um máximo de Dezembro de 2008. A procura desacelerou para 6,3 vezes a oferta, contra o rácio de 9,2 vezes registado no mês passado.
Foi o primeiro teste de Espanha e Itália no mercado primário desde que foi anunciado um segundo resgate à Grécia, no valor de 109 mil milhões de euros.
Os resultados dos leilões aumentaram o nervosismo dos investidores em relação a Espanha e Itália. Sinal disso é o aumento dos juros dos dois países em todas as frentes no mercado secundário
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Juros de curto prazo dos periféricos caem a pique
As ‘yields’ das obrigações de Portugal, da Grécia e da Irlanda estão em forte queda, com as condições mais vantajosas do fundo europeu.
A cimeira de líderes da zona euro prepara-se para adoptar um corte de juros aos países intervencionados como Portugal, Irlanda e Grécia, que pode chegar a 3,5%, e a aumentar a média das maturidades dos empréstimos de 7,5 para 15 anos.
Além disso, o fundo europeu de estabilização financeira (FEEF) vai poder comprar dívida no mercado secundário a título excepcional e com base numa avaliação do Banco Central Europeu (BCE).
As novas novidades, que constam do projecto de conclusões da cimeira extraordinária do euro, a que o Económico teve acesso, estão a provocar uma forte queda nos indicadores de risco de Portugal, da Grécia e da Irlanda.
O juro das obrigações do Tesouro (OT) gregas a dois anos, por exemplo, afunda mais de 400 pontos para 34,005%, depois de ontem ter superado os 40%, um novo recorde desde a entrada na zona euro. A taxa a cinco anos alivia mais de 100 pontos para 19,775%. Com uma descida menos acentuada, o juro das OT a dez anos recua 84 pontos para 16,492%.
Na mesma linha, a 'yield' dos títulos de dívida da Irlanda a um ano desce mais de 200 pontos para 12,277%, ao mesmo tempo que as taxas das maturidades a dois e três anos recuam mais de 160 pontos para 20,180% e 18,774%, respectivamente.
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