Mais de 60% das exportações reportam-se a combustíveis. Para um país que não tem o "ouro negro" facilmente de deduz que precisa de importar este produto natura; e quem está ao corrente do negócio sabe que a faturação é elevada, mas o lucro é mínimo. Fraco negócio, portanto.
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"A CE alertou que o
modelo de crescimento de Portugal assenta no aumento das importações, que vai
reduzir a contribuição das exportações em termos líquidos para o crescimento
económico do país".
Esta nota de Durão Barroso é avisada e confirma as observações críticas do PS e, agora, do FMI. A "receita" falhou, mas o governo insiste no mesmo caminho. E, como solução, temos o empobrecimento e não o crescimento.
Assim se compreende, como agora é público, que o governo vá cortar mais 3 mil milhões em salários e pensões e defina como permanente esse confisco dos nossos rendimentos. Neste caso Durão Barroso concorda e o FMI também. A direita europeia tem esta marca. É por isso que o PS se opõe e constitui como alternativa.
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sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
A Comissão Europeia confirma a opinião do PS e do FMI
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quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Alemanha pela primeira vez entre os países com desequilíbrios Económico
Síntese - Bruxelas accionou o
"alerta de desequilíbrios macroeconómicos" para a Alemanha, devido
aos excedentes comerciais. (...) A Comissão europeia refere que os riscos maiores estão normalmente associados aos défices e não a 'superavits', mas sublinha que elevadas taxas de crescimento económico podem constituir um desequilíbrio, especialmente quando atingem determinado patamar.Espanha, França, Itália, Países Baixos, Dinamarca, Malta, Finlândia, Suécia, Bélgica, Bulgária, Reino Unido, Hungria e Eslovénia são os outros países visados por Bruxelas.
A Comissão Europeia apontou hoje, no
âmbito do "mecanismo de alerta de desequilíbrios macroeconómicos", 16
Estados-membros cuja situação merece "análise aprofundada", entre os
quais, pela primeira vez, a Alemanha, estando previstas para a Primavera
eventuais recomendações a este países. Bruxelas vai examinar os excedentes
comerciais alemães, superiores a 6%, que considera desequilibrados.
A Comissão europeia refere que os riscos
maiores estão normalmente associados aos défices e não a 'superavits', mas sublinha
que elevadas taxas de crescimento económico podem constituir um desequilíbrio,
especialmente quando atingem determinado patamar.
O executivo comunitário lançou hoje o
seu terceiro ciclo anual do procedimento relativo aos desequilíbrios
macroeconómicos, exercício do qual Portugal está, para já excluído, devido à
sua situação ser acompanhada pormenorizadamente por estar sob um programa de
assistência económica e financeira.
No relatório apresentado hoje em Bruxelas,
a Comissão Europeia defende que se proceda a análises aprofundadas da evolução
da situação relativa à acumulação e correção dos desequilíbrios em 16
Estados-membros da União Europeia, sendo que além da Alemanha, o Luxemburgo e a
Croácia são apontados pela primeira vez.
Em relação à Alemanha e ao Luxemburgo, o
documento diz ser necessário um melhor escrutínio da posição externa dos dois
países e dos seus desenvolvimentos internos para aferir se sofrem de
desequilíbrios macroeconómicos.
Já em relação à Croácia, que aderiu
recentemente à União Europeia e é visada pela primeira vez, a Comissão Europeia
quer perceber "a natureza e os riscos potenciais relacionados com a sua
posição externa, desempenho comercial e competitividade, assim como o seu
desenvolvimento interno".
Espanha, França, Itália, Países Baixos,
Dinamarca, Malta, Finlândia, Suécia, Bélgica, Bulgária, Reino Unido, Hungria e
Eslovénia são os outros países visados por Bruxelas.
O relatório do mecanismo de alerta de
desequilíbrios macroeconómicos vai ser discutido pelos ministros das Finanças e
os líderes da União Europeia no encontro marcado para Dezembro, onde deverão
ser identificadas as principais áreas em que deve ser reforçada a coordenação
de políticas económicas e eventuais reformas. A Comissão Europeia irá preparar
relatórios aprofundados para os 16 países que foram alvo de procedimento, que
serão publicados na primavera de 2014.
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