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domingo, 14 de fevereiro de 2016

Apresentação do livro "A banca e os banqueiros que o país tem"


José Junqueiro, ontem, no Solar dos Peixotos, em Viseu, apresentou o livro A BANCA E OS BANQUEIROS QUE O PAÍS TEM, de José Simões. Na quinta-feira, os Viseenses poderão ler a reportagem no Jornal da Beira. Quem pretender comprar o livro, basta ir à FNAC Viseu.
O Mestre José Simões não é novo nestas andanças -  bancário, sindicalista e sociólogo, publicou o ensaio crítico"S. Tomé e Príncipe e  um paraíso ainda sem rumo” (2012)  e o “Retrato Social da População da Freguesia do Campo (Viseu - 2014).
Membro da CT da ex-UBP, autarca, diretor em IPSS, colaborador de várias revistas (Nortada, Douro-Vinho História & Património), congressos, seminários (…) para além da vertente académica, tem um saber de experiência feito, sabe do que fala, porque fala daquilo que viveu intensamente.





domingo, 20 de dezembro de 2015

Fnac Viseu - Apresentação do livro de Elza Pais por Jorge Lacão

Jorge Lacão apresentou o novo livro de Elza Pais "Uma década pela Igualdade  e contra a Violência de Género". 

Adelaide Modesto, advogada e presidente do PS Viseu, introduziu o tema. Foram muitos os amigos presentes e muitos outros já o haviam feiro durante a manhã, em Mangualde, onde a obra foi também apresentada.



















terça-feira, 1 de dezembro de 2015

José Simões - "A Banca e os banqueiros que o país tem" - apresentação do livro

Será em Viseu, nas instalações da Assembleia Municipal (Solar dos Peixotos), no próximo dia 12, pelas 16 h, que a convite do autor, o Mestre José Simões, apresentarei o seu último livro, o terceiro. 

O título diz tudo e interessa a todos. O seu trabalho "não deixa de estar  associado à sua trajetória de vida: bancário de profissão e sociólogo por paixão".


Mestre José Simões

domingo, 25 de janeiro de 2015

Violência doméstica - Fátima Ferreira apresenta o livro "Estilhaços"

"Violência doméstica", traduzida em livro,  por palavras que se transformaram em imagens, sentimentos e realidades que ontem foram partilhadas, "quebrando amarras". Fátima Ferreira reuniu os "Estilhaços" que todos devemos conhecer e saber que existem. Foi ao fim da tarde no Museu de Grão Vasco, em Viseu. Participei no evento, a convite da autora, com o deputado Acácio Pinto e muitas outras pessoas que encheram por completo a sala de pintura naturalista.
A autora deixa uma "Homenagem" às 34 vítimas, conhecidas até ao momento da escrita, revelando o nome de todas elas "Mulheres com nome, famílias, histórias de vida e morte". Na "Nota Conclusiva", a professora e investigadora Rosa Monteiro deixa palavras que resumem a atitude da autora: 
"Em Portugal foram assassinadas quatrocentas mulheres, nos últimos dez anos (...) É por isso que Estilhaços, na sua narrativa pessoal, é um grito político! Nas histórias de vida em que nos conduz encontramos a afirmação do sujeito mulher(es). Num conjunto de vozes, íntimas e intimistas, convida-nos a olhar um público, visibilizando o drama, a brutalidade das vidas destas mulheres, o medo, a reconstrução identitária depois da quase destruição de si."
Celso Alexandre Afonso e Fátima Ferreira
César Alexandre Afonso, psicólogo e escritor, apresentou com brilhantismo a obra e falou da autora, depois do diretor do museu, Agostinho Ribeiro, ter abordado a importância do tema e a abertura da instituição a estas iniciativas. Teresa Adão, das Edições Esgotadas, falou do gosto que teve em receber a obra e revelou o momento em que nasceu a ideia.
A Manuela Antunes e a Margarida, amigas que Fátima e os amigos conhecem por "Né" e "Magui", deram voz às palavras que escolheram e proporcionaram um momento magnífico antes da intervenção da autora que, de modo simples, emocionado, enfatizou o tema e questionou a liberdade no nosso país, por ser muito o que ainda há a fazer para que pertença a todos por inteiro.

Elza Pais, ex-secretária de estado para a Igualdade e atual deputada, usou da palavra num período dedicado ao público, elogiando a iniciativa e a atualidade de um problema, tal como fez, a seu modo, Fernando Paulo Batista. Finalmente, Guilhermina Cabral, amiga de sempre da autora, deixou notas intensas sobre Fátima Ferreira e que na contracapa da obra deixou estas palavras finais "Este é o Livro - O grito inconfundível da urgência"

 Marco Almeida, Elza Pais, Maria Guilhermina Cabral
 Teresa Adão
 Né e Magui
 Adelaide Modesto e Rosa Monteiro
Agostinho Ribeiro e José Junqueiro
Elza Pais
 Fernando Paulo
Maria Guilhermina Cabral

Acácio Pinto e Agostinho Ribeiro




quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Na AR - apresentação da obra "Compreender os Direitos Humanos"

Por ocasião do Dia Nacional dos Direitos Humanos, participei  na apresentação pública do livro Compreender os direitos humanos: manual de educação para os direitos humanos, da responsabilidade do Ius Gentium Conimbrigae-Centro de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, com coordenação de Vital Moreira e Carla Marcelino Gomes e editado pela Coimbra Editora.
Intervenções: Presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, Fernando Negrão; Secretário Executivo da CPLP, Murade Isaac Miguigy Murargy; Coordenadores da obra, Vital Moreira e Carla de Marcelino Gomes (Ius Gentium Conimbrigae-Centro de Direitos Humanos da Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra)
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quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Mota Veiga na AR apresenta "A vida dos trabalhadores do urânio"

Assisti na AR, na sala da Biblioteca, conjuntamente com o deputado Acácio Pinto, à apresentação do livro de Mota Veiga "A vida dos trabalhadores do urânio". 
Antigo trabalhador e, posteriormente, vice-presidente da câmara municipal de Nelas, pelo PS, o autor licenciou-se em história e tem procurado, através da sua obra, imortalizar a realidade dos trabalhadores das minas de urânio, sublinhando o martírio do seu trabalho e da doença que passado tantos anos continua a vitimar muitos deles. O texto síntese que se segue é da autoria de Acácio Pinto.

"Carlos Jorge Mota Veiga, autor do livro "A vida dos trabalhadores do urânio" efetuou no dia 3 de dezembro, na biblioteca da Assembleia da República, uma circunstanciada apresentação do mesmo. Esta obra traz-nos à memória todo o ciclo do urânio em Portugal e da exploração dos minerais radioativos, de 1907 até à atualidade, que como se sabe teve uma grande incidência no concelho de Nelas, em Canas de Senhorim, mas também em outros concelhos dos distritos de Viseu e da Guarda.
Por ele passam igualmente as questões ambientais e, sobretudo, as consequências deste trabalho, em contexto de exploração de urânio, e os riscos para as doenças dos mineiros.
É uma obra de grande envergadura, uma investigação que obedece em primeira e última instância ao rigor dos factos, um livro escrito por Carlos Jorge Mota Veiga, mestre em história contemporânea e autor de vários livros.
A edição é do autor e da Associação dos ex-trabalhadores das minas de urânio e contou com o apoio da Fundação Lapa do Lobo, presidida por Carlos Cunha Torres.
Esta sessão, na AR, foi presidida por Pedro Filipe Soares, do BE, partido que a promoveu, e contou ainda na mesa com António Minhoto, da Associação dos ex-trabalhadores e do autor.
No final da apresentação do livro efetuei uma breve intervenção para enquadrar a atenção que o PS tem dado a este tema, cuja evidência mais recente foi a apresentação de um projeto de resolução 770/XII em julho de 2013 e que veio a ser chumbado pelo PSD e pelo CDS.
De destacar que esta sessão foi aberta e encerrada com canções dos mineiros ante uma plateia onde, do PS, esteve também o deputado José Junqueiro, entre outros deputados presentes, e ainda muitos ex-mineiros que se deslocaram do concelho de Nelas. Parabéns aos promotores."






domingo, 10 de agosto de 2014

José Simões lança livro no Museu do Quartzo

Fui ao lançamento do livro de José Simões, a seu convite, no Museu do Quartzo. Autor de vários trabalhos e conferências, José Simões passou par o livro o "Retrato Social da Freguesia do Campo de Madalena". 
Ex-funcionário bancário, socialista, editou também um ensaio sobre "S. Tomé e Príncipe - um paraíso ainda sem rumo" e prepara neste momento a publicação da sua tese de Mestrado sobre "Sindicalismo bancário e comissões de trabalhadores da banca portuguesa após as desnacionalizações".
Na cerimónia, presidida pelo edil de Viseu, encontrava-se a vereadora da Cultura, Odete Paiva, o prefaciador do obra, António Seixas Néry,  e o presidente da junta do Campo, o anfitrião, Carlos Alberto Santos Lima.



José Simões
Na sala estiveram presentes a família, amigos do autor e muitos cidadãos que quiseram testemunhar o seu apreço pelo trabalho sociológico sobre a sua freguesia.

O Museu do Quartzo é um equipamento municipal, inaugurado no mandato anterior, que contava como principal dinamizador o então vereador Américo Nunes. 

É um conceito moderno, tecnologicamente evoluído e um instrumento pedagógico, de conhecimento, muito solicitado pelas escolas e alvo de interesse de um público sénior diversificado. Vale a pena visitar.