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segunda-feira, 31 de março de 2014

INE (2013) - Austeridade "a mais", défice "a menos" e mais dívida pública a mais.

O défice inicialmente acordado para 2013 foi de 4,5%. Como o Governo falhou, teve de ser renegociado para 5,5%. Agora, diz o INE, terá ficado em 4,9%. Bem menos do que o acordado. 

Isto significa que houve austeridade a mais, impostos a mais, rendimento disponível a menos e sacrifícios a mais.

Significa também que houveram receitas extraordinárias precipitadas, irrepetíveis, e venda de bens públicos desnecessariamente.

Por outro lado, apesar de toda a venda de património, de todos os impostos aplicados sobre os rendimento, corte nas pensões, salários e reformas, a dívida pública aumentou de 94% em 2011, para 130% em 2013. 

E tudo isto com menos investimento na Educação, com menos alunos nas escolas, com maior dificuldade das pessoas no acesso ao SNS e à Justiça. E tudo isto com mais um plano de cortes que em 2015 poderá valer mais 1 700 milhões de euros. 

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

PIB português recuou 1,5% em 2013

Apesar de todas as austeridades - "A economia portuguesa deverá ter recuado 1,5% em 2013, depois de no último trimestre do ano passado ter crescido 1,3% face a igual período de 2012, segundo as estimativas da Universidade Católica. 

A confirmarem-se estas previsões, a economia portuguesa terá recuado menos do que a última previsão do Governo, que apontava para uma queda da economia de 1,8% em 2013. 

Já em relação a 2014, tanto a Católica como o Governo apontam para um crescimento do PIB de 0,8%.