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segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Nogueira Leite acusa Vítor Gaspar de ter deixado 1.500 milhões de euros “na gaveta” (RR)

(R. Renascença) - Ex-administrador da CGD diz que a falta de liquidez das empresas já podia ter sido resolvida. E culpa o ex-ministro das Finanças.

O ex-administrador da Caixa Geral de Depósitos, António Nogueira Leite, acusou o ex-ministro das Finanças, Vítor Gaspar, de em 2012 deixar “na gaveta” 1.500 milhões de euros que serviriam para a capitalização das empresas.
Nogueira Leite falava, durante o Fórum Empresarial do Algarve que acabou este domingo em Vilamoura, da falta de capital próprio que as empresas portuguesas sofrem e da pouca capacidade que as instituições públicas tiveram para conseguir “que as empresas conseguissem aceder, num ambiente competitivo, a financiamento”.
Segundo Nogueira Leite, esta era uma questão que também prejudicava os rácios de transformação dos bancos (relação entre os créditos e os depósitos captados) e que esteve para ser resolvida. Esteve?
“A CGD em 2012 disponibilizou, em 2012, 1.500 milhões de ‘cash’ para financiar um fundo de fundos de investimento que iria permitir dotar de fundos líquidos um conjunto de instituições financeiras que já existiam em Portugal e que poderiam fazer a triagem de onde investir ou não. O que aconteceu é que ficou na gaveta do Dr. Gaspar, que entretanto foi para o Fundo [FMI]”, contou Nogueira Leite.

Foi Gaspar, mas ficou o problema, disse o ex-administrador da Caixa. Nogueira Leite diz que continuamos à espera de um Banco de Fomento, que à época lhe foi dada como a razão para não capitalizar as empresas com os 1.500 milhões. “Iam capitalizar com essa coisa fantástica que é o Banco de Fomento que vai em breve fazer chegar dinheiro às empresas. Vai ser com certeza uma instituição fantástica, como todas as instituições públicas em Portugal são”, ironizou.
“O que é facto é que estamos há três anos  espera de instrumentos próprios para capitalizar empresas”, rematou.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

A HONRA: Nogueira Leite ainda está na CGD??

UMA QUESTÃO DE HONRA - há uns meses, em tom de ameaça, a propósito da possível subida de impostos e de cortes determinados pelo governo que ajudou a constituir e que o gratificou nomeando-o para a CGD, Nogueira Leite afirmou: "Se me obrigarem a trabalhar mais só para o Estado, palavra de honra que me piro". Pergunta-se: o governo já o desobrigou de só trabalhar para o Estado? Que saiba, não. Nesse caso, em nome da tal honra, pergunto: JÁ SE PIROU?!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

VICE DA CGD QUER "PIRAR-SE" POR CAUSA DOS IMPOSTOS


Síntese - O PS ACHA QUE ELE SE DEVE DEMITIR IMEDIATAMENTE - As declarações do Vice da CGD, Nogueira Leite, tentando condicionar o seu pagamento de impostos, ameaçando, sob "palavra de honra", ir-se embora, são insuportáveis e imorais

Insuportáveis, porque vêm de alguém com vencimento várias vezes milionário e totalmente desnecessário ao banco do Estado. E só está lá, porque foi conselheiro do 1º Ministro para o atual desastre económico.

Beneficia, portanto, de alvíssaras políticas, de uma tensa multimilionária.

Imorais, porque insulta quem trabalha, quem ganha um salário mínimo, quem viu vencimentos confiscados, quem está desempregado ou quem, como os reformados, são espoliados dos seus descontos, das poupanças de uma vida.

Perdeu todas as condições de permanência no lugar.  Em nome da sua "palavra de honra" deve fazer o exercício da decência e ir-se embora ou, então, deve o governo substitui-lo nesse exercício e mandá-lo embora.

sexta-feira, 22 de julho de 2011

GOVERNO AUMENTA DE 7 PARA 11 OS GESTORES DA CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS

Nogueira Leite e Passos Coelho
NOGUEIRA LEITE, conselheiro de Passos Coelho, é um dos novos nomeados Adminitradores da CGD. "Jobs for The Boys", lembram-se na campanha PSD/CDS?

Aqui está o resultado. Não só não diminui em 15% os "gestores e chefes", como prometera, mas aumenta de 7 para 11 o seu número. Os fretes pagam-se bem, muito bem!!

Aqui fica uma foto dos dois numa "parceria pública" a caminho do Governo e da Caixa Geral de Depósitosl

domingo, 10 de abril de 2011

Junqueiro acusa PCP e BE de serem “muleta” da direita; Junqueiro cita sociais-democratas para criticar líder do PSD

Junqueiro acusa PCP e BE de serem “muleta” da direita
O socialista José Junqueiro, ainda secretário de Estado, apontou críticas aos partidos à esquerda do PS.
Recordando as palavras de José Sócrates, Junqueiro acusou a esquerda de ser “inútil” e questionou-se da utilidade do voto tanto no BE como no PCP.
“Quem é que defende a escola pública? A Segurança social justa e equilibrada? É esta esquerda que é muleta da direita co-autora de uma crise política em Portugal?”, questionou.
Para o socialista, estes partidos votam “ao lado da direita e depois confrontamo-nos com esta ideia que esta esquerda vota de uma forma inútil”.
Para que as eleições legislativas antecipadas corram pelo melhor para o PS, o dirigente pede unidade em torno de José Sócrates.
                                                                             Jornal "i" (Liliana Valente)
Junqueiro cita sociais-democratas para criticar líder do PSD

O socialista José Junqueiro citou, este sábado, figuras do PSD como Nogueira Leite, Paulo Rangel e Pacheco Pereira para criticar o líder dos sociais-democratas, Pedro Passos Coelho, e acusou PCP e BE de serem uma esquerda "inútil".

Durante uma intervenção no XVII Congresso do PS, a decorrer até domingo na Exponor, em Matosinhos, José Junqueiro acusou Passos Coelho de não ter "nervos de aço", depois das "insistências" de Luís Filipe Menezes, António Capucho e Alberto João Jardim para a abertura de uma crise política e marcação de eleições.

 
"E por outro lado, tem o seu principal conselheiro para a economia, Nogueira Leite, a dizer que do líder Passos Coelho tarda a chegar uma ideia e um pensamento profundo. Diz Paulo Rangel que da parte da justiça e da educação há uma enorme confusão [...] E Pacheco Pereira diz que este líder do PSD já era assim antes de ser líder", criticou José Junqueiro.

Mas as críticas do secretário de Estado da Administração Local também foram dirigidas à oposição de esquerda, PCP e BE, que classificou de "inútil", "muleta da direita" e de ser "co-autora de uma grande crise política".

"Ninguém pode compreender como é que a esquerda radical vota ao lado da direita radical.
Como é que o Partido Comunista vota ao lado da direita", questionou,

acrescentando: "passeia de mão dada com a direita e isto é de um cinismo político absolutamente intolerável".
Jornal de Notícias