José Carlos das Dores Zorrinho nasceu a 28 de maio de 1955
- Doutorado em Gestão de Informação. Professor Catedrático do
Departamento de Gestão da Universidade de Évora. Membro do Comité das
Regiões da União Europeia (1997-2000). Secretário de Estado da
Administração Interna (2000-2002). Coordenador nacional da Estratégia de Lisboa
e do Plano Tecnológico (2005-2011). Secretário de Estado da Energia e Inovação
(2009-2011). Deputado à Assembleia da República eleito pelo círculo de Évora
desde 1995 (exceto de 2002 a 2004). Líder do Grupo Parlamentar do Partido
Socialista (2011-2013). Enquanto deputado integrou as Comissões Parlamentares
de Assuntos Europeus, Educação e Economia e Obras Públicas. Coordenador do
LIPP – Laboratório de Ideias e Projetos para Portugal. Atual membro da
Assembleia Municipal de Montemor-o-Novo.
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quinta-feira, 10 de abril de 2014
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
Seguro convida Alberto Martins para líder do GP PS e Carlos Zorrinho para Coordenador do LIPP

"Entendi
convidar Alberto Martins, que já foi líder parlamentar [entre 2005 e 2009].
Fiquei satisfeito por ele ter aceite o meu convite, porque é um político de
enorme competência, com uma grande experiência parlamentar e capaz de mobilizar
todo o grupo parlamentar para uma missão essencial que é a oposição a este
Governo e de continuação de apresentação de propostas alternativas para
resolver os problemas dos portugueses".
"Alberto Martins também já foi líder parlamentar, conhece bem os deputados que tem no grupo parlamentar e,
portanto, não será difícil mobilizar todos os deputados para essa função de
oposição, de combate político, mas também de proposta, que é essa a responsabilidade
do PS"
António José
Seguro alegou que o PS tem uma prioridade "bem definida para os próximos
tempos": "elaboração do programa do próximo Governo".
"Para
isso, o PS necessita de ter alguém com qualidades e competências, alguém
profundamente envolvido no desenho do programa nacional para a agenda 20/20.
Nesse
sentido, convidei Carlos Zorrinho para a coordenação do Laboratório de Ideias, uma plataforma em que
participam cinco mil portugueses entre militantes e simpatizantes do PS, e para
trabalhar diretamente comigo na coordenação da elaboração do programa do
Governo na Convenção Novo Rumo para Portugal", referiu o secretário-geral
do PS.
"A nova missão que [Carlos Zorrinho] vai ter exige uma
dedicação quase exclusiva, o que é incompatível com a
liderança do Grupo Parlamentar. Esta era uma reflexão que já mantínhamos desde
abril, na sequência do congresso do PS, e que tem neste momento um desfecho,
uma vez que também há necessidade de se proceder à eleição da nova direção do
Grupo Parlamentar". Trabalharemos
mais próximos do que trabalhámos nestes dois últimos anos, que já exigiram
grande proximidade".
quarta-feira, 15 de maio de 2013
PS exigiu e faz hoje debate sobre as "taxas" nas reformas
PS obriga maioria ao debate. Em causa está saber o que o governo "diz que quer e não quer" sobre mais uma captura das reformas a quem trabalhou uma vida e, agora, corre o risco de ver rasgado, novamente, o contrato de confiança que celebrou com o Estado que ,assim, mais uma vez, "não é pessos de bem"
"TO Parlamento vai debater, a pedido do PS, a taxa de sustentabilidade sobre as reformas, uma das medidas inscrita nas medidas de corte da despesa para 2014 que o Governo assumiu perante a 'troika' (Banco Central Europeu, Fundo Monetário Internacional e Comissão Europeia).
"As condições de vida dos portugueses não são facultativas. O PS exige que o Governo explique imediatamente se vai ou não aplicar a taxa de sustentabilidade sobre as pensões e se vai mexer retroativamente nas pensões já definidas", declarou à agência Lusa o líder parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, justificando o pedido potestativo de um debate sobre este tema."
sábado, 8 de setembro de 2012
Carlos Zorrinho - Resposta do PS ao comunicado do 1º ministro
A reação que neste momento entendemos fazer à declaração
do Primeiro Ministro é a seguinte:
O Sr. Primeiro
Ministro surpreendeu hoje, mais uma vez, os portugueses. O PS opõe-se ao
conjunto destas medidas e ao que elas significam. Estas medidas ultrapassam todos os limites admissíveis.
Na prática, os
reformados e os funcionários públicos ficam sem os dois salários ou pensões que
já lhes tinham sido cortados este ano, e os trabalhadores do sector privado
ficam sem o equivalente a um salário, o que se traduz, efetivamente, num
aumento de impostos.
É mais do mesmo
sobre os mesmos. Mais sacrifícios sobre os trabalhadores e os reformados. Não
podem ser os trabalhadores a pagar a crise. Já vivemos no limiar das
possibilidades e é insuportável mais carga fiscal e mais encargos.
Os portugueses
este ano estão a fazer enormes sacrifícios e o que se sabe é que o Governo
falhou as metas a que se tinha proposto. Ainda hoje o INE confirmou este falhanço do Governo. A
que propósito se insiste no erro e em políticas que reforçam a espiral
recessiva e levam a menos economia e mais desemprego?
Parece que a única
preocupação do Governo continua a tentar ser um bom aluno da Troika, sem
iniciativa ou capacidade para propor qualquer alternativa.
Os portugueses
ficam com a certeza que o Primeiro Ministro e o Governo nada mais têm para oferecer
do que uma política de austeridade. Esta é a sua política. Austeridade sobre
austeridade, custe o que custar. Este governo não tem política económica, como
não tem política europeia nem vestígios de sensibilidade social.
E os resultados a
que assistimos só têm uma causa: a obsessão pela austeridade que agora se
pretende reforçar. A espiral recessiva alimenta uma pretensa necessidade de
novas medidas que, por sua vez, só alimentam o problema. É tempo de dizer
Basta.
Há outro caminho.
A prioridade deve ser o crescimento e o emprego e o Governo tinha obrigação de
negociar mais tempo, para um ajustamento mais sustentável, que os portugueses
suportassem e que promovesse a competitividade do país.
Hoje, como sempre
no último ano, o Governo agiu sem ter em conta as propostas do PS e a voz de
tantos portugueses que alertam para a necessidade de uma política alternativa.
Também aqui o Governo cometeu um grave erro político.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
PSD - GOVERNO, PARLAMENTO, PARTIDO - UM MOLHO DE BRÓCOLOS!
CARLOS ZORRINHO, LÍDER PARLAMENTAR DO PS, escreveu ao seu homólogo, Luís Montenegro, do PSD pedindo que a coligação se entendesse e pudesse ainda ser aprovada a nova lei eleitoral para as autarquias locais. Quem respondeu foi Jorge Moreira da Silva, porta-voz do PSD. Já há dias o funcionário do governo, António Borges, se substituira a Miguel Relvas para anunciar o "futuro" nego da RTP. No início, Marcelo anunciou um Secretário de Estado que nunca o foi, Bernardo Bairrão. Marques Mendes anunciou outro secretário de estado, Almeida Henriques, antes do 1º Ministro. Isto não é só falta de educação, é também falta de categoria pessoal, um "MOLHO DE BRÓCOLOS".
quinta-feira, 26 de abril de 2012
CARLOS ZORRINHO, NO 25 DE ABRIL, COM DISCURSO DURO PARA O GOVERNO
Numa intervenção dura em relação ao executivo PSD/CDS, disse: "Os maiores adversários de Abril são o saudosismo, o revivalismo ou o reviralho, a estagnação ou o alheamento, a captura ideológica. O PS não desiste. Faremos por isso uma rutura democrática com quem baixar os braços, com quem ousar tentar destruir numa legislatura o que levou décadas a construir", … acusando o executivo PSD/CDS de se excluir do diálogo e da procura de consensos políticos.
“O líder parlamentar do PS começou por defender a tese de que "uma revolução democrática precisa de rumo e de memória" para depois lançar um ataque ao Governo.
"Desde há dez meses, em nome de uma agenda ideológica de total submissão aos mercados e aos seus interesses, o Governo tem vindo a proceder à maior inversão de rumo da nossa História democrática, ignorando ao mesmo tempo a nossa memória coletiva", sustentou Carlos Zorrinho.
Nesta mesma linha, o presidente da bancada socialista considerou também que Portugal está perante o primeiro Governo que "parece dispensar a memória de Abril, a memória dos valores que lhe deram fulgor".
"Este é o primeiro Governo da nossa História que tem sido um aliado objetivo das visões extremistas que estão a corroer a Europa", disse, antes de deixar uma advertência.
"Os maiores adversários de Abril são o saudosismo, o revivalismo ou o reviralho, a estagnação ou o alheamento, a captura ideológica. O PS não desiste. Faremos por isso uma rutura democrática com quem baixar os braços, com quem ousar tentar destruir numa legislatura o que levou décadas a construir", disse, já depois de ter acusado o executivo PSD/CDS de se excluir do diálogo e da procura de consensos políticos.
Na sua intervenção, o líder parlamentar do PS manifestou ainda a sua esperança numa vitória do candidato socialista na segunda volta das eleições presidenciais francesas, Francois Hollande - "primavera europeia que se deseja que volte a florir a 06 de maio".”
A referência de Zorrinho a Hollande motivou um ruído de fundo de desagrado nas bancadas da maioria PSD/CDS, mas foi aplaudida por parte dos deputados socialistas.
Ao nível da política europeia, o presidente do Grupo Parlamentar do PS insistiu na defesa de um ato adicional ao Tratado Orçamental da União Europeia e na aposta em políticas de crescimento e de emprego.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
CARLOS ZORRINHO- Tratado Europeu - Bruxelas - RECEBE RELEVANTES APOIOS EUROPEUS
Síntese - CARLOS ZORRINHO, ontem, em Bruxelas, ao defender o ATO ADICIONAL "Recebeu um apoio muito claro quer do presidente do Partido Socialista Europeu, Sergei Stanishev, quer do presidente do grupo parlamentar dos Socialistas e Democratas, Hannes Swoboda, quer de muitos outros líderes parlamentares, que consideraram que esse era o caminho que deve ser seguido pelos partidos socialistas europeus, ou seja, condicionarem a sua posição quanto ao Tratado à existência de medidas complementares" para o crescimento e emprego.
"O líder parlamentar socialista disse hoje à Lusa em Bruxelas que a posição do PS de condicionar a apreciação do tratado orçamental da União Europeia a um ato adicional mereceu um "apoio muito claro" dos socialistas europeus.
Carlos Zorrinho, que falava após um encontro na capital belga com os líderes dos grupos parlamentares nacionais dos partidos socialistas, sociais-democratas e trabalhistas, indicou que apresentou na reunião "a estratégia portuguesa" e o projeto de resolução apresentado pelo PS, tendo "a ideia de um protocolo adicional" sido aplaudida, e aquela "mais citada" como o caminho a seguir pelos partidos socialistas europeus.
"Recebeu um apoio muito claro quer do presidente do Partido Socialista Europeu, Sergei Stanishev, quer do presidente do grupo parlamentar dos Socialistas e Democratas, Hannes Swoboda, quer de muitos outros líderes parlamentares, que consideraram que esse era o caminho que deve ser seguido pelos partidos socialistas europeus, ou seja, condicionarem a sua posição quanto ao Tratado à existência de medidas complementares" para o crescimento e emprego, indicou.Lembrando que Portugal deverá tornar-se, na sexta-feira, o primeiro Estado-membro da UE a ratificar o Tratado, Carlos Zorrinho afirmou-se convicto de que o PS português deu "reconhecidamente um bom contributo" àquela que deverá ser a posição adotada pelos socialistas na União Europeia durante este processo, ao reclamar medidas adicionais.Zorrinho participou hoje numa reunião dos líderes dos grupos parlamentares nacionais dos socialistas europeus, num "movimento europeu de exigência de um Protocolo Adicional ao Tratado Orçamental", no mesmo dia em que o pacto orçamental foi debatido na Assembleia da República, onde irá a votos na sexta-feira.O PS já anunciou que votará favoravelmente a ratificação dos tratados, mas insiste na aprovação de um projeto de resolução recomendando ao Governo que defenda, no quadro da União Europeia, um "protocolo adicional" ou de um "tratado complementar ao Tratado sobre estabilidade, coordenação e governação na União Económica e Monetária, com vista a promover o crescimento económico e o emprego".Hoje, à entrada para a reunião em Bruxelas, Zorrinho defendera que o novo tratado orçamental deve ser um "ponto de partida e não de chegada", reiterando a necessidade de lhe conferir um acrescento "económico e social".
"É cada vez mais fundamental a dimensão do crescimento, do emprego, o que vai além do tratado orçamental. Consideramos que é importante a sua aprovação, mas é muito importante trabalhar desde já na sua extensão para que esse tratado dê resposta àquilo que as empresas e pessoas precisam", disse."
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
PS DIZ NÃO A CONVITE DO PSD PARA UM DIÁLOGO QUE O GOVERNO FEZ SOZINHO!
PS DECLINA UM FALSO-CONVITE DO PSD - "Neste contexto, estranho que esta proposta de reunião seja formulada numa fase do processo legislativo em que a proposta de lei já está finalizada e agendada para debate em plenário no próximo dia 1 de março" ... o momento em que a vossa proposta é feita retira eficácia a qualquer diálogo construtivo entre as nossas direções parlamentares"
"O líder da bancada socialista declinou hoje a proposta do PSD para uma reunião sobre a reforma administrativa autárquica, remetendo a apreciação do diploma do Governo para o plenário e a apresentação de propostas de alteração para a comissão.
"Considero que o momento em que a vossa proposta é feita retira eficácia a qualquer diálogo construtivo entre as nossas direções parlamentares", lê-se numa carta enviada hoje pelo líder parlamentar socialista, Carlos Zorrinho, ao presidente da bancada do PSD, Luís Montenegro, a que a Lusa teve acesso, depois de ter sido dado conhecimento da mesma aos sociais-democratas.
Por isso, acrescenta Carlos Zorrinho, o grupo parlamentar socialista reserva a apreciação em concreto da proposta do Governo para o plenário da Assembleia da República e "as eventuais propostas de alteração para a discussão em comissão".
A carta de Carlos Zorrinho surge depois do PSD ter enviado uma primeira missiva, na sexta-feira, propondo a realização de uma reunião entre as direções parlamentares do PSD e do PS a propósito da proposta de lei do Governo sobre a reforma administrativa autárquica.
Na resposta que enviou hoje ao grupo parlamentar do PSD, o líder da bancada socialista enfatiza que "o diálogo institucional no seio do Parlamento é um instrumento fundamental para a qualidade da tomada de decisão democrática" e reconhece a "grande importância" da proposta de lei do Governo.
"Neste contexto, estranho que esta proposta de reunião seja formulada numa fase do processo legislativo em que a proposta de lei já está finalizada e agendada para debate em plenário no próximo dia 1 de março", refere Carlos Zorrinho.
No sábado, o grupo parlamentar do PS já tinha considerado estranho o convite para dialogar sobre uma lei finalizada e com discussão agendada no Parlamento.
Também no sábado, no encerramento de uma convenção da FAUL sobre a reorganização administrativa de Lisboa, o secretário-geral do PS voltou a reconhecer a necessidade de uma reforma administrativa do território, mas reiterou que uma reforma destas "não pode ser feita a régua e esquadro" e que é necessário ouvir as populações.
Há cerca de uma semana e meia, o secretário de Estado da Administração Local, Paulo Júlio, disse estar convicto de que "há condições" para que a reforma da administração local se concretize até ao próximo verão e apelou ao PS para que assuma as suas responsabilidades
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