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quarta-feira, 23 de julho de 2014

Seguro vê a sua tese defendida por António Costa e Rui Rio junto do PR

Costa e Rio defendem a mesma tese de Seguro. É um bom sinal. 

Seguro, em momentos chave, reiterou junto do PR a necessidade de eleições e um acordo alargado, mesmo que o PS tivesse maioria absoluta.

Primeiro foi a moção de censura, depois, há um ano, aquando da crise Portas e da sua demissão, e até aos dias de hoje, nomeadamente no Conselho de Estado, bateu-se por esse objetivo. 

O Governo sucedeu-se em crises internas e as instituições não veem assegurado o seu normal funcionamento. 

António Costa e Rui Rio defendem agora a mesma tese, com uma "nuance" substantiva: a antecipação para abril. Seria tecnicamente desejável porque, assim, o ciclo legislativo ao passar para este mês ficaria suficientemente longe da data de outubro, altura em que o OE deve ser entregue na AR; e ficaria suficientemente longe das presidenciais. Parece-me bem. Todos estaremos de acordo, certa e finalmente!



segunda-feira, 18 de junho de 2012

FRANÇA - SOCIALISTAS CONQUISTAM MAIORIA ABSOLUTA

Síntese - Depois da Vitória Presidencial de François Hollande o PS tem nas legislativas a MAIORIA ABSOLUTA. é a primeira vez em 31 anos que os socialistas podem formar um governo de maioria absoluta, dando a Hollande um domínio quase total sobre o país, já que este passa a controlar a presidência, o Parlamento, o Senado e 90% dos governos regionais. O FUTURO COMEÇA AGORA. BOA SORTE!
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Pedro Duarte - O partido do presidente François Hollande é o grande vencedor das eleições legislativas em França, tendo desferido uma forte derrota às forças da direita.
O PS francês, contando com os seus aliados da esquerda radical, terão conseguido entre 312 e 326 assentos no Parlamento, um valor muito superior aos 289 deputados necessários para conseguir a maioria absoluta, segundo indicam as sondagens à boca das urnas, citados pelos media franceses. ~
A confirmar-se, esta é a primeira vez em 31 anos que os socialistas podem formar um governo de maioria absoluta, dando a Hollande um domínio quase total sobre o país, já que este passa a controlar a presidência, o Parlamento, o Senado e 90% dos governos regionais.
Já o partido UMP do ex-presidente Nicolas Sarkozy foi severamente penalizado nas urnas, tendo-se ficado pelos 212 a 234 deputados, um valor muito inferior aos 320 que possuía, e abaixo dos objectivos do partido de ficar com pelo menos 250 parlamentares.
Um revés para os socialistas é no entanto o facto da destacada política socialista e ex-candidata à presidência Ségóléne Royal não ter conseguido ser eleita pelo distrito de La Rochelle, o que a impedirá de assumir o cargo de presidente da Assembleia.
Nota ainda para o avanço eleitoral do partido Frente Nacional de extrema-direita, que regressa ao Parlamento com entre um a quatro deputados, após uma ausência de quatro anos-