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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

CM e vereadores do PS na reunião Orgens

José Junqueiro, António Pereira (candidato do PS à freguesia),
Andreia Coelho e João Paulo Rebelo
Na reunião, cujo anfitrião foi o amável presidente da junta, foi no período de antes da ordem do dia e naquele reservado ao público que se discutiram os temas mais intensos: acessibilidades para Viseu e queixa de 200 moradores do centro histórico.

Quanto às acessibilidades, o presidente foi confrontado pelos vereadores do PS no que respeita à "miragem" das promessas feitas para Viseu. Almeida Henriques não disfarçou o mal-estar causado pela inexistência de contratualização com o Governo, devidamente assegurada e cabimentada, para as vias adjacentes à cidade. 
Quanto ao IP3 o incómodo era bem maior e tentou valorizar a promessa do seu ex-colega dos transportes, Sérgio Monteiro, por considerar a ligação a Coimbra uma prioridade. Só este ano já fez isso três vezes, exactamente as mesmas em que deixou claro que nada iria fazer. E o problema é que esta foi promessa de campanha autárquica.
Quanto ao entro histórico, um documento de protesto, com 200 assinaturas foi-lhe entregue. Incumprimento de horários noturnos, devidamente regulamentados e fiscalizados, continuam a motivar reclamações dos hóspedes das unidades hoteleiras, bem como dos moradores. Em vez de uma resposta serena assistiu-se a um tom de voz mais elevado, característica que vem definindo o autarca sempre que não tem razão.
No final, fez-se uma visita ao Centro Social de Orgens onde decorreu um almoço rápido Fica um agradecimento à simpatia da direção e de todas as funcionárias.


segunda-feira, 28 de abril de 2014

AM Viseu - Cirurgia pediátrica - PSD adapta-se às moções do PS e oposição

O PS apresentou uma moção em defesa da cirurgia pediátrica no centro hospitalar Tondela Viseu. Aquela unidade passou a estar em causa por causa da portaria 82/ 2014 que o governo fez à socapa. E não só. 

O assunto já tinha sido levantado pelos vereadores socialistas na última reunião de câmara, momento em que o próprio presidente aderiu às preocupações do PS

Neste contexto, o Centro Oncológico prometido para Viseu não terá seguimento, porque, em face do texto do diploma, tudo será centralizado em Coimbra, deixando de fora um universo de proximidade de, aproximadamente, 400 mil pessoas.

Nem profissionais, nem ordens ou associações de utentes, nem autarcas, nem a AR, foram ouvidos. O ministro, estrategicamente, mandou o seu secretário de estado assinar, para poder recuar se a "coisa" corresse mal. E está a correr mal. De tal modo, que o recuo já começou. 
O PSD de Viseu tentou rejeitar a moção, afirmando o deputado Pedro Alves (PSD) que tal serviço não existia em Viseu. Embrulhou-se numa dissertação semântica, mas a evidência dos argumentos levou-os a aceitar uma redação com a mesma finalidade da 3ª pergunta que os deputados PS eleitos por Viseu fizeram ao ministro: "...  tenciona (o governo) manter a cirurgia pediátrica com todas as suas capacidades instaladas?"

Relembram-se as 3 perguntas:
  1.  "Confirma ou não o encerramento da cirurgia pediátrica no Centro Hospitalar Tondela-Viseu?
  2.  Em caso afirmativo, em que distrito e equipamento de saúde vai centralizar o serviço que extingue em Viseu?
  3.  Em caso negativo, tenciona manter a cirurgia pediátrica com todas as suas capacidades instaladas?"  (José Junqueiro, Elza Pais e Acácio Pinto)