Mostrar mensagens com a etiqueta ACORDO. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta ACORDO. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Duas Imagens síntese do debate e das assinaturas

São 14 fotografias que assinalam dois momentos históricos da vida política e parlamentar.
Assinaturas
Debate

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

(DN) "Costa explica como o casamento à Esquerda pode acabar em divórcio"

Findo o debate e depois de chumbado o XX Governo Constitucional, António Costa acrescentou uma nota oral interpretativa aos acordos que horas antes assinara, às escondidas, numa sala do edifício novo do Parlamento com o BE, o PCP e o PEV. 
Os acordos limitam-se a dizer que os partidos signatários estão impedidos de votar moções de censura apresentadas pela Direita. Em face da lacuna, e questionado sobre o assunto, António Costa foi claro. 
Os acordos dizem que os partidos que os assinaram "se predispõem a assegurar condições de governação na perspetiva da legislatura". E isso "pressupõe, naturalmente, que há condições de eles próprios não apresentarem moções de censura". 
Portanto, "o dia em que qualquer deles sentir a necessidade de apresentar uma moção de censura é como o dia em que qualquer um de nós mete os papéis para o divórcio. Nesse dia o casamento acabou, nesse dia o governo acabou".

Diário de Notícias- 11-11-2015

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

(I) "José Junqueiro - Pergunta & Resposta"

Vai estar presente no encontro de militantes socialistas promovido por Francisco Assis. Qual é o objectivo deste almoço? 
Vamos partilhar uma preocupação. Dar uma nota ao país e ao PS de que há gente que pensa de maneira diferente e fazer com que o secretário-geral ouça isto. Ele negociou com o PCP, com o Bloco de Esquerda, mas não falou ao seu próprio partido. Nem ao órgão máximo entre congressos, que é a Comissão Nacional, nem a um conjunto de pessoas relativamente às quais deveria ter tido uma preocupação. Não teve preocupação nenhuma e o partido está nesta situação, está dividido.

Deveria ter existido mais discussão no interior do PS sobre o acordo
Isto não foi minimamente discutido no partido, porque só há um órgão que tinha capacidade para fazer um grande debate sobre esta matéria, que era a Comissão Nacional. A ideia deste encontro é reflectir sobre o momento actual e dizer que há gente que no PS que defende outro caminho.
Acha que a ideia de que o BE e o PCP estão a liderar as negociações é verdadeira? 
Ninguém sabe nada sobre o acordo. As únicas coisas que sabemos é pela Catarina Martins e pelo Jerónimo de Sousa. A Catarina Martins já pode dizer que conseguiu descongelar as pensões, não foi António Costa. Ela é a pivô deste processo.

Socialistas criticam acordo e há quem defenda recuo de Costa

"Alguns socialistas mantêm reticências face às negociações do PS com a esquerda parlamentar. Vera Jardim espera para ver mas não esconde a afinidade face à "corrente" Assis. Já Brilhante Dias defende que António Costa ainda pode recuar.

O socialista José Vera Jardim distanciou-se, esta segunda-feira, 2 de Novembro, do secretário-geral do partido, 
António Costa, abrindo a porta à adesão à "corrente crítica e alternativa" anunciada no passado fim-de-semana pelo eurodeputado Francisco Assis. Num programa da Rádio Renascença, emitido esta segunda-feira à noite, Vera Jardim começou por exigir um acordo entre o PS e as restantes forças parlamentares da esquerda em que "as contas têm de bater certas".
Ainda assim, Vera Jardim não exclui a possibilidade de concordar com a solução final resultante das conversações entre o PS e BE, PCP e Verdes. Mas adverte que poderá aderir à "corrente" Assis caso não se identifique com o acordo à esquerda. 
"Se me perguntasse se eu prefiro a solução Francisco Assis ou um acordo com que não concorde, sem dúvida nenhuma que preferia a solução Francisco Assis. Mas eu espero para ver o acordo. Tenho esperanças que satisfaça aquilo que eu digo que são, não os mínimos, mas aquilo que eu julgo correcto", disse Jardim à RR. E se não satisfizer, "tirarei as minhas conclusões", avisa.
No entanto, apesar de considerar "muito úteis" as posições adoptadas por Assis, o dirigente socialista gostaria que o eurodeputado tivesse aguardado um pouco mais antes de tomar esta iniciativa de forma a evitar "acusações de divisionismo e coisas desse género".
O antigo ministro da Justiça mostra-se claramente crítico das negociações em curso, cujo resultado até agora conhecido é "zero". E critica abertamente o facto de a porta-voz bloquista, Catarina Martins, ter anunciado um acordo com o PS para a subida de todas as pensões. "Obviamente que não me agrada que uma dirigente de um partido em negociações com o PS venha anunciar medidas, ainda por cima chamando a si os louros das ditas medidas", acusa.
Logo que ficou claro que António Costa iria encetar negociações com BE, PCP e Verdes com vista à formação de um Governo apoiado por uma maioria parlamentar de esquerda, começaram a surgir vozes dissonantes no partido
O primeiro nome socialista de peso a fazê-lo terá mesmo sido Francisco Assis, que entretanto anunciou ao Expresso a criação de uma "corrente alternativa". Corrente que ganhará forma já no próximo sábado com a realização de um almoço na Mealhada em que Assis esperar congregar mais de 100 militantes. No entanto, segundo assegurou ao Público já esta terça-feira, 3 de Novembro, Francisco Assis exclui "apelar a que desrespeitem a disciplina de voto porque a disciplina de voto é importante".
Um dos nomes que se junta a Assis é o de José Junqueiro. O ex-deputado lamenta que a iniciativa do secretário-geral do partido, de avançar com negociações à esquerda, não tenha sido discutida no seio do partido e acusa António Costa de se ter deixado ultrapassar por Catarina Martins, "a pivô deste processo". Em entrevista ao i, Junqueiro garante que "Catarina Martins já pode dizer que conseguiu descongelar as pensões".
Já o segurista Eurico Brilhante Dias, que tem estado mais reticente em se colocar frontalmente na oposição à iniciativa de Costa, reconhece legitimidade política ao secretário-geral socialista para negociar um acordo desde que o mesmo seja "positivo".
Contudo, em declarações feitas esta segunda-feira à noite, na SIC Notícias, Brilhante Dias diz sentir-se mais próximo das posições de Assis do que do líder do partido, deixando a porta aberta à possibilidade de António Costa recuar. "O Dr. António Costa não é obrigado a celebrar qualquer acordo", até porque "terá sempre uma alternativa se achar que as condições não são aceitáveis", sustentou". (in Negócios)

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Catarina Martins dá cartas ao PCP e Jerónimo ao PS

Catarina Martins lembrou a Jerónimo que tudo o que se acorda é para ser escrito e assinado; e modera-lhe os ímpetos sublinhando que aumento do salário mínimo sim, mas durante quatro anos. Entretanto já garantiu do PS o descongelamento das pensões, facto que os beneficiários podem tributar em primeira mão ao BE.
O PCP exige ao PS o fim dos cortes nos salários e da sobretaxa do IRS, bem como a diminuição para 35 horas do horário de trabalho, ao mesmo tempo que reivindica a reversão das concessões nos transportes. 
E o que reivindica o PS? Apenas um acordo (de mínimos) a três para viabilizar António Costa como primeiro-ministro. Em algum momento isto foi discutido na Comissão Nacional do PS, o órgão máximo entre congressos? Não, e só acontecerá depois do facto consumado. Quanto custa tudo isto, politica e financeiramente? Depois se verá!!!

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Declarações políticas - José Junqueiro (PS) partilha com João Oliveira (PCP) críticas ao Governo



José Junqueiro partilha com João Oliveira críticas ao Governo e ao PR, sublinhando que a promulgação de um OE 2014 ferido de inconstitucionalidade aprofunda a incerteza do país. 
Refere que as críticas ao TC têm a mesma credibilidade daquele condutor que circula em contramão e provoca um acidente, mas atribui as culpas ao código da estrada. Finalmente expõe o CDS e o seu líder por ser exatamente o ministério de Mota Soares o promotor do corte das pensões aos reformados 

terça-feira, 3 de maio de 2011

SÓCRATES DERRETEU OS BOATOS DA OPOSIÇÃO, MAS AVISOU QUE HÁ CUSTOS!

Catroga não tem um único argumento nos bolsos. Ficou de tanga! Diz que José Sócrates levou o país à bancarrota. Depois diz que o acordo foi bom, graças ao PSD ( até o Diabo se ria!). Então e o discurso da catástrofe? Catroga está como Passos Coelho: atordoado!

E não diz que, afinal, as medidas do PEC IV foram todas consideradas e que o agravamento das mesmas apenas se ficará a dever ao chumbo sem alternativa liderado por Passos Coelho.