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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Ministra admite milhares de despedimentos na Função Pública

Despedimentos na função pública serão, infelizmente, uma realidade, tal como tenho vindo a escrever. A ministra das Finanças confirmou ontem essa possibilidade que se estende à tal "requalificação" na Segurança Social. 

Ou seja: os "requalificados" têm agora agora como horizonte mais certo o despedimento. O PSD e o CDS têm muito que explicar!!!

"A divulgação da lista com os primeiros trabalhadores do Instituto de Segurança Social a ir para a requalificação fez o tema dos excedentários entrar ontem na audição a Maria Luís Albuquerque no Parlamento.
O destino dos funcionários públicos em requalificação pode culminar em despedimento para quem nunca teve o vínculo. Maria Luís Albuquerque garante que a redução de 12 mil é apenas uma estimativa."



domingo, 13 de abril de 2014

Governo: Os "cortes definitivos vão ser "batizados" ... mentiram, novamente!

Nova forma de cálculo para as pensões e nova tabela remuneratória na função pública são os expedientes encontrados para fazer definitivos os tais cortes provisórios e a CES. 
A informação vem da Comissão Europeia e traduz-se, facilmente, desta forma - para quem tinha dúvidas, o Governo comprometeu-se nas costas de todos, cortou e mentiu.
O valor da pensão passa a variar, de ano para ano. A imprevisibilidade para as pessoas e famílias, para os idosos, fica assim institucionalizada. Vão passar a depender da evolução da economia e de indicadores demográficos, consoante a evolução dos salários, do emprego, da relação entre ativos e reformados, entre outros indicadores. Ou seja: fica tudo em dúvida.
A nova tabela salarial única  na função pública a apresentar durante este ano, "com vista à sua aplicação em 2015" significa que é esta a medida com que o Governo conta tornar permanente os cortes inicialmente anunciados como temporários nos salários dos funcionários públicos. 

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Governo e Troika 2015 - fora do memorando - acordam mais cortes salariais na função pública

O que se vai sabendo dos acordos feitos nas costas do Parlamento - A Comissão Europeia defende que, com a alteração das metas, a consolidação orçamental de Portugal vai estender-se para 2015, antevendo-se "mais cortes na fatura salarial" da função pública.
Na sua avaliação à sétima revisão regular do Programa de Assistência Económica e Financeira de Portugal, hoje divulgada, a CE refere que, "com a revisão dos objetivos para a trajetória do défice, parte do necessário esforço orçamental para alcançar uma posição orçamental equilibrada foi adiada para 2015".
"Para 2015, o pacote adotado pelo Governo a 02 de maio, que corresponde a uns adicionais 0,3% do PIB [Produto Interno Bruto] em medidas para esse ano, antecipa mais reduções na fatura salarial do setor público e mais cortes na despesa dos ministérios e dos programas", considera a Comissão.
O Governo acordou com a ‘troika’ que a contribuição de sustentabilidade sobre as pensões não seja uma medida obrigatória, deixando-a de fora da lista dos ‘structural benchmarks’, cujo não cumprimento poderia significar um chumbo das instituições internacionais.
No memorando de entendimento entre o Estado português e a ‘troika’, é explicitado que o que o ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, chamou a Taxa Social Única sobre os pensionistas será aplicada apenas “se estritamente necessário” e como terceira medida no âmbito da reforma do sistema de pensões (cortes). O acordo diz que esta medida “pode ser substituída por outras medidas de valor e qualidade equivalentes”.
O Governo compromete-se com a ‘troika’ a ter abertura para substituir medidas, das várias apresentadas, para garantir o cumprimento das metas orçamentais este ano, após ouvir os parceiros sociais e partidos, desde que estas tenham também medidas de equivalente valor e qualidade. Algo que segundo o executivo teve acordo da missão técnica. Este processo tem de estar concluído a tempo para que todas as mudanças legislativas estejam prontas a tempo de implementar o processo de revisão da despesa até 15 de julho próximo.
Bruxelas considera que o Governo não cumpriu o prazo de até junho fechar a contratação das empresas que vão fazer a recuperação dos créditos do ex-BPN, mas prevê que tal aconteça até "meados de 2013".
O Governo quer fazer os cortes na despesa através de leis gerais para que estas possam também ser avaliadas pelo Tribunal Constitucional preventivamente e assim dar mais tempo ao Executivo para reagir em caso de 'chumbo'.
Nos documentos da sétima avaliação do Programa de Assistência Económica e Financeira hoje divulgados pela Comissão Europeia, o Governo compromete-se a tomar várias medidas para reduzir os riscos de um eventual chumbo do Tribunal Constitucional sobre as medidas de corte estrutural na despesa. Entre estas está a utilização de leis gerais, fora do Orçamento do Estado, para que estas permaneçam em vigor findo o ano respetivo de cada orçamento, mas também para que estas possam ser avaliadas preventivamente pelo Tribunal Constitucional.
A Comissão Europeia estima que a dívida caia a partir de 2015, ficando abaixo dos 100% no início da próxima década, se for cumprido o limite do défice estrutural (0,5%) em 2017, apresentando estimativas melhores que o FMI.

O Governo adiou a privatização ou concessão da RTP, remetendo o processo para a operação de reestruturação da empresa em curso, informa o memorando de entendimento assinado pelas autoridades portuguesas e pela 'troika' após a sétima revisão ao programa.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

GOVERNO CORTA AINDA MAIS NA FUNÇÃO PÚBLICA

TRABALHAR MAIS E RECEBER MENOS, NO SALÁRIO E NA PENSÃO - é a nova fórmula proposta. O governo pediu ao FMI para dizer e o FMI disse, de modo a pensar que é uma inevitabilidade e, coitados, Passos Coelho e Portas nada teriam a ver com isso. Os "Catroga" batem palmas, o pequenino diz que se trata de um assalto fiscal, mas que o governo é corajoso. O PR vai certamente dizer que está preocupado e cada família, cada português, cada reformado, VAI SENDO ESPOLIADO, TODOS OS DIAS!

quinta-feira, 8 de março de 2012

GOVERNO DECIDE ESTE MÊS REDUÇÃO DE MAIS FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS

A SOLUÇÃO É SEMPRE A MESMA: FECHAR OU DESPEDIR - "Deve ser elaborado sectorialmente, por cada ministério, um plano estratégico de redução de trabalhadores, detalhando informação sobre os respectivos serviços e organismos integrados na administração directa e indirecta do Estado, bem como os órgãos consultivos e outras estruturas administrativas". MAIS DO MESMO!

Ministros decidem este mês redução de funcionários públicos  - Denise Fernandes

Todos os ministérios terão de apresentar a Vítor Gaspar, até final do mês, um plano de redução de trabalhadores. Todos os ministérios - à excepção da área do Ensino Superior - terão de apresentar, até final do mês, ao ministro das Finanças, Vítor Gaspar, um plano estratégico de redução de trabalhadores da administração pública. A medida foi aprovada ontem em Conselho de Ministros e tem como objectivo o cumprimento da meta acordada com a ‘troika' de reduzir em termos globais 2% dos funcionários públicos por ano até final de 2013.
"Deve ser elaborado sectorialmente, por cada ministério, um plano estratégico de redução de trabalhadores, detalhando informação sobre os respectivos serviços e organismos integrados na administração directa e indirecta do Estado, bem como os órgãos consultivos e outras estruturas administrativas", lê-se na resolução aprovada ontem e a que o Diário Económico teve acesso.
A medida já estava prevista do Documento de Estratégia Orçamental, apresentado pelo Governo em Agosto, que referia que seriam atribuídos "limites máximos por ministério para o número de efectivos e objectivos para a redução das despesas com pessoal". Quanto a sectores específicos do Estado, o documento de Agosto avançava que na área da Defesa a diminuição de pessoal militar teria de atingir 10% até 2014.
O diploma aprovado ontem reforça que devem ser respeitados os "objectivos sectoriais referentes a militares das forças armadas e trabalhadores de instituições de ensino superior públicas", sem dar mais pormenores sobre as metas de redução por ministério. Mas, segundo apurou o Diário Económico, o Ensino Superior não terá de reduzir funcionários. Basta que não aumente os seus recursos humanos durante o programa de ajustamento financeiro.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

CDS CONVIDA FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS A DESPEDIREM-SE - NEM MAIS!

CDS aconselha funcionários públicos insatisfeitos a rescindir - Mariana Adam  
João Almeida afirmou hoje que os funcionários públicos que não concordam com maior mobilidade dos trabalhadores do Estado podem negociar a rescisão de contrato.
"Se as pessoas [funcionários públicos] não estiverem disponíveis têm sempre como alternativa a hipótese de negociarem a sua situação contratual", afirmou hoje o deputado democrata-cristão à TSF comentando a proposta do Governo para agilizar a mobilidade na função pública, de forma a transferir trabalhadores de serviços onde há excesso de pessoal para outros com falta de recursos humanos.
João Almeida acrescentou que esta mobilidade é normal no sector privado e noutros países. "São regras normais" pelo que a alternativa para as pessoas indisponíveis para mudar é "negociar a sua situação contratual", afirmou.
O deputado defendeu ainda que o Estado não pode "pedir aos seus contribuintes para pagarem impostos para terem funcionários públicos que não são precisos e que não estão a prestar o seu serviço".

PS CONTRA MOBILIDADE A QUALQUER PREÇO - JÁ HÁ REGRAS - NÃO INVENTEM

Económico com Lusa  
"O PS condenou hoje a "mobilidade a qualquer preço" na Função Pública, considerando que é isso que parece decorrer de "um documento genérico" enviado pelo Governo aos sindicatos.
"Se o Governo pretende a mobilidade dos trabalhadores da função pública sem qualquer restrição, nós naturalmente não acompanhamos", disse o deputado socialista Miguel Laranjeiro, em declarações aos jornalistas na Assembleia da República.
O deputado destacou que já existe "legislação que permite a mobilidade, a mobilidade negociada com trabalhadores e os sindicatos", insistindo em que os funcionários públicos têm "família, casa, compromissos", sendo necessário "ouvir as pessoas" e "respeitar a sua dignidade".
Laranjeiro acrescentou que há também "uma especificidade na função pública que deve ser atendida": "O Estado tem responsabilidades em todo o território nacional, tem de garantir determinados serviços e não podemos assistir ao encerramento puro e simples dos serviços".
Por outro lado, disse ainda, o primeiro-ministro, quando anunciou o corte dos subsídios de Natal e férias para os funcionários públicos argumentou que estes trabalhadores têm "outro tipo de garantias" e uma "relação laboral" diferente que quem trabalha no sector privado não tem.
Para Laranjeiro, se o Governo vem agora "rasgar esse compromisso", acabando com essas garantias, revela uma "falta de lealdade" em relação aos funcionários do Estado.
O deputado do PS lembrou ainda que existem hoje "incentivos" para que os funcionários mudem de local de trabalho "por opção própria", para mudarem dos distritos do litoral para os do interior.
"A informação que temos é que o Governo se prepara para acabar com esses incentivos. Se isso for verdade, é negativo. As pessoas devem ser incentivadas a mudarem-se para o interior, o Governo virou costas ao interior", afirmou.
O Governo quer criar um regime de mobilidade geográfica que permita a transferência de funcionários públicos, sem o seu acordo, para concelhos fora da sua área de residência.
De acordo com o documento enviado na terça-feira pelo Ministério das Finanças aos Sindicatos da Função Pública, a que a Lusa teve acesso, o Executivo pretende "criar uma figura que permita oferecer algum estímulo à mobilidade geográfica dos trabalhadores" com o objectivo de "redistribuir recursos humanos entre um serviço com excesso de recursos e outro com escassez".
Na proposta, a negociar na sexta-feira com os sindicatos, o secretário de Estado da Administração Pública, Hélder Rosalino, refere a existência de unidades orgânicas de serviços públicos com défice de pessoal, enquanto outras "congéneres dentro do mesmo serviço têm excesso de dotação face às necessidades actuais, não sendo possível redistribuí-los sem o acordo do trabalhador", porque se tratam de locais em concelhos diferentes."