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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Quadratura - António Lobo Xavier: Discussão do Governo sobre o défice engana muitos portugueses

Não estamos num bom ambiente, de um país equilibrado e preocupado com o seu futuro, para esta discussão. ninguém que quer ser duro numa negociação diz nos jornais que quer ser duro. 
Também lhe faz impressão que se colabore na diabolização do FMI, que é o elo onde não se deve bater, sendo a entidade menos ortodoxa a assumir erros.
A discussão sobre se o défice deve ser 4 ou 4,5 ou 5 é surrealista, enganando muitos portugueses. 
Só se deve dizer que se quer mais défice apresentando uma solução para evitar o crescimento da dívida. 

sexta-feira, 12 de julho de 2013

António Lobo Xavier - "PR veio institucionalizar o caos"


Não encontra virtudes nenhumas na proposta do PR. Veio institucionalizar o caos, alargando o período de crise sem uma solução concreta. As condições parecem impossíveis de satisfazer, nomeadamente a partir das questões do PS.
É uma solução com que ninguém contava e uma coisa a que poderíamos chamar eleições antecipadas a prazo e um governo semi-presidencial. 
Percebe que o PR desconfie dos líderes partidários da maioria e que esteja magoado pela forma como foi tratado, mas julgava que íamos ser poupados a mais estados de alma. Dar a cada um dos 3 partidos o que não queriam é uma solução que, ou será falsa, ou é impossível, o que conduz a uma solução pior que eleições. Não sabe como se fará o milagre de fazer com que os partidos aceitem o que não querem, unir estas vontades tão antagónicas.A solução proposta pelo governo seria o que devia ter sido feito há mais tempo. 
Eleições é melhor que esta solução; tem que haver uma solução definitiva esta semana.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Lobo Xavier - Conselho de Estado - pessoas sem categoria para lá estar!

António Lobo Xavier: Há um erro gigantesco de casting no CE. Existe um conjunto de pessoas que não têm categoria para lá estar. Existe um conflito de interesse óbvio em pertencer a um orgão consultivo do PR, se essa pessoa está todos os dias a pronunciar-se aos gritos sobre todos os assuntos de Estado. 

Tem que haver um mínimo de reserva e protecção. Boa parte das pessoas que estavam no CE tem uma agenda mediática ou pessoal, ou política e ideológica; umas antecipam o CE, outras dizem o que lá se devia discutir, outras o que era importante que lá se discutisse, outras contam o que lá se passou. O espectáculo do CE, com estas pessoas, é bastante abaixo do espectáculo da AR.

Os conselheiros podem não concordar com a agenda mas não é para isso que lá estão, sendo surrealista que comecem a dizer cá fora que não gostam do tema sobre o qual o PR os quer ouvir.
O comunicado não é nada, não traduz nada; se cada um fala do que quer, sobre a agenda que o PR tinha o comunicado disse nada.

O PR quis dar um sinal de que a estabilidade política é tão decisiva para o país até à (saída) da troika, que não quereria reunir proximamente, a não ser que aconteçam factos extraordinários, com outros motivos relacionados com a demissão do governo e a dissolução da AR. Há um défice de debate sobre as regras europeias que se aplicarão depois

sábado, 11 de maio de 2013

António Lobo Xavier - o insólito de 2 discursos: PM e PPortas


Há que reconhecer que isto é insólito. O que não acontece (numa coligação) é haver uma declaração do PM com uma carga pesada de medidas e vir o outro líder da coligação dizer "isto, por cima do meu cadáver, não".
O PM sabe que Portas pensava aquilo e foi expresso de certeza no CM, sentindo até, do PSD, uma concordância e preferência mais pelo discurso de Portas. O PM sabia que isto iria ser contrariado em público e não se percebe porque anunciou as medidas. Há neste momento 2 linhas muito definidas no governo: uma razoavelmente maioritária, a do realismo, mas que não tem peso político para ter outro porta-voz que não Portas [por oposição à linha de Gaspar].
As medidas encerram em grande parte um risco inconstitucional, de efeito recessivo rápido e de injustiça social, que o governo não pode correr. Os objectivos orçamentais são inatingíveis e prefere que alguém diga isto (Portas).
O que Portas disse sobre as medidas faz sentido: que o governo não pode correr o risco de um 3º pacote de medidas inconstitucionais e que algumas medidas correm o risco de ser profundamente recessivas sem nenhuma vantagem e em nome de objectivos orçamentais que não vão ser atingíveis. Se não há outra forma de dizê-lo, que seja esta (publicamente, por Portas).

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Lobo Xavier - PM exagerou, em matéria de grau, na sua declaração sobre o TC


Não atribui às declarações externas maior significado do que a continuação de uma tendência triste e abusiva (como já foi feito em relação à Grécia ou a Itália). 
Acha que  PM exagerou, em matéria de grau, na sua declaração sobre o TC; poderá não gostar dos fundamentos da decisão mas as palavras foram agressivas demais. Sobre a decisão, considera que o modo como o TC encarou a proporcionalidade e a igualdade é no mínimo discutível.
Considera natural que o governo se dirigisse a Belém a dizer o que pensava da decisão do TC e também considera elementar a nota do PR, verificando que o governo tinha condições de continuar em funções.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Lobo Xavier - Hoje a remodelação faria mais sentido


"... a situação de recessão e desemprego é tal, que já nem o PM e o MF têm capacidade de se regozijarem, e isso é um sinal de crise.

Hoje, a remodelação faria mais sentido, em face desta situação; não vê como será possível um governo de salvação nacional (o PS dá ideia que quer fugir disto o mais que possa)nem um governo presidencial; se fosse PM, não veria saída sem mudança, sem pessoas diferentes a executar políticas e a negociar a segunda fase do ajustamento.

O governo tem um novo programa, havendo sinais de querer fazer de outra maneira, não sabendo é se há condições políticas e internacionais para o fazer; há, no governo, um susto sobre os números e o impacto social e o MF está de acordo. Defende que, mesmo sabendo que podia ou ia correr mal, havia necessidade de fazer um jogo até se recuperar a credibilidade internacional, para depois negociar.

Quando o PR decidiu relativamente ao governo Sócrates, estava certo, como o demonstra a maioria que sai das eleições; o que havia a fazer era um entendimento com o PS, que foi muito mal cultivado e mal gerido pelo governo"

sexta-feira, 1 de junho de 2012

LOBO XAVIER (CDS) - NÃO SE PERCEBE O PORQUÊ DE RELVAS NÃO TER DITO A VERDADE

Síntese - ACUSA RELVAS DE TER MENTIDO - Não se consegue perceber porque razão Relvas não disse a verdade toda e porque desvalorizou esses factos. Questiona a razão do jornalista Nuno Simas estar na Lusa, depois de ter demonstrado intimidade com Ongoing e Silva Carvalho.
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Lobo Xavier: "Não vê como (Relvas) se pode ficar mais forte depois destas historias.
Problema é mais vasto que um ministro especifico, notando que oposição que esbraceja a pequenos detalhes do discurso politico, esteja bastante serena, em serviços mínimos, sobre esta questão: existirem serviços informação completamente permeáveis à corrupção, trafico de influencias, utilização abusiva e venda de segredos de Estado, ficando espantado por não haver sobressalto cívico.
Gostaria que PM sossegasse portugueses sobre futuro do funcionamento dos serviços e apenas viu ideias vagas; espera que PM esteja seguro a dar esta caução (a Relvas) porque esta a empenhar parte importante do capital de crédito do governo, num momento difícil para o pais.
Não se consegue perceber porque razão Relvas não disse a verdade toda e porque desvalorizou esses factos. Questiona a razão do jornalista Nuno Simas estar na Lusa, depois de ter demonstrado intimidade com Ongoing e Silva Carvalho."

sexta-feira, 29 de julho de 2011

LOBO XAVIER E PACHECO PEREIRA DENUNCIAM NOMEAÇÕES POLÍTICAS DO GOVERNO NA CGD

Lobo Xavier e Pacheco Pereira, dois dos nomes mais mediáticos da coligação de direita, no seu papel de comentadores, denunciam o seu próprio Governo, pelo  partidarismo nas nomeações e aumento do número de administradores da CGD.

O "POTE", na linguagem do 1º Ministro, tem agora mais 4 clientes e, por isso, aqueles comentadores referem que o Governo faltou à palavra. Nomeou e partidarizou.

Segundo aqueles dois militantes do PSD e do CDS, três dos nomeados são do PSD, um dos quais com um escritório de advogados cliente da CGD, e um do CDS, sem esquecer que o actual Presidente, Faria de Oliveira, é um ex-Secretário de Estado de Cavaco Silva.

Assim sendo, tendo os próprios dito tudo cabe à oposição ouvir e fazer fé no que dizem os apoiantes do Governo