Incómodo indisfarçável. Foi a emoção mais visível dos deputados do PSD
do CDS ontem no
Parlamento. (...) sem pré-aviso à coligação, Anabela Rodrigues arrasou o trabalho do
seu antecessor, Miguel Macedo. "Não foi feito oportunamente trabalho sobre este assunto" e
assegurou não ter encontrado
no ministério da Administração Interna, quando ali entrou em
Novembro, uma proposta deixada
pelo antecessor a que se “pudesse
agarrar”.Não fará a prometida reorganização na PSP e GNR prometida pelo próprio PM.
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quinta-feira, 14 de maio de 2015
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
"Caiu a ponte" e Miguel Macedo saiu, com elevação
O gesto de Miguel Macedo lembra-me uma expressão forte que conheci bem no passado, há mais de 12 anos, "a culpa não pode morrer solteira".
Embora, como afirmou, nada tenha a ver com o caso dos "Vistos Gold", percebeu que a dimensão do problema era telúrica e que os envolvidos fragilizavam o ministério e o ministro.
Teve a coragem e discernimento político que só tocam os que têm dimensão de Estado. E isso é coisa rara nos nossos dias. O Governo perdeu um dos dois ministros que ainda tinham credibilidade pública.
Compreendo, pois, que Miguel Macedo tenha dito: "O ministro da Administração Interna tem de ter sempre uma forte autoridade para o exercício pleno das suas responsabilidades. Essa autoridade ficou diminuída, pelo que tomei a decisão de apresentar ao primeiro-ministro a minha demissão, que foi hoje aceite".
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