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sábado, 14 de março de 2015

PS - VN Gaia - investir, recuperar e modernizar a economia

As jornadas parlamentares recomeçaram com um novo painel, coordenado por  Pedro Nuno,  sobre o tema "Investir, recuperar e modernizar a economia. Oportunidades no quadro comunitário de apoio. 
Os convidados são António Barros (vice-presidenta da CIP), Elisa Ferreira (Eurodeputada), José Manuel Fernandes ( Fresip) e Paulo Vaz (setor têxtil e vestuário).







PS - J. Parlamentares - Encerramento

António Costa encerra hoje as jornadas parlamentares do PS. Durante a manhã o tema comum às intervenções e ao debate é: Investir: recuperar, modernizar a Economia. Oportunidades no quadro europeu. Do painel, coordenado por Pedro Nuno Santos, farão parte António Barros, Elisa Ferreira, José Manuel Fernandes e Paulo Vaz.

Ontem, na abertura, presidida por Ferro Rodrigues, falaram Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da câmara de Gaia e José Luís Carneiro, presidente da federação do PS Porto. No painel da tarde, moderado por Sónia Fertuzinhos, participaram Fernanda Rodrigues, Padre Lino Maia, Palmira Macedo e Augusto Santos Silva.

 Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da CM de VN Gaia
 José Luís Carneiro, presidente da Federação do PS Porto
 Ferro Rodrigues, Presidente do GP PS
 Augusto Santos Silva, Fernanda Rodrigues, Sónia Fertuzinhos, Padre Lino Maia, Palmira Macedo
Luísa Salgueiro, Hortense Martins, José Junqueiro

sexta-feira, 13 de março de 2015

Hoje, em Gaia - 1º dia das jornadas parlamentares do PS - programa

Este é o programa para hoje. O dia terá início com visitas institucionais. À tarde os debates decorrem sob o tema "Valorizar as pessoas: reforçar a coesão social e investir no futuro". À noite, após o jantar, António Costa fará a sua primeira intervenção.






quarta-feira, 26 de março de 2014

(video) TVI - José Junqueiro - Líder Parlamentar do PSD desmente 1º MInistro



O vice-presidente da bancada do PS José Junqueiro exigiu hoje ao Governo e ao PSD que "joguem limpo" e esclareçam quem fala verdade sobre a preparação de mais cortes
nos salários e pensões.
"Os factos estão aí, o líder parlamentar diz que não há cortes, o Governo diz que há cortes, diz até qual o montante previsível desses cortes, o comentador oficial do Governo na televisão, o doutor Marques Mendes, já tinha referido esses cortes alguns dias atrás. Jogo limpo tem de ser feito, mas é dentro do próprio Governo e do próprio PSD", afirmou José Junqueiro, em declarações aos jornalistas no Parlamento.
Reagindo às declarações do líder parlamentar do PSD, Luís Montenegro, que pediu a todos  os agentes políticos, em concreto ao PS, para "jogar limpo" no debate partidário, assinalando que "não é verdade que venham aí mais cortes de salários e pensões", o vice-presidente da bancada socialista devolveu o repto, desafiando os sociais-democratas e o executivo de maioria PSD/CDS-PP a esclarecerem "quem está a falar a verdade".
Pois, referiu, tanto o primeiro-ministro como a ministra das Finanças já disseram que vão fazer um ajustamento que variará entre 1.500 e 2 mil milhões de euros e que "até abril esses cortes vão ser feitos".
"Portanto, o que nós queremos é saber quem está a falar verdade, na justa medida em que o líder parlamentar do PSD vem dizer que esses cortes não vão acontecer, que não haverá cortes nos salários, nas pensões, nos rendimentos das pessoas e até pede
que se faça jogo limpo"
, sublinhou.
"Alguém está a faltar a verdade e o que nós queremos saber com clareza é quem é que fala verdade, é o líder parlamentar do PSD ou é o primeiro-ministro? Há cortes ou não há cortes?", questionou José Junqueiro, falando na existência de uma "divergência insanável" entre o Pedro Passos Coelho e Luís Montenegro.


terça-feira, 25 de março de 2014

PSD - Jornadas - Teodora Cardoso propõe novo imposto sobre a poupança

Luís Montenegro e Passos concordam com Teodora Cardoso?  
A presidente do Conselho de Finanças Públicas nas jornadas do PSD, defendeu um novo imposto. Seria aplicado  o levantamento das contas poupança! 
Isto vai ao ponto de, na vida, um cidadão, remediado, com sacrifício, que conseguir colocar de lado alguns euros em poupança, para qualquer eventualidade, uma doença, por exemplo, quando esta surgir terá de pagar imposto sobre o seu próprio esforço. 
Seria, ironizando, uma espécie de nova taxa moderadora, um castigo. O curioso é não ter proposto que os dirigentes do novo Banco do Fomento que ganham até 13500 euros, durante catorze meses, ficassem subordinados aos vencimentos dos quadros da administração e que nenhum deles pudesse ganhar mais do que o primeiro-ministro. 




quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

PS - Jornadas - Painel com Silva Lopes e Elvira Fortunato

José Junqueiro moderou o painel em que intervieram Silva Lopes e Elvira Fortunato, um economista que foi várias vezes ministro e uma cientista premiada internacionalmente e autora e co-autora de 57 patentes, algumas das quais com a Samsung ou LG, entre outras.Ninguém foi indiferente às análises e ao debate. As intervenções de João Galamba, Eduardo Cabrita, Elza Pais e Maria de Belém foram fundamentais ao contraditório.
Silva Lopes, mais pessimista, traçou um quadro em que, tal como o PS, considera o crescimento como saída, condena os cortes atípicos com base em multiplicadores inadequados e critica as decisões por ignorarem as consequências recessivas. Propôs o financiamento seletivo, sobretudo às PMEs autoras de bens transacionáveis. 
Corrigiu a afirmação de que o IRC só servia os ricos, porque, como lhe foi lembrado, essa era a proposta inicial do governo que o PS modificou, em sentido contrário, exatamente para as dirigir às PMEs e bens transacionáveis.
Elvira Fortunato referiu a primeira década deste século como aquela em que mais se investiu na investigação e ciência, na qualificação dos recursos humanos e do maior número de doutorados de sempre. Foi, como referiu, um período de "progressos notáveis". Referiu entre nós áreas de competitividade global, nomeadamente a alimentar, agricultura e pescas, materiais, ambiente e tecnologia de informação. ´
Criticou os cortes da Fundação para a Ciência e Tecnologia, não explicados. Fez um apelo ao investimento na qualificação de recursos humanos e no combate ao desemprego científico referindo que só 2% dos doutorados são integrados nas empresas. Finalmente, referiu como importante combater a burocracia criada pelo Governo e regressar à redação original do PS sobre o "Código dos Contratos Públicos" por excecionar as universidades, entidades que, como se sabe, não têm dívidas, nem criam défice. 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

José Junqueiro modera painel com Silva Lopes e Elvira Fortunato

Às 10h inicia-se o debate moderado por José Junqueiro. Os convidados são Silva Lopes, economista e Elvira Fortunato, cientista. A mesa será formada por Alberto Martins, presidente do GP PS, Maria de Belém, presidente do PS, e António Braga, vice-presidente da bancada parlamentar e relator. Hoje as os trabalhos serão encerrados pelo Secretário-Geral do PS, António José Seguro

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

José Junqueiro - Declaração Política sobre as Jornadas Parlamentares




Síntese - o PS já admitiu apresentar uma moção de censura nesta sessão legislativa se o Governo promovesse alterações à Taxa Social Única (TSU)... e advertiu que o PS recorrerá a todos os "mecanismos constitucionais" se o Governo "atacar" o Estado social e acusou o executivo de revelar "claustrofobia democrática" na organização das suas iniciativas sobre reforma do Estado...Uma frase que foi interpretada por deputados de todas as bancadas da oposição como uma referência indireta a moção de censura ao Governo, mas que José Junqueiro não confirmou à agência Lusa, preferindo deixar em aberto o seu alcance.

COMISSÃO MARQUES MENDES
"Também nos cortes do Estado social, o Governo tem de assumir as suas responsabilidades e não poderá contar com o PS para qualquer encenação de um "Auto da Farsa" sobre uma eventual comissão Marques Mendes", disse, numa alusão ao facto de ter sido sempre este ex-líder do PSD, na TVI24, quem deu novidades sobre a criação desta comissão.

CLAUSTROFOBIA DEMOCRÁTICA NO GOVERNO
José Junqueiro colocou também em contraponto a forma como decorreram as Jornadas Parlamentares do PS em Viseu e a conferência para a reforma do Estado promovida por meios governamentais.
Na iniciativa do Governo, segundo Junqueiro, "convidou-se os jornalistas, mas na condição de não fazerem jornalismo"."Assistir sim, mas notícias não. Só depois do lápis azul. Será que [o eurodeputado social-democrata] Paulo Rangel já saberá disto, desta claustrofobia democrática?", questionou José Junqueiro, usando a ironia.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

VISEU - JORNADAS PARLAMENTARES - 14 e 15 de Janeiro

PROPOSTA VISEU, por José Junqueiro, como cidade anfitriã, as jornadas do grupo parlamentar do PS terão por tema "Defesa do Estado Social Moderno e Solidário". A decisão foi assumida hoje na reunião do grupo parlamentar.
Os trabalhos incluirão visitas de deputados a realidades concretas da educação, segurança social e saúde, bem como debates temáticos entre os deputados socialistas e personalidades publicamente reconhecidas.
Os trabalhos serão abertos pelo líder parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, encerrados pelo secretário geral do PS, António José Seguro.
A iniciativa surge num momento em que a maioria PSD e CDS anunciam um corte de 4 mil milhões de euros no "Estado Social" depois de uma reunião clandestina, em Setembro último, com a "Troika". Nenhum partido da oposição, nem a AR tiveram conhecimento destas razões. Talvez se compreenda melhor, agora, a afirmação do Presidente da República que denuncia a espiral recessiva em que o governo lançou o país, bem como o aviso de que a " situação social é insustentável".

domingo, 28 de outubro de 2012

O MEMORANDO E O "LAPSUS LINGUAE" DE PASSOS COELHO

REFUNDIÇÃO E NÃO REFUNDAÇÃO DO MEMORANDO, porque refundar, neste caso, é tornar mais fundo. Isso as pessoas não querem, pensam logo em mais impostos. Ora, refundir é derreter, voltar a moldar, fazer de novo, transformar. Isso as pessoas querem fazer, derreter o memorando.
Uns podem dizer que se trata de confessar a necessidade de renegociar. Outros, mais diplomaticamente, como Jorge Sampaio, dirão que será a necessidade de reescalonar.
Como o discurso estava cheio de carros em segunda mão, até por isso, talvez tivesse sido refundição que Passos Coelho gostaria de ter dito, se soubesse. De qualquer forma, fica aqui o meu pitoresco contributo para descodificar A IDEIA DE FALHANÇO DO GOVERNO.

terça-feira, 17 de abril de 2012

PS - REINÍCIO DAS JORNADAS - VIEIRA DA SILVA E BASÍLIO HORTA

PROGRAMA DA MANHÃ - 3º PAINEL“Inovação e Internacionalização da Economia - Oradores:Vieira da Silva - Basilio Horta –Moderadora: Euridice Pereira -4º PAINEL“Coesão Social e Territorial” - Oradores: Aires Ferreira – Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo - Berta Nunes – Presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé - Moderador: Luis Pita Ameixa - Encerramento - Mota Andrade – Presidente da Federação Distrital de Bragança - Carlos Zorrinho - ANTÓNIO JOSÉ SEGURO

segunda-feira, 16 de abril de 2012

- BRAGANÇA - Está a decorrer a abertura das Jornadas Parlamentares do PS


Maria de Belém, Mota Andrade, Carlos Zorrinho

Alberto Martins, Edite Estrela, Francisco Assis
Mota Andrade, Presidente da Federação Distrital dá as boas-vindas, como anfitrião e enuncia as obras que retiraram do interior o isolamento a que sempre esteve votado. Enalteceu, por isso as obras dos governos socialistas, nomeadamente o corredor rodoviário IP2.
Maria de Belém, a Presidente do Partido, saudou os deputados e enfatizou o facto deste ser um momento que envolve todos os socialistas  num processo de recuperação
Carlos Zorrinho, Presidente do Grupo Parlamentar, diz que nada há a esperar da palavra deste governo. Lembra que foi a aliança na oposição entre o PSD/CDS e a esquerda radical PCP/BE que forçaram a entrada da Troika ao chumbarem o PEC IV, Pacto de Estabilidade e Crescimento, que tinha sido aprovado pela Comissão Europeia, Chefes de Estado e de Governo e Banco Central Europeu. Este acordo previa uma actuação intensa do FEEF e do BCE que atuando nos mercados financeiros, como agora está a fazer, sobretudo com Espanha e Portugal,

João Proença, Sónia Fertuzinhos, Helena André








domingo, 15 de abril de 2012

BRAGANÇA - JORNADAS PARLAMENTARES - PROGRAMA - 15,16,17

JORNADAS PARLAMENTARES
“Crescimento Económico e Emprego”
16 e 17 de Abril – Hotel S. Lázaro - Bragança

DOMINGO – 15/04
20H00 – Receção aos participantes e jantar do GPPS – Restaurante “O Geadas” (R. do Loreto – Bragança)
SEGUNDA-FEIRA – 16/04

09H00 – Sessão de Abertura
Mota Andrade – Presidente da Federação Distrital de Bragança
Maria de Belém Roseira – Presidente do Partido Socialista
Carlos Zorrinho – Presidente do Grupo Parlamentar do PS

09h30 – 1º Painel – “Os Desafios de Portugal no Contexto Global”
Oradores:
Francisco Assis – Deputado GPPS
Alberto Martins – Deputado GPPS
Moderadora:
Edite Estrela – Presidente da Delegação Portuguesa do PS no Parlamento Europeu
11h00 – Cofee Break
11h15 – 2º Painel – “Emprego, Formação e Qualificação”
Oradores:
João Proença – Secretário Geral da UGT
Helena André - Deputada GPPS
Moderador:
Sónia Fertuzinhos – Vice-Presidente do GPPS

12h45 – Almoço – Restaurante do Hotel S. Lázaro

14h30 – Visitas de cortesia e Visitas Parlamentares

20h00 – Jantar – Quinta das Covas na Aldeia de Gimonde (4km de Bragança)

TERÇA-FEIRA – 17/04
09H30 – 3º Painel – “Inovação e Internacionalização da Economia”
Oradores:
Vieira da Silva – Deputado GPPS
Basilio Horta – Vice-Presidente do GPPS
Moderadora:
Euridice Pereira - – Deputada GPPS
11h00 – Cofee Break
11h15 – 4º Painel – “Coesão Social e Territorial”
Oradores:
Aires Ferreira – Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo
Berta Nunes – Presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé
Moderador:
Luis Pita Ameixa – Deputado do GPPS

12h45 – Sessão de Encerramento
Mota Andrade – Presidente da Federação Distrital de Bragança
Carlos Zorrinho – Presidente do Grupo Parlamentar do PS
António José Seguro – Secretário Geral do PS

terça-feira, 13 de setembro de 2011

PSD - Enriquecimento Ilícito nas Jornadas Parlamentares

O PSD fez jornadas parlamentares, no dia seguinte ao Congresso PS.

Miguel Relvas disse mais do mesmo, Luis Montenegro deu razão a AJSeguro confessando, finalmente, que não era oportuna a Revisão Constitucional.

Ficaram na proposta do enriquecimento ilícito. Muito bem. Pergunta-se: isso evita acções bolsistas"dedicadas", especialmente lucrativas para os amigos? E BPN? e SLN? Se sim, está bem!