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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Miguel Relvas, um olímpico da língua portuguesa - Camões que se cuide!


Ele há sempre uma maneira de fazer um miminho. Vejamos a notícia: 

"Miguel Relvas vai ser Alto Comissário da Casa Olímpica da Língua Portuguesa no Brasil, cargo para o qual foi escolhido pelo “conhecimento da realidade dos países de língua portuguesa”. 

Não é anedota ... é pior ... é verdade!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Almeida Henriques e Relvas exonerados...PM não resistiu à pressão

Miguel relvas demitiu-se a 4 de Abril, o PM aceitou, mas a 5 assinava ainda um despacho de fortíssima delegação de competências à sua chefe de gabinete. Extraordinário.

Almeida Henriques demitiu-se a prestações. O PM aceitou, mas com a garantia de ficar até Maio. Demissionário anunciou novas iniciativas, mas a pressão pública obrigou à sua exoneração imediata. Contra sua vontade regressa mais cedo a Viseu.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

A Combinata - Há dois dias o PM garantia a coesão do governo, mesmo com a saída de Relvas já decidida!

Foi durante a moção de censura. O PM, Passos Coelho, sorrindo, admoestava a oposição dizendo que, contrariamente à dita, era no governo que se registava um inequívoco grau de coesão
Dois dias depois o país acordava para mais um pesadelo governamental e um alívio de decência: Miguel Relvas resignava, soletrando linhas de um discurso patético. 
Aparentemente, o ministro Nuno Crato, na sua versão, nunca deu cavaco a Relvas. Apenas comunicou ao PM. E este terá comunicado a Relvas, porque, segundo o próprio, há semanas que tudo estava combinado entre ambos. 
E há semanas que Nuno Crato retia e geria politicamente a decisão. O 3ª pedido do relatório da inspeção, feito pelo PS, precipitou tudo. O governo desmascarava-se a si mesmo!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

GOVERNO "substitui-se" ao Ministério Público e "Esconde" Inspeções

Miguel Relvas continua a avançar na transparência, decapitando-a. Extinguiu a Inspeção Geral das Autarquias, fundiu-a nas Finanças, mas esconde relatórios (resume-os a 30 linhas) que, até há poucos meses, eram públicos e substitui-se ao Ministério Público no juízo das ilegalidades. A transparência é a melhor aliada do poder local. Miguel Relvas está a destruí-lo. Talvez, mais cedo do que tarde, o Presidente da República seja obrigado a intervir.








segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Miguel Relvas, em momento de desabafo: dorme mal!

Miguel Relvas " assume que nem a filha sabe o que é o programa "Impulso Jovem" (nota peça TVI); admite que desemprego lhe tira o sono;" apresentou linhas gerais para a política de juventude do governo; à chegada foi recebido com protestos e vaias de jovens [gritos de "gatuno" e "governo para a rua"] (em todas asTVs)Relvas voltou a dizer que o governo não tem um plano B e que será com as medidas adoptadas pelo executivo que o país tem de vencer (peça Sic). Por isso, Marcelo, à noite, lá voltou a dizer que Relvas não existe!

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

GOVERNO ACHA MESQUINHO DISCUTIR 79 CARGOS POLÍTICOS

SECRETÁRIA DE VEREADOR comparada a presidente da uma Entidade Intermunicipal. A senhora (considerada cargo político) pode ganhar 700€ e o presidente da Entidade 4400€. Portanto, extinguir um e criar outro não tem importância nenhuma, é a mesma coisa. É por isso que Paulo Júlio, secretário de estado de Miguel Relvas, diz ser mesquinho as pessoas criticarem os 79 novos cargos políticos que poderão custar anualmente 4,4 milhões de euros. É como quem diz, se a gente manda tantos para o desemprego, por que motivo não podemos arranjar empregos especiais, novos cargos políticos especiais, para a clientela? POIS CLARO, SOMOS UNS MESQUINHOS!

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Miguel Relvas e a MAIORIA aprovam HOJE 79 novos cargos políticos

EM 12/12/12 neste dia mítico, Miguel Relvas e a maioria na AR aprovam 79 novos cargos políticos nas Entidades Intermunicipais, mesmo ao arrepio da vontade da ANMP. Serão mais 4,4 milhões todos os anos, em salários que podem atingir os 4500 € mensais e nunca menos de 3500 €. O povo  esmifrado e desempregado "saúda-te, oh governo!!!

sábado, 27 de outubro de 2012

GOVERNO PRISIONEIRO DE TURBULÊNCIA PERMANENTE


Síntese – Em causa a notícia de equivalência a disciplinas que não existiam, segundo algum imprensa- "Quem está no governo está sempre disponível para sair no dia seguinte - "A minha vida é uma vida aberta, transparente, clara: tudo aquilo que fiz na minha vida privada, pessoal, profissional e na minha vida pública - e essa é aquela que deve e tem de ser escrutinada, é um bom princípio que nós temos em democracia".
O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, afirmou este sábado, questionado sobre a sua disponibilidade para deixar o executivo, que "quem está no Governo está sempre disponível, por princípio, para sair no dia seguinte
Miguel Relvas fez esta afirmação aos jornalistas na Assembleia da República, à margem das jornadas parlamentares do PSD e do CDS-PP, quando prestava declarações sobre o caso da sua licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais pela Universidade Lusófona que, segundo o semanário Expresso, poderá ser anulada.
O ministro manifestou-se de "consciência tranquila" neste caso, por ter sempre agido "de acordo com a lei e de boa-fé" e, questionado sobre a sua disponibilidade para deixar o executivo, respondeu: "Quem está no Governo está sempre disponível, por princípio, para sair no dia seguinte".
Miguel Relvas defendeu que, "independentemente daquilo que são muitas vezes as notícias", tem dado "sempre o exemplo" ao longo da sua vida.
"A minha vida é uma vida aberta, transparente, clara: Tudo aquilo que fiz na minha vida privada, pessoal, profissional e na minha vida pública - e essa é aquela que deve e tem de ser escrutinada , é um bom princípio que nós temos em democracia, e aí, quem desempenha cargos públicos, tem de estar sempre disponível para poder responder sobre todas as dúvidas que existem", acrescentou.
Quanto a este caso, considerou que cabe à Universidade Lusófona prestar esclarecimentos sobre as alegadas irregularidades na atribuição de graus académicos detetadas por uma auditoria da Inspeção-Geral da Educação: "Devem pedir esses esclarecimentos à universidade".
A este propósito, referiu que, pelo que leu na imprensa, a Universidade Lusófona "recebeu uma mera advertência", pela qual tem de responder, e assinalou que "a advertência é a referência mais baixa que pode ser feita".
O ministro afirmou que "é sempre importante que a verdade seja apurada", que "ninguém está acima da lei" e reiterou que agiu de acordo com as regras legais e cumpriu tudo o que lhe pediram.
"Não tenho receio de nada, quero que tudo seja apurado, porque, como disse, fiz de acordo com a lei, de consciência tranquila, de boa-fé. Era assim que estava, é assim que estou e é assim que continuarei a estar", concluiu.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A "ANEDOTA" DO DIA - MIGUEL RELVAS E ANTÓNIO BORGES

CRÓNICA DOS BONS MALANDROS - será que poderíamos chamar assim a esta próxima conversa entre Miguel Relvas e António Borges? Diz o jornal que os dois vão discutir o futuro da RTP. Depois do que é público e todos sabemos só pode ser anedota. Eu diria que vão é discutir o futuro deles. Seja lá o que for, em matéria de privatizações, concessões, reorganizações, vendas e nomeações, SÃO AMBOS CATEDRÁTICOS!

sábado, 16 de junho de 2012

Sond - RELVAS DEVIA DEIXAR O GOVERNO

Os portugueses não poupam Miguel Relvas. Depois de se saber das pressões sobre uma jornalista do Público e da sua relação com o antigo espião Jorge Silva Carvalho, entendem que o ministro devia deixar o Governo.A remodelação é defendida por quase metade dos inquiridos contra apenas um quarto que entendem que Passos deve manter Relvas no seu Executivo.Aos inquiridos também foi questionado se Passos Coelho deveria manter a liderança dos serviços secretos, ou mudá-la, à luz das polémicas e casos conhecidos. Neste ponto, uma maioria de mais de dois terços defende que o primeiro-ministro afaste, nomeadamente, Júlio Pereira, o atual secretário-geral dos Serviços de Informações da República Portuguesa (SIRP).Além disto, o portugueses defendem ainda que Cavaco Silva tome uma posição pública sobre o caso dos serviços secretos Ler mais: http://expresso.sapo.pt/relvas-devia-deixar-o-governo=f733249#ixzz1xwXfU5T8
Síntese - Estudo da Eurosondagem para o Expresso e SIC revela que portugueses não poupam atuação do ministro-adjunto no caso das secretas. A remodelação é defendida por quase metade dos inquiridos contra apenas um quarto que entendem que Passos deve manter Relvas no seu Executivo. Além disto, o portugueses defendem ainda que Cavaco Silva tome uma posição pública sobre o caso dos serviços secretos

sábado, 2 de junho de 2012

EXPRESSO - AS 9 BRECHAS DE MOGUEL RELVAS E A FRAGILIDADE DO 1º MINISTRO

O EXPRESSO REVELA AS 9 BRECHAS DE MIGUEL RELVAS - Conta a toda a história, mais antiga, afinal, do que pensávamos.

No fundo e no fim, o que diziam as mais altas figuras do PSD ou CDS confirma-se. Pacheco Pereira .

Portanto, terá razão ao dizer que RELVAS mentiu por 3 formas: a mentira propriamente dita, a omissão e a sugestão de falsidaes.

O 1º MInistro acompanhou-o ao dar cobertura em matéria de omissões e falsidades.

O GOVERNO E O ESTADO DE DIREITO estão totalmente fragilizados.

O QUE FARÁ O PRESIDENTE?

quinta-feira, 31 de maio de 2012

TRIANGULO - PSD, SECRETAS, NEGÓCIOS - NOS TÍTULOS DOS JORNAIS E REVISTAS

Síntese - "Miguel Relvas, assume ter omitido na Assembleia da República almoço de negócios com ex-espião", enquanto empresário (e era Secretário Geral do PSD). Tudo se passa entre 2010 e 2011. Os SMS também datam desta altura.
A atual secretária de estado dos Assuntos Parlamentares, enquanto deputada, integrava o Conselho de Fiscalização.
Era considerada pelo  ex-espião  "persona non grata" e terá pedido a Relvas para a substituir.
O atual ministro diz não ser íntimo de Silva Carvalho, mas, a julgar pelos SMS, o espião era julgava-se íntimo de Relvas.
Portanto, parece normal a existência tão intensa de SMS, com pedidos tão delicados, entre desconhecidos? E, se não era íntimo,  não foi denunciado na hora, PORQUÊ?

TÍTULOS - "O caso das secretas volta hoje à ordem do dia nas primeiras páginas dos jornais portugueses.
O Público diz que o ministro-adjunto dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, assume ter omitido na AR almoço de negócios com ex-espião e o Diário de Notícias revela que a Ongoing pediu relatórios de empresas dos ex-patrões do primeiro-ministro Passos Coelho e de Relvas.
No Correio da manhã fica a saber-se que o ex-patrão de Relvas diz que reuniões não deram negócios com ex-espião, contrariando a Visão que Sá conta dos negócios secretos de Relvas e Silva Carvalho.
Já o jornal i se limita a referir que Passos Coelho continua a defender Miguel Relvas." Visão - "Os negócios Secretros de Relvas e Silva Carvalho"

sábado, 19 de maio de 2012

Jornal "Público": MIGUEL RELVAS ACUSADO DE AMEAÇAR JORNALISTA

Síntese - PARA SE COMPREENDER, não esquecer Belmiro de Azevedo, o DONO!  - Miguel Relvas é o nº2 do Governo de Pedro Passos Coelho. É acusado pelo Conselho de Redação do jornal "Público" de ter ameaçado a jornalista Maria José Oliveira, de quem "divulgaria, na Internet, dados da vida privada", caso  uma notícia sobre o caso das "secretas". O Conselho de Redação acusa a direção do jornal de ter falhado "ao não repudiar imediata e publicamente a inaceitável atitude de pressão daquele que é considerado o número 2 do Governo da República. CLAUSTROFOBIA DEMOCRÁTICA?

Mário Cruz/Lusa

Ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares é acusado pelo Conselho de Redação do jornal "Público" de ter ameaçado a jornalista Maria José Oliveira, de quem "divulgaria, na Internet, dados da vida privada", caso uma notícia fosse publicada.Mariana Cabral (www.expresso.pt) O Conselho de Redação do "Público" acusa o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, de ter ameaçado o jornal - e a jornalista Maria José Oliveira - a não publicar uma notícia sobre o caso das "secretas".

Depois da audição de Relvas na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, na terça-feira, Maria José Oliveira questionou o ministro sobre uma série de "incongruências" sobre o seu depoimento. O número 2 do Governo terá contatado a editora de política do "Público" telefonicamente e, de acordo com o comunicado do Conselho de Redação, "terá dito que, se o jornal publicasse a notícia, enviaria uma queixa à ERC, promoveria um black out de todos os ministros em relação ao 'Público' e divulgaria, na Internet, dados da vida privada da jornalista."

Conselho de Redação acusa direção de ter falhado

A direção do jornal foi informada da situação, mas, até à data, não tomou qualquer posição - e não publicou a notícia em questão. A editora de política diz que a decisão da não publicação já teria sido tomada antes das alegadas ameaças de Miguel Relvas. A diretora Bárbara Reis, citada pelo comunicado, esclarece que o assunto tem de ser tratado com calma e não "a quente".
O Conselho de Redação acusa a direção do jornal de ter falhado "ao não repudiar imediata e publicamente a inaceitável atitude de pressão daquele que é considerado o número 2 do Governo da República. O 'Público' não pode nunca aceitar, calado, tal tipo de pressões e é lamentável que o tenha feito."Os elementos do Conselho de Redação - Bruno Prata, Clara Viana, João D'Espiney, João Ramos de Almeida, Luís Francisco, Luís Miguel Queirós, Ricardo Garcia e Rita Siza - dizem que irão "estudar o caso com o advogado do jornal e com o Sindicato dos Jornalistas para definir acções futuras junto das entidades competentes

quarta-feira, 16 de maio de 2012

OS SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO E O GOVERNO - "FUMEI MAS NÃO INALEI"

Poderemos acreditar que o responsável das secretas mandou "press clippings" de notícias "normais" a vários membros do governo. Sabemos e não compreendemos as circunstancias em que saiu do cargo, nem por que motivo quereria voltar a ele.
O que não se compreende é o "grau de confiança" que permite a um ex-responsável enviar aos atuais responsáveis do governo "sugestões" para nomes e lugares.
Talvez por isso, ironicamente o deputado Filipe Neto Brandão tenha comparado o  "recebi, mas não interagi" de Relvas ao "fumei, mas não inalei" de Clinton, quando interrogado se na sua juventude tinha experimentado estupefacientes.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

OS JORNAIS INTERESSAM-SE POR MIGUEL RELVAS E OS ESPIÕES DA REPÚBLICA

O caso das secretas volta hoje a ganhar destaque nas primeiras páginas dos jornais portugueses, principalmente depois de na quarta-feira ter provocado a demissão de mais dois espiões.
Sobre o assunto, o Jornal de Notícias diz que o “Escândalo das secretas afasta mais dois espiões”, enquanto o Diário de Notícias assegura que uma “Fuga de informações obriga a demissão do diretor adjunto das secretas”.
Avançando outros contornos do caso, o Correio da Manhã assinala que o “Superespião (Jorge Silva Carvalho) ganha 40 mil euros por mês”, pagos pela Ongoing, e o Público refere que este elemento enviou ao ministro Miguel Relvas um plano de reforma das secretas.
Entre os outros assuntos do dia, o Jornal de Notícias avisa que “Até a Igreja já despede funcionários”, enquanto o i diz que o presidente da Comissão Nacional de Proteção de Dados defende o testamento vital possível aos 16 anos.

domingo, 11 de março de 2012

MIGUEL RELVAS E O SEU PORTUGUÊS TÉCNICO: "ADAPTAÇÃO" NÃO É ISENÇÃO DE CORTES SALARIAIS!

NÃO HÁ CORTES DE VENCIMENTOS na TAP e CGD

Segue-se o mesmo critério para a ANA aeropotos e Nave (controladores aéreos).

MIGUEL RELVAS diz que não de trata de NENHUMA EXCEÇÃO, mas SIM ADAPTAÇÃO.

Portanto os nossos vencimentos, subsídios de férias e Natal não foram cortados, mas não os recebemos ...FORAM APENAS ADAPTADOS!


"As manutenções de salários permitidas pelo Governo para os trabalhadores da TAP e da Caixa Geral de Depósitos não são excepções mas sim adaptações, considerou hoje o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.
«Não há excepções, há adaptações», afirmou o também ministro adjunto do primeiro-ministro, argumentando que, a TAP e a Caixa Geral de Depósitos (CGD) são empresas «em concorrência [por isso] a adaptação para a poupança é diferente das outras [empresas públicas]».
Para o ministro, «é muito importante salvaguardar a diferença entre adaptação e excepção nesta matéria» em que, assegura, «o Estado recuperará o mesmo, mas a adaptação permite uma forma diferente de arrecadação».
O corte nestas duas empresas «é feito em salários variáveis, em salários extraordinários e em prémios», concretizou Miguel Relvas, sublinhando que «a poupança vai ser feita com total transparência e clareza» e que «também aí serão cortados os 13.º e 14.º mês, como em todas as outras empresas públicas».
O Governo aceitou manter os salários dos trabalhadores da TAP, mas a companhia aérea comprometeu-se a poupar mais de 73 milhões de euros, segundo dados divulgados na quinta-feira pelo Ministério das Finanças.
A CGD foi também autorizada a manter os salários dos colaboradores este ano, desde que cumpram os objectivos de redução de custos com pessoal equivalentes a esses cortes, ainda que se mantenha a suspensão dos subsídios de férias e Natal.
Hoje, o Diário de Notícias afirma que «depois da TAP e da CGD mais duas empresas em vias de escapar a cortes», citando as fontes oficiais da ANA – Aeroportos de Portugal e da NAV (controladores aéreos), e afirmando que o processo de isenções da obrigatoriedade de redução de salários está bem encaminhado.
Miguel Relvas falava aos jornalistas na Nazaré, onde esta manhã participou numa Assembleia dos Trabalhadores Social-democratas."
Lusa / SOL

sábado, 3 de dezembro de 2011

DISCURSO DE MIGUEL RELVAS CONTESTADO PELOS AUTARCAS

EM APUROS - MIGUEL RELVAS - Foi contestado no encerramento no XIII Congresso da ANAFRE. A maioria dos congressistas e convidados abandonaram a sala. Depois, imaginemos o diálogo - O Sr. Ministro gosta das freguesias? Gosto! Mas vai acabar com elas? Vou. E  se os autarcas não quiserem? Acabo na mesma. Então vai contra os autarcas? Não. Estou com eles. PERCEBERAM?

"O ministro Miguel Relvas assegurou hoje que o Governo prosseguirá a reforma da Administração Local, reduzindo o número de freguesias, num discurso marcado pela forte contestação por parte dos delegados ao Congresso Nacional das Freguesias, que terminou em Portimão.
Miguel Relvas assegurou que o Governo não quer acabar com as freguesias. Várias vezes interrompido por vaias e palavras de ordem de contestação, o ministro da Presidência afirmou que a reforma proposta pelo Governo no Documento Verde "será feita com os autarcas e não contra os autarcas" e que a redução de freguesias não significará o fim da tradição municipalista.
"Vamos ser claros. Esta reforma da Administração Local é uma exigência geracional e o Governo está determinado na sua concretização", disse. Enfatizou que a reforma "também decorre do memorando de entendimento assinado pelo anterior Governo, num momento particularmente difícil, provocado pelo fato de não termos sido capazes de mudar no momento certo".
O início do discurso de Miguel Relvas ficou assinalado pelo abandono da sala do Pavilhão Arena por parte de cerca de metade dos delegados e observadores ao Congresso, como sinal de protesto contra a reforma da Administração Local, que mereceu forte contestação por parte do Congresso, que decorreu sexta-feira e hoje.
Apesar da contestação da maioria dos que ficaram na sala, o ministro revelou que o Governo está inflexível no compromisso de reduzir as 4.259 freguesias portuguesas, "para dar escala e valor adicional às novas entidades que resultarão do processo de aglomeração", sustentando que elas verão reforçadas a sua atuação e competência.
"Que fique bem claro. O Governo não está a acabar com as freguesias. Pelo contrário, o Governo conta com as freguesias e conta com todos os presidentes de junta de freguesia", disse.
Garantiu a propósito que "nenhum cidadão português deixará de ter o seu presidente de junta de freguesia" nem os serviços públicos de proximidade, porque "não há memória de nenhum autarca ter terminado com serviços públicos úteis às suas comunidades".
"Esta reforma respeita o direito ao nome, aos símbolos, à História e à cultura das autarquias agregadas", disse. Para defender a redução do número de freguesias, argumentou que "há quase 1600 juntas recebem transferências do Estado inferiores a 25 mil euros e que gastam 10 mil só em senhas de presença do seu executivo".
Miguel Relvas sublinhou que a reforma em curso "não é uma decisão economicista", mas sim uma medida "para gerir o território de forma mais racional em complementaridade com os municípios".
Nas conclusões dos trabalhos deste Congresso, votadas ao final da manhã de hoje, antes do discurso de Relvas, foi rejeitada "claramente" a Reforma da Administração Local proposta pelo Governo, porque "não preconiza um modelo adequado à realidade social portuguesa", não garantindo ganhos de eficácia e não respeita a vontade das populações.
O XIII Congresso Nacional de Freguesias, que decorreu sexta-feira e hoje em Portimão, contou com 1.300 delegados e 500 observadores e foi marcado pela análise crítica da reforma do Poder Local autárquico, constante do Documento Verde, proposto pelo Governo."



segunda-feira, 28 de novembro de 2011

JJUNQUEIRO RESPONDE A MRELVAS - Autarquias: Troika não quer “dizimar freguesias como pretende o governo”


MIGUEL RELVAS - JOSÉ JUNQUEIRO

O deputado do PS José Junqueiro disse hoje que “em nenhum sítio do memorando” que Portugal assinou com a troika está escrito que “o país tem de dizimar freguesias, como pretende o governo”.
O acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Central Europeu (BCE) e a União Europeia (UE), “refere que há necessidade de reforma nas autarquias”, mas não explicita em que “termos deve ser feita”, sublinhou, em declarações à Agência Lusa, o deputado socialista.
José Junqueiro comentava assim as afirmações do ministro Miguel Relvas no sábado em Braga, lembrando que o memorando da troika, que prevê a agregação de freguesias, foi assinado pelo maior partido da oposição.
“Às vezes, é preciso refrescar a memória. Ainda não houve a missa de sétimo dia [do Governo PS] e parece que agora não tem nada a ver com o assunto”, disse o ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, considerando que para os socialistas a agregação de freguesias só deverá ser feita com o acordo destas. "Se for assim, não acaba nenhuma", salientou o ministro.
“O memorando com a troika não prevê a dizimação de freguesias”, mas preconiza-a o Livro Verde da Reforma da Administração Local, que “é da exclusiva responsabilidade do governo” e "foi elaborado sem ouvir o PS", frisou José Junqueiro.
Salientando que “racionalizar é diferente de dizimar”, José Junqueiro considerou que “não há sequer nenhuma razão economicista que justifique a dizimação de freguesias”, pretendida pelo governo.
Mas o Livro Verde “esquece as pessoas”, opta por uma divisão administrativa “a régua e esquadro”, pondo “em causa o equilíbrio e a coesão territorial”, criticou o deputado, que integra a comissão parlamentar do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Poder Local.
Para o deputado socialista, aquele documento “recua em relação aos concelhos” e “vira-se para as freguesias, porque elas são o elo mais fraco”.
O PS “rejeita os critérios do Livro Verde”, assegurou José Junqueiro, defendendo que a “reforma não pode ser feita segundo critérios matemáticos” e sem ouvir as autarquias envolvidas no processo.
“O governo já percebeu que a sua proposta tem o desacordo das próprias autarquias do PSD”, que muitos autarcas social-democratas também “estão a reagir violentamente” e por isso vem agora dizer que “o PS não leu o memorando com a troika”, concluiu José Junqueiro.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

RELVAS ALARGA A UNIÃO EUROPEIA - TAMBÉM AQUI HÁ REFORMA DO TERRITÓRIO

Publicado por Miguel Abrantes em 27.10.11 9 comentários
Miguel Relvas ao explicar as medidas do governo como o "milagre social democrata", a quem todos deveremos ficar eternamento gratos pela sabedoria de quem nos governa.

"Mas deixe-me dizer-lhe que muitos países da União Europeia - cito a Holanda, a Noruega, a Inglaterra - vários países da União Europeia só têm 12 vencimentos."

Miguel Relvas, na TVI, “esquecendo-se” de referir que nesses países os rendimentos anuais não foram amputados de um parte (e, como leitores sublinham na caixa de comentários, "esquecendo-se" também que a Noruega não faz parte da UE)

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

GOVERNO COM MEDO DA VERDADE- IMPEDE MIGUEL RELVAS DE IR AO PARLAMENTO

(Lusa)
A maioria parlamentar chumbou hoje a proposta do PS para ouvir o ministro Miguel Relvas para esclarecer o pedido de informações, "a título reservado e confidencial", que o governante terá feito sobre a renegociação das concessões rodoviárias.

O deputado socialista Basílio Horta lamentou o chumbo ao requerimento, referindo que a posição da maioria “denota falta de transparência" e afirmou tratar-se "uma cabala política", lamentando "muito" que Relvas não vá ao Parlamento dar explicações.

“Tentou esconder-se da Comissão [da Economia e Obras Publicas] uma intenção política. Isto é a prova daquilo que não se queria provar".

Segundo Basílio Horta, “é demasiado líquida" a relação com as noticias que saíram, apontando que a maioria “tem medo" de que Relvas seja confrontado com esta situação no Parlamento.