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quinta-feira, 21 de maio de 2015

CP Nacional PS aprova na generalidade proposta de programa

A discussão sobre a proposta de programa do PS foi-se prolongando noite dentro. Porque apresentado ao fim da manhã, o texto não poderia ter sido lido globalmente, mas setorialmente foi diferente. E, por isso, as sugestões, dúvidas, esclarecimentos ou propostas sucederam-se. 
Debate aberto, um primeira impressão mobilizadora e daí a aprovação na generalidade ter sido unânime. Foram muitas as propostas destacadas. 
Responsabilidade e transparência nas obras públicas serão garantidas por uma maioria de 2/3 na AR e esta atitude obriga a um compromisso comum. A este propósito o Expresso publica um texto do jornalista Bernardo Ferrão que destaco:
(...) É neste quadro que a proposta de António Costa assume particular relevância. O líder do PS quer que as grandes obras públicas sejam aprovadas no Parlamento por uma maioria de 2/3. Desta forma, Costa não só põe as obras públicas na agenda, assumindo politicamente que, de facto, são essenciais para o desenvolvimento do país, como, ao mesmo tempo, propõe um verdadeiro pacto de regime. Ou seja, as grandes obras, os grandes investimentos, só devem avançar com o ok do Bloco Central. E alinhadas com o ciclo do financiamento europeu.
E a maioria está disponível? A bola está agora do lado do PSD/CDS. Sendo certo que ao avançar com esta medida, que o ajuda a afastar-se das acusações de irresponsabilidade, e ao assumir que não há projectos para novas obras na próxima legislatura, Costa destrunfa a maioria. E mais importante lança um importante sinal para o entendimento. Um primeiro entendimento (...)





sexta-feira, 15 de maio de 2015

Sond (Sic/Exp) - PS lidera (38,1%) e tem +4,5% do que PSD/CDS (33,6%)

António Costa consolida-se como o preferido com +15% positivos e o PS tem +4,5% do que a coligação de direita que desce, tal como o PDR e o Livre. CDU e BE sobem.
A AR tem nota positiva ao contrário do PM (-7,9%) e PR (-6,5%) que estão a negativos.

(Leitura do Observador) 
"Depois de PSD e CDS terem anunciado formalmente a coligação para as eleições legislativas, uma sondagem realizada pela Eurosondagem para a SIC e o Expresso mostra o PS a crescer nas intenções de voto para os 38,1% e os atuais partidos da maioria a caírem um ponto percentual face ao mês anterior, ficando nos 33,6%. Coligação e PS aparecem agora, segundo a Eurosondagem, separados por 4,5%. Ou seja, não há maiorias absolutas à vista.
É uma recuperação de 0,6 pontos percentuais dos socialistas face ao anterior inquérito feito em abril pela mesma empresa, que punha o partido de António Costa com 37,5% das intenções de voto. Trata-se também da primeira sondagem feita depois de, a 21 de abril, os economistas do PS terem apresentado ao país o seu plano macroeconómico.
Em sentido oposto, a recém-anunciada coligação PSD/CDS aparece com menos 1,1 pontos percentuais face ao último barómetro da Eurosondagem. No início de abril, PSD e CDS reuniram 34,7% dos votos, feito o somatório das intenções de voto atribuídas a cada um dos dois partidos. Nesta altura, contudo, os votos dos dois partidos eram contabilizados em separado, sendo que esta é a primeira vez que a Eurosondagem mede o real pulso à coligação.
A CDU (PCP+Verdes) surge com uma recuperação de 0,1% face a abril, fixando-se nos 10,3% dos votos. O BE é, a seguir ao PS, o que mais cresce desde o mês passado, ficando nos 4,8% (mais 0,5 pontos percentuais do que em abril), e o PDR, de Marinho e Pinto, surge com 2,5% (mais 0,3 pontos do que no mês passado). O Livre cai nas sondagens, aparecendo agora com apenas 1,8% das intenções de voto."