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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

SEGURO RESPONDE AO "TEMPO DE ANTENA" DO 1º MINISTRO, "OFERECIDO" POR JOSÉ GOMES FERREIRA

ANTÓNIO SEGURO em ALMADA, destaques:

PS não se absteve pelo conteúdo do OE mas pelo interesse nacional; taxa liberatória foi aprovada mas o PS apresentou outra proposta; Seguro insiste que o Governo não recuou o suficiente nos subsídios, acusa o Governo de insensibilidade absoluta; demonstrei ao Governo que era possível manter a taxa do IVA na restauração;

Na entrevista à SIC, PM admitiu que o seu OE pode não ser suficiente para cumprir o défice, fez uma revelação em 5 pontos:

1º PM não acredita no OE;
2º Revela desresponsabilização pela execução do OE;
3º reconheceu que há margem no OE;
Perante a dificuldade apresenta um OE de austeridade e se falhar apresenta mais austeridade e mais austeridade, como na Grécia;
5º Dá razão ao PS, fui o primeiro e único líder politico a propor à Troika mais um ano para consolidação orçamental.

 
A proposta política da direita ultraliberal é obedecer aos mercados; tenho afirmado outra estratégia que põe as pessoas em 1º lugar. Solução para a crise não passa só por uma resposta nacional, mas por uma resposta europeia; o que hoje se assiste é o contrário do projecto generoso dos países da Europa; defendo um papel mais activo do BCE e a emissão de eurobonds; há muita gente em Portugal que confunde oposição com estar sempre contra, não foi isso que prometi; continuaremos a ser muito firmes no caminho que temos pela frente (RTPi e TVI 24 até ao final)

quinta-feira, 7 de abril de 2011

O 1º MINISTRO RESISTIU ATÉ AO LIMITE PARA EVITAR A AJUDA EXTERNA

Portugal é obrigado a pedir ajuda externa depois do chumbo do PEC na Assembleia da República, por uma coligação negativa liderada pelo PSD
Tal como se resumiu da entrvista do 1º Minisitro à RTP1:
Portugal e os portugueses ficaram fragilizados e vulneráveis aos ataques dos sistemas financeiros internacionais
Os "ratings" do país, banca e empresas baixaram todos vários níveis
Os juros subiram para níveis perigosos e insuportáveis
O PSD tentará decapitar as "resistências" nacionais privatizando a Caixa Geral de Depósitos
As opiniões do sector não se fizeram esperar:

DE ELECTRÓNICO
MIGUEL BELEZA considera que a oficialização do pedido de ajuda externa por Teixeira dos Santos "É uma notícia bem-vinda. Lamento que se tenha discutido o pedido de uma forma emocional.
Foi uma atitude patriótica do MFAP e do GOVERNO, porque é indispensável quebrar este ciclo vicioso da descida de rating a Portugal e às empresas e da subida dos juros da dívida". "Infelizmente, os portugueses já tinham razões para estarem preocupados com a situação portuguesa.
Com a ajuda externa, eles não devem estar mais preocupados", defendeu Beleza, considerando que "a ajuda pode ser uma oportunidade para melhorar a economia nacional".
Miguel Beleza salientou ainda que "era saudável que o pedido de ajuda tenha o apoio do maior partido da oposição", assim como dos restantes partidos

Na RTP 1
FERNANDO ULRICH, Presidente do BPI saúda a atitude de coragem do Primeiro Ministro e louva a decisão do Governo, dizendo que a decisão era inevitável depois de ter sido aberta a crise política com o chumbo do PEC

TOMÁS CORREIA, Presidente do Montepio, saúda a atitude Governo e do Primeiro Ministro e diz que a decisão era inevitável depois do chumbo do PEC na Assembleia da República

quarta-feira, 6 de abril de 2011

O PRIMEIRO MINISTRO NA ENTREVISTA À RTP DEIXOU CLARO QUE:

Portugal foi o único país na Europa onde o PEC foi chumbado
As Oposições lideradas pelo PSD não apresentaram alternativa
As Oposições, por calculismo mesquinho, continuam a não apresentar alternativas
José Sócrates foi o ÚNICO político a apelar e lutar pelo entendimento e concertação

Portugal e os portugueses ficaram fragilizados e vulneráveis aos ataques dos sistemas financeiros internacionais
Os "ratings" do país, banca e empresas baixaram todos vários níveis
Os juros subiram para níveis perigosos e insuportáveis
O PSD tentará decapitar as "resistências" nacionais privatizando a Caixa Geral de Depósitos

Passos Coelho disse em Portugal e aos portugueses que chumbou o PEC por exigir sacrifícios excessivos
Passos Coelho, internacionalmente, disse em entrevista ter votado contra por o PEC ser Fraco e ele querer aplicar um PEC Forte, portanto com mais sacrifícios para os portugueses
A direita quer o FMI e não explica aos portugueses o que isso significa: despedimentos, sacrifícios insuportáveis e convulsões sociais.

O Presidente da República não fez o que devia e podia para evitar a crise
O Presidente da República não acompanhou o Primeiro Ministro nos apelos ao diálogo e entendimento.

E é unânime que a coligação negativa, liderada pelo PSD, para acabar com a avaliação nas escolas é um oportunismo eleitoral irresponsável e constitui uma derrota para todo o sistema educativo e um ultraje para todos os professores que deram o seu melhor e em função disso tiveram as melhores classificações.

Mesmo na RTP N, no curioso painel de comentadores, criteriosamente escolhido, esse gesto irresponsável - o fim da avaliação -  foi criticado ....

E também ficou claro que, apesar dos comentários sem possibilidade de réplica, os comentadores " temem" que o PS ganhe as eleições e a Direita as perca.