Mostrar mensagens com a etiqueta Hospital de S. João. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hospital de S. João. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Audição do Conselho de Administração do Hospital de S. João

O PS exigiu e concretizou o que o PSD/CDS quiseram impedir: ouvir, na AR,  publicamente, o Conselho de Administração do Hospital de S. João. 

Estiveram presentes  o Prf.Dr. António Ferreira, drª Margarida Tavares, Enfer. Eurídice Portela e os vogais dr. João Oliveira e dr. Amaro Ferreira. Tivemos de usar o nosso direito potestativo, recurso que desautorizou a maioria.

Luísa Salgueiro, deputada socialista eleita pelo círculo do Porto, foi a porta-voz das preocupações do PS.

Concluiu-se que o problema estrutural, segundo o CA do H de S. João, esteve na mudança de Governo, porque a capacitação em curso ficou à espera. Existe, por isso, uma centralização administrativa (ex. concursos centralizados ...), uma ausência de conceito de autonomia e gestão e um incumprimento conjuntural que excedeu todas as expetativas.

O PS sublinhou que, tal como tem vindo a afirmar, o governo só reconhece a linguagem da força, limitando-se a reagir em vez de agir, em remediar em vez de prevenir. Os elogios circunstanciais da  Maioria ao H de S. João  são "lágrimas de crocodilo". Não evitaram, no entanto, a instabilidade funcional, puseram em causa a qualidade de atendimento e fazem agora, sob pressão, a reposição das capacidades instaladas que nunca deveriam ter sido interrompidas.
Finalmente, com a Maioria deprimida pelos factos, o PS reforçou a convicção de que a urgência de Valongo deve ter tratamento prioritário, não podendo ser encarada sem uma alternativa credível que passa pelo reforço intenso dos cuidados primários e uma gestão que os articule integradamente com os cuidados hospitalares e os continuados.

sábado, 21 de junho de 2014

(Video) Crise no Hospital São João e no SNS - posição do PS



Hoje muito se decidirá. Os órgãos dirigentes do Hospital de S. João vão avaliar as garantias dadas pelo governo. Está em cima da mesa a demissão concretizada de 66 dirigentes pela inexistência de condições mínimas de funcionamento e, portanto, está em causa a qualidade dos serviços a prestar aos utentes.
Por que motivo foi necessário chegar a este extremo para o governo ser obrigado a compreender que falhou, que o ministro consolida a imagem de alguém que está inadaptado a estas funções? Por que motivo?
O PS já requereu a presença da administração na AR. Se a maioria chumbar, o PS usará o seu direito potestativo e isso a maioria não pode impedir.