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sexta-feira, 21 de março de 2014

Mais pensamento único: Governo desvaloriza toda a gente

Desta vez foi o ministro dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, a reiterar que as 74 personalidades estrangeiras, tal como as portuguesas, não têm razão quanto ao outro caminho a seguir. Defendendo o rigor das contas públicas, estas personalidades demonstraram que há espaço para diluição da austeridade e do esforço das pessoas e das famílias, bem como libertação de capitais para financiamento da economia. 
O Governo não ouve ninguém. Insiste no pensamento único. Só as pessoas, em breve, podem "acordar" Passos Coelho e libertá-lo deste trauma remetendo-o para uma cura prolongada de oposição.

"O Governo desvalorizou ontem o apoio internacional de 74 economistas ao manifesto pela reestruturação da dívida pública nacional, enquanto o PS foi o único partido a não reagir publicamente à iniciativa. 
"A única questão que pode ter relevo é se alguma dessas entidades é credora. Se não forem credores internacionais, a opinião internacional para uma matéria como esta não parece que seja de muito relevo para o nosso país", declarou o ministro dos Assuntos Parlamentares, Luís Marques Guedes, no final da reunião do Conselho de Ministros".

quarta-feira, 12 de março de 2014

PR, uma mensagem em dois tempos: prefácio e manifesto

Passos Coelho e o seu governo estão cada vez mais isolados, sobre o presente e o futuro. O primeiro-ministro criticou asperamente o grande consenso na sociedade portuguesa, da esquerda à direita, sob a forma de "Manifesto", que rejeita a austeridade e o empobrecimento como o único caminho.

O PR terá tido uma intervenção em dois tempos. O tempo do "Prefácio" para dizer que o governo falhou e o futuro, assim, não existe, pelo menos nos próximos 20 anos. E o tempo do "Manifesto", para dizer que há outro caminho, distinto da opção do governo, documento que também é assinado, ou sobretudo é assinado, por assessores diretos do PR


Afinal, não é só o Secretário Geral do PS, António José Seguro, que rejeita o fatalismo da austeridade e do empobrecimento e que espera do governo e da Europa outra atitude.

Nota: Dois consultores do PR também assinaram o manifesto em defesa da reestruturação da dívida pública. Vítor Martins foi secretário de Estado dos Assuntos Europeus durante os 10 anos em que Cavaco Silva liderou o Governo e ocupa, atualmente, a assessoria para os Assuntos Económicos e Empresariais da Casa Civil. Armando Sevinate Pinto foi ministro da Agricultura no Governo de coligação PSD-CDS/PP liderado por Durão Barroso. Atualmente é consultor para os Assuntos Agrícolas e Mundo Rural.