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sábado, 25 de julho de 2015

(Exp) Jorge Sampaio recebe e dedica aos portugueses Prémio Nelson Mandela

Sampaio recebeu o Prémio Mandela: “Dedico esta aclamação ao meu país e aos meus concidadãos. Os portugueses são bravos”

Antigo Presidente da República foi distinguido pelo seu trabalho em prol da defesa da democracia e enquanto enviado especial da ONU na luta contra a tuberculose, entre 2006 e 2012

Jorge Sampaio recebeu esta sexta-feira o Prémio Nelson Mandela na sede da ONU, em Nova Iorque, no âmbito das comemorações do Dia Internacional Nelson Mandela, que se assinalou a 18 de julho.
“Não há palavras para expressar os meus sinceros agradecimentos por esta alta distinção. No entanto, sinto que este prémio não foi dado a mim enquanto homem, mas pelo trabalho que eu e tantos outros conquistámos juntos ao longo das nossas vidas”, declarou Jorge Sampaio.
O antigo Presidente da República foi distinguido pelo seu trabalho em prol da defesa da democracia enquanto enviado especial da ONU na luta contra a tuberculose, entre 2006 e 2012, e mais recentemente no seu envolvimento no programa que atribui bolsas a estudantes sírios.
“Este prémio só me é confiado”, disse Jorge Sampaio, apontando para os indivíduos que teve oportunidade de trabalhar, elogiando o seu “trabalho”, “dedicação” e “sentido de responsabilidade”.
Falando dos tempos de estudante, Sampaio recordou o “medo” e a “repressão” durante a ditadura, numa altura em que “Portugal estava isolado e banido das organizações europeias e de outros fóruns democráticos”, antes da revolução de 1974.
“Devo dedicar esta aclamação ao meu país, assim como aos meus concidadãos. Os portugueses são um povo bravo, generoso, resiliente. São tolerantes, de mente aberta e com espírito de cooperação”, acrescentou.
Sampaio defendeu ainda que a Humanidade enfrenta tempos “difíceis” e “negros” face ao crescente descrédito na política e na democracia em vários países desenvolvidos e a emergência de novas formas de autoritarismo e de fundamentalismo, que conduzem a ações terroristas, um caminho oposto aos ideais de justiça, liberdade e paz defendidos por Nelson Mandela.
Esta sexta-feira de tarde também a oftalmologista namibiana Helena Ndume foi agraciada com uma distinção por ter ajudado cerca de 30 mil pessoas a recuperar a visão no país.
O Prémio Nelson Mandela é atribuído de cinco em cinco anos a um homem e a uma mulher que se distinguiram nas suas áreas respeitando os ideias defendidos pelo ex-presidente sul-africano. (LILIANA COELHO)



sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Jorge Sampaio tem confiança no Congresso do PS

Jorge Sampaio deposita confiança no congresso do PS e confessou estar "muito apreensivo com o que se passa em Portugal". 

O ex-Presidente da República disse que Portugal precisa que o congresso do PS seja "ativo", "forte" e que compreenda "a exigência que essa apreensão determina em geral, sobretudo com o que se passa no país". 

"Que essa resposta seja a resposta que todos nós aguardamos para a vitalização da nossa democracia".

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Jorge Sampaio: eleições antecipadas não são um drama

Antena 1 - Jorge Sampaio considera que a realização de eleições antecipadas não deve ser vista como um drama, porque a consulta popular é uma das soluções em democracia. 

A grande questão está no momento em que o país deve ir a votos. A situação política e económica em Portugal está completamente bloqueada e as saídas são poucas. 

Ou há uma modificação no Governo, que é inviável neste momento, ou o Presidente da República toma uma atitude, que não é fácil para ele tomar.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

E O GOVERNO GOSTA - MERKEL FAZ DE PORTUGAL UM APEADEIRO

JORGE SAMPAIO LEMBROU HÁ POUCOS DIASna RTP informação, que "Merecemos mais do que 6h, não somos nenhuma estação de caminho de ferro...por que motivo não falamos forte na Europa, como a Espanha, Itália?"... e questionado sobre o que perguntaria a Merkel, respondeu: "DE QUE VALE SER BOM ALUNO?" FICOU TUDO DITO!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

JORGE SAMPAIO - O PR PODE TIRAR "CONSEQUÊNCIAS POLÍTICAS" EM RELAÇÃO AO GOVERNO

Síntese -JORGE SAMPAIO -  “Eu acho que HÁ UM MOMENTO PARA VER O QUE É QUE A RECEITA PRODUZ, que é o primeiro relatório sobre a execução orçamental de 2013. Nesse caso, com todo o respeito, o Presidente da República poderá tirar consequências que eu não sei quais são. Há um prato, há uma panóplia  de conclusões possíveis”...questiona a estratégia de diálogo com a “troika” e defende que o EXECUTIVO PORTUGUÊS DEVE FALAR COM "QUEM MANDA NO FMI"

A ideia é defendida por Jorge Sampaio. Antigo Presidente da República diz que “há política a menos e finanças a mais” no actual Governo. Sampaio reafirma que “há mais vida além do Orçamento”
O Presidente da República pode “tirar consequências” políticas em relação ao Governo já no início de 2013, no caso de a primeira execução orçamental não correr bem, defendeu Jorge Sampaio, esta quarta-feira, em entrevista à RTP.
“Eu acho que há um momento para ver o que é a receita [do Governo] produz, que é o primeiro relatório sobre a execução orçamental de 2013. Nesse caso, com todo o respeito, o Presidente da República poderá tirar consequências que eu não sei quais são. Há um prato, há uma panóplia  de conclusões possíveis”, afirmou o antigo chefe de Estado.
Para Jorge Sampaio, “há política a menos e finanças a mais” no actual Governo lider pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho.
O ex-Presidente da República questiona ainda a estratégia de diálogo com a “troika” e defende que o Executivo português deve falar “com quem manda no FMI, na União Europeia e no Banco Central Europeu”.
“É aí que alguns têm tentado mostrar que é preciso alguma maleabilidade, sem deixar de cumprir, e nós, aparentemente, não o fazemos. Não estou a censurar, não se percebe o que é que estão a, fazer nas negociações ao mais alto nível, e isso acho que é uma falha importante”, afirma Jorge Sampaio.

domingo, 14 de outubro de 2012

JORGE SAMPAIO NA SIC FALOU EM PORTUGUÊS NADA SUAVE

JORGE SAMPAIO, entrevistado por António José Teixeira, não poupou o governo e deixou claro que o Presidente da República vai ter de fazer alguma coisa. Em sua opinião novas eleições só em último caso, porque voltariam a dar maiorias relativas e não resolveriam. LEMBROU que a crise tem uma história. Não é só de agora, de há um ano para cá, que é internacional. As pessoas foram avisadas disso várias vezes. Os governos têm de ser de legislatura. O do PS durou ano e meio e este também tem ano e meio. Assim não vamos lá. Um governo de iniciativa presidencial só seria imaginável com partidos e com a AR. Este governo desvalorizou a concertação social, os parceiros e os partidos não são ouvidos em nada.  Só sabem das coisas umas horas antes ou depois de acontecerem. O governo tem de falar.As pessoas têm de se entender. O país exige. 

sábado, 7 de abril de 2012

JORGE SAMPAIO ALERTA NA RTP QUE O GOVERNO PODE CRIAR UMA CRISE EXTRA !

PARA ALÉM DA TROIKA E DA CONCERTAÇÃO SOCIAL - de facto, têm sido assim as decisões do governo. "LAPSO" no calendário de confisco dos subsídios de férias e Natal dos funcionários e reformados (passou de 2 para 4 anos); GOLPAÇA nas capacidades de reforma dos trabalhadores; CONFISSÃO de que não vai regressar aos mercados em 2013; NECESSIDADE ADMITIDA do 2º RESGATE, de que vai precisar de mais tempo e mais dinheiro CORTE EXTREMO nas prestações sociais; LIMPEZA nos descontos da educação, saúde .... e casa para o IRS; NOMEAÇÃO de "caloteiros" de empresas públicas para administradores das mesmas .... DESEMPREGO MÁXIMO sobretudo nos jovens, CONFIANÇA MÍNIMA dos consumidores ou ACUMULAÇÃO DE EMPREGOS dos Catrogas e até de um REFORMADO POR INVALIDEZ PERMANENTE (dos altos)... esta é apenas uma amostra do que NÃO VEM no memorando da Troika! Jorge Sampaio diz que o processo de decisão do GOVERNO TEM DESAFIADO TODO O CONSENSO! HÁ LIMITES! (JJ)

domingo, 30 de outubro de 2011

JORGE SAMPAIO - PORTUGAL não se pode dar ao luxo de ter uma DEPRESSÃO

O ex-presidente da República Jorge Sampaio alertou hoje que Portugal não se pode dar ao «luxo» de ter uma «depressão» e realçou a importância de «olhar para a criação de emprego» e de «encontrar renovados consensos políticos e sociais».
À margem da reunião de hoje do Conselho Geral da Fundação Cidade de Guimarães, órgão a que preside, Jorge Sampaio comentou a realidade de Portugal dizendo que se vão «atravessar momentos muito difíceis».
Para Sampaio é «preciso encontrar renovados consensos políticos e sociais» pois «se assim não for vamos ter uma desilusão».
O ex-presidente da República apontou ainda como sendo necessário «mais diálogo do ponto de vista político, mais presença e acção dos parceiros sociais porque as alternativas não surgem de um dia para o outro».
Jorge Sampaio disse ter «esperança» que Portugal «ultrapasse estes tempos difíceis» alertando que o país «não pode ter nenhuma depressão» pois «não se pode dar ao luxo disso embora», reconheceu, «as pessoas sofram e interrogam-se sobre o futuro».
Sobre o futuro, Sampaio realçou a «possibilidade de se olhar para a criação de emprego e de iniciativas que possam dar respostas às ansiedades dos jovens». - afirmou ainda não gostar «de os ver imigrar à procura de emprego».
Por fim, terminou dizendo que «não vale a pena pregar continuamente sobre as tristezas e a situação» em que Portugal está. «Vale a pena ver é como a podemos superar».