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domingo, 5 de fevereiro de 2012

O "MILAGRE GREGO" - CONDICIONA O "MILAGRE PORTUGUÊS" -

SEM DESCULPA - O 1º MINISTRO DIZIA que o PS era incompetente, QUE SÓ DEPENDÍAMOS DE NÓS, mas AGORA FALA AO CONTRÁRIO-  "as negociações entre o Governo grego e a 'troika' internacional ... entraram numa fase crítica. "A DISTANCIA QUE SEPARA AS NEGOCIAÇÕES DO BLOQUEIRO É MUITO CURTA", afirmou o ministro Evangelos Venizelos numa declaração à imprensa, depois de ter participado numa teleconferência com os ministros das Finanças do Eurogrupo.
Evangelos Venizelos disse que a teleconferência "foi difícil", adiantando que, "da parte dos parceiros europeus, há muita pressão e impaciência". O ministro grego vai reunir-se esta tarde com o primeiro-ministro, Lucas Papademos, e o diretor do Instituto Internacional de Finanças, Charles Dallara, representante da banca internacional que deve conceder à Grécia o perdão de 50 por cento da sua dívida.
Segundo o ministro das Finanças grego, já há acordo sobre a recapitalização dos bancos e as privatizações, não tendo sido ainda alcançado um consenso sobre a redução dos salários do setor privado e as medidas para reduzir a despesa pública.
O governo grego e os banqueiros negoceiam há já três semanas um acordo para um perdão de 100 mil milhões de euros da dívida do país e evitar que este entre em falência. O perdão de parte da dívida grega pelos credores privados está incluído num pacote que abrange a legitimação do segundo programa de resgate de 130 mil milhões de euros, aprovado na cimeira europeia de outubro e que volta a envolver a troika internacional que inclui Fundo Monetário Internacional (FMI), Comissão Europeia e Banco Central Europeu.
O governo grego necessita de fechar o acordo para receber o novo pacote de auxílio antes de 20 de março, quando terá de reembolsar 14,5 mil milhões de euros aos detentores da sua dívida pública

quinta-feira, 23 de junho de 2011

AGORA, PORTUGAL É DIFERENTE DA GRÉCIA, PARA MELHOR. SÓ AGORA?!

Passos Coelho faz a estreia em Bruxelas. Foi em económica. Faz como eu. É um bom exemplo.

Vai reafirmar a fiabilidade de Portugal ou seja: os compromissos assumidos para a ajuda financeira são para cumprir, tal como demonstrou o anterior Governo ao baixar o défice em 89% nos primeiros cinco meses de 2011.
Vai reafirmar o que anterior Primeiro Ministro sempre disse: Portugal é diferente da Grécia, para melhor e que as contas portuguesas são escrutinadas e fiáveis.
Entretanto, avisa que o PEC V é mais exigente do que o PEC IV que chumbou; que os sacrifícios e o desemprego vão aumentar e que a crise é enorme e internacional. Então qual foi o benefício? O de ter entrado a “Troika”, como sempre desejou.

Ao mesmo tempo dirá que a culpa é apenas nacional e foi dos outros; que “Portugal não pode falhar”, refrão repetido por Durão Barroso e Cavaco Silva, sempre em uníssono.
São os tempos, democraticamente escolhidos, diga-se! Há que respeitar