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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

"Cavaco não se arrepende de "uma única linha" do que disse"

Até ao lavar dos cestos ..... O Presidente da República afirmou hoje não estar arrependido "nem de uma única linha" do que disse sobre a nomeação do Governo, assegurando não ter qualquer interesse pessoal e apenas se guiar pelo superior interesse nacional.
"Aquilo que havia a dizer sobre esse assunto já disse na intervenção que eu produzi que foi muito clara e não estou arrependido nem de uma única linha de tudo aquilo que eu disse", afirmou o chefe de Estado, em declarações aos jornalistas em Roma, onde participa esta tarde no X Encontro COTEC Europa.http://bs.serving-sys.com/BurstingPipe/adServer.bs?cn=tf&c=19&mc=imp&pli=14388552&PluID=0&ord=a4f8f60987&rtu=-1
Garantindo que não tem, nem nunca teve, qualquer interesse pessoal, Cavaco Silva assegurou que até ao último dia do seu mandato se guiará sempre pelo "superior interesse nacional".
"Como sabem nunca tive nem tenho qualquer interesse pessoal, desde o primeiro dia do meu mandato, até ao último dia do meu mandato guiar-me-ei sempre, sempre, sempre pelo superior interesse nacional", assegurou.
Recusando ter feito um discurso de "seita ou partidário", o Presidente da República reiterou que assumirá as suas responsabilidades porque a sua única preocupação "é a defesa do superior interesse nacional, depois de estudar muito aprofundadamente todos os problemas.
Questionado sobre o que irá fazer caso o Governo liderado por Pedro Passos Coelho seja 'chumbado' no parlamento, Cavaco Silva escusou-se a responder, argumentando que em Roma não fará qualquer comentário sobre a política portuguesa.
O chefe de Estado escusou-se igualmente a falar sobre a composição do executivo que o primeiro-ministro indigitado levou na terça-feira ao Palácio de Belém, dizendo apenas que aceitou os nomes propostos e que na sexta-feira, quando der posse do novo Governo, fará uma nova intervenção.


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Mais do mesmo - Os novos ministros tomam posse às 17 horas no Palácio de Belém.

    Há mais ministros e secretários de estado. A fórmula"governo mínimo" também falhou. Mas foi também com essa promessa que o PSD ganhou as eleições. E falhou também na Economia e nas Finanças. 
   Da equipa da Economia apenas restava Álvaro Santos Pereira, posto em lume brando pelo CDS e demitido "politicamente", há pouco tempo, por Pires de Lima enquanto dirigente do CDS ou não fora o próprio a exigir a saída do ministro que agora substitui. 
Vítor Gaspar saiu confessando o falhanço da sua politica, confessando a impreparação do PM para continuar o projeto e afirmando que internamente o governo se tinha desagregado.
O PR acarinhou sempre esta altercação interna e desmando público do governo, procurando mesmo disfarçar e esconder as más prestações. Verdadeiramente sempre lhe interessou mais o governo do que a esperança e bem-estar dos portugueses. 
Depois de tudo isto, e em síntese, estamos mais pobres, mais endividados (de 94 para 130% do PIB), desempregados, com sala´rios e pensões cortadas, com os jovens nos caminhos da emigração e a economia na desagregação total. Em dois anos 450 mil postos de trabalho foram destruidos. É obra! Veremos se os portugueses estão de acordo!!
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"Paulo Portas é o vice-primeiro-ministro, com a coordenação económica, contactos com a troika e reforma do Estado. 
Pires de Lima é o novo ministro da Economia. Pedro Mota Soares ganha para o Ministério da Solidariedade e Segurança Social a pasta do Trabalho. 
Jorge Moreira da Silva é o novo ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e Energia. Assunção Cristas fica apenas com Agricultura e Mar. A grande surpresa desta remodelação passa pelo novo ministro dos Negócios Estrangeiros. 
Rui Machete é um nome de peso no PSD. Foi líder do partido em 1985, e vice-primeiro ministro, ministro da Defesa, e da Justiça, no Governo de Bloco Central liderado por Mário Soares entre 1983 e 1985."