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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

CES - Hipocrisia e mentira sobre os pensionistas

CES: o Governo diz que "o Governo optou por pedir um esforço aos pensionistas com rendimentos mais elevados, pois a alternativa seria aumentar as contribuições dos trabalhadores no ativo e das empresas para a Segurança Social". 
Hipocrisia e falsidade. Falsidade, porque a CES sacrifica os pensionistas com menores recursos do que até aqui. 
Hipocrisia porque o Governo fala sempre de não haver alternativas e a solução é sempre penalizar os pensionistas e os funcionários públicos. 
Em 2013, por dia, 7 portugueses que tiveram que entregar a casa aos bancos e todos os dias entram 90 pessoas na lista dos incumpridores e continua a fazer noticia (jn) que 38% dos jovens não tem dinheiro para continuar a estudar.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

O Governo e a hipocrisia - Mais impostos para "evitar" impostos

O aumento do CES (Contribuição Extraordinária de Solidariedade), o aumento do desconto para a ADSE e a diminuição da comparticipação desta nas despesas de saúde, aumentando a sobrecarga sobre as pessoas e famílias, são os novos impostos que o governo lança sobre, novamente, os mais fracos. 

E mandou dizer, Passos Coelho, que recusou aumentar os impostos. Hipocrisia sem limites! Então o que são estes aumentos? Não são impostos? São o quê? Donativos? 

Esta atitude demonstra que o governo quer apenas resolver um problema orçamental, porque, como se vê com toda a clareza, não há nenhuma reestruturação de coisa nenhuma. E o aperto recai sempre sobre os mesmos. A aversão aos reformados e à administração pública ultrapassaram todos os limites da decência.

O PS tinha avisado que o défice de 4% era inatingível. O que está em causa são duas décimas, percentagem que, como se sabe, é absolutamente marginal. O Governo deveria ter falado com a Troika. A Irlanda sai do programa de ajustamento com 4,8% de défice. O que o Governo quer, portanto, ensaia é uma desculpa para aumentar impostos absolutamente injustificáveis e que o PS não aceita.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

"Guerra" entre o CES e o Governo ... já só o governo é que sabe!!!

Síntese - O presidente do Conselho Económico e Social, Silva Peneda, (ex.ministro PSD) insistiu ontem na necessidade de reduzir os níveis de austeridade e o esforço de ajustamento (Correio da Manhã, Oje) ... Para o Governo, o parecer do CES sobre o Orçamento do Estado para 2014 apresenta "diversas incoerências", chegando mesmo a falar de "absoluto irrealismo" no que toca à questão dos cortes no Estado. (Público) Pois, estamos todos a ver mal, já só o governo consegue ver bem!!!

"CES insiste na redução da austeridade 
O presidente do Conselho Económico e Social, Silva Peneda, insistiu ontem na necessidade de reduzir os níveis de austeridade e o esforço de ajustamento, de forma a conjugar a consolidação orçamental com o crescimento da economia. O responsável falava aos jornalistas no final da aprovação, com as abstenções da CGTP e do Governo, do parecer sobre o Orçamento do Estado para 2014. (Correio da Manhã, Oje)


Governo acusa parecer do CES de ser irrealista
O Executivo diz que o parecer do Conselho Económico e Social sobre o Orçamento para 2014 evidencia um "absoluto irrealismo". Para o Governo, o parecer do CES sobre o Orçamento do Estado para 2014 apresenta "diversas incoerências", chegando mesmo a falar de "absoluto irrealismo" no que toca à questão dos cortes no Estado. (Público)"

sábado, 19 de outubro de 2013

Conselho Económico Social considera "inaceitável" corte nos salários a partir de 600 euros

O ex-ministro do PSD, Silva Peneda, presidente do CES, No projeto de parecer sobre o Orçamento do Estado para 2014, ao qual  a Lusa teve acesso, "o CES considera inaceitável que esta redução remuneratória  atinja funcionários de baixos rendimentos, visto que serão abrangidos os  funcionários com salários superiores a 600 euros".  
No documento de trabalho que será discutido na segunda-feira, na primeira  reunião do grupo de trabalho da Comissão Especializada de Política Económica  e Social (CEPES), o CES sublinha que não pode "deixar de discordar com a  forma como se vai processar essa prioridade de redução da despesa".  
Condena, por isso, que tal diminuição seja feita "através de reduções  remuneratórias e de reduções da despesa com prestações sociais, numa altura  em que já se verificaram elevadas perdas de rendimento com impacto na procura  interna e na qualidade de vida".  
O projeto de parecer, elaborado pelos conselheiros João Ferreira do  Amaral e João Machado, sugere que "a consolidação orçamental deve ser focada  na redução das despesas com consumos intermédios e nas despesas de funcionamento  do Estado, em detrimento de mais penalizações sobre os trabalhadores das  Administrações Públicas e do Setor Empresarial do Estado e pensionistas,  e em detrimento de aumentos da carga fiscal".  
A proposta do Orçamento do Estado para 2014 entregue na terça-feira  pelo Governo no Parlamento prevê cortes nos salários dos funcionários públicos  de 2,5% a 12%.  

O Governo garante que "serão todavia protegidos os rendimentos mensais  até 600 euros, uma vez que se estabelece que os trabalhadores com remunerações  iguais ou inferiores a este valor não são sujeitos à redução e que se assegura  que os trabalhadores sujeitos à medida nunca receberão uma remuneração mensal  inferior a 600 euros". (O próprio Governo acaba de admitir que não é verdade). Este corte substitui os cortes entre 3,5% e 10% que entraram no Orçamento  do Estado para 2011, mas que se aplicavam a partir dos 1.500 euros.