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sábado, 22 de agosto de 2015

Sugestões contra o "nervosismo e esquecimento" de Passos e Portas nos ataques ao PS

A coligação PSD/CDS manifesta grande nervosismo nos ataques permanentes a António Costa com o intuito de perturbar a memória da atuação deste Governo, porque sabe bem que em vez de currículo para apresentar apenas tem cadastro. 
Ao fazê-lo, reconhece, eventualmente sem querer, que o SG do PS é o maior obstáculo à repetição da vitória da direita nas legislativas. 
E esquece-se, em matéria de rigor, de que o seu Governo apresentou, em média dois orçamentos anuais, porque teve sempre de retificar as previsões erradas que fazia. Sempre. E esquece-se que a divisão entre o "nós e eles" foi uma invenção da coligação fomentando a oposição entre gerações, jovens e velhos, pais e filhos ou entre trabalhadores do Estado e do privado, por exemplo. 

Daí que seja bom pensar na reflexão do deputado Rui Paulo Figueiredo ao Público: "aconselha o PS a mudar de agulha e a “puxar por aquilo que as pessoas conhecem que é António Costa, pelo trabalho que fez como ministro e como presidente da Câmara de Lisboa”. “Acho que a mais-valia do PS são as características do secretário-geral e o partido devia empenhar-se em liderar a agenda política e a ser propositivo e não tão reactivo”.
Ou pensar no que também sublinhei: "José Junqueiro levanta reservas à estratégia de comunicação do partido e discorda que seja o próprio secretário-geral a vir a público explicar as medidas para o futuro Governo. “Dá a impressão que o PS comprou um complicómetro”, diz em tom de graça."

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

É inédito: o Governo fez do ataque à CM de Lisboa um desígnio nacional

Não há memória, na história da nossa democracia, de membros de um Governo (este) se envolverem num ataque global a uma autarquia (Lisboa) e de os partidos da coligação PSD/CDS tentarem transformar a AR numa assembleia municipal. 

A atitude do ministro Pires de Lima é apenas um dos deploráveis exemplos.

Quando os governantes e a coligação PSD/CDS se dedicam a atacar uma autarquia que têm perdido sucessivamente, com os  conhecidos problemas com que o país e as pessoas se confrontam, é porque atingiram um desnorte irreversível, um ponto de não retorno!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Oposição à esquerda receia apelo ao voto útil de António Costa

O novo líder do PS quer falar para os eleitores dos partidos à esquerda. PC, BE e novos partidos posicionam-se 

O primeiro a reagir foi o PC, que não perdeu tempo em marcar posição face a António Costa. Comentando a realização das primárias no PS, o secretário-geral Jerónimo de Sousa foi liminar: "Uma farsa". 

Logo depois, foi a vez de Marinho Pinto, que atirou à jugular: "António Costa é um eucalipto que seca tudo à sua volta, é muito bom a fazer alianças e a silenciar opositores". 

Já Fernando Rosas, pelo BE, referiu que "a relação com o PS é o maior desafio do Bloco". (Expresso)