Mostrar mensagens com a etiqueta Almeida Henriques. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Almeida Henriques. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de abril de 2016

Capitão América: "Fizemos mais em 2 aos do que nos últimos 40"

Almeida Henriques, o presidente da CM de Viseu, tem o dom de nos surpreender.  Disse o próprio que em 2 anos, fez mais do que todos os outros em 40. É um fazedor.
E todo esse trabalho aconteceu muito discretamente; e de tal modo assim foi que ninguém se apercebeu de nada. 
É uma espécie de Capitão América do poder local: zela por nós à velocidade da luz. 
Se o leitor quiser conhecer em profundidade a obra pode ir ao Jornal do Centro, página 6, porque está lá tudo explicadinho. E com grande poder de síntese! Qual Engrácia Carrilho ou Fernando Ruas. Qual quê?!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Almeida Henriques e Relvas exonerados...PM não resistiu à pressão

Miguel relvas demitiu-se a 4 de Abril, o PM aceitou, mas a 5 assinava ainda um despacho de fortíssima delegação de competências à sua chefe de gabinete. Extraordinário.

Almeida Henriques demitiu-se a prestações. O PM aceitou, mas com a garantia de ficar até Maio. Demissionário anunciou novas iniciativas, mas a pressão pública obrigou à sua exoneração imediata. Contra sua vontade regressa mais cedo a Viseu.

domingo, 24 de março de 2013

Ministério da Economia e Emprego em Espiral Recessiva

O ministério da Economia bateu no fundo. Depois de dezenas de anúncios de medidas "fantasmas", o desemprego, insolvências e falências, de empresas e famílias, bateram novos máximos. 
O ministro Álvaro Santos Pereira, é professor universitário, mas nunca passou pala vida. Escreve "romances de economia", mas ficou mais conhecido pelos pastéis de nata. 
O seu secretário de estado Adjunto, Almeida Henriques, fala bem, mas sempre executou mal. Todos os dias, com ar sério, nos atira à cabeça mais uma medida, mais uma desilusão.
O seu colega dos Transportes fala bem e "esçreve" ainda melhor ou não tenha sido ele, no privado, a assinar todas as PPPs (12)  rodoviárias que, agora, tanto critica. Enfim, tudo em espiral recessiva!

quinta-feira, 15 de março de 2012

PODE SER UMA BOA IDEIA - MEDIDAS PARA SUAVIZAR O PAGAMENTO DE DÍVIDAS DAS FAMÍLIAS

PARA QUEM TEM EMPREGO - “Os bancos passarão a estar obrigados a avisar o consumidor sempre que este entre numa situação de sobreendividamento e, ao mesmo tempo, a apresentarem um plano de recuperação em consonância com esse mesmo consumidor”, afirmou Almeida Henriques - PODE FUNCIONAR!

Dia do Consumidor - Governo apresenta medidas para reduzir endividamento das famílias
O secretário de Estado Adjunto e Desenvolvimento Regional, Almeida Henriques, apresentou hoje um conjunto de medidas legislativas, a implementar até ao Verão, para apoiar o consumidor e para reduzir os atuais níveis de endividamento das famílias.Estas medidas consubstanciam-se na criação de um novo regime jurídico que regulará, de forma integrada, a gestão do risco e da ocorrência de incumprimento de contratos de crédito celebrados com os consumidores, de modo a prevenir a sua materialidade e, quando tal não seja possível, a estimular e a viabilizar a recuperação extrajudicial dos créditos.
“Os bancos passarão a estar obrigados a avisar o consumidor sempre que este entre numa situação de sobreendividamento e, ao mesmo tempo, a apresentarem um plano de recuperação em consonância com esse mesmo consumidor”, afirmou Almeida Henriques.
As propostas estão a ser elaboradas por uma comissão que integra os ministérios da Economia e da Justiça e o Banco de Portugal. “O objetivo é apresentar uma proposta de decreto-lei que visa fazer essas alterações onde pensamos que todos ganharão”, sublinhou o secretário de Estado.
Perante uma situação de risco de sobreendividamento e incumprimento do consumidor, todas as instituições de crédito passarão obrigatoriamente a contactar e a acompanhar o cliente, com fins preventivos.
Uma das medidas passa pela elaboração do “Plano de Acção para o Risco de Incumprimento”, o que significa alertar o consumidor para a sua situação de risco e apresentar propostas adequadas à sua situação financeira, características pessoais e necessidades.
Uma outra medida pretende “flexibilizar” as negociações entre as instituições de crédito e os consumidores que se encontrem já em situação de incumprimento contratual de reembolso de créditos.
O início deste procedimento dá-se com o registo do incumprimento, a que todas as instituições de crédito passarão a estar obrigadas, no trigésimo primeiro dia após a sua ocorrência ou assim que o cliente o solicite.
De acordo com o governante, dá-se então início a um período negocial de 90 dias, prorrogável, para a fixação de soluções de reembolso para as prestações em dívida. Durante este prazo, as instituições de crédito não poderão resolver os contratos de crédito, nem instaurar qualquer ação judicial.
Durante este processo de negociação, o consumidor, sempre que o deseje, será aconselhado e acompanhado pelas entidades qualificadas e credenciadas públicas ou privadas que participam numa rede nacional de apoio aos consumidores endividados.
Como último recurso, nas situações em que não seja possível chegar a acordo com o banco, o consumidor poderá solicitar um procedimento adicional de mediação conduzido pelo “Mediador de Crédito”.
Está ainda prevista a criação de uma rede nacional de informação e apoio ao consumidor endividado. Nesta rede, participarão os municípios, através dos Centros de Informação Autárquicos ao Consumidor, bem como todas as associações de defesa dos consumidores e centros de arbitragem de conflitos de consumo.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

SE ECONOMIA - TÃO AMIGO QUE ERA DAS PMEs - ALMEIDA HENRIQUES

(Lusa)
A Confederacao Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas agendou um protesto para o dia 22 de novembro à porta da residencia oficial do primeiro-ministro, "em defesa da sustentabilidade, produtividade e competitividade" das empresas portuguesas, contestando diversas medidas erradas que o Governo tem tomado - como a eliminacao da taxa intermédia do IVA na restauracao, o aumento deste imposto na eletricidade, ou os aumentos do IRC.