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quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Saúde e Ciência - Molécula anticancro em ensaios clínicos em hospitais nacionais

Terapia fotodinâmica com a molécula Redaporfin já está a ser aplicada em doentes oncológicos portugueses. Mas o novo fármaco ainda pode demorar anos a chegar ao mercado…

Estudos e experiências realizadas em cobaias, entre 2011 e 2014 por uma equipa da Universidade de Coimbra liderada pelo investigador e professor catedrático no Departamento de Química da Universidade de Coimbra, Luis Arnaut, provaram que a molécula Redaporfin elimina as células cancerígenas de vários tipos de cancro através de terapia fotodinâmica. 
A investigação foi publicada no European Journal of Cancer em meados de 2015 e resultou de ensaios realizados em ratinhos com diversos tumores que ficaram curados e não observaram efeitos secundários como acontece com tratamentos convencionais como a quimioterapia.
Estes testes, conta Luis Arnaut, investigador, «previram com rigor quando é que a resposta ao tratamento iria surgir, com que doses e em que circunstâncias seriam obtidos os efeitos terapêuticos no doente». O estudo mostrou, ainda, a eficácia do fármaco que teve uma taxa de reincidência da doença muito baixa, a rondar os 14 por cento. Os testes efetuados em cobaias serviram de base para o plano dos ensaios clínicos da molécula Redaporfin.
Realizados pela farmacêutica Luzitin SA em doentes com cancro na cabeça e no pescoço têm a particularidade de, contrariamente ao que acontece em testes semelhantes, abrirem novas perspetivas terapêuticas. «Foi possível obter resultados terapêuticos nos doentes sem efeitos adversos», explica o investigador. Na prática, esta terapia «estimula o sistema imunitário do paciente, ou seja, limita o processo de metastização do tumor, ativando uma proteção antitumoral contra o mesmo tipo de células cancerígenas noutras partes do organismo».
Os próximos passos da investigação
Até ao final de 2015 vão estar a decorrer ensaios com doentes oncológicos em hospitais de todo o país. Até agora, os resultados, validados cientificamente, «fundamentam a expetativa que a terapia fotodinâmica com a molécula Redaporfin se revele mais eficaz que as terapêuticas convencionais». Este primeiro fármaco português para tratamentos oncológicos poderá estar disponível no mercado dentro de três a quatro anos.

Descodificador de conceitos:
- Terapia fotodinâmica
Normalmente, utilizada no tratamento de tumores que se encontram na superfície da pele ou em zonas muito próximas, consiste na aplicação de uma substância química (um agente fotossensibilizador) e uma fonte particular de luz (semelhante ao laser) para destruir as células cancerígenas. Essa substância é aplicada diretamente na pele ou injetada.
- Metastização
Proliferação das células cancerígenas em outros órgãos do corpo humano, além do que já está afetado por um tumor maligno.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Cancro. Cientistas podem ter descoberto acidentalmente a tão desejada cura

De acordo com o site britânico Independent, pode ter sido dado um passo importante na luta contra o cancro. Isto porque um grupo de cientistas dinamarqueses descobriram, sem querer, que a proteína usada para combater a malária tem tudo para ser uma importante arma contra a doença que mata milhares em todo o mundo.
A descoberta aconteceu durante uma investigação quer pretendia proteger as mulheres grávidas da malária. Durante esta investigação, os cientistas perceberam que a proteína consegue atacar as células cancerígenas. 
De acordo com a mesma publicação, os investigadores criaram, por isso, uma combinação do elemento usado contra a malária e de uma toxina, que mata as células cancerígenas.
O processo já começou a ser testado em ratos e espera-se que em breve seja testado em humanos. Os cientistas esperam que se trate do início da descoberta da tão esperada cura contra o cancro. (Fornecido por Jornal i)


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Israelitas: Nova vacina pode ser eficaz contra 90% das recidivas de cancro

Investigadores israelitas estão a desenvolver uma vacina profilática que pode ser eficaz contra 90% de todos os tipos de cancro. 
A ImMucin deverá ser administrada a pacientes já tratados ou numa fase precoce da doença com o objetivo de prevenir o reaparecimento ou o alastramento da mesma.
A inovação é da responsabilidade da farmacêutica Vaxil BioTherapeutics, sediada em Israel, que há mais de uma década tem trabalhado na vacina já testada em pacientes com mieloma múltiplo, um cancro com origem nas células plasmáticas, e com cancro da mama.
Numa entrevista ao jornal online israelita "NoCamels", Julian Levy, diretor executivo da Vaxil, revelou que a companhia "está a trabalhar num fármaco capaz de evitar que o cancro regresse" ao organismo dos pacientes.
Segundo Levy, os investigadores estão "a tentar aproveitar o poder natural do sistema imunitário para combater o cancro fazendo-o identificar as células cancerígenas, destruindo-as", garante.
A ImMucin não é uma substituta para os tratamentos convencionais utilizados nas doenças oncológicas, nomeadamente a quimioterapia e a radioterapia.
Ao contrário das vacinas tradicionais, a ImMucin destina-se a ser administrada a pessoas que "já estão doentes", mas precisa de um organismo "relativamente saudável" para funcionar, pelo que não deverá ser eficaz em situações em que a doença esteja em estado avançado. A ideia é evitar a propagação ou a recidiva da doença.
A vacina estimula uma parte específica do sistema imunitário e ensina-o a atacar as "células-más" que reconhece como cancerígenas.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

EM PORTUGAL 250 000 SOBREVIVERAM AO CANCRO

A TAXA DE SOBREVIVÊNCIA ESTÁ A AUMENTAR. Nos próximos 5 ou 6 anos estima-se que 55% a 60% dos casos possam ser curados. Vencida a doença as pessoas confrontam-se com problemas de acesso à saúde e ao emprego. ESTE GOVERNO PODE SER O OUTRO FLAGELO.

quinta-feira, 22 de março de 2012

UNIV. OXFORD - ESTUDO INDICA ASPIRINA COMO POSITIVA NO TRATAMENTO DE CANCRO

SÍNTESE - Estudo da Universidade de Oxford publicado na revista “Lancet” mostra que medicamento é eficaz na protecçãodo cancro do cólon, mama, pulmão e próstata ... Tomar uma aspirina por dia pode prevenir a propagação do cancro, ajudar o tratamento e travar a progressão da doença. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade de Oxford ...O ácido acetilsalicílico comprovou ser um aliado inesperado na batalha contra uma das doenças que mais mata no mundo inteiro.



Aspirina. Afinal também é uma arma poderosa contra o cancro - Por Rita Dantas Ferreira
"Estudo da Universidade de Oxford publicado na revista “Lancet” mostra que medicamento é eficaz na protecçãodo cancro do cólon, mama, pulmão e próstata

Tomar uma aspirina por dia pode prevenir a propagação do cancro, ajudar o tratamento e travar a progressão da doença. Essa é a conclusão de um estudo da Universidade de Oxford, que mostra que o uso diário de aspirina pode ajudar no combate a diversos tipos de cancro. O ácido acetilsalicílico comprovou ser um aliado inesperado na batalha contra uma das doenças que mais mata no mundo inteiro.

O grupo de cientistas investigou um dos medicamentos mais antigos e acessíveis da história dos fármacos e conseguiu encontrar benefícios logo ao fim de alguns meses da sua utilização. O ensaio foi publicado na prestigiada revista “The Lancet” e na “The Lancet Oncologia” e é assinado pelo professor Peter Rothwell. Rothwell consegue provar que doentes com cancro que usem aspirina têm três vezes mais hipóteses de sobreviver do que os que não a tomam.

No estudo foram analisados 51 ensaios médicos, que contaram com a participação de milhares de pacientes receitados para a toma do medicamento na prevenção das doenças cardiovasculares. “Comprovámos que o uso diário de aspirina reduz a longo prazo o risco de alguns tipos de cancro, particularmente do cólon e do esófago. No entanto, o medicamento só começa a fazer efeito nestes casos oito ou dez anos depois de iniciar os tratamentos”, revela este professor.

A curto prazo Uma das novidades que o relatório apresenta é o impacto da aspirina na luta contra a doença a curto prazo. A equipa concluiu que a aspirina também tem efeitos significativos num espaço de dois a três anos, reduzindo a capacidade do cancro se propagar, o que se traduz num grande avanço no combate à doença.

Há muitos anos que a aspirina é a solução para as dores de cabeça e um dos medicamentos mais receitados na prevenção de problemas cardiovasculares como os ataques cardíacos ou derrames.

E os últimos estudos mostram agora que os efeitos do medicamento podem ir mais longe. No caso dos cancros, a possibilidade do tumor se propagar pelo resto do corpo, quando é diagnosticado, é três vezes menor nos pacientes que tomam uma dose de aspirina em relação àqueles que não a tomam e os investigadores concluíram que o risco de morte por cancro cai para metade quando o medicamento é tomado todos os dias.

Ao reduzir para metade o risco de morte com o uso diário da aspirina, o potencial de curar as pessoas com cancro é maior: tendo em consideração que mais de metade dos tumores criam metástases, Rothwell acrescenta que em cada cinco pessoas que tomam aspirina, duas delas conseguem prevenir o aparecimento das metástases.

Questionado pelos benefícios do medicamento como tratamento adicional para o cancro, o professor Peter Rothwell explica que também reduz o risco de metástases nos pacientes que começam logo a tomar o medicamento. A nova descoberta exige agora um aperfeiçoamento para confirmar os efeitos adicionais na propagação da doença.

Segundo o relatório publicado ontem na “Lancet”, o consumo de uma dose baixa, entre 75 a 300 miligramas (mg) de aspirina reduz o número total de cancros em cerca de um quarto, num período de três anos.

A equipa fez as contas e os dados são claros: em cada mil pacientes que num ano consumiram aspirina, surgiram nove casos de cancro, comparando com os 12 casos onde a doença atacou e que consumiam o medicamento placebo.

A droga também reduz o risco de morte por cancro em 15% num período de cinco anos (e em menos tempo se a dose for maior que 300 mg).

Se os pacientes consumirem aspirina por mais tempo, as mortes relacionadas com cancro cai ainda mais: 37% após cinco anos. Doses baixas de aspirina também reduzem a probabilidade de o cancro, principalmente no intestino, se espalhar para outras partes do corpo, em até 50% em alguns casos.

A nova descoberta está ainda numa fase preliminar -  Todos os anos, as indústrias farmacêuticas gastam milhões na investigação contra o cancro e esta descoberta pode ser um passo importante no combate à doença, segundo explicou o médico oncologista Jean Chai, da empresa britânica Carolina’s Healthcare System

“As pessoas que tomam aspirinas parecem sofrer um risco menor de morrer de cancro”, refere também o médico Andrew Chan, do Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos.

Os investigadores dizem que ainda é muito cedo para recomendar a toda a população a toma diária de aspirina, mas a nova descoberta está a intrigar os médicos oncológicos. “Esta descoberta pode obrigar os médicos a repensar a estratégia da medicação a receitar” num tratamento de cancro, admite Jean Chaid."

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

(Jornal "I")- GOVERNO IMPEDE TRATAMENTO INOVADOR NO CANCRO POR CAUSA DAS DESPESAS

"GOVERNO IMPEDE TRATAMENTO INOVADOR NO CANCRO POR CAUDAS DESPESAS.

É este um dos destaques do jornal I. Acrescenta que com os cortes introduzidos já há doentes com cancro a passar fome."

Se a isto acrescentarmos MANUELA FERREIRA LEITE que para os MAIORES DE 70 só há hemodiálise para quem puder pagar, AS PESSOAS SÓ TERÃO MAIS UMA SEMANA DE VIDA.

SE A TERRA NÃO GIRASSE HAVERIA MENOS TONTOS?