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sexta-feira, 26 de abril de 2013

MANUELA Ferreira Leite - Mais medidas de austeridade - dificuldade de consenso para além do PS

Medidas de cortes na despesa do Estado ... Se assim for (anúncio de mais medidas de austeridade) a dificuldade de consenso não será só com o PS mas também com todas as outras entidades que discordam de mais medidas recessivas em cima do que já está.
Tem muita dificuldade em perceber que algo de muito complexo possa suceder amanhã no CM: quando há dois dias foi apresentado um conjunto de propostas para fomentar o crescimento, pergunta-se se agora teríamos um CM para fomentar o contrário do crescimento. E pior ainda, as medidas recessivas têm efeito imediato e as de crescimento não.
Se as medidas (de cortes) tornarem a ser nos vencimentos dos FP e nas pensões, então nem vale a pena discutir, não resolvendo o défice e aprofundando a recessão. Iria parecer-lhe bizarro, estando à espera para ver, tal como está à espera que se veja um pouco mais da proposta para o crescimento

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

TRÊS PESOS PESADOS VEEM O OE 2013 SEM EXECUÇÃO POSSÍVEL

Síntese -FERREIRA DO AMARALantecipa uma «tragédia nacional» ... «Estão a empurrar o país para o desastre e o Governo insiste nestas políticas para reduzir os salários»; M. FERREIRA LEITE -  consolidação orçamental com a magnitude da que pretende o Governo, num tão curto período de tempo, é «inviável»: «Acabou a redução do défice por via da receita», BAGÃO FÉLIX «Em 2013, aumentando brutalmente a carga fiscal, está-se a entrar numa terapêutica viciosa de uma doença que pode agravar a contingência de uma infecção generalizada na economia. ESTA CARGA FISCAL pode gerar uma SEPTICEMIA NA ECONOMIA.
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As reservas face ao Orçamento do Estado para 2013 sucedem-se – de Ferreira Leite e Bagão Félix a Ferreira do Amaral.
A proposta de Orçamento do Estado para 2013 uniu economistas de diferentes quadrantes políticos nas críticas ao aumento da carga fiscal. A desconfiança sobre o cumprimento das metas orçamentais vai de Bagão Félix a João Ferreira do Amaral, passando por Manuela Ferreira Leite.
A ex-ministra das Finanças do PSD disse que a proposta de orçamento «não tem execução possível». E que uma consolidação orçamental com a magnitude da que pretende o Governo, num tão curto período de tempo, é «inviável»: «Acabou a redução do défice por via da receita», sentenciou, numa conferência da Antena 1 e do Jornal de Negócios.
À direita, o desconforto esteve também patente em Bagão Félix, próximo do CDS. «Em 2013, aumentando brutalmente a carga fiscal, está-se a entrar numa terapêutica viciosa de uma doença que pode agravar a contingência de uma infecção generalizada na economia. Esta carga fiscal pode gerar uma septicemia na economia», disse o antigo ministro das Finanças do governo PSD/CDS encabeçado por Santana Lopes.
Por seu turno, o economista João Ferreira do Amaral antecipa uma «tragédia nacional» no próximo ano, com mais falências e desemprego. «Estão a empurrar o país para o desastre e o Governo insiste nestas políticas para reduzir os salários», referiu.
O antigo conselheiro de Jorge Sampaio também não acredita no cumprimento das metas orçamentais: «O Estado, assim, nunca conseguirá o equilíbrio. Fez-se de tudo e apenas se reduziu o défice em 1% do Produto Interno Bruto. Tenho dúvidas quando à execução orçamental, mais do que na aprovação do Orçamento».

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

M FERREIRA LEITE DESPEDIU VÍTOR GASPAR


Síntese - M FERREIRA LEITE DESAFIA DEPUTADOS A TRAVAR 0E 2013 -  “se acha quando um deputado vota de acordo com a sua consciência é um MOTIM, eu nunca senti isso como deputada. Há disciplina partidária e há sempre formas de, quanto mais não seja, se abandonar o mandato”... a medida "perniciosa" da diminuição da TSU vai "aumentar dramaticamente o desemprego", já que os trabalhadores "vão financiar empresas que podem falir". "Não sei qual o interesse desta medida surreal, que ninguém defende"....condenando o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, por "gerir a tesouraria das empresas. Ao "impreparado" PASSOS COELHO SÓ RESTA O "CIENTISTA" MIGUEL RELVAS!

A antiga líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, critica as novas medidas de austeridade e desafia os deputados da maioria a travarem o Orçamento do Estado para o próximo ano.
Manuela Ferreira Leite, em entrevista à TVI 24, afirma que “não nos podemos apoiar naquilo que o  Presidente da República pode fazer” em relação ao diploma do Orçamento, “para nos isentarmos de exercer as obrigações que cada um de nós tem de exercer””
“Eu estou à espera mesmo de ver como é que vão reagir os deputados. Os deputados foram eleitos pelas pessoas e eu estou para ver como é que eles reagem perante o Orçamento: se votam a favor, se votam contra, se aceitam tudo. Porque, se não aceitam [e votam a favor], devem ficar mal com a sua consciência e, nessa circunstância, não me parece que o Presidente da República pode ser aquela pessoa que lava as consciências de cada um”, afirma.
Ao Presidente da República não cabe essa função. Cada um de nós tem a obrigação, isto é: as pessoas  não ligam nenhuma, acham muito bem aquilo que se está a fazer, depois vai para a Assembleia da República os deputados votam todos a favor, acham todos muito bem, o Orçamento passa e depois fica tudo a olhar para o Presidente da República para ele limpar as consciências daquilo que eles não fizeram. O Presidente da República tem essa função? Não, os deputados têm também a função de explicitar a sua não aceitação de determinadas medidas, aí pode o Presidente da República ter mais margem para poder intervir”, diz a antiga ministra.
Questionado se está a apelar a um motim nos grupos parlamentares da maioria, Ferreira Leite respondeu: “se acha quando um deputado vota de acordo com a sua consciência um motim, eu nunca senti isso como deputada. Há disciplina partidária e há sempre formas de, quanto mais não seja, se abandonar o mandato”.
"Brutalidade de medidas"A antiga responsável pelas pastas da Educação e das Finanças lança duras críticas às novas medidas de austeridade, que atingem trabalhadores dos sectores público e privado, bem como os pensinonistas.
Manuela Ferreira Leite receia que o Governo não fique por aqui, tendo em conta que no próximo ano tem de baixar o défice para 4,5% e, para 2014, comprometeu com uma meta de 2,5%.
“Esta brutalidade de medidas que foram anunciadas para o Orçamento de 2013, e se calhar ainda não sabemos tudo, para passar de um défice de 5% para 4,5%. Eu pergunto como é que se passa de 4,5% para 2.5%? É com o dobro ou triplo das medidas que foram tomadas agora? Chegamos a que país? O que é que resta?", questiona.
Redução da TSU vai "aumentar dramaticamente" desempregoA ex-ministra das Finanças e ex-presidente do PSD Manuela Ferreira Leite defendeu, nesta entrevista à TVI 24, que a redução da contribuição das empresas para a Segurança Social - a taxa social única (TSU) - vai "aumentar dramaticamente" o desemprego, apelando ao "bom senso e prudência" do Governo. 
A histórica social-democrata disse que a medida "perniciosa" da diminuição da TSU vai "aumentar dramaticamente o desemprego", já que os trabalhadores "vão financiar empresas que podem falir". "Não sei qual o interesse desta medida surreal, que ninguém defende", declarou, condenando o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, por "gerir a tesouraria das empresas

quarta-feira, 6 de junho de 2012

DE "CANDEIA ÀS AVESSAS" - PASSOS COELHO E MANUEL FERREIRA LEITE

PASSOS COELHO ESTÁ CADA VEZ MAIS SÓ. O próprio e Ferreira Leite TÊM visões opostas sobre a austeridade. Ao fim de um ano de Governo, Pedro Passos Coelho diz que os portugueses já não estão perante o abismo. JÁ CAIRAM NELE, digo eu. MAS NÃO SÓ. "A ex-líder social-democrata, Manuela Ferreira Leite, defende o alívio da austeridade da Troika, porque está a arrasar as famílias e as pequenas e médias empresas". E PEDE MAIS TEMPO, para o doente "NÃO MORRER DA CURA". Diz agora o que o PS diz desde sempre e não é suposto que ela apoie o PS ou ANTÓNIO SEGURO.

quinta-feira, 1 de março de 2012

MF LEITE: "SÓ POR OBRA E GRAÇA DO ESPÍRITO SANTO É QUE O GOVERNO ATINGE OS 4,5%!

Manuela Ferreira Leite disse não conseguir perceber como conseguiria o governo chegar a um défice de 4,5%, acreditando mesmo que até já estaria a renegociar coma “Troika”, porque, no seu ponto de vista, isso era inevitável. Paulo Portas, ao contrário, afirma que a renegociação levaria Portugal contra a parede
Posto isto, aqui para nós, a crise política despoletada pelo Presidente da República e o governo de iniciativa presidencial que agora temos não foi lá grande coisa!
Afinal, antes de chegarem já existia crise internacional – e enorme – dependência da evolução do contexto europeu, “patifarias” das agências de “rating”, mas não havia, no PEC IV, IVA a 23% para o gás, eletricidade ou restauração, cortes nos salários e pensões, captura dos subsídios de férias e Natal, nem juros da dívida a 13%, nem desemprego a 14,5%. Então, por que motivo nos mentiram?