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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Juros da dívida portuguesa disparam com os gregos

O Governo não tinha acabado de dizer que com connosco não haveria problema? Pois, de facto, proclamou isso aos 7 ventos. E agora?  "O contágio grego junto dos restantes periféricos do euro regressou em força. As yields das Obrigações do Tesouro (OT) português a 10 anos subiram para 3,17%, um novo máximo do ano. No prazo a 5 anos subiram para 1,797% e a 2 anos dispararam 400% situando-se, agora, em 0,478%."

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Governo gasta 1,2 M/dia em juros de dinheiro em excesso

O Governo, através do IGCP, realizou emissões de dívida para além das necessidades do país, mas adequadas ao cenário de campanha eleitoral da maioria PSD/CDS, custe o que custar.
Há quem tente desvalorizar o facto e passar entre as gotas da chuva, mas isso é missão impossível. O conforto de tesouraria criado pelo Estado português para facilitar o regresso aos mercados, como justificou, ultrapassou as necessidades reais, mas não as eleitorais.
Assim, o Governo, depois da sucção feita aos rendimentos das pessoas fez emissões de dívida que geraram uma reserva estimada superior a 15 mil milhões de euros.
E quanto é que isso nos custa? Cerca de 435 milhões de euros em 2013, quase 1,2 milhões por dia. Quem estimou estes números foi Jorge Moreira Rato, presidente do IGCP, na comissão de finanças da Assembleia da República.

É por esta e por outras que quando o Governo diz que poupa um milhão aqui ou ali, quando corta nas pensões de reforma ou nos salários, todos o que vão sabendo destas habilidades sentem profunda indignação.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

JUROS A 10 ANOS ABAIXO DOS 1O%

BOAS NOTÍCIAS -  UMA ASPIRINA À ESPERA DE POLÍTICAS para o crescimento económico e o emprego. 
Os juros da dívida portuguesa a 10 anos estão hoje a descer, negociando abaixo dos 10 por cento pela quinta sessão, enquanto na Grécia sobem, depois de ter sido conhecido que o Governo quer alargar o prazo da ajuda externa. Esta é já a quinta sessão consecutiva em que os juros nesta maturidade negoceiam abaixo da barreira dos 10 por cento.

Pelas 09:20 de Lisboa, os juros da dívida soberana portuguesa a dez anos negociavam nos 9,878 por cento, ligeiramente abaixo dos 9,902 por cento, o valor a que negociavam na quarta-feira, sensivelmente à mesma hora, de acordo com a agência de informação financeira Bloomberg.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

RISCO DA DÍVIDA NACIONAL ATINGE NOVOS RECORDES!

 Pedro Latoeiro
MINISTRO DAS FINANÇAS - "Podemos estar a aproximar-nos de um ponto de viragem"

As taxas de juro implícitas da dívida pública portuguesa atingiram hoje os valores mais elevados de sempre em várias maturidades.
O risco de Portugal medido pelas ‘yields' das obrigações do Tesouro continua a agravar-se apesar de o Banco Central Europeu (BCE) ter estado activo no mercado nos últimos dias.
De acordo com dados da agência Bloomberg, as taxas associadas aos títulos a 5, 6, 7, 8, 9, 10, 15 e 30 anos estão em máximos da era euro, pelo menos. Nos casos a 5 e 10 anos os novos recordes são 18,481 e 14,608%, respectivamente.
O agravamento do risco é também visível no diferencial ou ‘spread' das taxas de juro associadas à dívida portuguesa e alemã a 10 anos, que aumentou para 1.259 pontos base.
No mercado dos ‘credit default swaps', instrumentos que funcionam como um seguro contra o incumprimento, o risco de Portugal está cotado nos 1.273 pontos base, o segundo mais elevado no monitor da Bloomberg. Pior só a Grécia, onde continuam as negociações com os credores privados em vista a um perdão de dívida mais generoso.
Este agravamento do risco português acontece numa semana em que Portugal realizou, com sucesso, a primeira emissão de dívida a 11 meses desde que pediu ajuda externa. A emissão foi classificada pelo ministro das Finanças como um possível "ponto de viragem" na imagem portuguesa nos mercados internacionais, onde Portugal tenciona voltar sozinho e em condições "normais" em 2013

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

PESADA HERANÇA - JUROS DE PORTUGAL DESCEM, MAS AINDA SÃO O DOBRO DE MARÇO

Juros de Portugal descem, mas sobem em Itália e Espanha
Os juros exigidos pelos investidores para comprar dívida portuguesa estão hoje a cair em todos os prazos, mas mantêm-se pressionados em Itália e em Espanha.
Ontem, pelas 09:30, os juros exigidos a Portugal negociavam-se nos 14,410 % a dois anos, seguiam nos 15,837 % a cinco anos e transaccionavam-se nos 13,327 % a dez anos.
No dia em que os mercados aguardam o leilão de dívida francesa a longo prazo, em Itália os juros pedidos pelos investidores mantinham-se pressionados em todos os prazos. A dois anos avançavam para os 4,735 por cento, a cinco anos negoceiam-se nos 6,063 % e no prazo dos dez anos estão nos 7,017 %.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

INVESTIDORES PENALIZAM FRANÇA, ITÁLIA, PORTUGAL, ESPANHA

Investidores penalizam Portugal, Itália, Espanha e França no mercado de dívida e dão tréguas à Bélgica.
As obrigações do Tesouro de Portugal voltaram hoje a registar uma forte pressão vendedora dos investidores. Destaque para as obrigações a dez anos que voltaram a bater um novo recorde: não só a ‘yield' dos títulos ultrapassou os 13,461% no mercado ‘over the counter' (OTC - mercado onde são negociadas a maioria das obrigações), como o diferencial face à ‘yield' das obrigações alemãs a dez anos (‘bunds') cifrou-se nos 1.116 pontos base.
A pressão vendedora faz-se sentir também sobre a dívida italiana. A 'yield' das obrigações a 10 anos subiu até aos 7,383%, um máximo desde a criação do euro, a poucos minutos de Roma tentar levantar oito mil milhões de euros em dívida com maturidades em 2014, 2020 e 2022, arriscando-se a pagar uma taxa média ponderada acima dos 7%, a barreira que levou a Grécia, Irlanda e Portugal a pedir resgate.
Pelo mesmo caminho seguem os títulos de dívida de Espanha e França, com as 'yields' a subirem em todas as frentes, situando-se nos 6,588% e 3,652%, respectivamente.

Já as 'yields' da dívida da Bélgica aliviam na generalidade dos prazos. A taxa a dez anos está nos 5,536%. Isto apesar de os resultados de vários leilões de obrigações belgas realizados ontem terem revelado uma subida explosiva do custo de financiamento do país, face a emissões anteriores com as mesmas características. A Bélgica volta hoje a testar os mercados de dívida.