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quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Álvaro Beleza no Rato reune Conselho Nacional de Saúde

Numa iniciativa inédita, pensada e organizada por Álvaro Beleza (secretário nacional para o Saúde) reuniu, pela "primeira vez, o "Conselho Nacional de Saúde". José Junqueiro e Luisa Salgueiro, pelo grupo parlamentar PS, participaram na reunião. Álvaro Beleza, mais uma vez, tomou a iniciativa que o governo perdeu.
O Conselho Nacional de Saúde existe em lei, mas não está regulamentado. Não funciona. Daí a iniciativa do PS ter conseguido a adesão dos seus membros, das associações de doentes, representantes profissionais da Saúde, bastonários das ordenas dos médicos, farmacêuticos, nutricionistas, dentistas, enfermeiros, representantes da indústria farmacêutica, das farmácias, dos sindicatos, gestores do privado e os muitos agentes ativos reconhecidos.
Todos foram unânimes no elogio à iniciativa,foram sinceros nas suas opiniões, traduziram os seus problemas e propuseram medidas para ultrapassar as dificuldades. A política que está a ser seguida foi alvo de duros reparos, não se escondendo os aspetos positivos, mas deixando a mensagem clara de que, assim, tudo vai implodir. 
O testemunho foi claro por parte de todos:assiste-se à degradação do Serviço Nacional de Saúde, ao retrocesso de Portugal em muitas décadas.









sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Álvaro Beleza "Portugueses ficam com a espinha e o peixe é roído por tubarões"

O secretário nacional do PS para a Saúde, Álvaro Beleza, tece, no âmbito de um artigo de opinião que assina esta quinta-feira no Diário de Notícias, duras considerações ao Governo em geral e ao Orçamento do Estado para 2014, em particular no que à área da Saúde diz respeito. No entender do socialista, o “Serviço Nacional de Saúde é reduzido à espinha para que os interesses privados se alimentem”.
Estabelecendo uma analogia entre a obra ‘O Velho e o Mar’, de Ernest Hemingway, e o Orçamento do Estado para 2014 [OE], o secretário nacional do PS para a Saúde, Álvaro Beleza, assinala, num artigo de opinião que hoje assina no Diário de Notícias, que “os portugueses sacrificam-se pelo OE, mas só ficam com a espinha e o peixe é roído por tubarões”.
Seguindo a mesma lógica de raciocínio, o socialista sublinha, que o “Serviço Nacional de Saúde é reduzido à espinha para que os interesses privados se alimentem”.
Álvaro Beleza lembra que foi “acusado pelos interesses que vivem do OE de ter preconceitos contra os privados”, mas garante que “nada é mais errado”. “Tenho é preconceito contra inverdades, injustiça e desperdício”, contrapõe.
“Os portugueses pagam impostos altos que deveriam ser suficientes para terem acesso aos hospitais públicos”, defende o socialista, pelo que “não deveriam ter de sustentar hospitais privados a viver do OE”. Até porque, diz Beleza, “esta dupla tributação não é devida à livre concorrência. Acontece porque os hospitais públicos são átrios de angariação dos doentes lucrativos para os privados”.
Por fim, realça o responsável ‘rosa’ para a Saúde, “este Governo erra duplamente: faz cortes cegos no público e concede dádivas cegas ao privado”, e remata: “Estes erros são destrutivos do SNS e dos impostos dos portugueses”.