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quarta-feira, 4 de março de 2015

Santana Lopes: Passos “deve pedir desculpa” aos portugueses

Pedro Santana Lopes afirmou na SICN que o primeiro-ministro "deve pedir desculpa" aos portugueses, na sequência da dívida à Segurança Social, posição partilhada por António Vitorino.

A dívida de Pedro Passos Coelho à Segurança Social continua a marcar a agenda mediática e politica. Agora, foi a vez de Pedro Santana Lopes e António Vitorino se pronunciaram sobre a questão, que entretanto já se transformou num pingue-pongue de acusações entre PSD e PS. Os dois, apesar das diferentes cores políticas que vestem, concordaram num ponto: o primeiro-ministro deve um “pedido desculpa aos portugueses”.

No programa Edição da Noite, na SIC Notícias, Pedro Santana Lopes foi o primeiro a lançar os dados. Apesar de sublinhar que “houve manifestamente uma falha que o primeiro-ministro deve clarificar”, o antigo líder do PSD fez questão de lembrar que nos idos de 2000 – período em que Passos Coelho acumulou uma dívida à Segurança Social – “a sobreposição de regimes” tornava a tarefa de quem queria regularizar a situação contributiva “complexa”.

Agora, “se a falha existiu, só há duas atitudes: ou pede desculpas ou assume as consequências”, defendeu Santana Lopes.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

SANTANA LOPES : REFORMAS: FOI UM GOLPE NA CONFIANÇA PORTUGUESES!

SÍNTESE - Santana Lopes critica a suspensão das reformas antecipadas - "Foi um golpe na confiança, lá isso foi", defendeu Santana Lopes, no seu habitual comentário na TVI24. Para o responsável, "a reforma é um contrato entre duas partes, e quando uma das partes altera unilateralmente o contrato, e sem aviso prévio, as pessoas sentem-se traídas".

O social-democrata diz que o Governo provocou um golpe de confiança com os portugueses e não explicou bem ainda a razão da decisão de suspender as reformas antecipadas.
explica.
"Para se fazer isto às pessoas tem de ser tudo muito bem explicado, e de facto não foi sequer explicado antes e não foi muito bem explicado depois, nem foi muito bem explicado, na minha opiniao, ainda", acrescenta.
Recorde-se que na semana passada o Governo aprovou a "suspensão imediata" das normas do regime de flexibilização da idade da reforma antes dos 65 anos, admitindo contudo o acesso à pensão de velhice aos desempregados involuntários de longa duração.
A decisão de suspender as reformas antecipadas tem sido alvo de fortes críticas, nomeadamente por não ter sido comunicada quando foi aprovada no Conselho de Ministros de 29 de Março.