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terça-feira, 10 de junho de 2014

O PS (José Junqueiro) acusa Teresa Leal Coelho de ameaças pessoais intoleráveis aos juízes do TC.

Síntese - De facto, a deputada confessa que "acertou" com os juízes a sua ida para o TC e que, assim, julgara ter comprado a sua consciência. Enganou-se. Ameaçou-os com sanções jurídicas e exclusão de funções. Isto é, se não vivêssemos em democracia a deputada se pudesse bater, batia, se pudesse sanear, saneava, se pudesse mandar prender, prendia. Ficámos todos a saber  que é cúmplice dos que atuam à margem da lei, que esta é um incómodo, que a polícia, os tribunais e os juízes são forças de bloqueio. 

(Lusa) "O PS acusou hoje a vice-presidente do PSD Teresa Leal Coelho de fazer "ataques pessoais intoleráveis" aos juízes do Tribunal Constitucional (TC), reclamando a intervenção do Presidente da República para dizer que "as instituições mantêm o seu regular funcionamento".
"Estão a ser atacadas as instituições do Estado. Ninguém está acima de qualquer crítica, mas o que estamos aqui em presença é de um ataque pessoal, de uma ameaça pessoal, aos juízes do TC", disse à agência Lusa o vice-presidente da bancada socialista José Junqueiro."
"O parlamentar falava depois de Teresa Leal Coelho ter defendido nas cerimónias do dia de Portugal na Guarda, e após uma entrevista por si dada ao Público, que quem exerce cargos em órgãos de soberania deve estar disponível para o escrutínio e para serem "observados e analisados do ponto de vista jurídico ou político".
Para José Junqueiro, a vice-presidente do PSD parece agir como "cúmplice daqueles que atuam fora da lei", dizendo o socialista que o PSD e o Governo "julgaram que tinham comprado a consciência dos juízes e a sua independência".
"Isso é algo de absolutamente inaceitável", prosseguiu o dirigente do PS, lamentando a "escalada de violência verbal" contra os juízes do TC.
Para o vice-presidente da bancada socialista Cavaco Silva tem de "quebrar o silêncio" e falar sobre este assunto.
"O Presidente da República não pode continuar a esgueirar-se nos intervalos da chuva como se nada se passasse em Portugal. Este é o desrespeito total pelo TC, que aliás é o garante do cumprimento da nossa Constituição", sustentou.
Teresa Leal Coelho, que em entrevista publicada na edição de hoje do Público defende que "se os juízes do Tribunal Constitucional não aceitam a crítica, não têm condições para exercer o cargo", disse hoje na Guarda que "quem exerce em órgãos de soberania deve estar disponível para o escrutínio"."

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

Dirigentes do PSD surpreendidos com palavras de Teresa Leal Coelho


"O "distanciamento" está a provocar "surpresa". Há duas frases de Teresa Leal Coelho, na sua recente entrevista ao "Diário de Notícias", que surpreenderam os dirigentes social-democratas 
Primeira surpresa: o facto de a mais "leal" defensora e "quase ativista" do primeiro-ministro ter revelado que "há questões em que não me revejo no pensamento de Pedro Passos Coelho"; 
Segunda, espanto: a ex-vice-presidente da bancada parlamentar do PSD ter dito que considera "absolutamente intolerável a questão da disciplina de voto". 
Já no PS, os argumentos de Teresa Leal Coelho contra o referendo aprovado pela maioria mereceram elogios. "Muito bem, Teresa", escreveu no Facebook a deputada Isabel Moreira, coautora do projeto de lei sobre coadoção. 
Por seu lado, o ex-líder da bancada parlamentar do PS, Carlos Zorrinho, manifestou solidariedade com "a revolta de muitos deputados do PSD e do CDS que se sentiram usados e louvo a coragem dos que o manifestaram publicamente"."

sábado, 2 de novembro de 2013

OE 2014 - Debate - José Junqueiro (PS) responde a Teresa Leal Coelho (PSD)

Teresa Leal Coelho tentou fazer o mesmo que Passos Coelho e Paulo Portas. Todos caíram na tentação de pensaram que os eleitores andavam todos distraídos e, portanto, poderiam comprar a patranha anunciada ontem, o tal "Guião para matar ideias", assim batizado ontem no editorial do DN por André Macedo que bem caracterizou com esta imagem: 

"Paulo Portas quer ser o Giorgio Armani da reforma do Estado. Todos os anos o estilista apresenta os novos modelos e acaba com uma frase cintilante, um laço que embrulha o conjuntinho: "Proponho para esta estação una donna moderna però rinovata." , mas não vai além disso. Não vai, aliás, a lado algum (…) As "110 páginas úteis" do guião, como lhe chamou ontem, são de uma pobreza inacreditável."

José Junqueiro, em síntese, recordou: "O PS avançou com um calendário e uma metodologia que garantia o início do Verão como a data limite para a presentação dos projetos de lei na AR. Passos Coelho rejeitou, porque, disse, a reforma e o país não poderiam esperar pelo PS. Estamos em outubro e nada aconteceu. A Reforma e o país estão à espera do PSD e do CDS!" 

quinta-feira, 11 de abril de 2013

José Junqueiro - Responde a Teresa Leal Coelho (PSD)



Teresa Leal Coelho disse que a intervenção do PS era sobre temas irrelevantes, tais como, imagine-se, o ataque do PM ao TC, as declarações do ex-líder parlamentar do PSD, Pacheco pereira, sobre o próprio governo, o desemprego jovem, o segundo resgate anunciado e quantificado há um ano por ex-presidentes e governantes do PSD ... enfim, uma irrelevância da maioria ....