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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Viseu - João Galamba na tertúlia: "Portugal 2025 - Cenário Macroeconómico e Agenda Política".

João Galamba, a convite de Adelaide Modesto, presidente da Concelhia de Viseu, vai dinamizar uma "tertúlia" sobre "Portugal 2025 - Cenário Macroeconómico e Agenda Política". 

A sessão decorrerá na ACV (Associação Comercial do Distrito de Viseu) e será moderada por João Paulo Rebelo, vereador do PS e economista.

João Galamba é vice-presidente do GP PS, integrou o grupo de trabalho que traçou o cenário macroeconómico e na AR coordena os deputados do PS na comissão de Economia.




segunda-feira, 11 de maio de 2015

Em 18 meses, pela 1ª vez, CM de Viseu aprova proposta do PS

Os vereadores do Partido Socialista na Câmara Municipal de Viseu, João Paulo Rebelo, Rosa Monteiro e Andreia Coelho, vêm congratular-se por, pela primeira vez, ter sido aprovada uma proposta sua, pelo executivo municipal.
Trata-se da proposta de “formalização de um protocolo com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género e de desenvolvimento de um Plano Municipal para a Igualdade”.
Apresentaram esta proposta por considerarem que, ao contrário da esmagadora maioria das autarquias deste país, não existe, na Câmara Municipal de Viseu, uma estratégia informada e sistemática, de intervenção em matérias tão importantes quanto o combate à violência doméstica, a promoção das condições de conciliação trabalho-família, ou empreendedorismo feminino, entre outras.
Solicitaram, ainda, que os Conselheiros Municipais para a Igualdade possam vir a ser figuras mais envolvidas e cooperantes com a autarquia neste desígnio.
Consideram assim ter contribuído com este primeiro passo para a recuperação do atraso da autarquia na formalização e materialização de um compromisso mais efetivo com a promoção da igualdade de género.

domingo, 10 de maio de 2015

SN do PS, Wanda Guimarães dinamiza tertúlia sobre "Trabalho em tempos de austeridade"

Viseu - Rosa Monteiro moderou a Tertúlia, promovida por Adelaide Modesto, presidente da Concelhia do PS, que teve como convidados Wanda Guimarães, secretária nacional do PS, e José Pedro Gomes, secretário nacional da JS. Deixo o texto base, introdutório, que enquadra as intervenções dos convidados e o debate que se seguiu.

Wanda Guimarães, numa tertúlia que sublinhou como "inergeracional", colocou toda a sua experiência sindical e adiantou as suas perspetivas sobre o que de "essencial" pode e deve ser feito pelo PS na qualificação do trabalho e combate à precariedade, tal como José Pedro Gomes que enunciou um conjunto de medidas que facilitam o acesso dos jovens ao mercado de trabalho.

Texto enquadrador:

"A problemática do emprego é uma grande preocupação do PS Viseu, já expressa no nosso lema de campanha autárquica de 2013 – “Mais emprego, melhor futuro”. Com ele propúnhamos uma série de programas e de medidas destinadas à criação de emprego no nosso concelho. Criação de oportunidades de emprego que garantissem qualidade e estabilidade de vínculos contratuais. Também na vereação, nós, vereadores do Partido Socialista, temo-nos manifestado contra as formas de contratação precária praticadas pela autarquia, votando contra sempre que surge o recurso a trabalho temporário. O Dr. José Junqueiro tem, aliás, um artigo no Jornal do Centro desta semana acerca da situação do emprego em Viseu, que traça um retrato exato e consciencializador.

O problema da degradação do emprego e do trabalho não nasceu com a austeridade, mas o governo de coligação PSD-CDS que nos tem desgovernado apanhou a boleia da austeridade para infligir um ataque nunca antes visto ao trabalho e aos trabalhadores. Se a degradaçãoo do emprego é uma realidade desde a década de 80, com o fim da “rígida” regulação fordista, imposição da retórica neoliberal da flexibilidade, a verdade é nunca o trabalho foi tão atacado em Portugal naquilo que ele significa de estrutural, material, social, simbólico e identitário na vida das pessoas.

A flexibilidade danosa, quantitativa, desqualificante, punitiva dos trabalhadores chegou pela mão desta coligação PSD-CDS, a pretexto da austeridade. Acabar com a segurança e confiança dos e nos trabalhadores foi a bandeira ideológica do governo.
O ataque ao trabalho tem sido um ataque em várias frentes, com efeitos multidimensionais, em termos quantitativos e qualitativos

Em termos quantitativos:
-     é a destruição  e não criação de emprego (de 2011 a esta parte são mais de 400 mil postos de trabalho) 
-     é o aumento do desemprego, não obstante, as manobras de ocultação estatística que este governo perpetrou, em 2011, através das estatísticas do INE, para integrar pessoas em planos ocupacionais de emprego (que aumentarem em 2013), ignorar os “desempregados ocupados”, os “inativos desencorajados”, “os subempregados”— pela 1ª vez o número das pessoas realmente desempregadas que se incluem nestes grupos ultrapassa os do desemprego oficial.
A emigração deu outra ajuda às más contas do governo, calculando-se que caso os emigrados tivessem ficado no país o desemprego era de 29%.

Mas tem sido também um ataque á qualidade do emprego, que Serge Paugam designa de precariedade do trabalho, ou subjetiva, e que GuyStanding (antigo director da OIT) designa de “precariado”. Todos conhecemos:

- o aumento brutal de vínculos precários, trabalho temporário, a termo certo, a termo incerto, trabalho parcial, trabalho ao dia, e outras formas atípicas. Que afetam muitos os mais novos, especialmente diplomados, cujo desemprego quase triplicou desde 2009, também sujeitos às formas mais perversas de precarização.
-  o aumento das cargas horárias, intensificação de ritmos, trabalho em horários associais, imprevisibilidade (ex. Uma trabalhadora de uma loja de roupa de uma grande cadeia internacional, não sabe qual vai ser o seu horário na semana que vem).
-  o aumento do medo e do sentimento de instabilidade da parte de trabalhadores, mesmo dos “mais estáveis privilegiados da função pública” – veja-se os despedimentos na Segurança Social.
-  o degradação das condições de trabalho (cargas, horários, aumento do assédio) mas também remuneratórias no público e no privado; ocongelamento de carreiras.
-  a individualização das relações de trabalho, pelo congelamento/paralisação da concertação social; e da tendência para a sua fragmentação, diminuição dos prazos de vigência das convenções, entre outras.
-  os cortes de subsídios a desempregados, pela ideologia do workfare, que generalizou a desproteção no desemprego e ampliou o número de pessoas, famílias e crianças em risco de pobreza.

Tudo isto tem tido, como sabemos, efeitos devastadores para a economia e para a confiança: a redução do crescimento económico, o défice demográfico devido emigração, os problemas de conciliação trabalho-família, logo de natalidade, problemas psicossociais vários, aumento do risco de pobreza e de trabalhadores pobres, aumento das situações de discriminação laboral.

O trabalho não tem sido visto como factor de crescimento económico, reduzindo-se o investimento no capital humano. Este capital humano, é agora uma forte aposta do programa vertido no relatório: Uma década para Portugal. Vemos nas suas propostas e sugestões ao Partido Socialista o combate à precariedade e rotação de trabalho, ao abuso da contratação temporária, defesa da socialização dos custos do desemprego, do combate a essa vergonha que são os trabalhadores pobres...

Mas os impactos dos ataques ao trabalho, para além de materiais, têm sido também simbólicos e de índole representacional. A nova retórica imposta por este governo,
-       Segmenta os trabalhadores entre os “bons” e os “preguiçosos”, por exemplo),
-     Individualiza a condição laboral (a regra é o “faz-te à vida”, trabalha, agarra no que puderes, nem que seja sem salário; como dizia o seu arauto escolhido por relvas: “batam punho”)

Face a isto, que desafios para os sindicatos, quem representam agora os sindicatos? Assistimos a uma banalização da ideia de “trabalhador descartável”,
  • De trabalhador nómada (que se tem de fazer à estrada).
  • Da ideia de que ter um emprego, qualquer é emprego é um luxo.
  • Tornou-se pecado queixarmo-nos do excesso de trabalho devido às jornadas cada vez mais longas – “não te queixes porque tens emprego”)
  • De que é possível um “direito laboral de exceção”, uma suspensão dos direitos laborais, em nome da sobrevivência da economia?
  • O medo da procura da litigância laboral, pelo receio de represálias, o medo de fazer queixas, de reivindicar direitos e contra discriminações.

Novas atitudes e virtudes se esperam dos trabalhadores que “não são piegas”: multiatividade, voluntarismo e voluntariado, autoformação e autoaprendizagem, empreendedorismo.
Aos jovens temos destinadas trajetórias yo-yo, apenas podendo estes almejar a momentos de emprego precário (com ajuda dos pais, os que podem), seguidos de desemprego (mais ajuda dos pais, os que podem), novo trabalho precário e, com toda a instabilidade e incerteza, o adiar da constituição de família, de planos de vida, normais nesta fase do ciclo de vida. Claro que depois o governo, demagogicamente, pede a estes mesmos jovens que tenham filhos, numa culpabilização que também eles carregarão.
Porque encaramos que na definição de políticas não deve haver inevitabilidades, fatalismos e que existem alternativas, estamos aqui para pensar criticamente estes retrocessos e perspetivar caminhos de futuro, acreditando que o partido socialista preconizará uma mudança de paradigma, recolocando as pessoas, o seu bem-estar como motores da eficiência económica e do crescimento do nosso país.

(Rosa Monteiro, professora, investigadora, vereadora do PS)
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José Pedro Gomes
 Wanda Guimarães
Adelaide Modesto
José Junqueiro e Helena Rebelo
Adelaide Modesto, Wanda Guimarães e Rosa Monteiro

segunda-feira, 23 de março de 2015

Viseu - PS reuniu a sua CP Concelhia e analisou a situação política

Adelaide Modesto, presidente da Concelhia, iniciou os trabalhos com uma síntese da atividade partidária desenvolvida. A seguir Ribeiro de Carvalho, presidente da mesa, de a palavra a Andreia Coelho, também vereadora, que fez uma por menorizada análise da situação autárquica e tecendo críticas severas á atuação da maioria PSD. 
José Junqueiro, colocou o enfoque nas contradições do presidente da câmara, nomeadamente as que se reportam aos corredores rodoferroviários domínio em que prometeu tudo e tudo falhou. 
João Paulo Rebelo sublinharia igualmente as questões fundamentais em que o Executivo tem trocado a realidade e a transparência por uma espécie de "publicidade enganosa", sobretudo o que toca às políticas de emprego.
Foram muitas as intervenções  e as sugestões em cima da mesa que contribuíram para a afirmação das políticas alternativas do PS e a denúncia de ações concretas, como a da promoção do Museu de Grão Vasco à categoria de "Nacional", relativamente às quais, durante quase duas décadas o atual edil, enquanto presidente da assembleia municipal, nunca falou nem demonstrou interesse.

sexta-feira, 20 de março de 2015

PS Viseu - Comunicado - Comboio, o embuste político do governo e da autarquia

Adelaide Modesto, presidente da CP Concelhia
PS Viseu
Noticia a imprensa diária que o “Secretário de Estado Sérgio Monteiro revelou ontem que a (eventual) nova ligação entre Aveiro e Salamanca será decidida depois das Legislativas. Presidente da Câmara de Viseu considera estranhas as declarações”.
Pois, mas não deveria estranhar, porque o presidente da câmara de Viseu é autor da maior falácia política do seu mandato e desta legislatura. Primeiro garante a idoneidade política do seu ex-colega de governo, depois finge que bate o pé, ao mesmo tempo que se apresenta aos viseenses como o “senhor influência”.

Citando Abraham Lincoln “Podem enganar algumas pessoas o tempo todo ou todas as pessoas durante algum tempo, mas não se pode enganar todas as pessoas o tempo todo”.

Citando também, em julho de 2014, um artigo intitulado “… a ver passar o comboio”:
“O autarca de Viseu esteve em silêncio durante anos e só na campanha eleitoral e agora, depois de eleito, falou no assunto, mas de modos diferentes. Com esta afirmação, solta, ninguém percebe o que pretende afinal. Novo corredor, modernização da linha da Beira Alta, cruzamento das duas soluções, o que defende afinal? (…) Dá para a população, para as reuniões de câmara e moções nas assembleias municipais. A imprensa agradece. O raio do comboio é que não aparece. É só isso: não aparece, nem o governo dá notícias”.
Mais recentemente, de janeiro de 2015, ainda sobre esta “paródia” de triste memória do autarca PSD de Viseu e do governo, transcrevo um excerto da opinião em artigo intitulado “Desta vez, o ator convidado foi Sérgio Monteiro” e que reza assim:
“É neste mar de falsas expetativas, envolvendo também carreiras aéreas e a rodovia Viseu-Coimbra, que o PSD se movimenta. O dramático nem é a tentativa de recriar uma ilusão, mas sim a ideia de que os eleitores são destituídos e não percebem a “finta”.
“Por último, um clássico: deixar para o próximo governo, a poucos meses de eleições a ideia de que se não se fizer a seguir a culpa será sempre de quem estará e nunca de quem esteve e não realizou.”
Até parece que somos adivinhos, mas não. Infelizmente conhecemos bem, bem demais, estes protagonistas. É neste contexto que a Comissão Política do PS Viseu vem publicamente repudiar o embuste político fabricado pelo governo e que conta com as lágrimas de crocodilo do PSD e do autarca de Viseu.

Presidente da Comissão Política Concelhia

Adelaide Modesto

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Comunicado PS Viseu - Autoestrada Viseu-Coimbra

COMUNICADO - Este Governo, três anos e meio depois da sua posse, vem dizer uma redundância: a ligação Viseu-Coimbra é prioritária e fica incluída no Plano Estratégico de Transportes e Infraestruturas (PETI3+).
Surpreende-nos, pois, que o presidente da câmara de Viseu, em nome da maioria, se congratule com uma redundância e, ao mesmo tempo, sinta “mágoa às pinguinhas” pela futura autoestrada vir a ser construída ao mesmo ritmo, às pinguinhas, como se o Governo sofresse de “cistite rodoviária”.
Infelizmente nem a esse ritmo, nem a outro, foi assegurada a autoestrada. Só nos foi oferecida - “de letra” - na campanha eleitoral do atual presidente da câmara de Viseu e, posteriormente, em dose reforçada na moção aprovada na assembleia municipal, garantida sem portagens e com financiamento comunitário de 85%.
O PS tinha apresentado um texto no mesmo sentido, mas considerando a existência de portagens como fonte de financiamento por ser sua convicção de que a oportunidade dos dinheiros comunitários tinha passado.
Para que houvesse uma fusão dos dois textos e uma votação unânime o PSD exigiu que o PS retirasse do texto a referência às portagens. E assim foi, certos de que o PSD sabia algo mais do que todos os outros.
Antes disso, em Coimbra, deputados, autarcas e dirigentes do PS dos dois distritos reuniram-se para analisar o IEVA (infraestruturas de elevado valor acrescentado), encomendado pelo governo, que já elegia esta autoestrada como prioridade e concluíram:
“Podemos, portanto, dizer que este relatório do grupo de trabalho, nomeado pelo Governo, ao assumir que o IP 3 é uma das vias prioritárias a executar neste plano 2014-2020 mais não faz do que assumir o óbvio, mas com atraso. Ou seja, com estas tergiversações, o governo o que fez foi adiar por mais de dois anos um processo sobre o qual ninguém, repetimos, ninguém tinha dúvidas sobre a sua absoluta prioridade”.
E neste contexto os deputados questionaram o Governo: “Sendo o IP3 uma infraestrutura prioritária no relatório 2014-2010 do IEVA  (infraestruturas de elevado valor acrescentado), qual é o cronograma concreto, que o governo tem, para a construção da autoestrada, com um traçado completamente novo, entre Coimbra e Viseu?”
A resposta é clara: não há cronograma, porque não há autoestrada. Ficaremos com as falsas promessas do PSD, lamentando o “paradoxismo” de quem se congratula com coisa nenhuma e as “pinguinhas de mágoa” do presidente da câmara.


O Secretariado da Concelhia do PS Viseu

sábado, 13 de dezembro de 2014

Viseu - Comissão Política Concelhia

Realizou-se ontem a última CPC do PS Viseu de 2014. A reunião decorreu na sede da ACV, sendo a mesa constituída pelo presidente António Ribeiro de Carvalho, Adelaide Modesto, presidente da concelhia e Alberto Ascensão, vogal.
A noite não estava muito convidativa, mas estiveram presentes cerca de 30 dirigentes que mantiveram o debate vivo sobre as questões nacionais e locais. Da minha parte, abordei o contexto nacional e detive-me, com pormenor, sobre a evolução da atividade autárquica.

domingo, 23 de novembro de 2014

PS Viseu - Venceu a lista B de João Paulo Rebelo

Votaram 334 militantes na Concelhia de Viseu. João Paulo Rebelo, lista B, de unidade, foi o grande vencedor, com maioria absoluta  dos votos (55,6%) e delegados (8), a saber: João Paulo Rebelo, Correia de Campos, Fátima Lopes, Alberto Ascensão, Carlos Portugal, Cristina Fonseca, Alcídio Faustino e Bernardo Simões.

Para Alexandre Azevedo Pinto, lista A, apesar do  apoio de Filipe Nunes, ficou pelos 34,1% e  5 delegados. Registaram-se ainda 24 votos brancos (7,1%) e 10 nulos (2,99%).

No total, os 13 delegados eleitos ao XX Congresso farão uma boa representação do PS Viseu.












sábado, 22 de novembro de 2014

Viseu PS Eleições para Secretário-Geral e delegados ao XX Congresso

Ribeiro de Carvalho, Adelaide Modesto e José Pedro constituem a mesa eleitoral no PS Viseu. 

Boa afluência às urnas nas primeiras duas horas, ao ritmo de 1 votante por minuto. 

Em disputa, a lista B, inclusiva e de unidade, respondendo ao apelo do candidato António Costa, encabeçada por João Paulo Rebelo, e uma outra (A) encabeçada por Alexandre Azevedo Pinto. 

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

AM Viseu - Síntese da Intervenção de António Ribeiro de Carvalho

António Ribeiro de Carvalho, líder da bancada municipal do PS, questionou o executivo camarário sobre um "problema de saúde pública" já denunciado noutra sessão da Assembleia Municipal: saneamento em Cepões.

Para além disso, solicitou esclarecimentos em relação a 2 assuntos:

1 - Contratação de 24 pessoas para, em regime de trabalho temporário, exercerem funções na rede municipal de museus.
  • "Porque é que se mantém esta situação de trabalho precário?"
  • "Se através do protocolo com o Centro Cultural Distrital de Viseu eram transferidas verbas para pagamento dos salários de 9 pessoas, qual a necessidade de contratar agora 24 pessoas?"


2 - Alienação da participação social da câmara na GestinViseu.
  • "Oito meses decorridos, ainda não temos notícia de que tenha sido formalizado o "negócio da china" da saída da Câmara Municipal de Viseu da sua posição societária na GESTINVISEU". "Pelo preço indicado de 25euros/m2, conseguiu alienar qualquer dos 2 lotes que disse que passavam para a propriedade exclusiva do município?".

Andreia Coelho, um olhar sobre a atividade do PS Viseu

Foi uma das muitas intervenções na passada terça-feira, durante a Assembleia Geral de  militantes "(…) Muito falta ainda fazer, mas tenho que congratular o trabalho que vem sendo feito pela Vereação e Assembleia Municipal do Partido Socialista, bem como pelas Juntas de Freguesia e Concelhia.
Assim, cabe-me referir, que o ultimo ano foi para o PS um ano de propostas e de marcação da agenda política, em contraponto à maioria, para quem este mesmo período ficou assinalado, insolitamente, por uma oposição dura de Almeida Henriques a Fernando Ruas e por eventos de fachada.

Mas concretizando:
Um “ano de propostas”. Ficam alguns exemplos:
Candidatura de Viseu à Rede Europeia de Cidades Amigas das Pessoas Idosas, celebração do Dia Municipal para a Igualdade, redução de coeficientes de localização, Gabinete de Apoio à Agricultura e ao Desenvolvimento Rural, campo de férias para crianças de famílias carenciadas, as 52 medidas para o Centro histórico.
Por sua vez, foi também um ano de “marcação da agenda política”, que se traduziu por obrigar a maioria à discussão e ou tomada de posição sobre matérias bem conhecidas.

 Concretizando:
GestinViseu, Políticas de Igualdade e Solidariedade Social, corredor ferroviário, ligação Viseu-Coimbra, linhas aéreas, reorganização do mapa judiciário, criação ou preservação de serviços, Centro Oncológico, reabilitação do parque escolar, transparência para o Centro Cultural Distrital, entre muitas outras.
Mas como contra factos não há argumentos, e tudo isto está mais do que documentado, pergunto ainda, a título exemplificativo:
Quem trouxe a público a estratégia para o crescimento económico e emprego, designadamente a Reforma fiscal municipal, com a definição dos espaços empresariais e respetiva oferta a preços de concorrência (trocar m2 por empregos)? Ou a transformação estrutural do Multiusos para captação de eventos de grande dimensão? Ou a introdução de regras e instrumentos para a equidade fiscal, designadamente, preços da água e programa de recuperação de alçados? Tudo isto é património do último ano do PS!
De realçar ainda, o nosso grupo parlamentar na Assembleia Municipal, que pela excelência das suas intervenções, tem sido considerado por muitos, como o melhor e mais ativo que o PS alguma vez teve.
O desempenho responsável dos vereadores e dos deputados municipais, como, aliás, a maioria já admitiu publicamente, é a tradução de uma atitude construtiva e constante de todos, de trabalho de proximidade, de muita informação, de muita atividade pública, de voz forte, é a tradução de um trabalho estratégico e de parcerias que tem sido desenvolvido com todos, com realce para a concelhia.

Agora, fica a advertência, para o bem e para o mal, o PS e os seus camaradas não podem andar distraídos.
É preciso dar mérito a quem o tem e dize-lo sem qualquer pudor, desde logo por uma questão de justiça, mas também cabe a cada um de nós, enquanto militantes, nos sentirmos empenhados e responsáveis, pelo futuro que queremos para o PS, até porque se calhar, muitas vezes, isso implica sacrifícios, profissionais e pessoais.

É assim necessário que as boas sementes frutifiquem, e para que tal aconteça só vejo uma hipótese, a futura história do PS Viseu tem que ser construída com o contributo de todos, e de uma vez por todas temos de assumir que o nosso único e verdadeiro adversário, não está cá dentro mas lá fora, e temos que o enfrentar, porque é ele que tem castrado o desenvolvimento socioeconómico do concelho e com isto frustrado os jovens e o empreendedorismo."

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Viseu - XVI Congresso Distrital do PS

A reunião magna do PS concluiu-se ontem na Aula Magna do IPV. 
As atenções estavam concentradas nas intervenções e nos resultado das votações nas listas para os órgãos distritais.
João Azevedo, o presidente cessante, contrariamente a António Borges, o novo presidente, fez um discurso unificador que denotou grandeza de alma e olhou para o futuro convocando todo o património do PS. E isso aconteceu, mesmo ao arrepio dos arautos de um novo ciclo que de inovador apenas tem um azedume desconhecido no PS. 
Acácio Pinto, com uma das melhores intervenções de sempre, assumiu a mesma atitude e isso foi reconhecido pelo congresso que lhe deu mais membros para a comissão política distrital do que era expectável.
No entanto, ninguém se promove apoucando o trabalho dos outros, sobretudo quando dele resultou prestígio e orgulho para todo o PS. E foi esse o caminho que segui na minha intervenção, sem esquecer ninguém, e valorizando objetivamente o trabalho de todos, tal como fez Elza Pais. 
Foi neste contexto que, do princípio ao fim, para surpresa de muitos, os congressistas falaram de valores, de ideais, do futuro, mas realçando e elogiando sempre a obra feita e aqueles que a lideraram. 
Para mim, que já não sou responsável da Federação, há quatro anos, foi reconfortante que publicamente tenha sido reconhecido o trabalho que partilhei com todos e que todos fossem reconhecidos por isso. 
Ao contrário, fiquei perplexo com a exclusão da mesa da presidente da Concelhia de Viseu, a anfitriã do evento. Não há segunda oportunidade para criar uma primeira boa impressão. 






sábado, 20 de setembro de 2014

Domingo - Congresso da Federação distrital de Viseu do PS

Realiza-se amanhã, em Viseu, na Aula, Magna do IPV, o Congresso da Federação Distrital de Viseu do PS. 

Será apresentado o Relatório pelo presidente cessante, apresentadas e discutidas as duas moções de orientação política geral, a do presidente eleito, António Borges, e a do seu adversário, Acácio Pinto. 

Poderão ainda ser discutidas moções setoriais e serão eleitos os seguintes órgãos: Comissão Política Distrital, Comissão de Jurisdição e Comissão de Fiscalização Económica e Financeira.

Este mandato, em função dos atuais estatutos do PS, irá até às próximas eleições legislativas, data a partir da qual, num prazo de 120 dias, será convocado novo Congresso, em 2016.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

PS VIseu - Lúcia Silva Candidata-se ao Departamento Federativo das Mulheres Socialistas

Cara camarada,
Depois de um período de auscultação e reflexão pessoal, decidi ser candidata ao Departamento Federativo das Mulheres Socialistas de Viseu, nas eleições que terão lugar no próximo dia 6 de Setembro de 2014. 
Nos próximos dias apresentarei as linhas orientadoras da minha candidatura, mas, neste momento, quero vos deixar um dos meus objectivos principais: contribuir para uma maior afirmação política do DFMSV!
Este é um desafio que assumo em prol do combate de ideias e de projectos, e não contra ninguém.
Fui presidente da Concelhia do PS Viseu durante dois mandatos e, juntamente com uma vasta equipa, desenvolvemos um trabalho político que honra e dignifica o Partido Socialista.
Com a minha candidatura ao DFMS quero também, com todas as mulheres, que queiram integrar o nosso projecto, promover o Departamento e trazer ao debate políticas, que são questões estruturais da nossa sociedade e que dizem respeito não só às mulheres mas a todos nós, homens e mulheres.
O Partido Socialista vive actualmente um período de eleições várias e porque a palavra é de grande valor para o discurso político (e não só) quero fazer uma declaração de interesses.
Para as eleições Primárias tomei livremente, e de acordo com os meus princípios e valores, que são os meus, e não são melhores do que os de ninguém, apenas são os meus, a decisão de apoiar o SG (AJSEguro) tal como já o fizera em atos eleitorais anteriores. Reconhecendo mérito e valor político ao camarada António Costa, penso que a democracia foi colocada em causa na medida em que se disponibilizou extemporaneamente.
Eleições para a Federação, a encabeçar uma lista apresenta-se o Camarada António Borges e Numa outra lista apresenta-se o camarada Acácio Pinto. Eu declarei o apoio ao candidato António Borges. António Borges é um camarada de reconhecido mérito político, foi autarca na Câmara Municipal de Resende com um excelente trabalho autárquico, e na qualidade de Presidente da Concelhia, tive a oportunidade no processo autárquico, de reconhecer a proximidade, coesão, determinação responsável e séria de António Borges. Pelo camarada Acácio Pinto tenho um grande apreço pessoal e político.
Departamentos Federativo das Mulheres Socilaistas. A actual Presidente, que eu apoiei em atos eleitoras anteriores recandidata-se, e desde já a felicito. Contudo, considero que a democracia me permite responder ao apelo das camaradas e sobretudo de responder à minha motivação, força e empenho que pretendo/pretendemos dar ao Departamento das Mulheres Socialistas do Distrito de Viseu. Pois o nosso departamento muito terá a ganhar com o debate que juntas estamos a promover.
Conto com tod@s
Saudações Socialistas.