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sábado, 7 de novembro de 2015

Mealhada - Assis, centenas de militantes e o futuro do PS

Autarcas, deputados, dirigentes, militantes, ex-governantes de Guterres e Sócrates, figuras conhecidas como António Rebelo de Sousa, Carlos Lage, José Lamego, entre muitos outros, estiveram juntos com Assis para falarem do futuro do PS, da oposição frontal à direita, do diálogo construtivo à esquerda e as demais as forças políticas ou com os representantes da sociedade civil em todos os seus níveis. Cerca de 400 pessoas são um sinal de grande vitalidade e de disponibilidade para construir um PS ganhador.







quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Francisco Assis lembra as críticas da extrema esquerda ao PS

Na sua crónica desta quinta-feira, no Público, Francisco Assis lembra que o PS foi, por diversas vezes nos últimos 40 anos, criticado pela extrema-esquerda, que acusava o partido ‘rosa’ de estar cada vez mais à direita e de ser “adversário dos valores de Abril”. 
Considera por isso que estar a tentar agora um acordo com o PS revela um “despudorado cinismo político”.
Segundo o socialista, foi a extrema-esquerda que sempre se “auto excluiu” não só “da esfera estrita de governação, como no horizonte mais vasto de definição das grandes prioridades nacionais”.
Isto “em nome da fidelidade a um modelo de regime e de organização económica e social claramente repudiado pela maioria dos cidadãos portugueses”, escreve.

Agora que se abre a porta a uma possível “celebração de um acordo governativo de incidência parlamentar entre os vários partidos de esquerda”, Francisco Assis lembra o PS de que não se “pode deixar aprisionar por compromissos impeditivos da prossecução de uma ação reformista de que o país notoriamente carece”.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Lusa: Europeias: Assis acusa Governo de ter medo do povo e recorrer à "obscenidade"

O "número um" socialista às europeias acusou hoje o Governo de estar com "medo do povo" e de recorrer à "obscenidade" ao convocar um Conselho de Ministros extraordinário em período de campanha, ultrapassando os limites da decência.
Francisco Assis falava no final de um almoço com apoiantes em Lamego, onde fez um dos discursos mais violentos contra a atuação da maioria PSD/CDS e do Governo.
Numa referência à convocação pelo Governo, para sábado, de um Conselho de Ministros extraordinário, Assis declarou: "O desespero conduz à perda da vergonha, ao despudor mais absoluto - e temos visto uma campanha de promessas, própria de um Governo que não tem limites no esforço propagandístico, porque tem medo do povo", sustentou.
Francisco Asis referiu-se depois à tese do cabeça de lista da coligação PSD/CDS, Paulo Rangel, advogando que os socialistas, no sábado, em período de campanha para as europeias, também apresentarão propostas para um futuro Governo.
"A maioria parlamentar acha que a melhor maneira agora é tentar enganar o povo, mas o povo não se vai deixar enganar. Há alguma comparação possível entre uma iniciativa de um partido e uma iniciativa de um Governo? Na campanha eleitoral os partidos têm de ter a primazia", advogou o dirigente socialista, contrapondo que o Conselho de Ministros extraordinário convocado para sábado corresponde "a uma partidarização inadmissível de uma instituição democrática fundamental".
"PSD e CDS têm legitimidade para governar, mas não são donos das instituições democráticas que conjunturalmente ocupam em função do voto. Este ato [Conselho de Ministros extraordinário] é um desrespeito profundo pela democracia, é um ato obsceno que tem de ser profundamente criticado, porque a decência tem de prevalecer na disputa política", advertiu o cabeça de lista do PS ao Parlamento Europeu.
Francisco Assis deixou depois um apelo à maioria PSD/CDS: "A decência é fundamental na vida política e tem de haver uma decência mínima".
"Infelizmente, esta maioria, no seu desespero, está a ultrapassar todos os limites com a uma atuação indecente, pondo em causa os princípios da convivência democrática. A nós não nos intimidam nem nos enganam", referiu, num discurso muito aplaudido pelos socialistas.
Na sua intervenção, o cabeça de lista do PS pediu aos militantes socialistas que sensibilizem os eleitores "descrentes" sobre o que está em causa no próximo dia 25.

"Não estamos a dizer que as dificuldades vão desaparecer da noite para o dia, ou que não há sacrifícios ainda por fazer, mas dizemos que Portugal não está condenado a um estatuto de subalternidade. Contrariamente a outros não prometemos o céu para amanhã, mas também recusamos uma condenação a uma espécie de inferno. Por isso, dia 25, temos de dizer que não aceitamos este caminho e que outro caminho é possível", acrescentou.

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Assis não deixou passar em claro a pseudo "Conferência Barroso".

A partidarização da Conferência Barroso, que trouxe  a Lisboa comissários monocolores da direita e que só envolveu ministros do governo foi um "tesourinho deprimente". Francisco Assis não deixou passar em claro, e bem.

Creio que o que esta tarde se tem vindo a fazer em Lisboa é um primeiro passo, um primeiro momento cénico de uma grande operação de branqueamento de uma política falhada”, criticou Francisco Assis, em declarações aos jornalistas, no Porto.
Com uma posição muito “crítica” quanto a esta conferência, o cabeça de lista socialista afirmou que esta política económica que “produziu resultados muito negativos” tem sido promovida “quer a partir dos centros de decisão europeus, quer a partir dos centros de decisão nacionais”.

“Esta conferência, nos termos em que é apresentada, desvalorizando a participação pluralista de outras visões da Europa e do país, é algo que nos tem que merecer uma profunda e clara crítica”, disse. Anuindo que esta situação se torna mais grave por este ser um período pré-eleitoral, Assis recordou que o PS já tinha alertado que Portugal vai assistir, nos próximos meses, “a uma luta entre a propaganda e a realidade”.

“A realidade é aquela que nós percebemos todos os dias: um país mais pobre, com uma economia mais débil, com maiores dificuldades. Mas a propaganda vai tentar inventar um país diferente, com um discurso muito simplista e um discurso perigosamente populista, até”, comparou.


No entanto, o cabeça de lista do PS disse estar “convencido que os portugueses não se vão deixar iludir por estas manobras”.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Francisco Assis pede uma ideia ao malogrado Paulo Rangel

Francisco Assis: "Aproveito para  desafiar Paulo Rangel a apresentar uma só ideia - nem lhe peço duas - sobre Portugal e a Europa nesta pré-campanha eleitoral, porque até hoje não trouxe absolutamente nenhuma. Limita-se a atacar o PS".  O candidato do governo não consegue fazer outra coisa, parece perturbado, qual barata tonta! 

De facto,o porta-voz de Passos Coelho, o agente da austeridade, ainda não percebeu que os tempos mudaram. Não está em condições de pedir explicações aos outros. Pelo contrário, tem o dever cívico e político de dar explicações ao eleitorado, porque o governo que representa fez de Portugal um país pior e não um país melhor.

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Assis - Europeias - nestas eleições o PS vai vencer com apoios à esquerda e à direita

(...) Francisco Assis, disse estar "absolutamente convencido que o PS vai ganhar" as eleições, considerando que "o país está cansado deste Governo" e vai demonstrá-lo nas urnas.
(...) "O país está cansado deste Governo. O país já percebeu que com este Governo o único horizonte que tem é o da austeridade, do empobrecimento e do aumento das clivagens sociais. O país precisa de voltar a acreditar numa alternativa. É isso que já se manifestou nas autárquicas e vai-se manifestar agora, de uma forma muito clara, nestas eleições europeias", disse aos jornalistas.
Sobre o apelo de consenso de Passos Coelho (...) "Eu não me recordo de nenhum congresso partidário em que o líder do maior partido da oposição tivesse sido tão mal tratado como aconteceu neste congresso do PSD. Quem hoje é o principal obstáculo aos consensos em Portugal é este Governo e esta maioria parlamentar do PSD e do CDS"...
(...) Assis está convencido da vitória nestas eleições europeias porque o PS vai "conseguir concitar o apoio" à direita e à esquerda dos que "compreendem hoje a necessidade da construção de uma nova maioria política em Portugal e que vão aproveitar estas eleições europeias para dar este sinal ao país".
"O apelo que neste momento dirijo ao país é precisamente este: há muita gente que não comunga, em absoluto, com o PS do ponto de vista das suas opções ideológicas mas que neste momento compreende que só em torno do PS é possível construir uma alternativa de governação, séria, rigorosa", apelou.
(...) "As próximas eleições europeias são sobretudo um momento em que nós vamos ter oportunidade de debater visões diferentes em relação ao que deve ser a Europa e em relação ao que deve ser a relação de Portugal com a Europa", justificou.
Sobre o ?timing' do anúncio, o cabeça-de-lista disse apenas que "o secretário-geral do PS anunciou sempre que iria apresentar o candidato às europeias no instante que considerasse mais adequado" e que "foi este o momento escolhido".

"Eu não vou entrar nos pequenos truques, não vou entrar na dialética das pequenas coisas. Nós temos que nos confrontar nas questões essenciais", enfatizou.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

FRANCISCO ASSIS DEFENDE O VOTO FAVORÁVEL DO PS NO TRATADO EUROPEU

SÍNTESE"Nós não vamos votar este Tratado por estarmos sob qualquer efeito de chantagem de outros países, nós vamos votar este tratado também porque compreendemos a realidade política atual da União Europeia, estamos dispostos a lutar pela sua alteração"..."Nós projetamos expetativas em que, nos próximos tempos, a Europa possa assistir à vitória de algumas formações políticas da esquerda, da esquerda séria e da esquerda eficaz - que quando ganha eleições e governa faz avançar a Europa"...

"O deputado socialista Francisco Assis recusou hoje que o PS esteja favoravelmente ao Tratado Europeu "sob o efeito de chantagem" de outros países, mas porque compreende a "realidade política" da União Europeia e "luta pela sua alteração".
"Nós não vamos votar este Tratado por estarmos sob qualquer efeito de chantagem de outros países, nós vamos votar este tratado também porque compreendemos a realidade política atual da União Europeia, estamos dispostos a lutar pela sua alteração", afirmou Francisco Assis.
O ex-líder parlamentar e ex-candidato à liderança do PS fez a intervenção final dos socialistas no debate sobre a ratificação dos tratados europeus e declarou que o partido "sempre assumiu as suas responsabilidades" em nome de "compromissos profundos" que estão além dos "cálculos de benefícios".
"Nós projetamos expetativas em que, nos próximos tempos, a Europa possa assistir à vitória de algumas formações políticas da esquerda, da esquerda séria e da esquerda eficaz - que quando ganha eleições e governa faz avançar a Europa", afirmou.
Numa intervenção muito crítica para com a postura dos partidos à esquerda do PS, nomeadamente o PCP, Assis sublinhou que "num projeto como o projeto europeu, é praticamente impossível alguém estar sempre de acordo".
"A União Europeia é bastante mais complexa do que a extinta União Soviética", afirmou, dirigindo-se ao deputado comunista Honório Novo.
Para o deputado do PS, os Tratados trazem o "avanço" do "aprofundamento da governação económica e europeia", embora diga que "para grande parte da direita europeia, significa apenas, através da governação económica, garantir a transposição automática dos ‘diktates' dos mercados financeiros para os orçamentos nacionais".
Assis diagnosticou como "problemas", a "legitimação democrática do processo decisório e a qualidade dos mecanismos de controlo político democrático dessas decisões", sendo que o Parlamento Europeu e os parlamentos nacionais "têm que encontrar mecanismos institucionais adequados que permitam o controlo do processo orçamental"."
"A União Europeia é bastante mais complexa do que a extinta União Soviética", afirmou, dirigindo-se ao deputado comunista Honório Novo.

domingo, 22 de janeiro de 2012

FRANCISCO ASSIS: DEFENDE JOÃO PROENÇA NA CONCERTAÇÃO SOCIAL (in Publico)

Assis disse: A UGT PRESTOU UMA VEZ MAIS UM GRANDE SERVIÇO AO PAÍS EM GERAL E AOS TRABALHADORES EM PARTICULAR.

 Ao país porquanto de afigurava de grande importancia um acordo de concertação social. Aos trabalhadores na medida em que impediu a consagração de soluções que atentavam contra os direitos básicos. ..... 

Contra todas as evidencias do senso comum ideológico João Proença AGIU CORRETAMENTE na concertação social e tem razão.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

DEBATE NA SIC - ANTÓNIO SEGURO, FRANCISCO ASSIS

No actual contexto, no imediatíssimo pós eleições, o debate interno no PS interessa mais aos militantes do que ao grande público. A este, ao grande público, importam as propostas e o sentimento que o futuro Secretário Geral seja capaz de apresentar, defender e converncer com alternativa às políticas em curso.
Agora o mais importante, é o PS discutir-se a si próprio, bem antes de se apresentar ao eleitorado e interessar cidadãos, para além do partido, na participação política.
O início e o fim  do debate foram muitos crispados. Gostaria que tivesse sido diferente.
Assis foi, como é seu timbre, torrencial. Seguro assumiu uma serenidade e propostas concretas como alternativa àa observações críticas que fez ao actual Primeiro Ministro. Revela uma atitude reflectida, um conhecimento assumido. Assis voou com as palavras, mas não aterrou em sítio nenhum.
"...Mas quem és tu?", perguntou Assis a Seguro, fazendo um plágio de outro camarada que, apesar de ter estado com ele no Governo, Direcção do Partido e Assembleia, afirmou "conheço-o mal".
Este "tique" de arrogância prejudicou o PS em vários momentos da sua vida política. É o escape natural de quem não tem razão ou assume uma pseudo superioridade intelectual funcionando como uma espécie de rolo compressor sobre a verdade dos factos.
Curioso, no entanto, é António Seguro, ao longo dos anos, sobretudo destes últimos, ter assumido as suas discordâncias nos órgãos próprios do PS a que pertencia, ter publicado regularmente as suas opiniões, agora editadas em livro, e ter sido solidário, sempre, com o partido, nas frentes parlamentar e governamental.
Estranho é não se ter conhecido nada do que pensava Assis, no tempo próprio, nem nenhuma atitude nos órgãos próprios do partido, sobretudo no Secretariado Nacional de que fazia parte e que poucas vezes reunia. Nem isso foi observado.
O eleitorado deu conta e é curioso que muitos insistam em não pensar que entre a nossa actuação colectiva, de que todos somos responsáveis, e os eleitores exista uma diferença de 10% que nos derrotou. Não há pior cego do que aquele que não quer ver, diz o povo e tem razão!

sábado, 9 de julho de 2011

Assis diz que Seguro é mais parecido com Passos Coelho, que último Congresso deveria ter sido adiado e Sócrates demitido há um ano

Francisco Assis, candidato à liderança do PS, considera António José Seguro mais parecido com o perfil de Pedro Passos Coelho e admite que o último congresso socialista, que elegeu Sócrates quase por unanimidade, poderia ter sido adiado. "

E os apoiantes de nao sei quem, Manuel Pizarro, Marques Perestrelo ou Rocha Andrade, por exemplo, iniciaram as intervenções na Comissão Nacional em que se decidiu a data das eleições para o Secretário Geral, proposta minutos antes pelo próprio Secretário Geral, José sócrates.
Pretendiam, logo ali, 5 minutos depois da saída de Sócrates, desautorizá-lo, querendo que tudo fosse adiado.
Fui o primeiro a retorquir, defendendo a posição de José Sócrates e do Secretariado Nacional. E fez vencimento. Não poderíamos ficar sem liderança até Setembro ou Outubro, passando ao lado de um momento decisivo que o país está a viver. Seria uma irresponsabilidade.

E aos meus camaradas que pensavam o contrário, invocando mesmo a questão das férias, disse-lhes que a crise não ia de férias e os socialistas também não. O bom senso foi maioritário.

Acontece que Assis ficou calado, tal como ficou quanto à data do último Congresso, assumindo o mesmo silêncio que só agora, tardiamente, interrompeu e na consideração, igualmente tardia, de que José Sócrates se deveria ter demitido há uma ano. E compara agora António Seguro a Passos Coelho.  E então, o que devo dizer sobre a sua atitude? Preservemos o PS!!!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

ASSIS APOIA O REFORÇO DA "DOSE", APOIA O GOVERNO,MAS NÃO O PAÍS!

O "memorando da Troika" define as medidas necessárias para a recuperação das finanças públicas. Até Maio o défice diminuiu 89% e garante o cumprimento do défice.

Reforçar a "dose" é ir além do acordo e, portanto, além de um compromisso assumido pelo PS, PSD e CDS.

António Seguro tem razão, sabe do que fala  e sabe o que diz.

Francisco Assis, ao falar tão depressa, não consegue reflectir nem sobre o que fala.
Tal como esperava, começa aqui a sua fase "responsável": dizer o que "pode parecer bem" e não o que é necessário e compatível entre a diminuição do défice e a vida dos portugueses.

Esta atitude pode servir aos interesses da Direita, mas não aos interesses de Portugal e dos portugueses. Um rei fraco faz fraca a forte gente.