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domingo, 2 de junho de 2013

VISEU - PS apresenta os candidatos às Freguesias do concelho

Com a presença de José Junqueiro, candidato à câmara, e João Azevedo, presidente da Federação, o PS apresenta hoje, às 17,30h, no ExpoCenter. 
Os candidatos às Freguesias que incluem já os dois ou três nomes, conforme os casos, das que foram extintas e agregadas numa nova entidade permitindo, assim, a anterior representação global. 

domingo, 10 de março de 2013

José Junqueiro nas freguesias com independentes e militantes socialistas

Sábado, José Junqueiro reuniu com os socialistas das freguesias de Abraveses, Vila Chã e Fail com o duplo objetivo de explicar as propostas do PS para a autarquia local, responder a questões, receber sugestões e decidir sobre os candidatos do PS. Estas reuniões internas têm contribuído para muito rapidamente finalizar toda o programa de governo e aperfeiçoar a estrutura de campanha.

sábado, 8 de dezembro de 2012

CAPRICHO DE MIGUEL RELVAS: UMA INIQUIDADE


Esta semana o PSD e o CDS farão a extinção de quase 1200 freguesias ao arrepio do memorando da Troika, por estranho que pareça. E são várias as razões.l
Em primeiro lugar porque o texto refere que deveria existir menos despesa e, primeiras contas feitas, haverá mais despesa. Aliás, a dita, será ainda acrescida pelos 4,4 milhões de euros anuais que custarão os 79 novos lugares políticos  que o governo vai criar nas entidades intermunicipais.
Em segundo, porque o memorando exige preservar um serviço público com a qualidade e este perde essa qualidade obrigando mesmo as populações a despesas pessoais em deslocações não previstas e a confrontarem-se com uma rede de transportes que não existe.
Em terceiro, porque o governo considerou, unilateralmente, que a redução de autarquias se referia apenas a freguesias e não a municípios.
Em quarto, porque as freguesias significam proximidade, qualidade que também perdem pela agregação de grandes massas populacionais.
Em quinto, porque o governo não consegue justificar que só 1195 freguesias a extinguir seja um número significativo e 700, 600 ou 500 nada signifiquem.
Em sexto, porque não existe uma lei eleitoral que assegure a sua nova representatividade, nem foram definidas novas atribuições e competências, nem, tão pouco uma nova lei de finanças locais que assegure a materialização do novo objeto das freguesias.
Em sétimo, sem querer esgotar as razões, porque a lei de extinção de freguesias foi feita nas costas dos autarcas, sem debate público prévio e fere uma área de reserva constitucional  da autonomia do poder.
O PS deseja uma reforma que não se confunda com o dizimar mesquinho de freguesias, quer uma transformação mais ampla, apresentou uma metodologia, sublinhou a exigência de participação dos autarcas num debate público sem constrangimentos, local e nacional. Uma verdadeira reforma não pode acontecer nas costas dos cidadãos e dos seus representantes, nem deveria fazer-se com uma maioria conjuntural, efémera e, por isso, instável e transitória.
No momento em que concluo o texto, já no hemiciclo, vejo as galerias cheias de autarcas de freguesia que, tal como eu, veem nesta teimosia da maioria algo de que o país não precisa, que o poder local dispensa, mas que vai acontecer apenas pelo capricho de Miguel Relvas: uma iniquidade!
DB 2012.12.06

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

DIZIMAR freguesias sem pensar nas pessoas - "À MARRETADA" diz Marcelo

Serão 1195 freguesias a extinguir, "à marretada" como disse Marcelo. O governo diz que vai poupar (sem demonstrar) cerca de 10 milhões de euros, mas 1/3 desta verba será para pagar 79 lugares políticos que Miguel Relvas vai criar nas Entidades Intermunicipais, mesmo contra a vontade da ANMP. Os vencimentos podem atingir 4400 euros e as despesas de representação poderão atingir 3 vezes mais do que as de um deputado, por exemplo. E depois vêm falar na extinção de freguesias ou diminuição do número de deputados. O governo ainda não percebeu que ninguém está distraído. O PS VOTARÁ CONTRA!

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

DIZIMAR FREGUESIAS - A INICIATIVA E A ÚLTIMA PALAVRA PERTENCEM AO GOVERNO

SÓ POR VONTADE DO PSD E CDS AS FREGUESIAS SERÃO DIZIMADAS - o memorando fala em diminuição de autarquias, mas com garantia de continuidade no serviço público, SITUAÇÃO QUE NÃO É ASSEGURADA com claro prejuízo das pessoas. O governo entendeu, curiosamente, que autarquias são apenas as freguesias. E entendeu que diminuição SIGNIFICATIVA se atingiria com a extinção de 1165. E por que motivo 300, 500, 700 não corresponde a um número significativo? Por critérios matemáticos. E, já agora, ao dizerem que vão poupar 10 milhões de euros, porque vão "ENTREGAR "84 MILHÕES EM PARECERES A GABINETES DE CONVENIÊNCIA?

segunda-feira, 19 de março de 2012

"LEIZINHA"- A REFORMA, AFINAL, RESUME-SE A DIZIMAR FREGUESIAS?

António José Seguro diz que proposta do Governo é uma 'leizinha' de extinção das freguesias. O secretário-geral do Partido Socialista (PS)  disse hoje em Leiria que a proposta de Reforma Administrativa do Poder Local  apresentada pelo Governo é "uma 'leizinha' de extinção das freguesias".
António José Seguro sustentou que "o atual Governo e a maioria de direita  quiseram passar a ideia de que tinham entregado na Assembleia da República  uma proposta de Reforma do Poder Local, mas o que fizeram depois de nove  meses foi entregar uma lei de extinção de freguesias".  O líder do PS garantiu que a proposta de lei "viola o princípio de autonomia"  das autarquias, imposta às populações e que piora a qualidade de vida, sobretudo  nas zonas rurais. "Isto só pode vir de um Governo que não tem sensibilidade social e não  conhece o país. As freguesias do interior e com pouca população são aquelas  que mais precisam das freguesias, muitas em vias de desertificação, que  viram partir serviços públicos, os CTT, GNR e extensões de saúde", defendeu  o socialista. 
António José Seguro frisou que "não faz sentido que o Estado abandone  essas pessoas", destacando o facto de na maioria dos casos se tratar de  população envelhecida. Perante uma plateia constituída por muitos autarcas, no encerramento  do Fórum Municipal que decorreu hoje em Leiria, e a pouco menos de duas  semanas da manifestação convocada pela Associação Nacional de Freguesias  contra a reforma proposta pelo Governo, o secretário-geral do PS elogiou  os autarcas e acusou a maioria PSD/CDS-PP de insensibilidade social. 
Seguro admite que se fosse primeiro-ministro "também teria que tomar  medidas de austeridade", mas criticou "o ritmo e a dose" de sacrifícios  impostos pelo Governo liderado por Pedro Passos Coelho. "Só olha para os números e para o memorando da 'troika', mas a responsabilidade  de um político é garantir que não se deixa nenhum português para trás, nos  cuidados de saúde, na justiça ou no emprego", enfatizou. 
O líder do PS aproveitou para responder ao líder do PCP, Jerónimo de  Sousa, que no sábado corresponsabilizou os socialistas pela "cruzada contra  a saúde" que se está a assistir no país, considerando que Seguro "não tem  sentido do ridículo". Seguro garante que não confunde adversários e que os seus inimigos estão  identificados: a pobreza, o desemprego e o atual Governo de direita