A Acrópole de Atenas foi construída entre 450 a 330 aC sobre as ruínas de construções mais antigas. O sítio arqueológico possui quatro das mais importantes obras primas da arte grega clássica: O Partenon, o Propileu, o Erecteion e o templo de Atena Nike.
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sábado, 29 de agosto de 2015
sexta-feira, 21 de agosto de 2015
(Exp. Ricardo Costa) A última jogada de Tsipras
Como resumir os
últimos meses de Alexis
Tsipras? Não é tarefa fácil, depois de tanta volta e reviravolta,
de ter chegado de rompante com um discurso demasiado fácil e de ter engolido
quase tudo, de ter vencido eleições contra a austeridade e arriscado a vida
política num referendo, de ter feito o contrário do que queria e ter enfrentado
uma rebelião no seu
partido.
Mas há um indicador comum a
todo este resumo. É que Tsipras continua com uma popularidade incrivelmente alta e
sem ninguém que lhe faça frente. É isto que explica a demissão e o caminho para eleições
antecipadas. O primeiro-ministro grego sabe que as vai ganhar
com facilidade e isso permite-lhe ter um grupo parlamentar expurgado dos mais
contestatários.
Não é certo que
o Syriza se mantenha intacto – é uma coligação de vários pequenos partidos –,
mas é certo que
Tsipras vai vencer a eleição de forma clara, podendo até
dispensar os nacionalistas que hoje lhe garantem a maioria. Bruxelas, Berlim,
etc., sabem que é com Alexis Tsipras que vão lidar e por muito tempo.
Ah, já me
esquecia. É que apesar de as eleições gregas ainda não terem data, tudo aponta para dia 20 de setembro,
ali em plena campanha eleitoral… portuguesa. Isto explica o regresso em força
da Grécia ao discurso da coligação PSD-CDS e promete mais uns embaraços ao PS
que mostrou uma estranha simpatia pelo advento do Syriza. Depois corrigiu o
tiro, mas o mal inicial ficou feito.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Grécia - Valeu a pena? Parece que sim!
O abanão foi grande para os gregos, mas bem maior para a Europa. Ficou claro aos olhos do mundo que a Europa já não é o que era. E a Alemanha vai lembrar-se, em breve, que as crise que provocou nas periferias vão atingir Berlim, duramente.
"A dívida grega vai mesmo ser renegociada. Os
credores europeus aceitaram aliviar os juros e prolongar os prazos de
pagamento. O comissário europeu para os Assuntos Económicos acabou de informar
que a medida já foi discutida na última reunião do Eurogrupo e que o alívio da
dívida vai avançar depois das negociações sobre o terceiro resgate estarem
terminadas.
Esta
decisão vai no sentido do que o FMI tem pedido nos últimos dias e o próprio
Banco Central Europeu defendeu a ideia de que a dívida grega, tal como está, é
impagável.
Ainda
esta semana, a chanceler alemã admitiu também que está preparada para discutir
este alívio, mas continua a recusar qualquer perdão."
domingo, 19 de julho de 2015
(JN) Schäuble admite demitir-se por divergência com Merkel sobre a Grécia
O ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, reconheceu que ele e a chanceler Ângela Merkel têm "distintas opiniões" sobre a Grécia e admitiu a possibilidade de vir a demitir-se.
Numa entrevista publicada pelo
semanário "Der Spiegel", o governante admitiu que "faz parte da
democracia ter, de vez em quando, opiniões diferentes" e lembrou que em
política ninguém pode obrigar os outros a tomarem decisões que são da
competência do cargo que exercem.
"Cada um tem o seu papel. Ângela
Merkel é chanceler, eu sou ministro das Finanças. Os políticos têm a
responsabilidade do seu cargo. Nada os pode forçar. Se alguém tentasse isso, eu
poderia pensar em pedir a demissão", salientou.
Schäuble assegura que a chanceler alemã
"pode confiar" nele e que "não tem de se preocupar" pelo
facto de a chefe do Governo alemão e ele terem algumas divergências.
O ministro alemão destacou-se nas últimas
semanas por representar a ala mais dura dos elementos da zona euro nas negociações
com a Grécia, ao propor uma "saída temporária" do país do euro.
Se entre os gregos o ministro é mal visto
e responsabilizado pela situação a que chegou a Grécia, na Alemanha Schäuble
disfruta de grande popularidade, que o coloca acima de Merkel.
"Nunca dissemos que a Grécia deveria
sair da zona euro. Só propusemos a possibilidade de que Atenas pudesse, ela
mesma, optar por este caminho temporário".
Schäublel referiu ainda que a "grande
questão", neste momento, é saber se o primeiro-ministro grego, Alexis
Tsipras, realizará o programa de reformas e ajustamentos acordados em troca do
terceiro programa de resgate de 86.000 milhões de euros.
"Tsipras rejeitou anteriormente um
programa similar e depois apostou no 'Não' no referendo e obteve uma grande maioria
dos votos. Agora quer defender o contrário do que defendeu. Podemos ter
dúvidas", salientou.
Não obstante, Schäuble dá a Tsipras um
voto de confiança: "Eu confio agora nas afirmações de Tsipras. É o que
exige a justiça. Ele assegurou que vai por em prática o programa, apesar de
dizer que não acredita nele. Vamos a ver".
Schäuble disse também na entrevista que
"tentou ajudar o país mais débil" ao longo das negociações.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
(Daniel Oliveira) "Nobel da Paz para Passos Coelho"
Portugal é um
país curioso. Vive entre a obediência total a quem tem poder e sonhos pouco
realistas de grandeza. Mas uma grandeza sem risco. Coisas como organizar o
maior piquenicão da Europa, ter a maior ponte, construir ou refazer dez
estádios para organizar um ruinoso campeonato europeu de futebol. Não me
espanta por isso que Pedro Passos Coelho tenha tido aquele momento pateta do
"por acaso a ideia foi minha", em que disse que, mais coisa menos
coisa, fora ele que desbloquear o processo negocial com a Grécia. Ele sabia
que, dando importância ao papel português, excitaria a provinciana imprensa
nacional.
De repente, o
orgulho nacional, sempre dirigido para o acessório para que dele nunca resulte
qualquer perigo, transformou Passos Coelho no pacificador moderado da Europa.
Nem se percebe como não está já a caminho do Médio Oriente para resolver o
eterno conflito israelo-palestininano e não o candidatam a Nobel da Paz. E
assim, numa conferência de imprensa, tendo de ser o próprio primeiro-ministro a
sublinhar o seu contributo (que a imprensa internacional não valorizou),
permite que a imprensa nacional, sedenta de qualquer coisa que não nos
envergonhe, reescreva o vexatório papel português em todo este processo.
Nem sequer
precisamos de citar os inúmeros comentários ofensivos para o governo grego,
escritos em inglês no twitter pelo secretário de Estado dos assuntos europeus,
Bruno Maçães, identificado com as suas funções oficiais e repetidamente citado
pela imprensa internacional. Bastaria ter acompanhado as sucessivas declarações
públicas de Pedro Passos Coelho, sobretudo quando Tsipras chegou ao governo e
durante este mês de julho. Acompanhando sempre as posição alemãs mais
agressivas, opôs-se publicamente a uma reestruturação da divida grega que
envolvesse qualquer corte, passou semanas a dar ralhetes aos gregos e a
sublinhar o seu papel de credor e, para quem já se esqueceu, classificou as
propostas do novo primeiro-ministro da Grécia como um "conto de
crianças" um ou dois dias depois dos gregos terem escolhido
democraticamente o seu governo legitimo.
De repente
Passos Coelho é o pacificador moderado da Europa. Nem se percebe como não está
já a caminho do Médio Oriente para resolver o eterno conflito
israelo-palestininano e não o candidatam a Nobel da Paz
Isto foi o que
fez publicamente. Os relatos do seu papel nas negociações são numerosos e todos
coincidentes.
Nem preciso de
ir buscar a recente entrevista de Yannis Varoufakis, já depois de ter saído do
governo, em que afirmou, mais uma vez, que "desde o início, esses países
[os mais endividados] deixaram bem claro que eram os mais enérgicos inimigos do
nosso governo”. Nem da mesma acusação de Alexis Tsipras, que, com os problemas
que tem em casa, terá mais que fazer do que denegrir a imagem do primeiro-minsitro
de Portugal.
Foi já há alguns
meses que o influente jornal alemão "Die Welt" garantiu que a
ministra Maria Luís Albuquerque teria pedido a Wolfgang Schäuble para nas
negociações do eurogrupo não ceder à Grécia. Basta ter acompanhado pela a imprensa
as sucessivas negociações, relatadas pela imprensa internacional, para não
precisar de discutir o evidente: Portugal foi, ao lado da Espanha, um ativo
elemento de bloqueio a qualquer acordo que não fosse ruinoso para a Grécia.
A
razão, repetida por todos os comentadores europeus, é evidente. Explicou-a Alan
Beattie, do Financial Times, em fevereiro: "Um acordo especial conseguido
pela esquerda grega iria destruir a sua credibilidade. Um perdão de dívida
pareceria muito bom ao eleitor português." Uma posição coerente, como
explicou Peter Spiegel, chefe de delegação do mesmo jornal em Bruxelas: «Os
portugueses também foram muito anti-Renzi e a sua flexibilização das regras
orçamentais: isso mina-os horrivelmente em casa."
Claro que quando
o acordo se aproximou, o governo português fez o que faz sempre e colou-se à
solução alemã, contribuindo para ela. Mas nem perante o risco da Grécia sair do
euro, com possíveis efeitos desastrosos para Portugal, o nosso governo recuou
como recuou, por exemplo, o espanhol. Esteve sempre à espera da posição alemã.
Transformar a adaptação da posição portuguesa aos resultados negociais impostos
pela Alemanha, com contributos especificos, num papel central no desbloqueio
desta negociação está para lá do provincianismo habitual de quem, não querendo
contar quando as lutas são dificeis, se põe em bicos de pés na hora de
distribuir os louros. Está documentado, descrito, impresso: o papel do governo
português nos últimos meses foi, por razões internas, o de um aliado ativo das posições
mais irredutíveis da Europa. Não há como reescrever isto à boleia do autoelogio
de Passos.
Para amanhã
deixo o "por acaso a ideia foi minha" dos socialistas.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
O ministro grego Varoufakis demitiu-se ... para ajudar a Grécia
Um clássico, mas desta vez não é grego. (...) "Tive conhecimento da preferência de alguns membros do Eurogrupo e de vários 'parceiros' pela minha 'ausência' nas suas reuniões (...) Por esta razão, deixo o Ministério das Finanças hoje (...) E vou vestir a aversão dos credores com orgulho" (...)apoiar "plenamente o primeiro-ministro, o novo ministro das Finanças, e o nosso governo"
"Considero que é meu dever ajudar Alexis
Tsipras a explorar, como lhe aprouver, o capital que o povo grego nos concedeu
através do referendo de ontem.
E vou vestir a aversão dos credores com
orgulho", acrescenta, dizendo ainda que vai apoiar "plenamente o
primeiro-ministro, o novo ministro das Finanças, e o nosso governo".
"O esforço sobre-humano para honrar o
bravo povo da Grécia, e o famoso OXI (NÃO) que deram a democratas de todo
mundo, está apenas a começar", concluiu.
Este domingo, os gregos
foram chamados às urnas para decidir se aceitavam o programa proposto pelos credores há
mais de uma semana e a resposta não deixou margem para dúvidas: o “Oxi”
(“Não”) venceu com mais de 60% dos votos e tomou conta das ruas de Atenas, com milhares a
celebrarem os resultados do referendo.
A vitória expressiva do “Oxi” terá surpreendido tudo e todos depois de, na última semana, todas as sondagens terem espelhado um país dividido e apontado o empate técnico entre o “Sim” e o “Não” como o resultado mais provável
segunda-feira, 22 de junho de 2015
Sondagem: Syriza 20 pontos à frente nas intenções de voto
A sondagem ProRata divulgada
hoje pela rádio Kokkino confirma o apoio dos eleitores gregos ao partido de
Alexis Tsipras, com 33.5% das intenções de voto.
A Nova Democracia, que liderou
o anterior governo da troika, surge com apenas 13,5% na preferência dos
eleitores. Apenas 7% dos eleitores aceitam as exigências dos credores e 59%
querem que o governo prossiga as negociações.
A seguir ao Syriza e à Nova Democracia segue-se o partido To Potami com 6%,
o mesmo valor que a Aurora Dourada. O KKE tem 4%, enquanto os Gregos Independentes,
o PASOK e a União do Centro surgem com 3% das intenções de voto.
Questionados sobre algumas das exigências dos credores, a resposta dos
inquiridos é esmagadora, com 89% a recusarem o aumento do IVA na alimentação, e
88% na eletricidade. Os cortes nas pensões são rejeitados por 83% dos
inquiridos e 77% não aceitam mais liberalização das leis laborais.
A privatização dos aeroportos também é rejeitada por 56% dos inquiridos,
enquanto 58% aceitam a privatização do porto do Pireu e 63% os limites às reformas
antecipadas propostas pelo governo.
Quanto à atitude do governo na negociação com os credores, esta sondagem dá
52% de apoio à estratégia de Alexis Tsipras. O arrastar das negociações nas
últimas semanas e a incerteza criada quanto ao desfecho final refletem-se na
queda de 5 pontos em relação à sondagem ProRata do mês passado. Mas apesar
disso, o primeiro-ministro é o único político com saldo positivo na opinião dos
gregos, com um apoio de 60%.
Apesar do apoio ao governo, 53% dos inquiridos continuam pessimistas quanto
ao resultado final das negociações. Questionados sobre a melhor solução de
governo para o futuro do país, 37% desejam um governo de unidade nacional que
inclua todos os partidos, enquanto 38% preferem um governo Syriza ou Syriza/Gregos
Independentes. A prestação dos partidos da oposição é arrasada nesta sondagem,
com o melhor desempenho a pertencer ao To Potami, com apenas 3.8 (numa escala
de 0 a 10) de aprovação.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2015
Grécia consegue o fim da Troika? A CE pode dizer SIM!
Será mais um encontrão em Passos e Portas.
A CE está a ponderar propor o fim das missões da troika na Grécia no
formato em que estas têm sido feitas desde 2010. A ideia surge quando o novo
Governo da Grécia repete que se recusa a negociar com a troika mas que procura
um novo acordo com a UE, e quando o primeiro-ministro e o ministro das Finanças
visitam várias capitais europeias.
O ministro grego das Finanças diz que espera
uma "ponte" entre o programa anterior e um novo acordo, mas não é
claro o que tem em mente. A Alemanha rejeita o fim da troika na Grécia.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
A Europa com Syriza ou Syriza sem Europa?
Só saberemos nos próximos meses. Merkel deu uma ajuda ao Syriza. Foi um erro tentar condicionar o voto dos gregos.
Ninguém sabe se este resultado terá um efeito dominó. Imaginemos resultados idênticos ou mais expressivos com, por exemplo, Marine Le Pen, em França, com Pablo Iglesias Turrión e o Podemos em Espanha, os UKip’s no Reino Unido ou os Peguida na Alemanha. Tudo extremo e populista.
Alexis Tsipras vai tomar posse, ainda hoje, como primeiro-ministro. Já tem parceiro e não é como cá. Em menos de 24 horas, depois dos resultados eleitorais, haverá governo. Resta saber o que a direita europeia quer estimular: democracia ou ditadura?
O dinheiro falou sempre mais alto do que os valores. No entanto, a Alemanha não se deve esquecer que as crises da periferia estalaram sempre bem no centro da Europa.
domingo, 25 de janeiro de 2015
(RR) Grécia. O voto é obrigatório, mas ninguém é sancionado se faltar ...
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| (Joana Pereira Bastos) |
Votação
na Grécia já começou e decorre até as 19h00 locais (17h00 em Portugal). No
berço da democracia, não há um boletim de voto. Há 20.
No
dia em que nove milhões de gregos são chamados a votar, a Renascença está a
acompanhar a votação em Atenas onde encontrou Anton, um homem na casa dos 50
anos. Acordou bem cedo e não perdeu tempo para se deslocar à escola primária de
Dafni, bem no centro da capital helénica.
Um
gesto que devia ser repetido por todos os gregos, porque constitucionalmente o
voto é obrigatório. Mas ninguém leva esta obrigação muito a série. Até porque o
incumprimento não tem qualquer consequência. Não há qualquer sanção para quem
não o cumpre.
Em
conversa com a Renascença, Anton mostra-se crente que que o interesse europeu
nas eleições gregas é motivado por o seu país continuar a pertencer à “nação
Europa”.
Ainda
assim acredita que estas eleições vão mudar algo no país, mas crê ainda que a
mudança ultrapassará as fronteiras da Grécia.
“Acredito
que sim, que vai mudar. Mas isso depende de várias coisas. O interesse [nestas
eleições] justifica-se pelo facto de a Grécia e a Europa pertencerem à mesma
Nação”, diz à Renascença este grego.
Anton
sai da assembleia de voto. Não saí apenas com um boletim, tem uma resma de
papel nas mãos. Sim, na Grécia, não há um boletim de voto. Há 20, um por cada
um dos 19 partidos concorrentes, mais um para os que queiram votar em branco.
O
eleitor escolhe o papel do partido preferido que contém uma lista de nomes com
os candidatos a deputados. Desse conjunto faz uma cruz em quatro.
O
processo continua com a colocação do papel escolhido num envelope que se insere
na urna. Quanto aos restantes 19 têm um final comum, vão para o lixo.
A
votação decorre até às 19h00 locais, mais duas horas do que em Portugal. Estas
eleições que prometem ser históricas na Grécia, pois marcam uma escolha
decisiva: uma continuidade menos austera ou a promessa de um novo rumo.
Em
Atenas, o dia nasceu solarengo com 15 graus de máxima, e tudo está a correr até
este momento dentro da normalidade democrática no país onde a palavra foi
inventada. ( Ricardo Conceição, em Atenas)
terça-feira, 6 de janeiro de 2015
Merkel tenta influenciar o resultado eleitoral na Grécia
A pressão externa para influenciar eleições internas é absolutamente inaceitável em democracia.
Esse é o erro da chanceler alemã, Angela Merkel, ao dizer que se os gregos elegerem um Governo que elimine a austeridade em curso no país, estará disposta a aceitar a saída da Grécia da zona euro,
" O Governo alemão considera que a saída [da Grécia] da zona euro é quase inevitável se o líder da oposição, Alexis Tsipras, vier a liderar o Governo após a eleição, abandonando a disciplina orçamental e não pagando as dívidas do país". Geralmente sai tudo ao contrário!!!
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/merkel-estara-disposta-a-deixar-a-grecia-sair-do-euro=f904815#ixzz3O4gzWsbq
segunda-feira, 18 de junho de 2012
OS GREGOS VOTARAM O SEU FUTURO DENTRO DA EUROPA
VENCEU O BOM SENSO E O PATRIOTISMO. O PASOK, como 3º partido fará parte da solução. Uma vitória da extrema esquerda BLOQUISTA arrastaria o país para o abismo, talvez fosse mesmo o fim da democracia. Espero que a Europa, nomeadamente a ALEMANHA seja também parte da solução e NÃO PARTE DO PROBLEMA. Boa sorte para Samaras e os gregos.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
UM PONTO COMUM ENTRE A GRÉCIA E PORTUGAL
O Primeiro Ministro tem usado de toda a contenção relativamente a Passos Coelho. Não denunciou a mentira do "tal telefonema ... e a omissão" da prolongada reunião que teve com o líder do PSD na residência oficial de S. Bento.
Defende, por ser verdade, as contas públicas. A Comissão Europeia - Durão Barroso - já veio dizer que sempre foram fiáveis. Quem mentiu sobre essa matéria foi um Governo de Direita na Grécia e foi substituído por um Governo Socialista depois de eleições gerais.
Nós não somos a Grécia, ao contrário do que, tão esforçadamente, Passos Coelho "delira" em fazer passar, para dentro e para fora de Portugal.
Aliás, entre nós e a Grécia há apenas uma coicidência:
- lá foi um Governo socialista a suceder a um outro de direita que mergulhara aquele país na mentira das contas públicas e da crise;
- aqui foi um Governo socialista que sucedeu em 1995 e em 2005 a Governos de direita que tinham escondido o défice e mergulhado o país em crise
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