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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

(Sond) SIC/EXP - PS venceria as eleições com mais de 11% de diferença do PSD

PS consolida a sua maioria e distancia-se do PSD. Todos os outros partidos caem, tal como a popularidade do Presidente da República e do primeiro-ministro. Governo e AR registam saldo negativos. O PS tem mais 11,6% do que o PSD e mais 3,9% do que a coligação de direita junta.

O PR desce, tal como o Passos Coelho, e regista os piores números de todos os outros presidentes da república 

Os líderes partidários do CDS e PCP sobem. Ainda não há sondagem para António Costa por não ser ainda formalmente líder do PS.

Governo e  Assembleia da República descem e continuam com saldo negativos

sexta-feira, 6 de junho de 2014

(Sic/Exp) PS à frente (33%), mas cai 5 pontos com a crise interna

O PS cai a pique 5 pontos, de 38% para 33%. A subida permanente, ao longo de 3 anos, foi subitamente interrompida. Pela primeira vez a direita junta iguala o PS. 

Para já, a crise não reforça o PS. Pelo contrário, a disputa da liderança a António José Seguro tem os seus primeiros efeitos. Perto da maioria absoluta, o PS fica agora mais longe. 

O Secretário-geral do PS continua como o líder mais popular com + 23,1%. Passos Coelho continua negativo com -12,9%.

Em negativos continua a AR (-1%), o BE (-3,5%), o Ministério Público (-11,7%), os Juízes (-13,4%) e o Governo (-29,3%)

Os inquiridos estão de acordo com a proposta de António Seguro para as "primárias", defendem o Tribunal Constitucional e dão preferência a António Costa para primeiro-ministro.








sexta-feira, 23 de maio de 2014

Sond. EXP/SIC - Segundo o Expresso a "Direita arrisca maior derrota de sempre"














O Expresso acha que a direita arrisca a maior derrota de sempre. O PS ganharia as elições Europeias sozinho com mais de 7% do que toda a direita junta e poderia eleger 10 deputados. PS 36,9%; PSD/CDS 29,7%; CDU 12,55; BE 5,7%; Outros partidos/brancos/nulos 15,2%. Só se ganha no dia das eleições.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

PS e Seguro à frente de todos na simpatia dos portugueses

O PS continua a consolidar a sua vantagem sobre a maioria de direita. E, igualmente relevante, é que Seguro descola de todos os dirigentes políticos. Tem mais mais 35,4% do que os menos 12% de Passos Coelho. A direita desce, incluindo o PR. Ministério público, juízes, 1º Ministro e Governo são, por esta ordem, os mais negativos. O PS reforça a confiança com os portugueses. As sucessivas sondagens deixam comentadores e alguma opinião publicada à beira de um ataque de nervos.

"Se os últimos meses assistiram a uma ligeira recuperação dos partidos da maioria, com a estagnação do PS na intenção de voto juntos dos portugueses, abril é o mês da primavera para os socialistas.
O PS recupera sete décimas, ficando agora com uma vantagem de quatro pontos sobre PSD e CDS, e vê os dois partidos do Governo perder 1,7 pontos na intenção de voto.
Com a evolução deste mês, as forças políticas de Passos e Portas já estão a uns assinaláveis 17 pontos do resultado que obtiveram nas legislativas de 2011. Se ainda sonham em manter-se no poder depois de 2015, o caminho é longo e sinuoso.
Se na intenção de voto partidária o resultado de abril é surpreendente, à luz do que tem sucedido nos últimos meses, então na avaliação da popularidade dos políticos a surpresa ainda é maior. Cavaco Silva, que tem vindo a recuperar popularidade, volta a registar agora uma queda.
Em abril, todos os líderes e instituições, à excepção do Presidente da República, veem a sua imagem melhorada junto dos portugueses. Se abril trouxe a primavera e o sol, trouxe também uma maior simpatia dos portugueses face aos seus dirigentes"

sábado, 22 de março de 2014

PS lidera sondagem das europeias em Portugal e S&D na Europa

Nesta primeira sondagem o PS tem quase mais 5% do que a coligação. Na Europa, também na primeira sondagem que engloba os diferentes países a família dos S&D (Socialistas e Democratas) vai à frente por uma escassa margem. Portugal pode ajudar fazer a diferença. A ser assim, uma viragem à esquerda significará o fim da ditadura do dinheiro e dos mercados, o fim da especulação e da desregulação. 
A Europa voltará a recentrar-se nas pessoas. Finalmente, a austeridade cairá como caminho e, no rigor das contas públicas, conheceremos um novo ciclo de crescimento. Portugal é um dos países que mais beneficiará com esta mudança. Agora, neste contexto, só depende das pessoas votarem neste sentido e libertarem-se de um liberalismo que esmagou as suas vidas. Mais emprego, melhor futuro
(Expresso)"A primeira sondagem sobre as eleições europeias, que Cavaco Silva marcou oficialmente esta semana para o 25 de maio, apresenta resultados que podem ser lidos como aquele copo com água: uns dirão que o copo está meio cheio, outros que se apresenta meio vazio. 
De acordo com a sondagem da Eurosondagem para o Expresso e para a SIC, o PS lidera a sondagem e parece perto de uma vitória eleitoral, com um avanço de quase cinco pontos percentuais sobre a coligação PSD/CDS.
Mas os partidos da maioria estão muito longe de uma derrota esmagadora que podia ser expectável depois de três anos a governar com o memorando da troika como guião (e sabendo-se, para mais, que as eleições europeias servem para penalizar os partidos que estão no poder).
Mais: o PS consegue obter mais dois parlamentares em Bruxelas do que há cinco anos, passando de sete para nove. Mas os partidos da maioria obtêm oito, o mesmo valor que o PSD teve há cinco anos, e menos dois que os conseguidos pelos dois partidos em 2009 - dez.
Ou seja, uns verão nestes resultados uma vitória clara dos socialistas, liderados na eleição por Francisco Assis. Outros verão um sinal claro de que a maioria, liderada por Paulo Rangel, acaba por conseguir resistir bem e fica apenas a um parlamentar dos socialistas.
Mas quando olhamos para as restantes forças com presença garantida em Bruxelas para os próximos cinco anos, a questão do copo meio cheio ou meio vazio deixa de fazer sentido.
Os comunistas, com João Ferreira a liderar a lista, obtêm um óptimo resultado. Mesmo sabendo-se que a representação portuguesa no Parlamento Europeu desce de 22 para 21 deputados (fruto de mais um alargamento da União Europeia), conseguem subir a sua representação de dois para três parlamentares.
Já o Bloco de Esquerda, que há cinco anos conseguiu o extraordinário resultado de três eurodeputados, passa para apenas um, no caso a já eurodeputada Marisa Matias.
As restantes forças, em que se deve incluir, por exemplo, a candidatura de Marinho e Pinto (mas não o Livre de Rui Tavares, dado que só foi oficialmente formalizado como partido político na última quinta-feira) e os vários pequenos partidos portugueses, obtêm um total acima dos dez pontos percentuais, mas nenhuma delas parece perto de conseguir obter representação parlamentar em Bruxelas.
Dado interessante ainda é verificar que nos resultados brutos o número dos que dizem não saber ou preferem não responder à questão é ainda anormalmente elevado. O que pode prever uma elevada abstenção, já tradicional nas europeias (e que nas últimas chegou ao astronómico valor de 63% dos eleitores)."

sábado, 18 de janeiro de 2014

PS lidera com +12% do que o PSD e +4,5% do que a coligação

O PS sobe e mantém uma liderança consistente relativamente ao PSD (+12%) e à coligação PSD/CDS (+4,5%). 
António Seguro é o líder mais popular, sobe nas intenções de voto a 38 pontos de distância de Passos Coelho que desce e tem um "score" negativo de -16,1%. O governo lidera o "inverno " político.
A AR mantém nota positiva, mas tem uma queda acentuada.
A maioria acha que o PR deveria ter pedido a fiscalização do OE 2014 e dá razão a António Seguro quando diz que o Plano B era não sobrecarregar mais os contribuintes. Nota:Como se sabe, com chumbo do TC ou sem chumbo do TC o défice ficará abaixo do previsto, porque os impostos que nos lançaram ficaram a cima do necessário.
A sondagem da SIC relativa ao mês de janeiro mostra uma subida de um ponto percentual dos socialistas, face a uma descida de um ponto e meio do PSD e uma queda de meio ponto do CDS.
Com este resultado, o PS vale agora mais quatro pontos do que os partidos da maioria, que somados não ultrapassam os 33 por cento nas intenções de voto.
Em relação à popularidade dos líderes políticos, Cavaco Silva, António José Seguro e Jerónimo de Sousa sobem





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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Song. Expresso/SIC - PS termina 2013 à frente da coligação PSD/CDS

PS lidera com mais intenções de votos do que a coligação PSD/CDS e, matematicamente, faz maioria absoluta com qualquer partido.
António Seguro é, com destaque, o líder mais popular e Passos Coelho o mais impopular. 

O PS português é, de longe, o partido socialista com mais intenções de voto na Europa. 

Estes factos respondem  bem aos que entendem que isto é pouco. 







sábado, 9 de novembro de 2013

Sond. Expr/SIC - PS é o único que sobe nas intenções de voto

A sondagem da Eurosondagem para o semanário Expresso e SIC revela que em Novembro, mês em que se discute e vota o Orçamento do Estado para 2014 e que foi conhecido o famoso guião para a Reforma do Estado, que o PS é o único partido a subir nas intenções de voto dos portugueses. Entre os líderes políticos, o socialista António José Seguro reforça este mês a liderança.

O PS lidera com 37,3% (mais 0,8% do que em Outubro) as intenções de voto da Eurosondagem para o Expresso e SIC de Novembro, avança a edição online do semanário. Atrás segue o PSD com 25,6% (menos 1,3%).
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A CDU surge em terceiro com 11,1% (menos 1,0%) e, em quarto, o CDS com 8,4% (menos 0,2%) e o Bloco de Esquerda em último com 5,9% (mantém em relação a Outubro).
Assim sendo, o PS é em Novembro, de acordo com a Eurosondagem Expresso/SIC, o único partido a subir nas intenções de voto dos inquiridos.

Em relação aos níveis de popularidade, António José Seguro (PS) conquista 19,6 dos eleitores, uma subida de 1,3 face a Outubro. Também com nota positiva mas a descer está Paulo Portas (CDS) com 8 (menos 1,9), Jerónimo de Sousa (PCP) com 5,9 (menos 1,7), e o Presidente da República, Cavaco Silva, com 3,6 (mais 2).
Com nota negativa encontramos na Eurosondagem Expresso/SIC de Novembro a coordenação bicéfala do Bloco, Catarina Martins e João Semedo, com nota negativa de 4,5, o primeiro-ministro Passos Coelho com 15,4.

O Governo mantém nota negativa com 28,2, assim como o Ministério Público com 7,2 e os juízes com 11,2. Já a Assembleia da República sobe nos níveis de popularidade conquistando nota positiva (4). 

sábado, 12 de outubro de 2013

Sond. EXP/SIC - PS e António Seguro consolidam lideraça, no voto e popularidade.


Todas as sondagens dão a preferência ao PS nas intenções de voto. É o caso desta. 
As últimas três, de três agências diferentes, davam-lhe uma vantagem entre 3% a 13 %. 
Nesta, as oscilações são mínimas e não têm qualquer significado. O PS consolida a distância sobre o PSD em 10%. 
Seguro é o líder mais popular, com 20,9% seguido de Portas com 9,9%
Líderes do BE, Ministério Público, Juízes, Passos Coelho (-13,9%) e Governo (-22,7%) estão a negativos.